A União Cultural Esportiva Nipo-Brasileira de Sorocaba (Ucens) registrou até ontem seis solicitações de localização de sorocabanos no Japão. De acordo com a entidade, familiares de pessoas que estão no país atingido pelo terremoto e tsunami na sexta-feira passada ainda não conseguiram contato com seus parentes. A Ucens informou que há dificuldade de comunicação e que é preciso paciência, principalmente aos que desejam voltar ao Brasil, pois há fila de espera para aquisição de passagens aéreas. Não há informações de brasileiros mortos ou sorocabanos nas áreas mais atingidas.
De acordo com Luiza Mitsuoka, secretária da diretora da Ucens, a entidade conta com 400 sócios em Sorocaba. A maioria deles, disse, tem pelo menos um parente no Japão. “Quase todos estão mais ao sul e sudeste do País, onde quase não houve abalos. A maior parte das indústrias, onde os brasileiros trabalham, está nessas duas regiões”, explicou. Mesmo assim, aos parentes que buscam informações e ainda não obtiveram contato com pessoas que moram lá, a orientação é de que entrem em contato com a embaixada brasileira no Japão pelo telefone (81) 3-3404.5211 ou pelo e-mail assistência@consbrashamamatsu.jp.
“Apesar de termos recebido seis solicitações de localização, ainda não é possível afirmar que essas pessoas estão desaparecidas. Até onde sabemos não estavam nas áreas atingidas. Porém, sabemos que há dificuldade de comunicação, há locais com rede de telefonia interrompida. E às vezes a pessoa não está com os documentos em dia e o consulado não tem o cadastro. De qualquer forma é preciso paciência”, falou Luiza. A situação dos moradores do Japão prossegue delicada. O terremoto e o tsunami que atingiu a costa nordeste do país desencadeou ainda a ameaça nuclear e desabastecimento.
Os sobreviventes que buscam por abrigo em outros locais superlotaram várias cidades do sul do Japão. Há possibilidade de racionamento de energia (apagão) e, entre outras, a dificuldade na compra de passagens aérea se evidencia. Para Luiza os interessados em voltar ao Brasil precisam se cadastrar nas filas de espera das agências de viagens. “Todo mundo quer sair do Japão, além da elevada demanda, as passagens estão mais caras. Há complicações nas escalas, como as dos EUA que requerem vistos e encarecem a volta. Mas é possível voltar sim, só é preciso mesmo paciência”, afirmou.
Preocupação e tristeza
Quem ficou nervosa com as ocorrências no Japão foi a aposentada Anamélia Sorrentino, de 61 anos. O filho dela, Lucas Paes Sorrentino, de 20 anos, estava em Tóquio (Capital) quando ocorreram os abalos que atingiram o nordeste do País. Segundo Anamélia, o filho foi para estudar o idioma japonês por conta da graduação em Relações Internacionais, onde deveria ficar até junho próximo. “Felizmente ele planejou antes uma visita à Coreia e já tinha a passagem de ida, que só foi antecipada. Soube há pouco que chegou lá e está bem”, disse ela que, por fim, mudou a rota do filho no intercâmbio. “Da Coreia ele vai para Londres, onde ficará umas semanas com minha sobrinha. Depois retornará para o Brasil, felizmente”.
A vendedora Solange Aparecida Gomes, de 45 anos, é outra mãe sorocabana aflita. A filha dela, a médica Paula Fernanda Gomes Telles, de 25 anos, residente na Unicamp de Campinas, conseguiu bolsa para um curso de especialização em infectologia no Japão, que iniciou há um mês. A moça está numa cidade vizinha de Tóquio, chamada Osaka, e tem presenciado as reações decorrentes ao terremoto. “Ela está bem, volta num voo de domingo (próximo), chega aqui segunda-feira à noite, se Deus quiser. Mas já me contou que desde sexta passada a cidade onde está mudou, encheu de gente; há informações de que haverá apagão. Ela me disse que todo mundo está triste lá”, finalizou.
Fonte: Cruzeiro do Sul
A Agência de Segurança Industrial e Nuclear do Japão anunciou no fim da noite deste domingo (13), horário de Brasília, que uma nova explosão atingiou o complexo 3 da usina nuclear de Fukushima.
Imagens da televisão japonesa NHK mostram uma forte fumaça cinza no local. A informação divulgada pela Agência de Segurança é de que a explosão atingiu o complexo próximo ao reator 3, mas não causou danos ao reator em si.
A usina está localizada na costa nordeste do país, a 200 quilômetros de Tóquio. Desde o terremoto, técnicos estão injetando água do mar nos reatores nucleares para tentar controlar a temperatura, já que o superaquecimento pode provocar explosões e acidentes.
Novo Terremoto
Também no final da noite deste domingo (14), manhã de segunda-feira no horário do Japão, outro terremoto de 6,2 graus foi sentido em Tóquio. Um novo alerta para tsunami foi anunciadoi.
O epicentro foi a 10 quilômetros de profundidade na costa da província de Ibaraki. Inicialmente, o alerta de tsunami era de que ondas de 3 metros eram prevista no nordeste do Japão, porém a Agência Meteorológica japonesa afirmou que não há risco de um novo tsunami.
Mais mortes confirmadas
As autoridades do Japão aumentaram para quase 1,6 mil o número de mortos pelo terremoto e pelo tsunami da última sexta. Mais de 10 mil pessoas continuam desaparecidas.
Com informações da BBC, G1, Estadão e de agências internacionais
A Embaixada do Brasil no Japão informou que, por enquanto, não há registros de brasileiros vítimas do terremoto que atingiu hoje (11) o país. Segundo a assessoria da representação diplomática, a maior parte dos 270 mil brasileiros que vivem em território japonês mora no Sul e os tremores ocorreram no Norte. A embaixada informou à Agência Brasil que, no entanto, mantém o alerta e o atendimento às famílias e aos brasileiros que estão no Japão.
De acordo com a assessoria, o embaixador do Brasil no Japão, Marcos Bezerra Abott Galvão, está em contato permanente com a comunidade brasileira e recebeu apoio das autoridades japonesas. Logo após o terremoto, com magnitude de 8,9 graus na escala Richter, Galvão recebeu um telefonema do Ministério das Relações Exteriores do Japão, que se colocou à disposição do governo brasileiro.
A Embaixada do Brasil colocou um comunicado, na página da representação na internet, informando que às 14h46 (horário do Japão) foi registrado o terremoto. Segundo a nota, nas áreas atingidas há um pequeno número de brasileiros. A representação informou ainda que está em regime de plantão.
As comunicações nas principais cidades do Japão estão interrompidas. O metrô em Tóquio parou, assim como os trens que dão acesso a algumas regiões do país também estão paralisados. Uma hora depois dos tremores de terra, o primeiro-ministro, Naoto Kam, fez um pronunciamento à nação pedindo calma e informando que a situação estava sob controle.
Localizado no chamado Anel de Fogo do Pacífico, o Japão concentra cerca de 20% de todos os terremotos de magnitude superior a 6 graus na escala Richter que ocorrem no mundo. O epicentro foi na costa próxima à província de Miyagi, a 373 quilômetros da capital. Autoridades japonesas informam que, pelo menos, 26 pessoas morreram.
A Agência Meteorológica do Japão emitiu alerta de tsunami para ondas de até 10 metros em toda a costa do Pacífico. As ondas podem atingir também as Filipinas, o Havaí, a costa pacífica da Rússia, a Indonésia, Taiwan e mesmo países da América do Sul como o Chile.
Fonte: Bom Dia Sorocaba
Os tremores de grande magnitude na falha de San Andrés têm ocorrido com mais frequência do que se imaginava, o que leva a crer que o temido terremoto no sul da Califórnia, o “Big One”, ocorrerá antes do previsto, advertiram cientistas nesta sexta-feira (20). Um estudo que será publicado na edição da revista especializada Geology de 1º de setembro revela que os grandes terremotos ao longo da falha de San Andrés ocorrem com frequência muito maior do que se pensava até o momento.
Até o momento, acreditava-se que os grandes terremotos na falha ocorriam com um intervalo de entre 250 e 400 anos, mas uma pesquisa da Universidade da Califórnia revela que tremores devastadores podem ocorrer entre períodos de 45 a 144 anos. O terremoto devastador mais recente na Califórnia, de 7,9 graus, ocorreu em 1857, há 153 anos, o que indica que o “Big One” pode acontecer antes do que se pensava. A pesquisa analisou durante anos a geologia da área da Planície Carrizo, na falha de San Andrés, a cerca de 160 km a noroeste de Los Angeles.
“O que sabemos agora é que durante os últimos 700 anos os terremotos no sul da falha de San Andrés foram muito mais frequentes do que se pensava em todo o mundo”, disse o pesquisador da Universidade da Califórnia Sinan Akciz. “Os dados obtidos neste estudo contrariam os relatórios já publicados”. No sul da Califórnia – o estado mais povoado dos Estados Unidos, com 37 milhões de habitantes -, onde se encontram grandes cidades como Los Angeles, San Diego e Anaheim, um terremoto de grande magnitude está para ocorrer a qualquer momento, adverte o estudo publicado hoje.
Segundo a pesquisadora Lisa Grant Ludwig, é preciso estar atento para o que vem por aí. “Este estudo nos dá a oportunidade de nos prepararmos”. Esta preparação consiste em melhorar as infraestruturas, a estrutura de residências e locais de trabalho, planos de evacuação e medidas de emergência. Mas é impossível prever, por exemplo, os efeitos de um terremoto sobre as estradas e viadutos de Los Angeles, por onde circulam diariamente milhões de veículos. Na Califórnia são relativamente frequentes os terremotos, onde a população vive sob o espectro do “Big One” que, segundo várias estimativas, poderia deixar mais de 2 mil mortos, 50 mil feridos e perdas bilionárias.
fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
Um forte terremoto, de 6,3 graus de magnitude de momento (Mw), sacudiu nesta quinta-feira (20) a Costa Rica, às 22H16 GMT (19H16 Brasília), informou o Instituto Geofísico Americano (USGS), situando o epicentro no mar, 88 km ao sul da capital San José. O abalo ocorreu às 16H16 local (22H16 GMT) e até o momento não há informações de vítimas ou danos.
”A origem do evento foi o movimento da placa de Coco sob a microplaca do Panamá”, disse à AFP o sismólogo Esteban Chávez, do Observatório Vulcanológico e Sismológico da Costa Rica. Segundo Chávez, o epicentro foi localizado 30 km a sudoeste de Quepos, na costa do Pacífico, próximo ao Parque Nacional Manuel Antonio.
O abalo “foi sentido nas cidades de Pérez Zeledón Cartago, Bahía Drake, Puntarenas e até em San José”, disse Chávez.
Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
Cerca de 20 minutos antes da posse do presidente Sebastián Piñera, um forte terremoto de 7,2 graus na escala Richter atingiu o Chile, na manhã desta quinta-feira (11), de acordo com o Instituto de Sismología dos Estados Unidos. Foi a réplica mais forte desde o megaterremoto de 8,8 graus de 27 de fevereiro.
O novo governo emitiu alerta de tsunami, já que o epicentro foi próximo à costa chilena. O alerta do Serviço Hidrográfico e Oceanográfico (SHOA, na sigla em espanhol) da Marinha chilena recomenda à população das localidades litorâneas seguir para lugares altos entre as regiões de Valparaíso e Los Lagos, mil quilômetros ao sul de Santiago.
“Colocamos o alerta de tsunami preventivamente para os locais do litoral com até 15 metros do nível do mar”, afirmou na saída da posse o novo ministro da Defesa, Jaime Ravinet.
O tremor assustou os presentes na cerimônia de posse no Congresso chileno, em Valparaíso (cidade 120 km a oeste de Santiago). Alguns jornalistas correram e as autoridades se surpreenderam. Após a cerimônia de posse, o Congresso Nacional foi evacuado de modo preventivo.
Houve um segundo tremor, dez minutos depois, também forte, com intensidade de 6,4 na escala Richter. Nem Piñera nem Michelle Bachelet estavam no Congresso no momento do primeiro tremor. No segundo sismo, Bachelet estava em carro aberto saudando o público, enquanto o ainda presidente eleito estava já dentro do Congresso, que só teve algumas lâmpadas derrubadas (os parlamentares olhavam constantemente para cima, afinal, o prédio ficou com rachaduras após o megaterremoto).
Presente no Chile, o presidente do Peru, Alan García, brincou com a situação: “Deu para dançar um pouco com esse balançar”. Uma terceira réplica, mais leve, aconteceu às 12h10, quando Bachelet já estava no Congresso para transmitir o cargo para Piñera. As autoridades esperaram o movimento diminuir e começaram os discursos solenes.
O epicentro do tremor de 7,2 de hoje foi na região de O`Higgins, ao sul de Santiago. O tremor durou mais de um minuto. Em Concepción, cidade mais atingida pelo megaterremoto de duas semanas atrás, houve pânico, porque objetos caíam das casas.
A transferência do poder da presidente socialista Michelle Bachelet para Sebastián Piñera ocorreu numa austera cerimônia, com tom menos festivo do que o habitual em respeito ao luto nacional devido ao terremoto. O recém-empossado chefe de Estado chileno, de 60 anos, recebeu a faixa presidencial das mãos do presidente do Senado, Jorge Pizarro. Os presentes no Congresso aplaudiram Bachelet e Piñera, que, em seguida, cantaram o hino nacional.
Piñera vai a Constitución — uma das mais afetadas pelo terremoto de fevereiro – à tarde para seu primeiro discurso, quando anunciará suas primeiras medidas como presidente. Lá, as pessoas já estão voltando para suas casas, depois de ficarem por mais de uma hora no morro, para onde se dirigiram após o alerta de tsunami. Piñera continuou a pedir atenção ao tsunami. “Quero que obedeçam o alerta de tsunami preventivo. Não quero deixar as pessoas alarmadas. Mas é bom ter precauções”, disse Piñera após a saída da posse ainda em Valparaíso.
Para financiar a reconstrução, o novo governo deve emitir títulos internacionais e aproveitar as reservas advindas da exportação de cobre.
As autoridades chilenas já identificaram 497 mortos pelo terremoto e pelos tsunamis do dia 27 de fevereiro. A gestão Bachelet chegou a falar em 802 mortos, mas reduziu a cifra ao perceber que ela incluía, por engano, listas de desaparecidos.
Bachelet 2014
Michelle Bachelet se despediu nesta quinta-feira de ministros e funcionários do palácio presidencial de La Moneda pouco antes de deixar o cargo, em meio a clamores pela sua reeleição em 2014, embora tenha pedido para não especular com essa possibilidade.
Nas imediações de La Moneda dezenas de pessoas, em sua maioria mulheres exibindo faixas e cartazes, pediram a sua reeleição daqui a quatro anos, quando serão realizadas novas eleições presidenciais.
“Em 2014 vamos repetir o prato”, disse uma mulher que, junto com outras amigas, exibia uma enorme faixa com os dizeres “Obrigada, presidente, nos vemos em 2014″.
Com a saída de Bachelet, primeira mulher a ser presidente do Chile, chega ao fim uma era de duas décadas de governo da aliança de centro-esquerda conhecida como a Concertação, que chegou ao poder após a queda da ditadura de Augusto Pinochet.
Comunistas de volta
Com a posse de Sebastián Piñera, a direita volta ao poder desde a saída do ditador Augusto Pinochet, em 1990. Mas nesta quinta-feira (11) também os comunistas voltam à cena política depois de 37 anos de banimento. Três deputados do PC chileno foram eleitos e assumiram seus cargos no Congresso, em Valparaíso. Os comunistas estavam ilegais desde a ditadura, e as forças militares pressionavam para que não voltassem à legalidade, mas os partidos de sustentação de Michelle Bachelet, os socialistas e democratas-cristãos, aprovaram a volta do PC.
fonte: uol.com.br
Um novo tremor secundário, de intensidade moderada e relacionada ao terremoto e ao maremoto do último dia 27 de fevereiro, foi sentido esta noite em Santiago, Valparaíso e no sul do Chile, sem danos materiais ou vítimas mortais.
Segundo o relatório do Onemi (Escritório Nacional de Emergência na sigla em espanhol), o tremor aconteceu às 23h35 locais (mesmo horário em Brasília) com intensidades entre 2 e 4 graus na escala internacional de Mercalli, que vai de 1 a 12 e que leva em consideração os efeitos e danos causados.
No porto de San Antonio e na cidade de Casablanca o abalo chegou aos 4 graus. Na região Metropolitana de Santiago, 3 graus. Em San Fernando, Valparaíso e outras regiões, 2 graus.
Posteriormente, às 23h42, um novo terremoto atingiu a região de Bio-Bio, com 4 graus na escala de Mercalli.
Os tremores secundários se somam a outros quatro que atingiram a zona central do Chile nesta segunda-feira e que, segundo especialistas, estão ligados ao terremoto de 27 de fevereiro, com 8,8 graus nas escala Richter, que afetou a zona centro e sul com um saldo provisório de aproximadamente 800 mortos e dois milhões de desabrigados.
fonte: uol.com.br
Pelo menos 57 pessoas morreram e mais de 100 ficaram feridas em um terremoto de 6 graus na escala Richter que sacudiu nesta segunda-feira a província turca de Elazig, no leste do país, indicou o vice-primeiro-ministro turco Cemil Cicek.
Foram registradas vítimas em cinco localidades próximas ao epicentro, localizado em Karakoçan. A província atingida pelo terremoto é atravessada por uma ativa falha sísmica na Anatólia Oriental, indicou o governo de Elazig em seu site.
Cicek indicou o número de vítimas à imprensa, depois de chegar à região junto com outros três ministros para avaliar os estragos, informou a agência de notícias Anatólia. Mais de vinte réplicas foram registradas na região, a mais intensa delas de 5,5 na escala de Richter.
Resgates
O governador local, Muammer Erol, citado pelas redes de televisão, declarou que as equipes de resgate conseguiram chegar a todas as zonas atingidas, e que não esperava que houvesse um aumento sensível do registro de vítimas.
”Não há problemas de comunicação, as equipes de socorro já foram enviadas a essas localidades. Os feridos estão sendo tratados nos hospitais”, afirmou à rede de notícias NTV.
O terremoto foi registrado às 04h32 locais (23h32 de Brasília) e gerou pânico durante a noite. Nesta segunda-feira, as pessoas acompanhavam emocionadas os trabalhos de resgate. Pelo menos quatro mortos eram crianças.
Residências de argila
As residências destas localidades geralmente são construídas em argila e são pouco resistentes aos abalos sísmicos, frequentes na região. Foram exatamente essas casas que desabaram, enquanto que as construídas com cimento não sofreram maiores danos.
Os socorristas chegaram nesta segunda-feira de manhã às áreas afetadas e realizaram durante horas os trabalhos de busca por sobreviventes, constatou um jornalista da AFP no povoado de Okcular, um dos mais afetados pelo terremoto, onde 18 pessoas morreram.
As ambulâncias transportavam os feridos deste povoado de pouco mais de 800 habitantes para os hospitais de Elazig. Uma equipe do Crescente Vermelho também chegou ao local e começou a distribuir barracas e comida quente para os moradores em meio ao intenso frio.
Várias mulheres e crianças se reuniram em torno de uma fogueira para se aquecer, observando os escombros de suas casas. O Crescente Vermelho montou o seu quartel-general na escola primaria de Okçular, enquanto uma unidade da polícia fazia a segurança nas imediações do povoado, localizado próximo a uma montanha de 1,8 mil metros de altura.
Os terremotos são frequentes na Turquia, um país atravessado por diversas falhas sísmicas. Dois terremotos deixaram 20 mil mortos em agosto e novembro de 1999 no noroeste, uma região industrial densamente povoada.
Fonte: terra.com.br