Votorantim começa obras de sua ciclovia e na primeira fase haverá interligação com a pista de Sorocaba, com custo de R$ 352 mil, recursos advindos do Governo Federal de R$ 195 mil e contrapartida do município de R$ 157 mil. As obras são realizadas pela empresa Obragem Engenharia e iniciaram no dia 2 deste mês, com previsão de conclusão para setembro.
A pista tem 2,5 metros de largura e extensão de 1.639 metros. Nesta primeira etapa vai da ponte Benito Sevilha (marginal Newton Vieira Soares) até a avenida 31 de Março, divisa com a cidade de Sorocaba. Existe ainda uma segunda e terceira etapa da obra, que pretendem levar a ciclovia até a Cachoeira da Chave e depois ao bairro Itapeva. Entretanto ainda não há recursos para estas próximas fases.
O prefeito Carlos Augusto Pivetta (PT) explicou que a ciclovia, interligando a de Sorocaba, também faz parte do processo de revitalização da entrada de Votorantim. Além dela, outras obras como criação de um parque linear na beira do rio Sorocaba e reforma da praça de eventos Lecy de Campos irão englobar este complexo.
Atualmente, empresa contratada para obra já iniciada promove a implantação do piso e posteriormente a sinalização. Num primeiro momento a via segue às margens do rio Sorocaba e em outro trecho passa pela calçada já existente. Pivetta indicou ainda que esta primeira etapa, já com recursos, será o pontapé inicial para chegar até os bairros, como o Parque São João, Chave e Vila Garcia. “Estamos inclusive fazendo todo o projeto completo das ciclovias da cidade. Existindo este centro agora começa a sair os raios”.
Ciclovias
Inúmeras pessoas fazem este trajeto, Votorantim a Sorocaba ou vice e versa, utilizando a bicicleta. Algumas utilizam-a aos finais de semana como lazer, já outras diariamente como veículo de transporte para o trabalho. É o caso por exemplo de José Aparecido Pires Gonçalves, que todos os dias sai de sua casa no Jardim Santa Fé, em Sorocaba, em direção ao seu trabalho, no Rio Acima, em Votorantim.
Ele não sabe direito quantos quilômetros percorre, porém acredita que leva, em média, uma hora para fazer o trajeto. Ontem, como não existe ainda ciclovia, ele fez parte do percurso pela avenida 31 de Março, na região da praça de eventos Lecy de Eventos. “Será muito bom, já que agora tem trechos que é ruim andar pela calçada”, citou Gonçalves, que carregava em sua “bike” a cesta básica do mês.
Outra que utiliza a bicicleta como veículo de transporte para o trabalho é Samuel Vieira do Norte. Ele que trabalha na região central de Votorantim leva em média 40 minutos para percorrer de 9 a 10 minutos até sua casa, no bairro Nova Esperança. “É mais rápido que ônibus, já que chegaria às 19h e com a bicicleta chego às 18h15”.
Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
A quantidade diária de lixo produzida por cada sorocabano aumentou 42% nos últimos dois anos. Para cada habitante, a quantidade de lixo produzida por dia subiu de 0,64 quilo em 2007, para 0,91 no ano passado, conforme estudos da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), nos quais foram listadas as cidades com mais de 500 mil habitantes de todo País.
O número gera preocupação para autoridades sanitárias porque 31% desse total poderia ser reciclado, ao invés de ir para o aterro local, que está comprometido e tem vida útil até agosto, segundo a Cetesb. Em 2007, a quantidade total de lixo depositada no aterro sanitário por dia no município era de 357 toneladas, para uma população de 556.419 habitantes, e no ano passado subiu para 528,7 t (população de 581.500), conforme os dados da Abrelpe. Tanto para especialistas como para donas de casa, o aumento ocorreu também devido ao aumento no consumo da população.
Os dados divulgados pela Secretaria de Obras e Infraestrutura Urbana (Seobe) apontam ainda que, nos últimos dois anos, o lixo domiciliar levado ao aterro também aumentou em 11%. De acordo com os dados levantados no aterro, em 2007, a produção per capita de lixo foi de 0,65 quilo por dia, enquanto em 2009 a produção foi de 0,72 quilos por dia. Importante frisar que o aterro não recebe só lixo domiciliar, mas outros materiais, como lixo hospitalar (após tratamento e esterilização), rejeitos de coleta seletiva, varrição pública e lixo industrial com características domiciliares, entre outros.
Mais consumo, mais resíduos
Para o professor da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp/Sorocaba) e especialista em resíduos sólidos, Sandro Mancini, não há dúvida do crescimento do lixo em Sorocaba, já que reflete o crescimento da cidade. E não é só o especialista que defende essa posição, populares também concordam e reconhecem que, nos últimos tempos, passaram a produzir mais lixo. “Produzo mais lixo pois consumo mais também”, explicou a aposentada Maria Socorro Terci.
Para ela, quanto maior o poder de consumo da sociedade maior também o total de lixo que ela produz. Mesmo se identificando com esses “produtores de resíduos”, Maria Socorro explicou que separa o que pode para a reciclagem e lê até livros referente ao assunto. A dona de casa Gislaine Labarca lembrou que, tempos atrás, não existiam garrafas pet, apenas retornáveis. Hoje, por economia e comodidade, as pessoas acabam preferindo a embalagem pet às retornáveis.
Estado de atenção
A secretária do Meio Ambiente, Jussara de Lima Carvalho, reforçou que, mesmo que as atividades humanas culminem na geração de resíduos, “é preciso atenção ao aumento desenfreado da produção”, e usou como exemplo dados que apontam que os países desenvolvidos produzem uma porcentagem bem menor de resíduos orgânicos do que as nações em desenvolvimento. “No Brasil, por exemplo, 60% dos alimentos são descartados. A filosofia do descartável e do excesso de embalagens predomina em diversos setores”.
Além disso, Jussara acredita que a Política Nacional de Resíduos Sólidos, aprovada recentemente pela Câmara Federal, traz uma grande contribuição nesse setor e também na minimização da geração de resíduos em geral, pois prioriza a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos. Os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes terão de investir para colocar no mercado artigos recicláveis e que gerem a menor quantidade possível de resíduos sólidos, o mesmo se aplicando às embalagens. Jussara lembra ainda que Sorocaba vai realizar seu Plano de Saneamento que contempla um planejamento dos resíduos sólidos da cidade.
Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
“Uma Flor”, do publicitário Nando de Freitas, de Campinas, foi a vencedora da quinta edição do Prêmio Sorocaba de Música – Festival Nacional de MPB Livre”. A final aconteceu domingo, no Teatro Municipal. O prêmio é uma realização da Z-Eventos, com o apoio da Secretaria de Cultura do Município. Pela conquista, o autor recebeu R$ 10 mil. O sorocabano João Leopoldo, com “Odisseia”, obteve a segunda colocação, e o prêmio de R$ 3 mil.
A terceira colocação ficou com Téo Brandileone, de São Paulo, por “Deixe Estar”, que levou R$ 1,5 mil. Também da Capital, Pedro Viáfora, de “Feito Nós”, foi premiado como o melhor arranjo, e Ana Tréa, por “Somos do Som”, foi escolhida a melhor intérprete. Na categoria aclamação popular, venceu a sorocabana Mariana Moraes, com “Jardim de Flores”. Cada um recebeu R$ 500.
Ao todo se inscreveram para o festival, 157 autores que encaminharam 308 músicas (cada concorrente poderia participar com até dois trabalhos). Destas, foram selecionadas 24 que participaram das eliminatórias realizadas na sexta e no sábado.
As doze finalistas foram “Amor Tropeiro”, de Beto Coelho; “Tipo de Louco”, de Armando Fernal Micheletti; “Jardim de Flores”, de Mariana Moraes; “Odisséia”, de João Leopoldo (todos de Sorocaba); “Deixe Estar”, de Téo Brandileone; “Semi-Lágrima”, de Paulo Novaes; “Macumba Light”, de Rafael Iasi; “Contraposto”, de Xavier Bartuburu; “Somos do Som”, de Ana Tréa; “Samba Leve”, de Eduardo Puperi; “Feito Nós”, de Pedro Viáfora (todas de São Paulo), e “Uma Flor”, de Nando Freitas (Campinas).
Com várias participações em festivais de música, Nando Freitas contou que não costuma acompanhar esses eventos. Disse que fica tão nervoso, que “chega a atrapalhar”. Nando escreve canções já há algum tempo. Quase todas foram e são gravadas pela dupla Taís Reganelli e Diego Moraes, este participante da versão brasileira do programa “Ídolos”. “Uma Flor” tem uma forte linha melódica e harmônica e sua interpretação pelo duo comoveu o público que foi ao Municipal.
A canção deverá estar no repertório do disco e do DVD que Taís lança até o final do ano.
Já “Odisséia”, de João Leopoldo, vencedor do prêmio em 2008, foi composta originariamente para o festival “Retratando o Rio Sorocaba”, do qual, no fim, não chegou a participar. João Leopoldo homenageia o rio a partir do qual a cidade cresceu. O paulistano Téo Brandileone ficou em terceiro lugar por “Deixe Estar”, um tema suingado que arreabatou a plateia. A performance destacou o uso de um equipamento que grava a base do violão. “É uma forma de economizar custo com banda”, brincou o compositor.
“Feito Nós”, de Pedro Viáfora, vencedor pelo melhor arranjo, é mais um caso que comprova que talento tem componente genético. Filho de Celso Viáfora, um dos nomes de peso da MPB paulistana, Pedro interpretou uma canção que se sobressaiu pela harmonia do baixo tocado por Igor Pimenta e o acordeon. Outro diferencial ficou por conta da letra bem elaborada. O prêmio de aclamação popular foi para Mariana Moraes e o pop-rock “Jardim de Flores”. Carismática, a cantora, que também se fez acompanhar em cena por Hugo Rafael, estabeleceu uma sintonia das maiores com o público. A paulistana Ana Tréa, de “Somos do Som”, escolhida a melhor intérprete, foi apontada como a versão feminina de João Bosco.
Novidade: versão instrumental
A próxima edição do Prêmio, conforme o produtor João Caramez, reserva algumas novidades. A proposta é criar uma versão instrumental e, também, destinar aos concorrentes ajuda de custo para que possam, na cidade, realizar oficinas e wokshops. “Queremos explorar o potencial da música instrumental aqui existente e, também, integrar o público ao trabalho”.
Presidente do júri pela segunda vez, o cantor e compositor Tavito, que fez o show de encerramento do festival, disse que o prêmio, este ano, “ficou renovado”: “Tivemos, aqui, uma mostra da qualidade do trabalho dos jovens. Pessoas muito experimentadas participaram, o que reforça o alcance e a importância do festival. Não por acaso, a escolha deu tanto trabalho”.
Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
Agora já não são mais 300 mil mudas de árvores. A meta anunciada pelo prefeito Vitor Lippi é chegar a 500 mil mudas plantadas até 2012. Já foram 50 mil.
Um passo importante para cumprir a meta é a implantação do projeto Pé de Planta que ontem ganhou três novas adesões com as empresas Ciclo Ligas, Recycling e o Rotary Club Sorocaba Vergueiro. Juntas, as três participações somam 1,6 mil mudas destinadas às área públicas como praças e parques.
O projeto é realizado pela ONG Amainan Brasil, em parceria com a Sema (Secretaria do Meio Ambiente de Sorocaba). As empresas parceiras compram mudas e doam à cidade. Em média, o plantio de cada uma custa de R$ 20.
“Mas só plantar não resolve. É importante que haja todo esse acompanhamento para que o trabalho tenha realmente efeito. É este também o papel da ONG parceira”, explica a secretária Jussara Carvalho.
Ontem, além de dar as boas vindas aos novos parceiros do projeto, que receberam certificados, o prefeito anunciou a meta de produção de um milhão de mudas para o plantio proposto pelo plano de arborização.
Para chegar a este volume, a proposta é ampliar a parceria com o sistema prisional.
“Com apoio da penitenciária Danilo Pinheiro, produzimos 15 mil mudas por mês”, diz.
Até setembro, a penitenciária de Aparecidinha também deve integrar o projeto de viveiro, que conta ainda com a participação da Universidade de Sorocaba, na formação das mudas.
“Teremos a capacidade instalada de produzir 1 milhão de mudas o que nos permite atender a região”, conclui o prefeito.
Árvores frutíferas
Quem quiser pode solicitar à Sema (Secretaria do Meio Ambiente) mudas de árvores frutíferas.
Para isso, basta retirar a planta no Parque Natural Chico Mendes, que possui um viveiro para a doação.
A proposta é estimular a plantação de árvores frutíferas nos quintais e também ajudar na preservação do meio ambiente.
Já no caso de plantio nas calçadas, também é preciso procurar a Sema para a orientação sobre qual a melhor espécie a ser plantada que não interfira na fiação elétrica, placas de sinalização ou rede de água.
Neste momento, a doação é somente de mudas de amora, espécie de maior produção.
Mais informações pelos telefones: (15) 3233-7545/7455.
Fonte:www.redebomdia.com.br
Mais de 110 edifícios em uma área aproximada de dez quarteirões. Essa é a selva de pedra e a consolidação de uma verticalização residencial no bairro Campolim, zona sul de Sorocaba.
Segundo os profissionais do setor, o boom imobiliário e econômico fez com que a região se tornasse a mais nobre e valorizada da cidade.
Em um levantamento feito pela reportagem do BOM DIA, partindo do cruzamento entre as avenidas Washington Luiz e Barão de Tatuí, foram contabilizados 115 prédios.
Desse total, 88 prédios são residenciais, outros 19 estão em construção e 8 são voltados ao comércio. Uma média de 20 mil pessoas e 4,5 mil famílias.
A contagem não levou em consideração, ainda, a quantidade de condomínios residenciais horizontais e casas “tradicionais” que existem nos bairros da zona sul.
Big Bang dos anos 90
A consolidação do desenvolvimento da zona sul de Sorocaba teve início com a inauguração do complexo que engloba o Shopping Esplanada e o hipermercado Carrefour, em setembro de 1990.
Pouco tempo depois, a construção do viaduto que atravessa a rodovia Raposo Tavares fez com que a economia daquela região tivesse a estrutura necessária para o crescimento.
Hoje, o local conta com o Parque Campolim, dezenas de restaurantes, boates, três hipermercados, um supermercado, dois shoppings e agências bancárias que ditam e mantêm o mercado aquecido.
A verticalização de 2000
Com o crescimento comercial também veio o residencial, no início de 2000. Segundo o presidente regional do Secovi (Sindicato da Habitação), Flávio Amary, a região do Campolim tornou-se referência e marcada pela verticalização.
“É muito mais fácil e barato para a construtora erguer edifícios nas várias áreas livres que tinham no local.”
Com isso, a concentração de pessoas que já tinham por base o Campolim como o principal centro comercial de Sorocaba, aumentou ainda mais. “A zona sul é mais valorizada da cidade hoje em dia. Pelo seu desenvolvimento econômico, possibilidades e localização”, diz.
Amary lembra que a região é cortada pela rodovia Raposo Tavares que, por sua vez, faz ligação com a rodovia Castello Branco. Um motivo a mais para quem trabalha fora de Sorocaba ou vem para a cidade trabalhar.
Mesmo com as áreas livres já em fase de “extinção”, Flávio Amary acredita que a valorização da zona sul tenderá a crescer ainda mais. “Os imóveis construídos nessa região terão uma valorização muito alta nos próximos anos, baseada nos condomínios de alto padrão que já existem e que estão sendo construídos”, finaliza o presidente do Secovi.
Moradores aprovam a região
Os moradores da zona sul estão satisfeitos com o desenvolvimento da região e com a valorização de imóveis.
Para o vendedor Róbson Nucci, o Campolim, principalmente, ganhou status após a criação do Parque Campolim, ressaltando a pista de caminhada.
“O local tornou-se uma espécie de centro de lazer e, ao mesmo tempo, uma área de confraternização entre as pessoas que moram na região.”
Outras ainda exemplificaram a comodidade de morar próximas a hipermercados como o Walmart ou padarias, como a Real Conveniência. “A região tornou-se ponto de referência para quem chega de fora”, diz Nucci.
Fonte:www.redebomdia.com.br
Sorocaba conta com 407.075 eleitores aptos a votar no dia 3 de outubro. Houve um aumento de 11,59% em comparação as eleições gerais de 2006. Naquele ano a cidade contava com 364.794 eleitores. Em comparação com as eleições municipais de 2008, quando 384.030 sorocabanos estavam habilitados ao voto, o aumento foi de 6%.
O número foi divulgado oficialmente nesta terça-feira pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). De acordo com o órgão as mulheres são a maioria em Sorocaba.
Dos 407.075, 221.451 eleitores são do sexo feminino, o que representa 51,94% dos eleitorado sorocabano.
O número de homens é 195.114, o que significa 47,93%. De acordo com informações do TSE, 510 eleitores (0,13%) não informaram o sexo.
A maioria dos eleitores sorocabanos está na faixa dos 45 aos 59 anos. São 100.456 (24,68%) cadastrados.
Já a segunda faixa são os que têm idade entre 25 e 34 anos. O número de eleitores é de 97.731 (24,01%).
Já os aptos a votar com 16 anos são o menor número: 1.332 pessoas, representando 0,33% do eleitorado.
Fonte:www.redebomdia.com.br
O supermercado Economax anunciou terça-feira (20) a implantação de uma loja na Zona Norte de Sorocaba, junto ao Plaza Shopping Itavuvu. O empreendimento, que deve custar cerca de R$ 3 milhões, vai gerar 250 empregos diretos e tem inauguração prevista para dezembro. Será a segunda loja da bandeira, pertencente ao grupo Ricoy. O Economax está presente na cidade de Carapicuíba. O estabelecimento sorocabano contará com 2,5 mil metros quadrados. Segundo Sérgio Tavares, diretor da rede, a loja vai comercializar cerca de 18 mil itens, entre alimentação, hortifruti, padaria, açougue, doceria, limpeza, higiene pessoal, perfumaria, produtos de limpeza, bazar, utilidades domésticas e pet shop.
A presença de uma das bandeiras da Ricoy na cidade era dada como certa nos bastidores já há algum tempo. O Cruzeiro do Sul apurou que funcionários do escritório da rede, em São Paulo, já orientavam quem os procurava para enviar currículos mesmo antes do anúncio oficial. Em entrevista coletiva concedida ontem pela manhã, o diretor contou que tem parentes em Sorocaba, o que “facilitou o contato” e a vinda da loja para a cidade. Depois de inaugurado, o Economax funcionará das 8h às 22h.
Segundo Cristiano Mascarenhas de Barros, um dos diretores da Foc Empreendimentos – idealizadora do shopping – a negociação para ter um supermercado no empreendimento durou cerca de um ano. O valor dos produtos a serem comercializados foi decisivo na escolha do parceiro. “Não adianta querer ter sucesso na Zona Norte se não tiver bom preço”, disse, afirmando ainda que a ideia é “trazer novidade em Sorocaba para criar ruído no mercado, bom preço”.
O shopping
O Plaza Shopping Itavuvu tem inauguração prevista para o final do ano que vem. O estacionamento, porém, será aberto juntamente com o supermercado e vai comportar 1,5 mil vagas rotativas. O shopping deve gerar 2,5 mil empregos, sendo mil diretos e 1,5 mil indiretos. Na fase de obras, são 500 empregos, entre diretos e indiretos. A área total é de 20 mil m2. O investimento é de aproximadamente R$ 75 milhões. Os empreendedores já fecharam contrato com marcas como Vivo, O Poderoso Timão, Rei do Mate, DunkinDonuts e Casa do Pão de Queijo, entre outras, totalizando 70% do espaço disponível – são seis mil metros quadrados de área locável.
O local deverá contar ainda com farmácia, lotérica, agência bancária, petshop, lan house e despachante. A praça de alimentação terá capacidade para 600 pessoas sentadas. O empreendimento ficará aberto das 10h às 22h, mas poderá ter bares que funcionem até mais tarde no ambiente externo. A construção de salas de cinema não está descartada, mas só poderá ocorrer em caso de ampliação. “É uma carta na manga. Temos projetada a expansão, aí cabe o cinema”, afirmou Christian Pensa, sócio do empreendimento.
Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
O rock pesado é o destaque da agenda desta semana em Sorocaba. O primeiro dos quatro shows da turnê do “American Old School Metal Attack Tour”, que reúne as bandas Hellish War, Brave (estas duas brasileiras), Enchanter, dos Estados Unidos, e Split Heaven, do México, será realizado na quinta-feira, a partir das 20h, no clube Estrada. Depois daqui, as atrações seguem para Itu, onde tocam no dia 23, Campinas, dia 24 e Matão, dia 25.
O evento foi criado depois que o Hellish War e o Enchanter se apresentaram juntos na Alemanha numa das edições do SwordBrothers Festival. Os dois conjuntos trabalham estilos semelhantes, exploram a vertente clássica/oitentista do heavy metal e decidiram excursionar juntos. Mais tarde, a Split Heaven também se integrou ao projeto e o México foi incluído no roteiro. As três atrações fazem parte do cast da gravadora alemã Pure Steel Records, uma das patrocinadoras da turnê.
Os brasileiros do Hellish War já trilham a rota do metal há 13 anos. O primeiro álbum, “Defender Of Metal”, de 2001, ganhou status de “cult” por apreciadores do gênero. Em 2008, saiu “Heroes Of Tomorrow”, o mais recente trabalho que alcançou sucesso, principalmente na Europa. A banda também excursionou pelo velho continente em 2009, com “European First Assault Tour”, participando de dois festivais: o “Back To Rock”, na Suíça, o “SwordBrothers Festival”, e o “Razorblade Festival” (duas noites), ambos na Alemanha. No Brasil, o grupo já dividiu o palco com Saxon, UDO, Tim Ripper Owens e outros. Está para chegar ao mercado, ainda este mês, o novo álbum, “Live in Germany”, o primeiro registro ao vivo da carreira.
Já o “Enchater” é considerado “um legítimo representante do metal oitentista obscuro feito nos Estados Unidos”. Com quase 20 anos de trajetória, a banda é cultuada por fãs do underground Europeu e Norte Americano. Lançaram dois discos, “Symbols In Stone”, de 2001 e “Secrets Volume 1”, de 2002. No momento, a banda prepara-se para o relançamento das demos que antecederam o álbum de estreia, como “Digital Graffiti”, de 1992, considerada “cult”, no catálogo da Big Noise Records.
O Split Heaven é um dos mais populares conjuntos do estilo do México. Foram os vencedores nacionais da etapa Mexicana do “Wacken Metal Battle” em 2009 e já se apresentaram no maior festival de heavy metal do mundo, o “Wacken Open Air”.
Serviço:
American Old School Metal Attack Tour
Show com as bandas Hellisg War, Enchanter e Split Heaven
Quinta-feira, dia 22, a partir das 20h, no Clube Estrada, rua Álvaro Soares, 208
A abertura ficará por conta da Brave
Os ingressos custam R$ 20 (antecipados) e R$ 30 (na bilheteria, no dia da apresentação) e podem ser adquiridos na A2 Instrumentos Musicais, Transa Som, Gallery Rock, e na Vitrine Calçados, em Piedade
Outras informações podem ser obtidas pelos telefones (15) 9148-1103 ou 9707-0836
Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
A chuva que cai há três dias seguidos em Sorocaba foi um alento ao Corpo de Bombeiros no combate às queimadas. Mesmo assim, os números ainda são alarmantes neste ano.
Desde o início de 2010, a Campanha de Combate às Queimadas da Patrulha Verde identificou e extinguiu 1.058 focos de incêndio na cidade, sendo 590 somente em junho, quando teve início o projeto.
Em 2008, nos primeiros 25 dias da iniciativa, a Patrulha Verde combateu 250 focos. Ou seja, em 2010, neste mesmo período, as ocorrências aumentaram em mais de 100%.
“Esse número é muito preocupante, pois além dos problemas ambientais, as queimadas também afetam a saúde das pessoas”, alerta a secretária do Meio Ambiente de Sorocaba, Jussara de Lima Carvalho.
A Patrulha Verde foi criada justamente para auxiliar o Corpo de Bombeiros nos meses do ano com clima mais seco. O objetivo é melhorar a qualidade do ar e diminuir os atendimentos nas unidades de saúde.
A Patrulha Verde conta com dois pontos de observação: o 5º andar do Paço e um edifício da avenida Santos Dumont, zona norte.
Após identificar o incêndio por meio de binóculos e o localizar mapas, os agentes comunicam à central do Corpo de Bombeiros do Cerrado, onde ficam as equipes. Ao receber a informação, imediatamente os membros da Patrulha Verde que estiverem mais próximos do local afetado são encaminhados para fazer o trabalho de combate às chamas.
As queimadas são registradas, na maioria das vezes, em lotes desocupados.
Fonte:www.redebomdia.com.br
Se o tempo chuvoso não atrasar novamente a velocidade das obras, como ocorreu no começo do ano, a Toyota deve dar início a construção efetiva da nova fábrica em Sorocaba a partir do mês de setembro.
A informação foi divulgada nesta quarta-feira pela assessoria de imprensa da montadora japonesa, que ainda fez a previsão de que toda a terraplanagem da área de 7 milhões de metros quadrados deve estar concluída em dois meses.
O prefeito de Sorocaba, Vitor Lippi (PSDB), afirmou nesta quarta-feira que participará de um encontro com o governador do Estado de São Paulo, Alberto Goldman, no Palácio dos Bandeirantes, quando a diretoria da Toyota anunciará o cronograma de instalação de sua fábrica.
A expectativa de Lippi é de que a empresa divulgue o quanto investirá no novo Parque Tecnológico em Sorocaba, onde a Toyota será a empresa-âncora, no quilômetro 92 da rodovia Castello Branco. “Chegou o momento da diretoria anunciar todas estas obras que estão sendo feitas”, diz.
Já a assessoria da Toyota garante que a reunião de sexta será de praxe, comumente feita para divulgar em qual situação se encontram as obras. Ou seja, a reunião seria mera formalização do projeto em andamento.
Núcleo Central
Lippi comunicou nesta quarta-feira que está concluindo o processo de licitação para a execução dos serviços de terraplanagem da área onde será construído o platô do Núcleo Central do Parque Tecnológico.
“A primeira etapa da obra terá 11 mil metros quadrados de área construída e deverá ser concluída até outubro de 2011”, diz o prefeito.
Fonte:www.redebomdia.com.br
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