Embora as grandes concessionárias de veículos de Sorocaba estejam comemorando o bom volume de vendas de veículos novos no mês de abril, os números divulgados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) e que tomam como base o cadastro de licenciamentos do Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores) demonstram uma queda de aproximadamente 7,5% de carros 0KM no mês de abril, em Sorocaba e região. Apesar da queda na região, a cidade de Sorocaba teve alta de 8,8% em abril. A entidade informa que foram 1.250 novos veículos leves que ganharam as ruas da cidade, contra 1.148 unidades vendidas durante o mês de abril. Com relação à região de circulação do jornal Cruzeiro do Sul, o principal motivo da desaceleração das vendas foram as medidas de contenção de crédito efetuadas pelo Governo Federal.
As concessionárias sorocabanas, para manter o volume de vendas, tomaram suas medidas, o que explica a diferença de cenário com o restante da região. Desta forma, a queda indicada pela Fenabrave na região não reflete os resultados de algumas concessionárias como é o caso da Felivel – revendedora da Ford -, que em abril vendeu 12% a mais do que no mês de março. “Abril foi melhor que março porque a montadora concedeu subsídios para reduzir as taxas de juros dos veículos novos. Assim conseguimos manter um bom nível de vendas”, explicou o gerente de vendas de carros novos da empresa, Henrique Botelho.
O gerente da Abrão Reze (concessionária Wolksvagem), Robson Spaluto, confirmou o crescimento das vendas realizadas por sua empresa. “Apesar das medidas do governo, nós conseguimos aumentar as vendas em 4% em abril em relação ao mês de março. Isso aconteceu porque a montadora e a concessionária se readequaram à nova realidade do mercado e realizaram promoções para atingir bons resultados”, comentou.
Já a Automec (Chevrolet), que vendeu 371 veículos novos em abril, crê na retomada da aceleração no mês de maio. Por conta das medidas do Governo as vendas se mantiveram estáveis, mas em maio as previsões são bem melhores. Nós esperamos um crescimento de 18%”, declarou a gerente de vendas da Automec Vasthi Lúcia Martins Xavier.
Região
De acordo com os dados da Fenabrave, na região de circulação do Cruzeiro do Sul os melhores índices de vendas de carros novos em abril foram registrados nas cidade de Araçoiaba da Serra com aumento de 22% em relação a março; Piedade com elevação de 16%, Salto de Pirapora, com 14%; e Pilar do Sul 10%. As retrações mais acentuadas nas vendas aconteceram em Sarapuí (40% negativo), Votorantim (menos 38%), São Miguel Arcanjo (32%) e Alumínio (28%).
Retração nacional
De acordo com a Fenabrave, entre março e abril, o resultado foi negativo para todos os segmentos, comprovando o viés de moderação do mercado. Foram negociadas 446.666 unidades, contra 478.538 unidades, numa retração de 6,66%. A queda em abril, na avaliação de Sérgio Reze, presidente da entidade, a queda foi decorrente da menor quantidade de dias úteis e da contenção da demanda, resultado das medidas governamentais já mencionadas. O mês de abril teve 19 dias úteis, enquanto março apresentou 21 dias úteis. “Levando em consideração a diferença de dias úteis, haveria alta de cerca de 3%”, explica Reze.
Fonte: Cruzeiro do Sul
Apesar de ainda estarmos na semana do Carnaval, a Páscoa, aos poucos, já toma conta do comércio local. Na cidade é possível encontrar ovos de chocolates em algumas lojas e supermercados. O bacalhau também está exposto e os comerciantes garantem que os consumidores já estão procurando tanto o peixe de água salgadas como o chocolate.
No Centro de Sorocaba a procura mais expressiva ainda é pelas barras de chocolate para a confecção de ovos e outras guloseimas pascais. O gerente de uma loja de doces, Josuel Godói, afirma que as barreiras (como é chamada a estrutura para exposição e venda dos ovos de Páscoa) serão montadas amanhã. Por enquanto são mantidos alguns exemplares de ovos com pouca variedade e com preços que vão de R$ 2 a R$ 30.
Godói conta que os ovos industrializados ainda estão chegando mas a exposição é feita pois já há clientes fazendo pesquisa de preços. Para este ano, acredita o gerente, os preços serão mais “salgados” do que no ano passado.
Em um hipermercado da cidade, espera-se que a venda de ovos de chocolate tenha alta de 30% com relação à Páscoa passada. Para o bacalhau, a expectativa é que haja aumento de 80% nas vendas. A aposta da rede está nos ovos de chocolate de marca própria, com brindes e licenciados com os principais personagens infantis. Além dos produtos de marca própria, a rede traz as marcas tradicionais, como Nestlé, Chocolates Garoto e Lacta.
Bacalhau está mais barato
Nos corredores do Mercado Municipal de Sorocaba pode-se encontrar bacalhau que vai de R$ 25 a R$ 60 o quilo. O preço este ano está mais em conta. A comerciante Teresa Henna lembra que o filé mais caro – que hoje custa R$ 60, aproximadamente – já foi vendido a R$ 90 o quilo. “Ainda estamos fazendo as encomendas. Tratamos direto com a exportadora em São Paulo, mas as vendas já estão bem aquecidas”, comenta ela.
Em um box do mercado, a atendente Caroline Fernandes comenta que chega a vender cerca de 10 quilos do peixe por dia. “E a procura ainda vai aumentar. Estamos só no começo da Páscoa”, aposta. Junto com o bacalhau cresce também a venda dos acompanhamentos clássicos do prato: o azeite e a azeitona.
No mesmo hipermercado que aposta em alta de 30% nas vendas de chocolate, a expectativa é que o consumo de bacalhau cresça cerca de 80%. O volume dessa negociação, para toda a rede, representa a compra de mais de 1 milhão de quilos de bacalhau, que estarão nas gôndolas nas versões Porto Imperial, Saith, Ling e Zarbo. A grande aposta do hipermercado está na entrada de novos consumidores no mercado. “O aumento do poder de compra das classes emergentes faz com que esse público consuma produtos que antes não entravam nas suas compras, como é o caso do bacalhau, produto que dobramos as encomendas para esse ano”, afirma José Rafael Vasquez, vice-presidente comercial da rede no Brasil.
Fonte: Cruzeiro do Sul
Desde a entrada Steven Tyler para o painel de jurados da 10ª temporada de American Idol, as vendas dos álbuns do Aerosmith triplicaram, especialmente as coletâneas. Big Ones, compilação de 1994, teve um aumento de 260% nas vendas logo depois que a nova temporada do programa estreou nos EUA, em 19 de janeiro. Já Devil’s Got a New Disguise: The Very Best of Aerosmith, lançada em 2006, subiu 146% em suas vendas apenas duas semanas após a estreia.
As músicas digitais também tiveram um aumento de vendas significativo. “I Don’t Wanna Miss a Thing” foi baixada 34.000 vezes na última semana de janeiro, o triplo da semana anterior e “Dream On” foi baixada 26.000, também o triplo da semana anterior.
O baixista da banda, Tom Hamilton, disse recentemente, em entrevista ao Boston Herald, que Tyler acredita ter o tempo e a energia necessários para continuar na banda e também permanecer no painel de jurados. “Steven tem sido bem enfático, dizendo que o modo como seu tempo foi organizado no programa ainda deixou espaço para que ele trabalhe na gravação de um álbum. Ele tem sempre nos lembrado disso, então nós esperamos que vai ser assim mesmo“.
Ainda assim, Hamilton também admitiu que as coisas podem tomar um rumo diferente: “Ainda não sabemos ao certo como tudo vai ser, mas sempre foi assim com a gente… Steven é um cara incrível que acha que pode fazer tudo. Mas dessa vez ele deu uma mordida muito grande e eu quero só ver se ele vai conseguir mastigar.”
Hamilton ainda declarou que nunca viu American Idol e que a banda descobriu sobre o envolvimento de Tyler com o programa através de seu empresário. Joe Perry, o guitarrista da banda, anunciou seu desgosto publicamente, chamando o programa de “um degrau acima de Tartarugas Ninjas”.
No momento, o Aerosmith prepara material para um novo álbum, que será o primeiro trabalho inédito desde Honkin’ in Bobo, de 2004
Fonte: Omelete
A produção nacional de veículos, vendas para o mercado interno e exportações atingiram em janeiro o melhor desempenho do setor na comparação com igual mês dos anos anteriores, mas os resultados ficaram abaixo dos registrados em dezembro último.
Foram produzidas 26l,8 mil unidades, com recuo de 9,1% sobre o mês anterior e alta de 6,4% em relação a janeiro de 2010, quando o total de veículos fabricados alcançou a marca de 245,9 mil. Em 2009, esse volume tinha sido de 184,7 mil.
Já os licenciamentos que representam o escoamento da comercialização interna caíram 35,8% na variação mensal, com 244,9 mil unidades. No entanto, o volume foi 14,8% superior ao de janeiro de 2010 (213,3 mil). Em 2009 foram 197,5 mil. Já as exportações cresceram 5,8% em unidades sobre dezembro e 10,7% em comparação ao mesmo mês do ano passado. Em valor houve queda entre dezembro e janeiro de 17,2% e um aumento de 18,2% ante janeiro de 2010 com, um total de US$ 886,3 milhões.
Ao anunciar os dados, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cledorvino Belini, informou que os últimos dez anos registraram queda entre dezembro e janeiro. Ele atribuiu isso à sazonalidade do período, quando há redução das atividades no mercado por conta de férias e das festas de fim de ano.
Belini disse que apesar de o mercado interno ter-se mantido aquecido em comparação a janeiro do ano passado e de haver uma reação mais favorável da demanda externa, cada vez mais os fabricantes brasileiros perdem espaço para os importados. Diante disso, o setor prepara, desde novembro último, um estudo para propor ao governo federal medidas para ganhar competitividade. O conjunto de sugestões deverá ser encaminhado às autoridades, provavelmente, entre abril e maio deste ano.
Entre as ideias que estão sendo debatidas pelas montadoras no “pacote emergencial” estão o desejo de obter maior flexibilização trabalhista; melhoria de infraestrutura; redução do custo de capital e da carga tributária. Belini descartou que haja interesse em mexer na alíquota de importação, que já está no limite permitido pela OMC (Organização Mundial do Comércio). “Não queremos proteger mais [o mercado interno] e sim ter maior poder de competitividade.”
Dados da Anfavea indicam que em 2010 houve um déficit no comércio exterior automotivo de US$ 6 bilhões. A maioria dos veículos que ingressou no país (52,8%) veio da Argentina e do México (10,6%), mas como há contrapartidas juntos estes dois países resultaram em um saldo positivo de US$ 1,8 bilhão.
A terceira maior concorrente estrangeira é a Coreia com 21,7%, seguida da União Europeia com 6,4%; China com 3,2% e Japão com 2,6%. A presença dos veículos produzidos fora do país no mercado interno praticamente quadruplicou entre 2005 e 2010, passando de 5,1% para 20% e alcançou, no mês passado, 23,5%. Já as exportações tiveram comportamento inverso. Elas eram 31% de tudo o que se produzia, em 2005 e baixaram para 15%, no ano passado.
As expectativas, no entanto, permanecem animadoras e há sinais positivos envolvendo as atividades do setor. Segundo Belini, as vendas domésticas deverão acompanhar o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), soma das riquezas geradas no país, alcançando os 5%. A produção deve ter uma expansão de 1,1% e as exportações alta de l,6% no valor de US$ 13,1 bilhão, e queda em número de unidades (-3,4%).
Na virada do ano, a indústria ampliou em 0,9% a contratação de trabalhadores com a abertura de l.l67 vagas, elevando de 136.124 para 137.291 a base do quadro de empregados. Em dezembro, a inadimplência do setor alcançou recorde com apenas 2,6% ante 4,4% em 2009 e 4,3% em 2008.
Fonte: Bom Dia Sorocaba
As vendas internas de materiais de construção cresceram 12,6% no acumulado do ano até novembro em relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). Em novembro, as vendas registraram alta de 5,41% em relação a um ano antes, mas queda de 1,76% ante outubro. Já o nível de empregos gerados pela indústria cresceu 10,88% frente a novembro de 2009 e 0,58% na comparação com o mês anterior.
Por segmento, as vendas internas dos materiais básicos aumentaram 1,15% ante novembro do ano passado, mas caíram 2,10% ante outubro. Já as de materiais de acabamento cresceram 13,32% em relação a um ano antes, mas apresentaram retração de 1,18% em relação as de outubro.
Segundo o presidente da entidade, Melvyn Fox, o avanço mais expressivo dos materiais de acabamento se deve porque, em 2008, houve o início de muitas obras, que agora estão sendo entregues. Conforme comunicado da entidade, a performance de novembro marca treze meses consecutivos de resultados positivos na comparação com os mesmos meses do ano anterior. A entidade aponta que nos últimos meses tem registrado uma desaceleração no ritmo de crescimento, em razão da base de comparação mais elevada.
Para os próximos meses, a Abramat estima que o setor continuará crescendo, mas em taxas menores. Diante da atual performance, a entidade reafirmou sua projeção de crescimento para 2010, que está em 12%
Mercado cresceu
O mercado da construção civil encerrou novembro registrando um crescimento acima do usual para este mês, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O índice que mede o grau de satisfação do mercado da construção civil atingiu 54,3 pontos, numa escala de zero a 100. Em outubro, este indicador, também chamado por Nível de Atividade Efetivo em Relação ao Usual, tinha registrado 54,1 pontos.
Para os técnicos da entidade, a boa notícia é que o movimento de alta foi comum a todos os portes de empresas. Para as empresas, o índice em novembro foi de 53,1 pontos ante 50,8 pontos no mês anterior. As de médio porte registraram um índice de 54,3 pontos ante 53,7 em outubro e para as grandes o índice atingiu 55,4 pontos em novembro ante 57,6 pontos em outubro.
Apesar de, nominalmente, o índice das grandes empresas ter mostrado queda em relação a outubro, houve crescimento, pois a escala vai de zero a 100 pontos, a marca de 50 pontos é a que divide o sentimento de pessimismo do de otimismo e a graduação das grandes, mesmo sendo inferior a de outubro, ficou acima de 50 pontos.
fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
Conectado à internet, maior que um telefone, mas menor que um laptop, os tablets surgiram como a tendência mais bem-sucedida de 2010 para satisfazer uma geração que vive em busca da conexão onipresente. O iPad, lançado em abril pela Apple, converteu-se no acessório digital imprescindível do ano. Enquanto isso, os rivais tentam destronar a empresa que define as tendências antes que ela monopolize o mercado dos tablets, da mesma maneira que seu iPod fez no mercado dos tocadores de MP3.
“A Apple acertou em cheio e fez de seu tablet um sucesso”, disse o analista da Gartner, Ken Dulaney. “Haverá muita gente tentando destroná-lo, mas vai acontecer como com os iPods. Todo mundo quer um”. O estilo de vida na era da internet abriu caminho para que a estreia dos tablets fosse bem-sucedida, de acordo com a analista da Forrester Research Sarah Rotman Epps. As semanas de trabalho tornaram-se mais longas com a proliferação de dispositivos que mantêm as pessoas constantemente conectadas com seus chefes durante a noite e nos fins de semana, de acordo com estatísticas da Forrester.
“Os consumidores estão trabalhando o tempo todo, eles têm menos tempo livre e menos dinheiro para gastar, mas ainda querem maximizar o aproveitamento que têm através destes acessórios”, explicou Rotman à AFP. Segundo as estatísticas de Forrester, 26% dos consumidores americanos que compraram iPads o utilizam para o trabalho e para atividades pessoais. “As pessoas estão usando o tablet para ler o Wall Street Journal ou ver TV na cama”, disse Rotman Epps. “Em algumas circunstâncias, está substituindo os laptops, a televisão e a mídia impressa”.
As pesquisas de comportamento do consumidor mostram que os donos de iPads veem mais vídeos, notícias e outros conteúdos on-line do que outras pessoas. A evolução da tecnologia sem fio, o crescimento da demanda por comunicações mais rápidas e um acesso mais ágil à internet são as principais tendências que irão moldar os setores de telecomunicações, mídia e tecnologia nos Estados Unidos nesta década, informa um relatório da consultoria Moody divulgado neste mês.
fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
O recente pacote de arrocho do crédito baixado pelo governo deve tirar perto de R$ 2 bilhões do consumo no fim do ano. Mesmo assim, sustentado pelo aumento da renda e do emprego e pelo maior número de trabalhadores que recebem o 13º salário, este Natal será o melhor da década. As vendas do comércio em dezembro devem atingir R$ 96,2 bilhões, segundo cálculos da MB Associados.
Empresários do comércio e economistas dizem que o maior impacto do pacote no comércio virá em 2011. É que as redes varejistas mantêm neste mês as condições de financiamento para não perder vendas de eletrônicos e itens de informática. Mais do que isso, parte dos comerciantes acredita que poderá ganhar. Como os financiamentos de carros em prazos longos e sem entrada ficaram mais caros, o consumidor poderá substituir a compra do carro zero por uma TV fininha ou
um microcomputador portátil. Esses produtos estão na lista dos mais desejados no Natal e, normalmente, são vendidos no crediário.
Cálculos da consultoria mostram também que o aperto no crédito combinado com a alta da taxa básica de juros básica em 2011 para segurar o avanço da inflação poderá enxugar o consumo em quase R$ 20 bilhões ao longo de 2011. “O Natal vai ser muito bom. O maior da era Lula em valores absolutos. Talvez, pudesse ser melhor sem o pacote”, afirma o economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale.
A pedido da reportagem, Vale projetou as vendas reais do varejo ampliado, que incluem, além de roupas, eletrodomésticos e eletroeletrônicos, automóveis, motocicletas, partes e peças e materiais de construção, para este mês e 2011, antes e depois do aumento dos depósitos compulsórios dos bancos. Com o crédito crescendo na casa de 25%, a projeção inicial de Vale era que as vendas do comércio ampliado neste mês atingissem R$ 98 bilhões.
Agora, ele reduziu a projeção de vendas para R$ 96,2 bilhões, levando em conta que o ritmo de crescimento do crédito ao consumo diminua para algo entre 15% e 20%. Com isso, o faturamento cresce em dezembro R$ 3,3 bilhões ou 3,5% na comparação o mesmo mês de 2009. “O grande desafio fica para 2011”, afirma o vice-presidente comercial do Walmart,
José Rafael Vasquez. Ele diz que, por enquanto, a rede registra crescimento de dois dígitos nas vendas em relação a
dezembro de 2009. “Hoje, a taxa está muito mais próxima de 20% do que 10%”, diz, ressaltando que não mudou as
condições de crédito.
O Magazine Luiza é outra rede que está em ritmo acelerado. A empresa fatura neste mês entre 25% e 30% a mais em relação a dezembro de 2009, considerando as mesmas lojas. O superintendente da rede, Marcelo Silva, diz que as
condições de crédito estão mantidas e observa que hoje, mais importante do que a taxa de juros, é o aumento do nível
de emprego como motor das vendas. De toda forma, o radar da presidente do grupo, Luiza Helena Trajano, captou mudanças. “Para 2011, como será primeiro ano de novo governo, alguma freada vai ter, mas nada que mude o pilar
da economia.”
O diretor da Máquina de Vendas Rodolfo França Jr. conta que as metas da rede para 2011 serão traçadas só depois do Natal. Por enquanto, a rede mantém as condições do crediário, como taxas de juros e prazos, mesmo tendo de sacrificar margens para não perder vendas. “Vamos segurar um pouco”, diz ele.
Na análise do vice-presidente da Semp Toshiba, Caio Ortiz, que produz TVs, o pacote de crédito que atingiu em cheio os carros pode beneficiar o setor, com a migração para a compra de TV de LCD e notebooks.
À vista
Com mais renda e confiança no emprego, o consumidor começa a privilegiar as compras à vista em detrimento do
crediário. Dados da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) mostram que as consultas para compras com
cheque subiram 18% até o dia 9 deste mês em relação a igual período de 2009. Enquanto isso, as consultas para o crediário cresceram 10,4%. Até o mês passado, o crediário crescia mais que a venda à vista. Essa inversão não reflete ainda, segundo o economista da ACSP, Marcel Solimeo, o efeito do pacote para tirar a euforia do consumo.
fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
As vendas de automóveis e veículos comerciais leves modelo bicombustível (flex) somaram 269.515 unidades em novembro e atingiram 86,6% do total comercializado na categoria no País. O resultado indica um avanço em relação ao desempenho de novembro de 2009, quando a fatia era de 85,9%, com 247.094 unidades. Os dados foram divulgados pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
Nas empresas, o setor automotivo encerrou o mês de novembro com 135.913 empregados, um crescimento de 0,5% em relação a outubro. Na comparação com novembro de 2009, houve alta de 9,7% no contingente de empregados.
O segmento de máquinas agrícolas teve alta de 0,7% no número de empregados na comparação com outubro e registrou 18.713 funcionários. Na comparação com novembro de 2009, a alta é de 22,7%. A área de autoveículos houve crescimento de 0,5% no contingente de empregados, com 117.200 empregados. Na comparação com novembro de 2009, a alta é de 7,8%.
As vendas internas de máquinas agrícolas no atacado somaram 4,7 mil unidades em novembro, um recuo de 19,1% ante outubro e uma queda de 11,2% frente novembro de 2009, segundo dados da Anfavea. A produção de máquinas agrícolas caiu 10% em novembro ante outubro, para 7.332 unidades, e apresentou crescimento de 1% sobre novembro de 2009. Entre janeiro e novembro, foram produzidas 84.646 máquinas agrícolas, número 40,9% maior que o de igual intervalo de 2009.
fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
O segmento de informática foi o que apresentou maior faturamento da indústria elétrica e eletrônica em 2010, informou hoje a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). O segmento deve fechar este ano com faturamento de R$ 39,9 bilhões, alta de 13% em relação a 2009. O desempenho será puxado pelas vendas de notebooks, que aumentarão 39%, para 7,15 milhões em 2010. Já o segmento de desktops vai manter as vendas em 6,8 milhões. De acordo com a associação, é a primeira vez que as vendas de notebooks superam as de desktops. No total, o segmento de informática comercializará 14 milhões de computadores, um crescimento de 17% em relação a 2009. Neste ano a participação do chamado mercado cinza vai se manter em 30%.
O único dos oito segmentos do setor que registrará queda no faturamento é o de telecomunicações – R$ 16,7 bilhões, queda de 9%. No total, a indústria produzirá 61 milhões de telefones celulares, dos quais 47 milhões destinados ao mercado interno e 14 milhões à exportação. Uma das razões para a queda na produção foi a expansão das vendas no País dos smartphones, em sua maioria importados.
Os demais segmentos registram crescimento de faturamento neste ano. O segmento de equipamentos industriais vai faturar R$ 18,3 bilhões, crescimento 22%; o de utilidades domésticas, R$ 15,5 bilhões (16%); o de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, R$ 12,1 bilhões (14%); o de componentes, R$ 9 3 bilhões (13%); o de material de instalação, R$ 8,9 bilhões (12%); e o de automação industrial, R$ 3,1 bilhões (7%).
Para 2011, a Abinee prevê que o setor deverá faturar 13% a mais que em 2010, chegando a R$ 140,5 bilhões. O segmento de informática deve liderar o faturamento, com R$ 45,5 bilhões, alta de 14%. O segmento de equipamentos industriais deve faturar R$ 21 bilhões, alta de 15%; o de telecomunicações, R$ 18,5 bilhões, alta de 11%; o de utilidades domésticas, R$ 17 bilhões, alta de 9%; o de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, R$ 14,4 bilhões, alta de 19%; o de material de instalação, R$ 10,2 bilhões, alta de 15%; o de componentes, R$ 10,1 bilhões, alta de 8%; e o de automação industrial, R$ 3,5 bilhões, alta de 11%.
fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
As vendas no varejo de material de construção cresceram 7,8% em novembro, na comparação com outubro, e aumentaram 8,5% ante novembro de 2009, segundo dados divulgados hoje pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco). A pesquisa foi realizada em parceria com o Ibope Inteligência. De janeiro a novembro, o segmento registrou alta nas vendas de 10 5% ante o mesmo período do ano passado. Nos últimos 12 meses, o índice foi de 11%.
Para dezembro, o presidente da Anamaco, Cláudio Elias Conz, afirma que o setor está otimista, principalmente devido ao anúncio da prorrogação da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até dezembro do ano que vem para a cesta básica de material de construção. “A prorrogação da redução do IPI tem um papel fundamental no aquecimento da nossa cadeia produtiva e o governo entendeu a importância da manutenção dessa medida, pois ela beneficia, sobretudo, a parcela da população mais carente, a que tem renda familiar de até 5 salários mínimos”, afirma a Anamaco, em nota.
Sem o benefício, os materiais teriam custo 8,5% maior, em média, para o consumidor final. “Para quem estava construindo uma casa popular (em torno de R$ 40 mil), o benefício significou uma economia de aproximadamente R$ 1,5 mil ou a construção de um banheiro”, afirmou Conz. Segundo estimativas da entidade, que representa 138 mil lojas de material de construção no País, o setor deve encerrar 2010 com 11% de crescimento ante 2009, quando bateu recorde de faturamento.
fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
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