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Prefeitura de Sorocaba suspende Megaplantio

A Prefeitura de Sorocaba decidiu adiar o Mega Plantio por conta da previsão de chuva para o dia 5 de fevereiro, data em que o evento seria realizado.  A nova data e mais informações serão divulgadas em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (27), às 10h30, no gabinete do prefeito Vitor Lippi, no 6º andar do Paço Municipal.

A iniciativa ocorrerá no canteiro central do novo trecho da Avenida Itavuvu, na Zona Norte, próximo à área da instalação da fábrica da Toyota, do Parque Tecnológico e do Parque da Biodiversidade.

A ação ambiental faz parte do Plano de Arborização Urbana da Prefeitura, que tem como meta o plantio de 500 mil árvores em Sorocaba até o final do ano. O canteiro central do novo trecho da Av. Itavuvu possui aproximadamente seis quilômetros de extensão e 14 metros de largura e, além das árvores, ela ganhará ciclovia, calçada e grama.

A expectativa é de que 10 mil pessoas participem do plantio das mudas ao lado de amigos, familiares ou mesmo individualmente. Os interessados em participar devem se inscrever até este domingo (29) pelo site. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (15) 3219-2280.

Fonte: Cruzeiro do Sul

27 de janeiro de 2012 por antena1

Central integrada do Samu Sorocaba já está em funcionamento

A Central de Regulação Integrada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-192) com o Corpo de Bombeiros (Resgate 193) já está funcionando. A previsão da Prefeitura era de que o atendimento só seria normalizado na semana que vem e que as ligações para o 192 estariam temporariamente interrompidas até amanhã. Entretanto, algumas horas do dia de ontem foram suficientes para fazer a transferência do serviço para a sede do Corpo de Bombeiros, no Cerrado, conforme mostrou o capitão Ivan Luiz Godinho. “Toda a parte operacional já está sendo atendida. Tanto os números 192 quanto o 193 estão funcionando efetivamente”, disse, no início da noite de ontem.

Com as duas equipes de atendimento integradas num mesmo espaço físico será possível otimizar os serviços emergenciais da cidade. “Isso irá multiplicar o potencial de emergência. Não haverá mais o risco de chegarem duas viaturas para uma mesma ocorrência e acabar faltando para uma outra. Além de diminuir o tempo-resposta do socorro às vítimas”, explicou Godinho. Enquanto os casos clínicos serão encaminhados especificamente para a equipe do Samu, o Resgate irá priorizar as ocorrências que envolvam outros riscos, como acidentes de trânsito, queda de ribanceira e incêndios. “Também será possível trabalhar em conjunto, mandando as motos dos Bombeiros e uma viatura do Samu, por exemplo, para agilizar.” Além disso, todas as vítimas atendidas serão encaminhadas a locais definidos pelo médico regulador de plantão no Samu. “Antes, a gente levava todos os casos para o Hospital Regional, mas alguns podem ser levados para PAs ou Santa Casa. E esse médico é responsável por definir isso”, afirmou o capitão.

Devido ao aumento da demanda, foi necessária a contratação de mais um médico regulador para o plantão do Samu. “Agora são dois médicos reguladores, que ficam na central, e dois socorristas, para atender aos dois serviços”, destacou. Apenas a central de atendimento foi transferida. As viaturas do Samu irão continuar nas Unidades Pré-Hospitalares da Zona Norte e Oeste, onde já atendem. Para a nova central foram levados a estrutura de comunicação – com os atendentes e operadores de rádio – e os médicos reguladores, que fazem a triagem das ocorrências.

Fonte: Cruzeiro do Sul

por antena1

Área rural sobe até 300% na região de Sorocaba

Comprar propriedades rurais na região de Sorocaba ficou mais caro nos últimos anos. Um estudo realizado pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA) apontou que entre 1995 e 2011 as terras ficaram até 300% mais caras na região. A especulação imobiliária e a expansão urbana são as principais causas apontadas pelo Sindicato Rural de Sorocaba para esse fenômeno. Atualmente, os valores variam de R$ 14.462 a R$ 21.694 o hectare. O levantamento levou em conta 19 municípios da região.
“As áreas estão sendo compradas para a construção de condomínios residenciais ou parques industriais”, afirmou o presidente do Sindicato Rural de Sorocaba e Região, Luiz Marcello. Como consequência deste cenário, Marcello aponta mudanças econômicas, sociais e ambientais.
Durante o período do estudo, a valorização mais expressiva foi encontrada nas terras de pastagem que registrou a alta de 300% passando de R$ 4.132 o hectare (ha) em 1995 para atuais R$ 16.528. Apesar deste comportamento, em valor nominal, as terras de cultivo de primeira são as mais valiosas, com o ha tendo um preço médio de R$ 21.694.
Terra de cultivo de primeira, informa o IEA, é aquela potencialmente apta para culturas anuais, perenes e outros usos, que suporta manejo intensivo de práticas culturais, preparo de solo, etc. É terra de produtividade média e alta, mecanizável, plana ou ligeiramente declivosa. O solo é profundo e bem drenado. A valorização dessas propriedades foi de 162%. Em 1995 o ha tinha custo médio de R$ 8.264.
Com valorização de 200%, as terras de cultura de segunda, em valor absoluto, ocupam o segundo lugar no ranking. O ha passou de R$ 6.199 para R$ 18.595. Essas propriedades apresentam terras que, apesar de potencialmente apta para culturas anuais e perenes e para outros usos, apresentam limitações mais sérias do que a terra de cultura de primeira. Pode apresentar problemas de mecanização, devido à declividade acentuada.
As terras para pastagem foram as que apresentaram maior valorização (300%). O preço que em 1995 era R$ 4.132 o ha, fechou o ano passado cotado em R$ 16.528. No campo, que são áreas com vegetação natural e com possibilidades restritas de uso para a pastagem, a alta foi de 164%. O ha, atualmente, está em torno de R$ 14.462. O mesmo preço por ha é encontrado nas áreas de reflorestamento. Nesse último caso, porém, a valorização foi de 250%.
Consequências negativas
Atualmente, o município de Sorocaba conta com pouco mais de 1200 propriedades rurais mas nem todas são produtivas. Com a diminuição da área rural da região, a produção de alimentos fica mais distante. Consequentemente, os alimentos chegam mais caros para os sorocabanos.
No âmbito social, Marcello cita o êxodo rural provocado por essa situação. “Muitas vezes são propriedades familiares e os filhos não querem tocar a produção. Essa família acaba indo para a zona urbana que não tem mais condições de receber novos moradores”, pondera o presidente do sindicato. Por último, Marcello cita as consequências ambientais.
“Vimos no último sábado grandes enchentes na cidade e isso deve ficar cada vez mais frequente”, alerta o sindicalista. Com o uso da área rural para a construção de condomínios ou indústrias, continua ele, há um aumento significativo da impermeabilização do solo. “Há diminuição da área de absorção da água das chuvas para os lençóis freáticos”, explica. Com isso, a água é escoada para o rio provocando sua rápida elevação.
O estudo
O levantamento, realizado em parceria do Instituto de Economia Agrícola (IEA), com a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), traz os preços da terra nua, ou seja, sem levar em conta a existência de edificações, instalações e plantações. Os preços referem-se a diferentes categorias de uso do solo. O IEA é responsável pela elaboração dos questionários analise e publicação das informações e a Cati é responsável pelo preenchimento dos questionários.
O coordenador do estudo, o pesquisador do IEA, Felipe Pires Camargo, explica que a relação dos valores entre as diferentes categorias de uso do solo não se altera ao longo do tempo, sendo que a terra de cultura de primeira é invariavelmente a categoria mais valorizada e conduz os preços das outras categorias. “Se a terra de 1º aumento 10% provavelmente as outras também se valorizarão no mesmo patamar”, pondera.

Comprar propriedades rurais na região de Sorocaba ficou mais caro nos últimos anos. Um estudo realizado pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA) apontou que entre 1995 e 2011 as terras ficaram até 300% mais caras na região. A especulação imobiliária e a expansão urbana são as principais causas apontadas pelo Sindicato Rural de Sorocaba para esse fenômeno. Atualmente, os valores variam de R$ 14.462 a R$ 21.694 o hectare. O levantamento levou em conta 19 municípios da região.

“As áreas estão sendo compradas para a construção de condomínios residenciais ou parques industriais”, afirmou o presidente do Sindicato Rural de Sorocaba e Região, Luiz Marcello. Como consequência deste cenário, Marcello aponta mudanças econômicas, sociais e ambientais. Durante o período do estudo, a valorização mais expressiva foi encontrada nas terras de pastagem que registrou a alta de 300% passando de R$ 4.132 o hectare (ha) em 1995 para atuais R$ 16.528. Apesar deste comportamento, em valor nominal, as terras de cultivo de primeira são as mais valiosas, com o ha tendo um preço médio de R$ 21.694.

Terra de cultivo de primeira, informa o IEA, é aquela potencialmente apta para culturas anuais, perenes e outros usos, que suporta manejo intensivo de práticas culturais, preparo de solo, etc. É terra de produtividade média e alta, mecanizável, plana ou ligeiramente declivosa. O solo é profundo e bem drenado. A valorização dessas propriedades foi de 162%. Em 1995 o ha tinha custo médio de R$ 8.264.

Com valorização de 200%, as terras de cultura de segunda, em valor absoluto, ocupam o segundo lugar no ranking. O ha passou de R$ 6.199 para R$ 18.595. Essas propriedades apresentam terras que, apesar de potencialmente apta para culturas anuais e perenes e para outros usos, apresentam limitações mais sérias do que a terra de cultura de primeira. Pode apresentar problemas de mecanização, devido à declividade acentuada.

As terras para pastagem foram as que apresentaram maior valorização (300%). O preço que em 1995 era R$ 4.132 o ha, fechou o ano passado cotado em R$ 16.528. No campo, que são áreas com vegetação natural e com possibilidades restritas de uso para a pastagem, a alta foi de 164%. O ha, atualmente, está em torno de R$ 14.462. O mesmo preço por ha é encontrado nas áreas de reflorestamento. Nesse último caso, porém, a valorização foi de 250%. Consequências negativas Atualmente, o município de Sorocaba conta com pouco mais de 1200 propriedades rurais mas nem todas são produtivas. Com a diminuição da área rural da região, a produção de alimentos fica mais distante. Consequentemente, os alimentos chegam mais caros para os sorocabanos. No âmbito social, Marcello cita o êxodo rural provocado por essa situação. “Muitas vezes são propriedades familiares e os filhos não querem tocar a produção. Essa família acaba indo para a zona urbana que não tem mais condições de receber novos moradores”, pondera o presidente do sindicato. Por último, Marcello cita as consequências ambientais.

“Vimos no último sábado grandes enchentes na cidade e isso deve ficar cada vez mais frequente”, alerta o sindicalista. Com o uso da área rural para a construção de condomínios ou indústrias, continua ele, há um aumento significativo da impermeabilização do solo. “Há diminuição da área de absorção da água das chuvas para os lençóis freáticos”, explica. Com isso, a água é escoada para o rio provocando sua rápida elevação. O estudo O levantamento, realizado em parceria do Instituto de Economia Agrícola (IEA), com a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), traz os preços da terra nua, ou seja, sem levar em conta a existência de edificações, instalações e plantações. Os preços referem-se a diferentes categorias de uso do solo. O IEA é responsável pela elaboração dos questionários analise e publicação das informações e a Cati é responsável pelo preenchimento dos questionários.

O coordenador do estudo, o pesquisador do IEA, Felipe Pires Camargo, explica que a relação dos valores entre as diferentes categorias de uso do solo não se altera ao longo do tempo, sendo que a terra de cultura de primeira é invariavelmente a categoria mais valorizada e conduz os preços das outras categorias. “Se a terra de 1º aumento 10% provavelmente as outras também se valorizarão no mesmo patamar”, pondera.

Fonte: Cruzeiro do Sul

por antena1

Consumidor adere às opções no primeiro dia sem sacolinhas

O primeiro dia sem a distribuição das sacolinhas plásticas nos supermercados foi tranquilo. A maioria dos entrevistados disse que apoia a iniciativa e que agora é uma questão de acostumar ao novo comportamento. Aqueles que esqueceram de levar de suas casas as sacolas retornáveis utilizaram caixas de papelão fornecidas pelos estabelecimentos ou comprando sacolinhas biodegradáveis, vendidas a R$ 0,19. Outros colocaram as mercadorias diretamente nos carrinhos de compra e depois as acomodaram no porta-malas do carro. Joel Siqueira, diretor regional da Associação Paulista de Supermercados (Apas), explicou que o resultado do primeiro dia sem sacolinhas ainda não foi contabilizado, portanto não soube dizer quantas sacolinhas plásticas deixaram de circular ontem na cidade. A entidade foi quem lançou a campanha “Vamos Tirar o Planeta do Sufoco”, para redução do uso das sacolinhas plásticas em prol do meio ambiente.

No hipermercado Extra do bairro Santa Rosália, que até então distribuía 40 mil sacolinhas plásticas por dia, os clientes adaptaram-se bem ao novo costume. Muitos colocaram as compras nos carrinhos e depois no seus veículos, outros pegaram caixas e os mais desprevenidos compravam sacolinhas feitas de amido de milho ou as retornáveis, vendidas a R$ 2. A comerciante Luiza Helena Flores afirmou que sempre procura usar as caixas disponíveis. “Deixo um contêiner de plástico no carro para colocar os produtos. Sempre tive essa consciência, então para mim não está sendo difícil.” No supermercado Galves, na av. Cel. Nogueira Padilha, a reação dos clientes foi semelhante. A doméstica Eliana Marques não lembrou do “fim das sacolinhas” e comprou uma sacola biodegradável, enquanto a professora Márcia Teixeira de Barros esqueceu em casa a sacola retornável e optou pelas caixas de papelão. “Já estava trazendo a sacola de casa antes mesmo de começar a valer a campanha. Se é algo que vai ajudar a melhorar o meio ambiente, então todos poderiam contribuir.”

A diarista Angélica Almagro Gross foi ontem ao supermercado com a filha Daniele, que ajudou a mãe a acondicionar as compras. Angélica comprou sacolas retornáveis e afirmou que concorda com a campanha da Apas. “Só não sei ainda como vou fazer para jogar os lixos da cozinha e do banheiro, não decidi ainda se vou usar o jornal ou as sacolas biodegradáveis”, disse. Já o ajudante geral Paulo Roberto Correia e a doméstica Maria Madalena dos Santos acharam “horrível” abolir as sacolinhas. “Está complicado, essas sacolinhas biodegradáveis são fracas e arrebentam facilmente, para nós que não temos carro e dependemos de carregar os produtos ficou complicado. Da próxima vez teremos de trazer as sacolas retornáveis”, afirmaram. O casal reside em Votorantim e prefere fazer compras no Santo. “Acho que seria melhor multar quem abusasse do uso das sacolinhas plásticas do que tirar de circulação”, argumentou Paulo Roberto.

Sacolas de papel

Uma opção politicamente correta tem sido a distribuição gratuita de sacolas de papel. Em Sorocaba, a empresa BagNews tem atuado nessa área há um ano distribuindo sacolas de papel Kraft para os estabelecimentos comerciais, que repassam a seus clientes também sem custo algum. A empresa produz 15 mil sacolas de papel, que é um produto biodegradável, reutilizável e reciclável, portanto ecologicamente correto. “A sacola é impressa com tintas à base de água”, explica o jovem empresário Guilherme Galli Larrubia, que trouxe a ideia para Sorocaba.

Explicou que a BagNews é uma espécie de franquia e são ao todo 35 no país. Guilherme é o representante em Sorocaba e região. A gratuidade é possível graças aos anunciantes que pagam para estampar suas marcas nas sacolas. As sacolas são distribuídas em bancas de jornais, padarias, revistarias e mercados, entre outros, na região central e zona sul da cidade. São 40 pontos em Sorocaba. Com a campanha da Apas, Guilherme acredita que o negócio pode expandir. “Este ano a ideia é trabalhar com papel reciclado”, adiantou.

Fonte: Cruzeiro do Sul

26 de janeiro de 2012 por antena1

Sorocaba ganha novo conjunto de semáforos na zona norte

Novo conjunto de semáforo será implantado no cruzamento da avenida Ipanema com a rua Comendador Genésio Rodrigues, na zona norte da cidade.

O dispositivo entra em operação hoje, se as condições do tempo permitirem e visa disciplinar o trânsito local, além de oferecer mais segurança aos condutores e pedestres que circulam pela região.

O local recebeu, ao todo, 20 grupos focais e será monitorado por agentes de trânsito. Os técnicos da Urbes recomendam aos motoristas para que tenham muita atenção à presença do novo equipamento.

Fonte: Cruzeiro do Sul

por antena1

Sorocaba já tem cirurgia navegada por computador

A cidade de Sorocaba foi a primeira do interior do País a realizar uma cirurgia de osteotomia de joelho navegada por computador. A novidade – até então só aplicada em intervenções na capital – proporciona maior precisão nos casos em que há necessidade de correção da articulação, principalmente de joelhos em X (valgo) ou em cavaleiro (varo). A tecnologia está disponível no Brasil há menos de dois anos e foi trazida para o município pelo médico ortopedista Maurício Mod. “De forma bem simplificada, trata-se da colocação de sensores posicionados pela coxa e perna do paciente e um computador conectado a esses dispositivos que, por meio de infravermelho, lê os dados e fornecem a posição precisa de onde deve ser feito o procedimento cirúrgico, que é a colocação de uma placa com um calço no joelho. A exatidão é tamanha que a variação é de apenas um grau”, destaca.

Segundo o ortopedista, a técnica de osteotomia existe há milhões de anos. A grande novidade está em realizar o procedimento com a ajuda de um computador, o que diminui as margens de erro. “No formato tradicional, as medidas são feitas com réguas. Com este avanço aumenta a segurança do médico e do paciente de que a intervenção foi correta”, comenta Mod, destacando que, do ponto de vista do tempo de cirurgia e técnica aplicada, pouco muda. O resultado, entretanto, é de precisão maior e menor agressão ao joelho. “Com isso, a reabilitação também acontece mais rápido.”

A utilização da navegação por computador começou no Brasil – e é aplicada há alguns anos – nas cirurgias chamadas artroplastias, quando há substituição da articulação por próteses. O ortopedista realizou os quatro primeiros procedimentos de osteotomia de joelho navegada por computador, em Sorocaba, neste mês de janeiro. As cirurgias aconteceram no Hospital Evangélico, com o apoio de um equipamento vindo da capital paulista – uma placa chamada “HTO”, da marca alemã Aesculap e a tecnologia de navegação “Orthopilot”. Porém, o mesmo não permanece na cidade. “Ele é trazido para cá quando há cirurgia marcada.”

O uso de softwares para auxiliar em procedimentos cirúrgicos, segundo Maurício Mod, é crescente na Medicina, principalmente na área de Ortopedia. E as melhores soluções para a correção de problemas nos joelhos avançam à medida que o diagnóstico também evolui. De acordo com o médico, os casos de pacientes com queixas de dores vêm aumentando, o longo dos anos, em razão do número crescente de pessoas adeptas às práticas esportivas e o envelhecimento da população. “Vemos o surgimento de doenças traumáticas, como lesões de ligamentos e de meniscos.” Por enquanto, a osteotomia navegada só está disponível, em Sorocaba, na rede privada de saúde. Na capital, o procedimento já é realizado em alguns hospitais públicos.

Fonte: Cruzeiro do Sul

25 de janeiro de 2012 por antena1

Emprego em Sorocaba tem saldo positivo em 4 anos

Sorocaba registra saldo positivo de empregos formais nos últimos quatro anos. Isso é o que comprovam os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego, apontando que a economia do município continua crescendo e garantindo a estabilidade da economia local. Entre janeiro de 2008 (auge da crise mundial) e dezembro de 2011 aconteceram 371.987 contratações contra 337.770 demissões, resultando num saldo de 34.217 novos empregos com carteira assinada. Este saldo (diferença entre as admissões e demissões) indica uma variação positiva de 30,57% no período.

Os setores de serviços, indústria e comércio foram os responsáveis pelo saldo positivo. Juntos, foram responsáveis por 34.691 contratações (número maior do que o saldo positivo total) com carteira assinada nos últimos 4 anos. O destaque negativo ficou para a construção civil, que em 48 meses registrou saldo negativo – 695 demissões a mais do que contratações. De acordo com os dados do Caged, o setor de serviços, ao longo dos últimos quatro anos, foi a atividade econômica que gerou metade dos empregos da cidade no período com 17.107 admissões a mais do que demissões. Foram gerados 17.107 postos de trabalho, com uma variação positiva de 35%.

O comércio foi o segundo setor que mais gerou emprego nos 4 anos observados. No período, este ramo de atividade admitiu 95.375 pessoas e demitiu 85.218, o que resultou em saldo positivo de 10.157 novos postos de trabalho. Já a indústria, que deve ganhar espaço em 2012 por conta da abertura da Toyota e sistemistas, ocupa a terceira posição no ranking. Entre 2008 e 2011, foram gerados pelo setor 7.427 postos de trabalho.

Além da manutenção para áreas recém criadas e/ou descobertas, há também a crise financeira mundial que tem ocasionado a demissão de grande número de trabalhadores que ficam sem possibilidades de recolocação no mercado de trabalho e buscam sobreviver através da prestação de serviços. Essa é uma das razões apontadas pelo economista e responsável pelo Laboratório de Administração, Ciências Contábeis e Econômicas da Universidade de Sorocaba (Uniso), Manuel Payés. “Esse crescimento constante observado nos últimos anos em Sorocaba é uma tendência mundial. Faz parte da modernização da população, que tem uma vida atribulada e contribui com o setor de serviços. Hoje, você não corta mais grama. Contrata um jardineiro. Não limpa a casa. Chama uma faxineira. E assim por diante”, explica o professor.

“Com o desenvolvimento de tecnologias aplicadas cada vez mais em todos os meios, tornou-se necessário a criação de setores que prestem o serviço de manutenção”, também lembra o professor. Para Payés, o crescimento do emprego no comércio é decorrente da economia estável. “Os níveis de emprego estão aumentando e o poder de compra também está elevado. Além disso, as facilidades de crédito estão sendo sustentadas pelo governo. Tudo isso contribuí para o crescimento do setor”, avalia.

Indústria

O especialista também não se surpreende com os números da indústria. “A indústria estava liderando até 2008. Mas ai veio a crise internacional e freou as atividades do setor. Além disso, as industrias que dependem do comércio externo estão enfrentando problemas de competitividade”. Já a queda no nível de emprego na construção civil não pode refletir a realidade do setor, afirma o professor. “A maioria dos trabalhadores do setor é contratada pelo mercado informal, sendo que os registros acabam ocorrendo apenas quando há fiscalização nos canteiros de obra. Enquanto há poucos contratações, obras se espalham por toda a cidade”, salienta o economista.

O levantamento leva em conta a variação entre o número de admitidos e o de desligamentos das empresas todos os meses e é relativo aos trabalhadores com carteira assinada, conforme o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Os desligamentos referem-se aos demitidos sem e por justa causa e por pedidos de demissão, além dos mortos e aposentados. Os dados referentes ao Caged mostram o desempenho dos chamados grandes setores da atividade econômica, como a indústria, construção civil, comércio e serviços, além de outros setores como a agropecuária e extração mineral.

No Brasil

O nível de emprego em Sorocaba se manteve próximo aos números registrado no Brasil nos últimos quatro anos. Enquanto o município registrou alta de 30,57% nos níveis de emprego nos último quatro anos, a taxa no Brasil ficou em 31,25%. Sorocaba supera os números nacionais em 2010 (17,56% contra 14,29%), em 2008 (7,21% contra 5,01%) e 2011 (5,94% contra 5,41%). O único ano em que o índice sorocabano foi inferior ao brasileiro foi em 2009, quando a taxa local foi negativa (-0,14%) e a nacional positiva (6,54%).

Fonte: Cruzeiro do Sul

por antena1

Supermercados começam hoje a abolir as sacolinhas

Cerca de 153 hipermercados e supermercados da região de Sorocaba – sendo 80 da cidade – deixam a partir de hoje de distribuir sacolas plásticas aos consumidores. A mobilização é resultado de uma campanha organizada pela Associação Paulista de Supermercados (Apas), que firmou acordo com o governo estadual em maio de 2011, estipulando esta data como passo inicial para o fim da circulação dos produtos, considerados um dos grandes vilões do meio ambiente.

Em Sorocaba, muita gente até já encontrou meios para evitar o uso das sacolinhas plásticas na hora de carregar as compras. As caixas de papelão e as sacolas reutilizáveis são as principais alternativas. Mas o assunto ainda deve gerar muita polêmica, pois desde ontem o Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos Plastivida tem veiculado, em televisão e internet, uma determinação do Tribunal de Justiça de São Paulo, de 2011, que garante a livre distribuição das sacolinhas na capital e em algumas cidades paulistas, uma vez que não há obrigação legal que obrigue os estabelecimentos a extinguirem as sacolas.

Há quatro meses, a dona de casa Maria Antunes, 56 anos, tem utilizado somente as sacolas reutilizáveis para carregar suas compras. “Eu gostava de reutilizar a sacolinha de plástico para colocar no lixo do banheiro e da cozinha. Mas depois percebi que os lixeiros descartam de qualquer jeito, daí a sacolinha rasga e fica pela rua. Então não adianta nada, pois ela não é reciclada”, relata Maria, enquanto carregava uma sacola de pano cheia de produtos que havia acabado de adquirir num supermercado do bairro Vitória Régia. No mesmo local, os clientes pareciam já estar adaptados à nova medida. À tarde, muitos consumidores transitavam com modelos semelhantes àquela de Maria.

Outros optavam pelas caixas de papelão. Como o operador de logística Sílvio Roberto Silva, 33. “Eu sempre uso as caixas de papelão, pois ajuda a diminuir bem o impacto ao meio ambiente.” Atitude facilitada porque os supermercado disponibilizam essas embalagens gratuitamente. Havia recipientes do tipo em todos os balcões de caixa, além de uma pilha deles encostada num dos cantos do estabelecimento. “Todas as caixas de produtos que compramos, nós guardamos para o cliente levar suas compras”, disse o gerente do estabelecimento, Fábio Machado.

Sobre a mobilização do Instituto Plastivida, o diretor regional do Apas, Joel Siqueira, garante que não afeta em nada a campanha, já que, apesar de não haver obrigação legal para que os hipermercados e supermercados deixem de distribuir as sacolas, trata-se de um acordo entre os proprietários dos estabelecimentos e a associação. “Nós sabemos que sempre vai haver um obstáculo, portanto temos que ser firmes”, frisou. Conforme o Plastivida, as sacolinhas são a melhor embalagem para compras e podem, ainda, ser reutilizadas como sacos de lixo. “Exija sacolinhas mais resistentes, é um direito seu. O problema não é a sacolinha, e sim o seu desperdício. A solução não é o banimento, mas a educação para o consumo responsável”, divulga.

Sacola de amido de milho

O diretor regional da Apas destacou que as sacolas biodegradáveis, feitas de amido de milho, também passam a ser, a partir de hoje, alternativa aos consumidores. De acordo com ele, os produtos começaram a ser comercializados nos 153 hipermercados e supermercados da região ao preço de custo, ou seja, por R$ 0,19. “Essa sacola é compostável e tem durabilidade de 90 a 180 dias.”

A campanha, intitulada “Vamos Tirar o Planeta do Sufoco”, em Sorocaba conta com o apoio da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema) e da Câmara, e começou em novembro do ano passado. Segundo um levantamento feito pela regional da associação, a cidade de Sorocaba utiliza 129 toneladas de sacolas plásticas por mês, isto é, 1.548 toneladas por ano. A Apas pretende diminuir esse número com a mobilização que tem início hoje.

Fonte: Cruzeiro do Sul

por antena1

Carnês de IPTU começam a ser entregues hoje

Os contribuintes de Sorocaba começam a receber hoje, pelos Correios, com reajuste de 6,69%, os carnês do Imposto Territorial Predial Urbano (IPTU) 2012. O tributo pode ser pago parcelado em 10 vezes ou com 5% de desconto à vista. A Prefeitura de Sorocaba espera arrecadar este ano com IPTU R$ 85,46 milhões. Os moradores do Centro, da Vila Hortência, da Barcelona e da Vila Haro, com número do CEP entre 18010-000 a 18015-050, 18015-055 a 18020-000 e 18020-001 a 18025-190, serão os primeiros a receber os carnês. O recebimento deve acontecer hoje e o vencimento da primeira parcela ou do pagamento à vista é o dia 3 de março.

Na sexta-feira, dia 27, receberão pelos Correios os moradores com os seguintes CEP: 18025-200 a 18035-070, 18035-075 a 18035-990 e 18040-000 a 18044-170. Os números abrangem ruas do Centro, Barcelona, Vila Augusta e Vila Jardini e o vencimento da primeira parcela é o dia 16 de março. Veja na tabela nesta página o recebimento dos demais CEP. O reajuste, segundo a Prefeitura de Sorocaba, é de 6,69%, pelo IPCA/E (Índice de Preço ao Consumidor Amplo Especial), divulgado pelo IBGE.

Segundo o chefe da Divisão de Tributos Imobiliários, Jovair Arlindo Alves, é importante que o cidadão esteja atento ao período de entrega dos carnês, pois o vencimento se dá de acordo com o endereço identificado no Cadastro Fiscal de Registro Imobiliários da Secretaria de Finanças (SEF). As pessoas, que até a data limite de entrega não receberem os respectivos carnês, poderão obter segunda via em uma das unidades da Casa do Cidadão (Ipanema, Itavuvu, Ipiranga, Brigadeiro Tobias ou Éden), além do Serviço de Atendimento ao Munícipe (SAM), instalado no Palácio dos Tropeiros. Jovair ressalta, porém, que os Correios cumprem rigorosamente o cronograma de entrega e, portanto, mesmo que o contribuinte queira se antecipar em obter o documento de pagamento do tributo, a Casa do Cidadão e o SAM não terão o sistema liberado para isso.

O chefe da Divisão de Tributos explicou que o contribuinte precisa manter atualizado seu endereço ou o endereço de envio do carnê a fim de evitar transtornos posteriores. Nesta fase, porém, já não é mais possível proceder a qualquer alteração visando a entrega dos documentos do atual exercício. E a atualização só pode ser feita junto ao SAM ou na Dívida Ativa, que fica na área central (rua Álvaro Soares, 431). Somente o dono do imóvel ou um procurador legal poderá solicitar a emissão da segunda via do carnê.

Bancos

O pagamento do IPTU poderá ser feito em alguns bancos elencados no próprio documento que o contribuinte vai receber. As unidades conveniadas com a Prefeitura de Sorocaba são: Banco do Brasil; Banco Itaú, Santander; Banco Mercantil do Brasil; Caixa Econômica Federal (que autoriza o recebimento nas lotericas), Citibank e os Correios instalados apenas nas Casas do Cidadão. No caso do Bradesco, apenas os seus correspondentes bancários estarão recebendo o tributo.

Fonte: Cruzeiro do Sul

24 de janeiro de 2012 por antena1

Urbes faz mudanças em via da zona sul nesta quarta-feira

Se as condições do tempo permitirem, nesta quarta-feira (25), a travessa Cortez, no Jardim São Lucas, na zona sul da cidade, passará a ter único sentido de circulação da avenida Barão de Tatuí para a rua Silvio Romero, segundo informações da Urbes – Trânsito e Transportes.
Ao todo serão implantadas dez placas de regulamentação e advertência e sinalizados 30 metros quadrados de solo. As mudanças serão informadas com faixas, cones e cavaletes e terão o acompanhamento de agentes de trânsito.

Se as condições do tempo permitirem, nesta quarta-feira (25), a travessa Cortez, no Jardim São Lucas, na zona sul da cidade, passará a ter único sentido de circulação da avenida Barão de Tatuí para a rua Silvio Romero, segundo informações da Urbes – Trânsito e Transportes.

Ao todo serão implantadas dez placas de regulamentação e advertência e sinalizados 30 metros quadrados de solo. As mudanças serão informadas com faixas, cones e cavaletes e terão o acompanhamento de agentes de trânsito.

Fonte: Cruzeiro do Sul

por antena1
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