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Usuários reclamam de prejuízo com os bilhetes magnéticos

Desde que foi anunciada, em julho, a extinção do bilhete magnético causa polêmica e reclamação dos usuários do transporte coletivo em Sorocaba. Na última sexta-feira, a Urbes divulgou a prorrogação para utilização dos bilhetes magnéticos do dia 15 para o dia 30 de outubro. Mas, mesmo prorrogada, a ação gera queixas, como a da aposentada Célia Regina Moreira Freitas, de 53 anos, que comprou 30 bilhetes magnéticos, afirma que não vai conseguir utilizar todos eles até o prazo estipulado pela Urbes e não encontra outra solução senão descartá-los. “Eu paguei por um serviço que não vou ter”, diz.

Célia questionou a situação nos guichês e serviço de informações dos terminais, na tentativa de trocar os bilhetes magnéticos por créditos no cartão cidadão, mas foi informada de que não existe solução. Ela também buscou instruções pelo telefone 188, de atendimento da Urbes, mas não obteve êxito. “Simplesmente não tem acordo. Eles não devolvem dinheiro, não trocam por passe e não trocam por crédito no cartão.”

Para diminuir o prejuízo de mais de R$ 85, Célia resolveu repassar os bilhetes à familiares que também utilizam o transporte público. Mas, apesar de estar válido, o bilhete entregue à nora Aline Cristina Balduíno Vieira, 17, foi rejeitado pelo equipamento que valida o passe (validador). Ao tentar utilizar o bilhete num ônibus da linha da Vila Progresso, a estudante foi impossibilitada de passar pela catraca por um erro de leitura. “A máquina “engoliu” o bilhete, mas a catraca não destravou. O motorista então me falou que o bilhete não estava mais valendo, mas eu sabia que é até o dia 30″, conta Aline.
A estudante precisou utilizar o vale-transporte para seguir viagem. “Se eu não tivesse com o cartão do vale-transporte ou dinheiro eu ia ficar à pé, sendo que o bilhete magnético ainda está valendo”, comenta a estudante. Agora Célia tem apenas 13 unidades do bilhete, mas ainda está inconformada com a posição da Urbes. “Eu comprei e paguei por eles e agora não vou poder usar. Isso é estelionato. É um absudo, agora vou ter que distribuir por aí por um serviço que paguei com o meu dinheiro?”

Questionada sobre o problema, a Urbes ignora qualquer possibilidade de negocição e afirma apenas que a partir do dia 31 de outubro serão retirados dos ônibus e dos bloqueios dos terminais urbanos os equipamentos que validam os bilhetes magnéticos. Até lá, os bilhetes ainda serão aceitos. A Urbes também não respondeu o motivo do validador ter rejeitado o bilhete de Aline, só informou os problemas técnicos eventuais serão resolvidos pela equipe de fiscalização da Urbes nos terminais urbanos. “Garantindo, desta forma, a utilização do serviço”, diz a nota.
 
Outros casos
 
Em matéria especial publicada no Caderno de Domingo do dia 26 de setembro, o jornal Cruzeiro do Sul mostrou o descontentamento e dificuldade da população que utiliza o transporte público em Sorocaba. Além de revelar a dificuldade dos passageiros em comprar os passes unitários e situações de venda com ágio no comércio, a matéria também mostrou uma situação como a de Célia.

Uma mulher, que preferiu não se identificar, ficou insatisfeita nos contatos que fez no serviço de informações do terminal São Paulo na tentativa de resolver o seu caso. Ela comprou 60 cartões magnéticos antes da adoção dos atuais cartões, e queria substituí-los por créditos no seu cartão cidadão. No serviço de informações, recebeu a orientação para distribuir os bilhetes em padarias de bairro ou vendê-los nas proximidades do terminal.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

19 de outubro de 2011 por antena1

Internet pública se mantém, mas os usuários reclamam

Era abril de 2008 quando Sorocaba ouviu falar, pela primeira vez, em acesso gratuito à internet, por meio de redes sem fio, de wireless, que seriam espalhadas por toda a cidade. Naquela ocasião, seis hot spot inauguraram o serviço no município. Ao assumir seu segundo mandato, em janeiro de 2009, o prefeito Vitor Lippi reiterou, como uma de suas metas de governo, o compromisso de aumentar o número de bairros atendidos, num projeto de inclusão social. Em julho daquele ano, mais seis novos pontos foram incluídos no serviço. Porém, de lá para cá, pouca coisa mudou em relação à internet sem fio gratuita nas praças, parques e prédios públicos de Sorocaba. Ela permanece em 13 pontos da cidade, funciona, mas quem usa reclama de baixa velocidade, restrição de acesso a alguns conteúdos e conexão que “cai” a toda hora.

Batizada de “Wi-Fi” Zone, a internet pública de Sorocaba se mantém, segundo informações disponíveis no site da Prefeitura, na praça Coronel Fernando Prestes, Largo de São Bento, Parque São Bento, Parque Campolim, Zoológico Municipal Quinzinho de Barros, Paço Municipal, Biblioteca Municipal, Jardim Nova Esperança, Parque da Vila Formosa, Parque das Águas, Parque dos Espanhóis, Praça da Amizade e Parque das Laranjeiras. O acesso é garantido por antenas com raio de alcance de 250 metros, o que, segundo a administração municipal, se traduz num perímetro de 500 metros de autonomia, que tem capacidade para garantir o acesso de 64 usuários simultaneamente, que podem permanecer conectados por uma hora – depois disso, é necessário novo acesso. Porém, na prática, muita gente declara que usar a internet pública não é tão fácil assim. Dentre as principais reclamações estão a baixa velocidade e capacidade da rede, limitação de acesso, quando conectado, a vários sites – como o de vídeos You Tube, por exemplo – e até dificuldade para estabelecer a conexão.

Na manhã da última terça-feira, a equipe de reportagem do Cruzeiro do Sul tentou usar a internet pública de Sorocaba, a partir de um notebook, no Largo de São Bento, no centro da cidade. No local há uma placa que sinaliza o “Wi-Fi” Zone. Porém, dentre uma dezena de opções de internet sem fio que aparecem disponíveis, a pública não está acessível. E não foi difícil encontrar um munícipe também na tentativa. “Não está aparecendo nada mesmo. E a gente chega até a pensar, às vezes, que pode ser o nosso celular que está com defeito”, avisou a estudante Kathylen Mayara da Silva Assumpção, de 14 anos. Matriculada na escola estadual Antonio Padilha, ela conta que já chegou a se reunir com um grupo de amigos, nos bancos da praça em frente ao Mosteiro de São Bento, para pesquisar temas e fazer trabalhos escolares, “quando funcionava”. “Mas faz tempo que não dá mais.” Ela considera que o serviço os ajudava bastante. “Na escola tem sala de internet, mas está fechada. Eles alegam que todos os computadores estão quebrados”, denuncia. Kathylen até tem acesso à internet em casa, mas acha que fazer suas consultas próximo à escola é mais prático. “Poderiam colocar lá na praça perto do Padilha também”, sugere, referindo-se à praça Frei Baraúna, popularmente conhecida como do Fórum Velho. A garota se considera uma fiel usuária do sistema de internet pública gratuita. “Trabalho na lanchonete do zoológico Quinzinho de Barros. Lá, consegui acessar da última vez há uns 15 dias. Depois, não deu mais. Dizem que está em manutenção.”

Fonte: Cruzeiro do Sul

17 de outubro de 2011 por antena1

Rede social orientada a professionais Linkedin ganha um usuário por segundo

A rede social orientada a professionais Linkedin, onde eventuais empregados e empregadores entram em contato, ganha um novo membro por segundo, evidenciando que as pessoas preferem separar o trabalho das relações sociais de sites como o Facebook, informou a empresa.

O chefe executivo da Linkedin, Jeff Weiner, afirmou que o site já tem 85 milhões de membros e cresce mais rápido do que nunca à medida que a economia se recupera e as pessoas voltam a cultivar conexões que poderão ajudá-las a conseguir melhores empregos.

A metade dos usuários do Linkedin está fora dos Estados Unidos. China e Brasil estão entre os países onde a rede social profissional cresce com maior rapidez, segundo Weiner durante uma palestra na Cúpula 2.0 de San Francisco (Califórnia).

Para Weiner, fica evidente que os usuários de seu site preferem manter separadas sua vida pessoal e sua vida profissional.

Linkedin, uma companhia particular com sede na cidade californiana de Mountain View, foi fundada em 2003.

fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

19 de novembro de 2010 por antena1

Facebook atinge marca de 500 milhões de usuários

A rede social Facebook anunciou nesta 4ª feira (21) ter alcançado a marca de meio bilhão de usuários em todo o mundo. “Até a manhã de hoje, 500 milhões de pessoas em todo o mundo já estavam usando ativamente o Facebook para se manterem conectadas a amigos e a outras pessoas de seu convívio”, escreveu Mark Zuckerberg, executivo-chefe do Facebook, em seu blog.

“Muitas pessoas mais têm a oportunidade de continuar conectadas com as pessoas com quem se importam”, prosseguiu ele. A popularidade da rede social aumenta, apesar das persistentes críticas relacionadas às políticas de privacidade da empresa. Em maio, a rede social permitiu a seus usuários ter mais controle sobre as contas e as configurações de segurança, depois de queixas com relação à complexidade dos controles de privacidade.

O Facebook tem sido cada vez mais visto como uma ameaça a gigantes da internet, como Google e Yahoo, o que deve ganhar ainda mais força se a empresa conseguir desenvolver com sucesso um modelo de negócios de anúncios baseado em recomendações de amigos, ao invés de se sustentar em buscas de anúncios. A rede social havia ultrapassado a marca de 400 milhões de usuários em fevereiro. A expectativa da empresa é de que a marca de 600 milhões de usuários seja alcançada ainda em 2010.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

27 de julho de 2010 por antena1

Redes sociais são ‘ferramentas de subversão política’ na China

As redes de relacionamento sociais como o Facebook representam um desafio para a segurança nacional da China e são “uma ferramenta de subversão política” dos países ocidentais, começando pelos Estados Unidos, afirma um relatório do mais importante centro de pesquisas do país asiático. Em seu relatório anual sobre o desenvolvimento dos novos meios de comunicação na China, a Academia de Ciências Sociais da China (CASS), subordinada ao governo, considera em um de seus artigos que “as redes sociais se converteram numa ferramenta de subversão política dos países ocidentais, entre eles os Estados Unidos”, citando o exemplo da região de Xinjiang (oeste).

 Há mais de um ano, as autoridades chinesas suspenderam o acesso à internet em Xinjiang, região de maioria muçulmana, depois de violentos distúrbios interétnicos. O governo acusou os uigures, minoria muçulmana de língua turca, de servir-se das redes sociais para organizar suas manifestações. Segundo o artículo da CASS, durante esses distúrbios, o “Facebook se converteu, com toda sua verossimilhança, no ponto de reunião das organizações separatistas de Xinjiang no exterior”. Por isso, é “imperativo reforçar o controle desses sites”, segundo a Academia. Apesar de o Facebook estar bloqueado na China, há versões locais como o Kaixin, que se desenvolveu rapidamente desde 2008, tal como admite o informe.

 No final de 2009, as redes sociais eram utilizadas por 176 milhões de internautas na China, em sua maioria jovens entre 20 e 29 anos, segundo cifras oficiais. A China é o país com mais internautas em todo o mundo, com mais de 400 milhões. O governo pratica a censura na internet, expurgando os principais conteúdos políticos ou pornográficos.

 Desconhecido reivindica 84% do Facebook

 Um homem que diz ter trabalhado com o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, reivindica 84% da rede social online e apresenta um contrato assinado em abril de 2003, revelam documentos judiciais divulgados na internet. Paul Ceglia, que vive no estado de Nova York, afirma que segundo o contrato assinado com Zuckerberg há mais de sete anos, quando o último ainda era estudante em Harvard, 84% do Facebook lhe pertence, assim como 84% de todo o lucro obtido com a rede social desde abril de 2003.

 “Acreditamos que isto não tem fundamento e vamos lutar vigorosamente”, declarou um porta-voz do Facebook. A ação foi apresentada no dia de 30 de junho passado, a um tribunal local, mas passou à esfera da justiça federal a pedido do Facebook.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

14 de julho de 2010 por antena1

Banda larga atrai mais usuários à internet

O número de usuários ativos na internet – pessoas que acessaram a rede ao menos uma vez em 30 dias – chegou a 37,3 milhões em maio, no País. O número representa um crescimento de 1,8% ante abril e de 8% ante maio de 2009, segundo dados divulgados nesta 6ª feira (18) pelo Ibope Nielsen Online. Segundo José Calazans, analista de mídia da organização, o avanço do número de brasileiros que se conectaram à internet pode ser explicado pela expansão dos serviços de banda larga (internet rápida), que atraiu mais crianças e idosos para a frente do computador.

 ”Com mais opções no mercado, cresceu a procura por internet de maior velocidade”, avaliou Calazans. Segundo ele, essa melhora na qualidade da conexão atraiu grupos de usuários que normalmente mostram menor afinidade e interesse pelo computador. O número de acesso entre usuários de 2 a 11 anos de idade cresceu 27% entre maio de 2009 e maio de 2010, enquanto entre pessoas maiores de 50 anos, a evolução foi de 30%. “Quando a conexão é mais rápida, as pessoas têm mais paciência e gostam mais de navegar.”

 Entre abril e maio deste ano, a categoria que mais ganhou acesso foi a de Ocasiões Especiais, que engloba sites relacionados a temas específicos da época. É o caso de sites de mensagens e cartões virtuais, que atraem mais acessos em datas como o Dia das Mães. Já na comparação com maio de 2009, a categoria Viagens liderou os índices de crescimento, com avanço de 36,9% e 19,9 milhões de usuários. A evolução foi puxada pela subcategoria Mapas, que registrou o maior aumento anual em números absolutos, ao ganhar mais de 6 milhões de usuários únicos e chegar a 17,3 milhões em maio de 2010.

 “Nos últimos três meses, cresceu no Brasil o fluxo de audiência de microblogs para serviços de mapas e localização”, disse Calazans. Segundo o Ibope Nielsen, 87% dos brasileiros que acessaram a internet passaram por redes sociais, blogs, bate-papos, fóruns e outros sites de relacionamento em maio de 2010. O índice coloca o Brasil na liderança entre os países acompanhados com a mesma metodologia. Em segundo lugar aparecem empatadas Itália e Espanha, com abrangência de 77%, e, em terceiro, o Japão, com 76%.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

21 de junho de 2010 por antena1
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