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Susan Boyle consegue marca inédita ao ficar entre mais vendidos com disco “The Gift”

 A cantora Susan Boyle se transformou na primeira artista mulher a ficar, pela segunda vez em menos de um ano, em primeiro lugar entre os mais vendidos no Reino Unido e nos Estados Unidos, informou nesta quarta-feira (17) a gravadora da artista.

Susan, que ganhou fama graças a um concurso de televisão, conseguiu, no domingo passado, que seu novo álbum, “The Gift”, ficasse em número um da lista de sucessos britânicos, fato que repetiu nesta quarta-feira (17) nos EUA. Só The Monkees, em 1967, e The Beatles, em 1969, conseguiram atingir essa marca.

A artista escocesa afirmou que chegar ao topo das listas nos dois países é uma experiência “incrível e completamente inesperada”, que a fez viver o “momento mais feliz” de sua vida.

A cantora de 49 anos, que antes de ficar famosa mundialmente investia boa parte de seu tempo como voluntária em uma igreja, ficou conhecida depois de interpretar o tema “I Dreamed a Dream”, do musical “Os Miseráveis”, no programa de televisão “Britain’s got talent”, do qual foi finalista.

Após o concurso, Susan gravou um disco com o título da canção que a levou à fama, vendeu mais de dez milhões de cópias no mundo todo e bateu o recorde de reservas da loja virtual Amazon.

O presidente da Columbia Records, Steve Barnett, declarou que “a arrasadora resposta ao novo disco de Susan é um exemplo de seu talento único. Com suas canções é capaz de comover os corações de admiradores de todo o mundo e eles mantêm seu apoio fiel”, disse.

fonte:www.uol.com.br

18 de novembro de 2010 por antena1

Indústria fonográfica encolhe 7% em 2009; Susan Boyle liderou vendas

O faturamento global da indústria fonográfica em 2009 foi de 17 bilhões de dólares, uma queda de 7% em relação a 2008, puxada por Estados Unidos e Japão, os dois maiores mercados mundiais, disse nesta quarta-feira (28) a IFPI, entidade que reúne empresas do setor.

Depois da queda de 8% em 2008, os dados do ano passado mostram alguns indicadores positivos –crescimento em 13 países e um forte aumento nas vendas de música digita- -, embora a pirataria desenfreada continue corroendo os lucros.

A britânica Susan Boyle, que ficou famosa em um programa de calouros, teve o álbum mais vendido do ano, “I Dreamed a Dream”, com 8,3 milhões de cópias. Outros grandes sucessos do ano foram Black Eyed Peas, Michael Jackson, Taylor Swift e Lady Gaga. Cinco dos dez maiores vendedores são contratados da gravadora Universal, do grupo Vivendi, e os demais estão entre Sony e Warner.

“O negócio global da música continua lutando por seus interesses, investindo em talentos e desenvolvendo novos modelos de negócios, apesar dos problemas de um mercado distorcido pela pirataria”, disse em nota John Kennedy, presidente e executivo-chefe da IFPI.

“As empresas musicais estão investindo mais de 5 bilhões de dólares por ano em desenvolver e comercializar artistas, em licenciar centenas de serviços e em adaptar seus canais de distribuição para atender à mutante demanda do consumidor”, acrescentou.

Estados Unidos e Japão respondem por 80% do declínio geral do mercado, disse a IFPI. Descontados esses dois mercados, a queda global no faturamento foi de apenas 3,2%. A venda de música “física” (como CDs) caiu 12,7% em nível global, enquanto o comércio de faixas digitais de música subiu 9,2%, chegando a 4,3 bilhões de dólares.

Para além da indústria fonográfica, o setor musical como um todo –o que inclui publicidade em rádio e realização de shows, por exemplo– teve uma queda de 8%, com um faturamento estimado em 140 bilhões de dólares. O crescimento da renda com a música ao vivo foi de 4%. Essa cifra tem caído significativamente nos últimos três anos.

Fonte:www.uol.com.br

29 de abril de 2010 por antena1
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