Pela quarta vez em seus 35 anos de carreira, a banda britânica Iron Maiden conquistou a liderança no ranking dos discos mais vendidos no Reino Unido, com o álbum “The Final Frontier”, lançado há dez dias.
O 15º disco da banda dominou a parada após ser lançado no último dia 13, e relegou ao segundo posto “Recovery”, do rapper Eminem.
Após três décadas nos palcos, 80 milhões de discos vendidos e 2 mil shows na bagagem, o Iron Maiden é um dos principais expoentes mundiais do heavy metal.
Para a gravação de “The Final Frontier”, a banda britânica se reuniu com o produtor Kevin ‘Caveman’ Shirley, no estúdio Compass Point de Nassau (EUA).
Esta semana, a lista dos dez discos mais vendidos do Reino Unido registrou outras novidades, como o grupo pop The Saturdays e a banda de rock alternativo The Hoosiers.
fonte:www.uol.com.br
As vendas internas de materiais de construção aumentaram 9,43% em julho sobre o mesmo período do ano passado, informou nesta quarta-feira a associação que representa o setor, Abramat.
No acumulado do ano até o mês passado, a comercialização dos insumos registra alta de 18,1%, segundo a entidade.
Em julho, as vendas de materiais básicos foram superiores às dos de acabamento, registrando crescimento de 9,89 e 8,54%, respectivamente.
Já o número de empregos gerados pela indústria de materiais avançou 11,7% no sétimo mês do ano.
De acordo com a Abramat, em julho foi apurada a 9ª alta mensal consecutiva pela indústria de materiais. Para o fechado do ano, a entidade mantém a expectativa de crescimento de 15 % nas vendas.
“O setor já deixou para trás os efeitos da crise”, afirma o presidente da Abramat, Melvyn Fox, em nota.
fonte:www.redebomdia.com.br
As vendas no varejo brasileiro cresceram mais que o esperado em junho, fechando o segundo trimestre com alta de 10,2% em relação ao ano passado.
Somente em junho, o aumento das vendas foi de 1% sobre maio e de 11,3% em relação a igual mês do ano passado, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira.
Analistas ouvidos pela Reuters previam alta mês a mês de 0,3% –com previsões entre queda de 0,5% e aumento de 0,9%– e elevação anual de 9,9% –com estimativas de 8,8 a 11%.
“O resultado completa dois meses consecutivos de crescimento no volume de vendas após a forte queda do mês de abril”, destacou o IBGE em nota.
O dado também vem na contramão de outros indicadores recentes da economia brasileira que mostraram desaceleração. Diante desses sinais, o Banco Central abrandou o ritmo do aperto monetário no país na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em julho.
O IBGE também revisou levemente para cima o dado de maio, que agora mostra aumento de 1,5% das vendas em relação a abril. Inicialmente, a alta informada foi de 1,4%.
No ano, as vendas acumulam alta de 11,5% até junho.
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As consultas ao Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registraram em julho alta tanto nas vendas à vista (SCPC/Cheque) como a prazo (SCPC), apontaram dados divulgados 2ª feira (2) pela entidade. O movimento de consultas ao crediário no comércio paulistano subiu 5,9% ante junho e as consultas relativas às vendas à vista registraram salto de 6,8%, na comparação com o mesmo mês.
De acordo com a instituição, o resultado foi puxado pelo avanço da massa salarial e pela queda do nível de desemprego no período Na comparação com julho de 2009, período em que a crise financeira mundial iniciava movimento de arrefecimento, a alta no número de consultas também registrou crescimento. A alta nas vendas a prazo foi de 7,6% e nas compras à vista chegou a 4,9%.
Os registros recebidos (carnês em atraso) apresentaram queda de 3,9% em julho, comparado com igual período em 2009, enquanto os registros cancelados (carnês quitados ou renegociados) praticamente se estabilizaram (-0,6%), na mesma base de comparação.
Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
O comércio do centro de Sorocaba deve ter acréscimo de 6% a 7% nas vendas para o Dia dos Pais, em relação ao mesmo período do ano passado. A estimativa é da Associação Comercial de Sorocaba (Acso) e leva em conta todas as lojas, inclusive aquelas que não são especializadas em artigos masculinos. Para estas, a tendência de crescimento varia entre 10% e 15%.
O diretor de relações públicas da entidade, Hudson Pessini, lembra que a liberação da avenida Dom Aguirre e as liquidações de inverno são fatores que vão impulsionar as vendas neste ano. Isso porque, com a via liberada após as obras de elevação, quem tinha desistido de ir ao centro nas últimas semanas – para evitar congestionamentos – está retornando às compras. “O fluxo dessas pessoas depende muito do acesso pela marginal. Quem protelou a compra anteriormente, acaba vindo agora”, diz.
Já as liquidações, comuns no final do inverno, ajudam os comerciantes que não trabalham com produtos voltados ao perfil de presentes para os pais. “Mesmo que o lojista não tenha o produto específico, acaba desovando as peças de inverno”, ressalta o diretor. Isso reforça a teoria de que qualquer data que impulsione as vendas sazonais acaba ajudando o comércio como um todo, pois leva as pessoas às compras.
A Acso pretende realizar uma ação promocional na praça Coronel Fernando Prestes na sexta-feira e no sábado. “Vamos levantar o astral dos pais”, promete Hudson. “Com a marginal liberada, temos outra realidade: a rua estará mais cheia, as pessoas que estavam esperando agora terão mais comodidade para vir ao centro”, completa. A reportagem do Cruzeiro do Sul esteve na região central na última sexta-feira e constatou que as lojas não estão enfeitadas e com vitrines específicas para a data comemorativa.
Última hora
Faltando menos de uma semana para o Dia dos Pais, muitos filhos já sabem que deixarão para comprar os presentes na última hora. É o caso das colegas Mariane Datri, auxiliar administrativa e Márcia Aparecida Machado Nunes, assessora de clientes. Como trabalham num grande magazine, escolherão o presente dentre os produtos à venda no próprio local. “A maioria do pessoal compra lá mesmo”, conta Márcia, que pretende gastar cerca de R$ 30. O planejamento de Mariane prevê um pouco mais: “Vou dar algo em torno de R$ 50”.
O valor é o mesmo que o adolescente Tiago Soares prevê que será gasto no presente do seu pai. “Vamos dar algo que ele goste”, garante, embora admita que deixa a responsabilidade da escolha – e do gasto – com a mãe. Situação parecida da vivida por Wellison Brienze. “É ela quem vai comprar, está sempre aqui pelo centro.”
Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
O americano James Patterson se tornou o primeiro escritor a vender um milhão de livros digitais, informou a editora Hachette Book Group, filial da francesa Hachette Livres. O criador do detetive Alex Cross já vendeu 1,14 milhão de livros digitais.
”Com cada vez mais pessoas lendo seus iPad (…) criar edições digitais que sejam interessantes, agradáveis para o leitor e com características adicionais é cada vez mais importante”, disse Patterson. “Se os livros eletrônicos fazem ler quem não compraria um livro, fico alegre com isto”.
Segundo Hachette, Patterson vendeu mais de 205 milhões de livros em papel por todo o mundo.
Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
Se é que existe um aspecto positivo na eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo da África, ele pode ser apontado na economia do País. O delegado do Conselho Regional de Economia (Corecon), Sidney Benedito de Oliveira, afirma que os dias em que o Brasil joga podem ser comparados a feriados. O comércio é um dos setores mais prejudicados com os horários diferenciados e a queda no movimento, afirma a Associação Comercial de Sorocaba (Acso) gira entre 20% e 30%. Nos shoppings, no entanto, por conta da estrutura física diferenciada, a estratégia foi aproveitar as partidas como eventos e, mesmo as lojas ficando fechadas durante os 90 minutos de jogo, usar a praça de alimentação para a transmissão dos jogos é uma forma de aumentar o número de compras por impulso que se concentram principalmente após o jogo.
Em Sorocaba as lojas da área central seguiram os horários bancários, assim, quando os jogos eram pela manhã, as lojas fechavam às 10h e reabriam apenas às 14h. Caso a partida fosse pela tarde, às 14h os funcionários eram dispensados para ver a disputa em casa. O presidente da Acso, Braz Cassiolato, afirma que quando a Seleção Brasileira entrava em campo, os consumidores sumiam da rua. “Quando o jogo era a tarde, o cliente vai pela manhã no Centro mas não volta mais. Agora, se o jogo é pela manhã é pior ainda pois o pessoal nem aparece nas ruas”, comentou ele. Por conta do baixo movimento, a queda nas vendas durante esses dias, afirma ele, gira entre 20% e 30%, aproximadamente.
O telão montado na praça Coronel Fernando Prestes, no Centro da cidade, foi uma parceria entre a associação e a fabricante local de Coca-Cola – patrocinador oficial da Copa – ajudou a evitar que o movimento fosse ainda menor, afirma Braz. Segundo ele, sobretudo quando os jogos eram pela manhã, esta foi uma forma de atrair torcedores e possíveis consumidores.
Segundo o relatório das consultas ao Serviço de Proteção ao Crédito (SCPC), no caso do jogo do Brasil contra Portugal, por exemplo, no último dia 25, uma hora depois do início da partida, as consultas caíram 94,1%, retornando gradativamente, mas sem voltar ao campo positivo. No caso desse mesmo dia, às 18 horas, o número de consultas ao serviço ainda era 10% menor que em dias normais. O economista da ACSP, Marcel Solimeo, diz que esse movimento retorna em parte, especialmente nos produtos essenciais ou nas compras programadas.
Compra por impulso
Investimentos em decoração e aposta nas compras por impulso foram algumas das estratégias traçadas pelos shoppings do País, afirma a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop). O diretor de Relações Institucionais da entidade, Luís Augusto Ildefonso da Silva, destaca que em muitos desses condomínios comerciais espalhados pelo país a praça de alimentação foi usada para a transmissão das partidas. “É lógico que no horário dos jogos as lojas ficaram fechadas pois não haveria comprador, mas a reabertura era logo em seguida e, com as vitórias da seleção, ficava mais fácil das pessoas entrarem no clima e fazerem compras por impulso”, comentou ele.
As compras por impulso são aquelas feitas sem planejamento mas, segundo Silva, tratavam-se de produtos de baixo valor como uma camiseta ou lembranças com motivos nacionais. “É bom que se destaque que o consumidor brasileiro está comprando mais, mas está mais consciente pois a inadimplência está caindo”, avalia o diretor da Alshop. O fechamento das lojas dentro dos condomínios comerciais era feito apenas durante o horário do jogo.
Apostando neste comportamento por parte do consumidor, o investimento mais pesado dos shoppings, afirma o diretor, foi em decoração e publicidade com tema de Copa do Mundo. Além disto, lembra ele, os lojistas reforçaram os estoques com produtos “verde e amarelo”. “Mas eu acredito que mesmo com bastante coisa em estoque, os comerciantes já tiveram o retorno necessário pois as vendas até aqui já foram muito bem”, argumenta.
Produção
Com certeza o nível de produtividade da economia do país como um todo diminui em dia de jogo. É como se fosse feriado, um dia a menos na produção do país e isto afeta inclusive o PIB (Produto Interno Bruto), afirmou o delegado do Conselho Regional de Economia, Sidney Benedito de Oliveira. Ele lembra que apesar de não haver nenhuma lei obrigando as empresas dispensem os trabalhadores para acompanhar as partidas, a dispensa já pode ser considerada uma questão cultural. É melhor liberar até para não ter um descontentamento com a empresa, aconselha o economista que também é professor na Universidade de Sorocaba (Uniso).
O futebol é conhecido como uma paixão nacional do brasileiro e, neste ano o horário das partidas que o Brasil jogou também atrapalharam a economia. Oliveira comenta que os jogos pela manhã eram pior pois quebravam o ritmo de trabalho. Liberar o funcionário para ele voltar depois do jogo é complicado pois ele volta com a cabeça no jogo ainda, ponderou. Além de prejudicar a produção, o professor destaca que há um custo operacional para esses dias de marcha lenta. Ele explica que as empresas, nessas épocas, costumam se adequar aos horários e isto tem um custo.
Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
As vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus novos no Brasil em junho somaram 262.780 mil unidades, alta de 4,65% em relação a maio e queda de 12,44% frente ao forte desempenho apresentado um ano antes, informou nesta quinta-feira a Fenabrave, que representa as concessionárias.
No acumulado do primeiro semestre, as vendas avançaram 8,98% sobre igual período de 2009, para 1,58 milhão de unidades.
A Fenabrave estima agora vendas totais do setor, incluindo também motos, de 5,12 milhões de unidades em 2010, ante estimativa anterior de 5,15 milhões. Se confirmado, o resultado representará uma alta de 7,82% sobre 2009.
A projeção da entidade para vendas de automóveis neste ano foi levemente reduzida, enquanto a de comerciais leves, caminhões e motos melhorou. A previsão para ônibus ficou praticamente inalterada.
Queda
As vendas de veículos novos, porém, registraram queda de 12,44% em junho no comparativo com o mesmo mês do ano passado, apresentando a primeira redução nesse confronto após dez altas consecutivas.
No mês passado, foram licenciados 262.780 automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões. Em junho de 2009, foram 300,2 mil unidades.
RANKING DE MONTADORAS
A Fiat manteve a liderança nos segmentos de automóveis e comerciais leves, com vendas de 60.167 unidades em junho e 341.443 unidades no primeiro semestre.
Em seguida aparece a Volkswagen, com vendas no mês passado de 51.965 unidades e de 313.443 unidades de janeiro a junho.
A General Motors teve vendas de 49.039 unidades em junho, acumulando 302.183 unidades na primeira metade do ano.
A Ford vendeu 24.441 unidades em junho e 154.053 unidades no primeiro semestre.
A Anfavea, associação que representa as montadoras instaladas no Brasil, divulgará nos próximos dias dados referentes à produção e exportações do setor, além de seus números para as vendas.
Fonte:www.redebomdia.com.br
Copa e até as enchentes no Nordeste, região que representa 15% das vendas, está inibindo o mercado de carros novos. Ainda assim, o resultado deve ser melhor que o de maio. Até sexta-feira foram licenciados 214,8 mil veículos. A perspectiva das montadoras é de chegar em 260 mil. Se confirmado, o número será 3,5% superior ao de maio (251,1 mil unidades), mas 13% abaixo de junho do ano passado (300,2 mil unidades). Há um ano, houve corrida às lojas pois o mercado esperava o fim da redução do IPI, que acabou sendo prorrogada pela segunda vez. Deve ser a primeira vez, desde julho de 2009, que as vendas vão cair na comparação entre meses iguais.
Lojistas informam que continuam com estoques elevados, mas a suspensão de atividades por causa dos jogos da Seleção reduziram o movimento e poucas marcas recorreram a feirões. As vendas no primeiro semestre somam, até sexta-feira, 1,531 milhão de veículos (incluindo caminhão e ônibus), alta de 8,6% ante igual período de 2009. O porcentual já está próximo da meta da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), de crescimento de 8,2% nas vendas para todo o ano, o que dará cerca de 3,4 milhões de unidades. Até maio, o crescimento acumulado estava acima de dois dígitos.
No ranking de vendas de automóveis e comerciais, a Fiat mantém a liderança em junho, com 24,5% de participação, seguida por Volkswagen (21,5%), GM (19,1%) e Ford (10%). O Gol segue como modelo mais vendido, com 18,7 mil unidades. Houve mudança na vice-liderança, que passou a ser do Uno (15,7 mil unidades). O compacto ganhou nova versão em maio e está agora na posição tradicionalmente mantida pelo Palio, que caiu para o quarto lugar (8,2 mil unidades), atrás do Celta (8,5 mil).
Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
A gigante da informática Apple anunciou ontem ter vendido mais de três milhões de unidades de seu novo tablet iPad 80 dias depois de seu lançamento nos Estados Unidos, enquanto o aparelho é agora distribuído em uma dezena de países.
As pessoas se encantam com o iPad, que faz parte de sua vida cotidiana, afirmou o presidente da Apple, Steve Jobs, citado em um comunicado.
O iPad número três milhões foi vendido na segunda-feira, afirmou o grupo.
As vendas do tablet superaram um milhão de unidades em 28 dias no fim de abril, enquanto apenas era distribuído nos Estados Unidos. Em 31 de maio, três dias depois de seu lançamento em mais nove países (Austrália, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Espanha, Suíça e Grã-Bretanha), aproximava-se de dois milhões de unidades vendidas.
A Apple atrasou em um mês a estreia de seu tablet com tela sensível ao toque no exterior devido à forte demanda registrada nos Estados Unidos, que superou todas as previsões.
Espera-se que no mês que vem o iPad, que combina as funcionalidades de um minicomputador, um reprodutor de música e um leitor multimídia, seja comercializado em mais nove países.
As ações da Apple registravam alta de 1,73%, para 274,98 dólares até as 15h45 GMT de ontem (12h15 de Brasília) em Wall Street.
Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
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