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Hospital de Clínicas terá capacidade de 10 mil internações/ano, prevê edital

Prefeito Antonio Carlos Pannunzio (PSDB) participou de audiência pública para detalhar o edital de parceria público-privada

O futuro Hospital de Clínicas de Sorocaba terá a capacidade estimada de internar 10 mil pacientes, realizar 4 mil cirurgias, além de promover 114 mil consultas laboratoriais e 71 mil exames de imagem anualmente. Os dados foram apresentados ontem durante a audiência pública voltada à implantação, equipagem, manutenção e operação de serviços não assistenciais da unidade de saúde. O paciente adulto terá aproximadamente 83% de vagas tanto no setor de internação quanto na área de consultas ambulatoriais. O hospital precisará ter a capacidade de internar 700 pessoas e realizar 8 mil atendimentos por mês para esse determinado público. O hospital comportará o número aproximado de 196 exames de imagem e realizar 10 cirurgias por dia. A futura unidade de saúde terá ainda 200 leitos disponíveis, 20 consultórios ambulatoriais, 11 consultórios de pronto-socorro, cinco salas de centro cirúrgico, oito salas e quartos de centro obstétrico e 22 áreas no setor de ambulatório.

A futura estrutura do hospital será erguida na zona norte de Sorocaba, mais especificamente na avenida Ipanema, número 5.001, no Jardim Betânia – no terreno da antiga garagem da TCS. A unidade de saúde será de média complexidade e com acesso por meio de uma central de regulação. A minuta de edital de concorrência pública de Parceria Público-Privada (PPP) será publicada na metade de outubro pela Prefeitura de Sorocaba. O prefeito Antonio Carlos Pannunzio (PSDB) espera anunciar a vencedora até o fim de novembro, caso não ocorram imprevistos burocráticos. O objetivo é iniciar as obras em 2015 e entregar a nova unidade de saúde no segundo semestre de 2016. A vencedora da licitação será a responsável pelo gerenciamento do hospital no prazo de 20 anos. Após o término do contrato, a empresa entregará o local em perfeito estado de conservação e com equipamentos novos e de qualidade.

Pannunzio disse que todo o processo é demorado, por questões burocráticas, mas ressaltou que a Prefeitura tem cumprido todas as exigências. “Primeiro, foi preciso atualizar a legislação municipal no que se refere à PPP. Depois, fazer aprovar a lei específica sobre o fundo garantidor [para dar maior segurança aos contratos de PPP]. Finalmente, fazer o chamamento, ter o comparecimento dos interessados, analisar isso junto à assessoria, criar o comitê gestor de PPP, e isso demanda bastante tempo”, comenta. A chamada PPP é o termo utilizado para denominar uma ferramenta de gestão pública, que concilia a eficiência e a capacidade de investimento de empresas privadas com as necessidades do poder público em desenvolver com mais agilidade os serviços, obras, ações e programas para atender à população. A Prefeitura de Sorocaba instituiu o programa por meio da Lei número 10.474, de 12 de junho de 2013, e agora a cidade pode fazer parcerias com entidades e empresas particulares, com o objetivo de ampliar a capacidade de investimentos e de prestação de serviços da Administração Municipal.

O prefeito Pannunzio comentou que os participantes da PPP virão com os recursos necessários para a fase inicial de projeto, construção e instalação de equipamentos. “Queremos também, em uma segunda etapa, que venham propostas dessas organizações sociais que eventualmente farão a parte clínica desse novo hospital”, ressalta. O secretário municipal de Saúde, Armando Raggio, ressaltou que o futuro Hospital de Clínicas de Sorocaba provocará uma melhora na proporção entre a oferta e a procura por atendimento médico na cidade. “Mas a demanda ainda é maior”. Segundo Raggio, tudo indica que o novo hospital atrairá pacientes de outras cidades da região. “E esperamos evoluir para uma cooperação metropolitana, com sistema regionalizado, para saber usar bem os recursos novos. Pois, se não houver disciplina e regras de acesso, poderemos trabalhar sem resultados positivos.”

Características do Hospital de Clínicas de Sorocaba

Leitos

Setor – Quantidade

UTI adulto – 10

UTI Neonatal – 5

Cuidados intermediários neonatais – 5

UTI Pediátrica – 10

Clínica médica/cirúrgica adulto – 135

Padiatria – 35

Total – 200

Consultórios ambulatoriais

Setor – Quantidade

Adulto – 14

Padiatria - 6

Total – 20

Consultórios Pronto-Socorro

Setor - Quantidade

Adulto – 9

Pediatria – 2

Total – 11

Centro cirúrgico

Setor – Quantidade

Salas – cirurgia de grande porte - 3

Salas – cirurgia de médio porte - 2

Total – 5

Centro obstétrico

Setor - Quantidade

Salas – parto normal - 2

Salas – parto cirúrgico – 1

Salas – pré-parto – 2

Quartos PPP – 3

Total – 8

Hospital Dia (Ambulatório)

Salas – pequena cirurgia - 2

Leitos – hospital dia – pacientes cirúrgicos – 15

Quartos individuais – pacientes psiquiátricos - 5

Total – 22

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

2 de setembro de 2014 por admin

Alckmin assina contrato para novo hospital regional hoje

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) assina hoje o contrato de PPP (Parceria Público-Privada) para a construção do novo hospital regional de Sorocaba. A assinatura está programada para ocorrer durante solenidade marcada para as 10h na sede do Ambulatório Médico de Especialidades (AME), à rua Guaicurus, no Mangal. Conforme nota da Secretaria de Saúde, o equipamento local é um dos três novos que serão integrados à rede pública. Os outros são o novo Centro de Referência em Saúde da Mulher “Pérola Byington, em São Paulo e o hospital estadual de São José dos Campos. Ao todo, serão investidos R$ 772,2 milhões para levar adiante os empreendimentos. Localizado em uma área próxima à rodovia Raposo Tavares, o Hospital Estadual de Sorocaba será voltado ao atendimento de urgências e emergências e contará com 250 leitos, sendo 96 de UTI, e 10 salas cirúrgicas. O investimento na unidade, incluindo obra civil e os projetos, equipamentos médicos e mobiliários, tecnologia de informação, instrumentação cirúrgica e transporte, será de R$ 248,4 milhões. Ele também contará com um serviço de diagnóstico por imagem completo, heliporto e um centro de ensino e pesquisa.

O modelo final do projeto a ser seguido pela Construcap CCPS Engenharia e Comércio S/A, responsável pelas obras, foi dividido em dois lotes. No primeiro grupo está o Hospital Estadual de Sorocaba. O segundo lote engloba o novo Pérola Byington, e a unidade de São José dos Campos. Ontem foram assinados os contrato para a construção do Hospital Estadual de São José dos Campos e do novo Pérola Byington; já o contrato para a construção do Hospital Regional de Sorocaba será assinado hoje. No total, a parceria será responsável por acrescentar 646 leitos e mais de 3 mil atendimentos ambulatoriais/dia. A PPP tem como objetivo o planejamento arquitetônico e funcional, a construção, compra, e instalação completa, manutenção corretiva e preventiva dos equipamentos hospitalares, a instalação e manutenção de recursos de tecnologia de comunicação e informática (TIC), bem como a gestão dos serviços não clínicos, denominados “bata cinza” dos três complexos hospitalares, que permanecerão totalmente integrados ao Sistema Público de Saúde e subordinados à Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.

As três unidades terão certificação de Qualidade Nacional e Internacional e deverão realizar atendimentos de média e alta complexidade em áreas de maior demanda. Os terrenos para construção dos Hospitais de Sorocaba e São José dos Campos foram doados pelas respectivas Prefeituras e a operação clínica dos dois será realizada via contrato com Organizações Sociais. Já o Centro de Referência na Saúde da Mulher, que integra o projeto de revitalização do centro da capital, será construído na região da Nova Luz e continuará sendo administrada pelos seus atuais gestores. As obras dos novos hospitais devem ser concluídas em um prazo de até 36 meses. O contrato entre a empresa privada ganhadora da licitação e o Estado terá duração de 20 anos, com previsão de aportes e incorporação de novas tecnologias durante esse período. O processo de PPP gerou uma economia de 28% no custeio dos serviços de apoio que serão oferecidos nas unidades após a conclusão das obras.

Apesar da economia, o processo garantiu a mais elevada qualidade nos serviços de sistemas de diagnósticos por imagem, prontuários eletrônico, radiologia digital e rastreabilidade de instrumentais cirúrgicos.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

por admin

Partidos fazem projeções de votos para eleger candidatos

Entre os recursos para atrair a atenção do eleitor, os candidatos utilizam placas nas calçadas

Os candidatos a deputados por Sorocaba já estão de olho nas estimativas de votos necessários para que eles consigam se eleger nas eleições do próximo mês de outubro. Segundo projeções feitas pelos partidos, os concorrentes a vagas na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) e na Câmara dos Deputados, em Brasília, precisam conseguir entre 30 mil e 120 mil votos, dependendo do coeficiente eleitoral de cada sigla e das coligações. Alguns partidos menores apostam em votações expressivas de candidatos populares e bem conhecidos pelo público, que “puxam” outros concorrentes ao pleito com números mais baixos de votos. O PRB possui um candidato a deputado federal na cidade, Anselmo Bastos, que poderá se beneficiar de uma grande votação do candidato pela capital Celso Russomano, segundo a diretoria municipal do partido. A estimativa é de que se Anselmo conseguir pelo menos 80 mil votos, ele terá chances de ser eleito. Esse caso de depender de Russomano acontece, pois se ele conseguir muito mais votos do que o coeficiente estabelecido para candidatos a deputados federais para cada partido, que é de 280 mil votos, os votos a mais podem ser revertidos a outros concorrentes ao pleito, que tenham tido votações menos expressivas.

O mesmo acontece no PR, que aposta no candidato Tiririca para puxar mais candidatos, como a Terezinha Kashirajima que concorre a deputada estadual por Sorocaba. “Acredito no nosso partido, o estadual deve ser na faixa dos 50 a 60 mil. Mas depende da votação do Tiririca. Se tiver boa votação, o coeficiente vai cair para 40 mil, mais ou menos. Na outra eleição ele teve 1,3 milhão de votos e fez 4 candidatos”, afirma o presidente da sigla em Sorocaba, o vereador Cláudio do Sorocaba 1. No PSC, a aposta está em alguns candidatos nacionais bastante conhecidos, entre eles o polêmico pastor Marcos Feliciano. Segundo a presidente do diretório municipal, Valéria Cardoso, o seu candidato Serginho Cardoso pode entrar como deputado federal com uma votação entre 55 mil e 60 mil votos.

Sem puxadores de votos

O diretório municipal do PTC estima que com 40 mil votos, o candidato a deputado federal Júnior Silva pode ter chances de ser eleito. No Psol, a expectativa é de que o candidato a deputado estadual Raul Marcelo precise de 60 mil a 70 mil votos para se eleger. “Temos plena convicção de que vai ser eleito. Diria que o Raul tem de 90% a 95% chances de ser eleito”, afirma Marco Antonio de Moraes, presidente do diretório municipal. O vereador Luís Santos, presidente do Pros em Sorocaba e candidato a uma cadeira na Alesp, relata que pelo partido, “quem chegar entre 30 mil e 40 mil se elege”. Pelo PMN, que possui Márcio Tomazela como candidato a federal, a projeção é de 35 mil votos. No caso do PT, os dois candidatos a deputados estaduais, Francisco França e Iara Bernardi, podem ter chances de serem eleitos se conseguirem pelo menos 70 mil votos. Já Hamilton Pereira, candidato a federal, precisará ter 120 mil votos. “Estamos intensificando muito a campanha em Sorocaba, mas cada candidato tem suas bases na região e no Estado inteiro”, afirma o vereador Izídio de Brito, presidente do partido em Sorocaba.

Pelo PMDB, a chamada “linha de corte” é mais baixa. Segundo o presidente do partido em Sorocaba, Renato Amary, o candidato a deputado estadual, Hudson Pessini, pode ser eleito com 60 mil votos, e Hélio Brasileiro, que concorre a federal, com 85 mil. “A gente está trabalhando, nossos candidatos estão nas ruas pedindo votos e tentando alcançar o maior número de votos para serem eleitos”, diz Amary. No PSDB, a projeção é parecida com a do PT. Segundo a candidata a deputada estadual e presidente da sigla em Sorocaba, Maria Lúcia Amary, ela pode ter chances de ser reeleita com votação de 80 mil eleitores. Já Vitor Lippi, que concorre a uma cadeira na Câmara dos Deputados, precisa ter 120 mil votos. “Como dessa vez temos um candidato de cada, as expectativas aumentam as possibilidades de eleição”, relata Maria Lúcia, lembrando que nas eleições de 2010 foram dois candidatos a deputado estadual e dois a federal pelo PSDB em Sorocaba.

O PV trabalha com as “linhas de corte” de 45 mil votos para deputado estadual e 65 mil para federal. O partido possui dois candidatos por Sorocaba: Jessé Loures a estadual e Carlos do Interpisos a federal. “O partido vem crescendo a cada eleição, por conta das propostas ambientais. Por isso temos uma possibilidade enorme de sermos eleitos”, acredita Loures, que é presidente do diretório municipal.

Entenda como funciona a eleição de deputados

Para as eleições de deputados, os partidos utilizam-se de um número chamado de quociente eleitoral, que estabelece quantos votos as siglas e coligações necessitam para conseguir eleger os seus candidatos. O quociente resulta da soma do total dos votos válidos, dividido pela quantidade de cadeiras disponíveis na Alesp e na Câmara dos Deputados. Depois são considerados os votos recebidos por cada candidato ou partido. A partir daí que se encontra o número de vagas que cada sigla possui direito a ocupar. Nessa soma toda também incluem-se as coligações, portanto ao invés de se considerar a votação obtida pelos partidos, leva-se em conta o total de votos conseguidos por todas as siglas coligadas.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

1 de setembro de 2014 por admin

Ventos de até 68 km/h provoam estragos em bairros

Bombeiros atenderam várias ocorrências após a vetania

Ventos de até 68 quilômetros por hora na tarde de ontem provocaram destelhamentos, quedas de árvores e de paredes de residências em Sorocaba, com total de 14 ocorrências atendidas pela Defesa Civil. Duas residências no Campolim e o condomínio Fazenda Imperial, no bairro Itinga, ficaram sem energia elétrica. Não houve registro de feridos ou desalojados, apenas danos materiais.Segundo a Defesa Civil da cidade, o vento forte causou prejuízos nos bairros Parque Esmeralda, Nova Esperança, Wanel Ville, Mineirão e Aparecidinha. O vento começou por volta das 14h30 e persistiu até perto das 16h. Foram três quedas de árvores, seis destelhamentos de casas e cinco danos estruturais, como quedas de paredes. As ocorrências também mobilizaram o trabalho do Corpo de Bombeiros.

Na avenida Washington Luiz, esquina com a avenida Barão de Tatuí, por volta das 15h a lona de um outdoor de 15 metros de altura se desprendeu da estrutura e caiu. Parte da lona foi jogada ao lado, a cerca de 50 metros, e caiu em cima da ciclovia. Duas residências ficaram sem energia elétrica, pois o poste de luz foi danificado, partindo ao meio. O material foi retirado por bombeiros. Uma das moradoras do imóvel atingido, Tainá Diniz, 23 anos, conta que assustou-se com o vento forte e, temendo que a lona caísse sobre sua casa, saiu da residência com os filhos. “Saímos correndo com a roupa do corpo. Era muito barulho”. Ela lembra que essa é a segunda vez que o vento derruba a lona do outdoor e que, na primeira, o material caiu em cima dos fios da ligação de energia elétrica, provocando explosões e fogo na instalação.

No Wanel Ville, na rua Nelson Juliano, a residência do vendedor Hudson Faustino, 47, foi atingida pela estrutura metálica que cobria o prédio de uma igreja em construção, a dois terrenos de distância. “Eu levei um susto danado. Estava na sala quando ouvi um barulho muito grande. Eu só entendi o que era quando saí aqui para fora e vi”. Faustino conta que a Defesa Civil esteve no local e informou que não houve abalos estruturais. “Talvez tenha que refazer uma parede, além da cerca elétrica, calha e rufos que foram danificados”. Ele afirma que os proprietários da igreja fizeram contato e prometeram cobrir os prejuízos e retirar a estrutura com um guindaste.

No bairro Itinga, os moradores do condomínio Fazenda Imperial também sentiram os efeitos do vento forte. O advogado Tiberany Ferraz dos Santos, 70, relata que um cabo se soltou da rede elétrica em frente ao local e, das 15h até às 20h30 os moradores ficaram sem energia. “Ligamos na CPFL, mas eles só vieram à noite”. A reportagem tentou contato com a CPFL, mas ninguém atendeu às chamadas telefônicas.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

por admin

9ª Edição da Parada Gay leva multidão ao Parque das Águas

Desta vez com um adereço de bexigas, o vendedor Sassá Mutema participou pela 5ª vez do evento

Mesmo com a ventania e as pancadas de chuva de ontem à tarde, centenas de pessoas participaram da 9ª Parada do Orgulho Gay de Sorocaba, realizada pela primeira vez no Parque das Águas. O evento é organizado pela Associação da Parada do Orgulho GLBT (APOGLBT) de Sorocaba e a atual edição trouxe o tema “Até quando seu preconceito vai tirar meus direitos?”. Além da festa, o encontro teve como objetivo conscientizar sobre a igualdade de direitos e fortalecer a luta contra o preconceito aos homossexuais. A concentração começou às 13h, no entorno da rua Ribeirão Preto. A saída ocorreu às 15h30 e o público caminhou pela avenida Dom Aguirre até o parque, onde ficaram até a noite para acompanhar os shows com DJs, drag queens de Sorocaba e uma apresentação especial chamada Show Pride, com um cenário especial e cinco dançarinas. As performances das drags animaram o público, que dançou, aplaudiu, gritou e vibrou com as artistas ao som de música eletrônica.

O vendedor conhecido como Sassá Mutema, 26 anos, participou pela quinta vez do evento e chamava a atenção do público com seu costeiro de bexigas coloridas (adereço que faz referência ao usado nos desfiles de escolas de samba). Para ele, o adorno não é apenas para dar colorido ao evento, mas para marcar um pedido de igualdade. “O que me motiva é a manifestação, pedir direitos iguais para todos. É muito mais do que só a festa.” E a Parada Gay reuniu também heterossexuais que apoiam a causa, como a operadora de caixa Gislene Nascimento, 39 anos. “O humano precisa aprender a respeitar o outro, independente das diferenças. Se cada um cuidar da sua vida, o mundo vai ser muito melhor.” Ela contou que tem amigos homossexuais e que participa do evento tanto pela manifestação quanto pela festa. Para Gislene, nem a chuva atrapalhou: “Para quem gosta de se divertir, aproveita com chuva, frio, com tudo”.

Luta por direitos

O evento contou com um consultório jurídico da APOGLBT e orientação sobre doenças sexualmente transmissíveis, feita por uma equipe do Centro de Orientação e Aconselhamento de Sorocaba (Coas). A Parada Gay teve apoio da Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria da Cultura, além do acompanhamento da Urbes – Trânsito e Transportes, Guarda Civil Municipal e Polícia Militar. A advogada da APOGLBT, Gislaine Moraes, contou que a associação oferece assessoria jurídica o ano todo e que os principais problemas são relativos à união estável e processos trabalhistas, principalmente demissões. “Ainda é um desafio grande, pois existe muito preconceito dentro do local de trabalho”, acrescenta.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

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Apesar do calor, Jota Quest atrai 11 mil pessoas ao Paço

O calor de 32º – conforme o Climatempo – não impediu que cerca de 11 mil sorocabanos prestigiassem o show do Jota Quest, que encerrou as comemorações aos 360 anos de Sorocaba, ontem, no parque do Paço Municipal. Apesar de satisfeito com o evento, que foi aberto pelo cantor Hugo Rafael e banda, o público reclamou do horário da programação, das 11h às 14h, quando ocorre maior incidência de sol. Pelo menos 10 pessoas receberam socorro no posto de atendimento médico instalado no local, devido à alta temperatura e à falta de hidratação. Tentando se esconder do sol à sombra de uma árvore, o casal Elizabeth e Marcos Fusco saíram do Jardim Santo André para assistir às apresentações. Sem as barracas das associações beneficentes para comprar água, ela teve de procurar algo para beber fora da área do show. “Seria melhor se o evento fosse depois das 16h, quando tem menos calor.”

Fã de Jota Quest, Denilson Martinelli foi prestigiar o evento com a esposa, Meiriane, e os filhos, Mateus e Júlia. Eles não precisaram andar muito para ir ao local, pois também moram no Alto da Boa Vista. “Está muito bom, deveria ter mais shows assim por aqui”, pediu. Porém, o horário da programação foi o problema, apontou: “Poderia ser no final da tarde, mas está bom”. Para proteger a família, Marcos Azevedo recorreu a um grande guarda sol. “Está muito calor, esse foi o jeito.” Ele, mais a esposa Ana Lúcia e os filhos Davi e Júlia saíram vieram do Éden para acompanhar o show. Chegaram antes do Jota quest entrar no palco. “Chegamos às 11h e assistimos ao Hugo Rafael”, frisou. A irmã de Marcos, Michele Azevedo, e a amiga, Loana Messias, estavam animadas com o show. Quem prestava mais atenção, porém, era Davi, que preferiu assistir, a brincar pelo parque. “Eu gosto do Jota Quest”, reforçou o menino.

Queda de pressão e falta de água

Algumas pessoas chegaram a desmaiar em meio ao público. Todas foram atendidos no posto de médico do Corpo de Bombeiros, instalado no parque. O maior problema, reiterou um dos socorristas, foi a hipotensão: a baixa pressão sanguínea, causada pelo calor e a falta de água. Para hidratar o público, a Prefeitura instalou caixas d”água potável pelo parque, mas antes do encerramento do show elas já estavam vazias. O jeito foi apelar aos vendedores ambulantes, que ficaram do lado de fora do espaço fechado para o evento.

A secretária de Cultura Jaqueline Gomes da Silva reconheceu a falha, que seria revertida caso fossem chamadas instituições beneficentes para explorar o comércio de bebidas – não-alcoólicas – e alimentos. “De manhã cedo pensamos isso, que precisa melhorar nas próximas programações.” Em relação à escolha do horário do evento, alegou que foi para atender um público maior, com crianças. “Foi para que as pessoas pudessem frequentar com tranquilidade e mais segurança.” Para a secretária, o forte calor atrapalhou e horários diferentes devem ser experimentados nas próximos ações no local. “Mas o saldo foi positivo, sem ocorrências e a satisfação de um público muito grande. Conseguimos realizar a proposta de ocupação de espaço”, concluiu Jaqueline.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

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Duas denúncias de agressões são feitas por dia

Em média, duas mulheres por dia denunciam à Justiça serem vítimas de agressões físicas e psicológicas em Sorocaba, e uma delas precisa receber medidas de proteção para evitar que sofra novamente com o problema. Esse dado corresponde ao total de 600 inquéritos policiais cadastrados na Vara Especializada de Violência Doméstica em um período de 10 meses, sendo que metade desse número precisou obter medidas protetivas. Conforme o juiz responsável pela área, Hugo Leandro Maranzano, o número de denúncias é muito cíclico e agora está estabilizado. Maranzano diz que quando a Vara foi instalada, no dia 19 de setembro do ano passado, o número era maior. Segundo ele, à medida em que as mulheres vão sentindo maior confiança, elas passam a denunciar mais. “Isso depende da iniciativa da mulher. Por mais que se inicie um procedimento, a mulher tem que ter a iniciativa e se sentir segura para dar continuidade aos trabalhos”, conta.

O juiz aponta que as causas mais comuns de agressão são por uso de álcool ou drogas. Segundo ele, a informação é uma ferramenta fundamental que contribui positivamente para essa situação. “Sorocaba é privilegiada em relação a outros municípios. No interior do Estado só temos três Varas especializadas, e a de Sorocaba foi a primeira a ser instalada”, diz. “Sorocaba conta com uma estrutura de defesa da mulher. Temos o Centro de Referência a Mulher (Cerem), o Centro de Integração da Mulher (CIM Mulher), a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) e o trabalho da Polícia Militar, denominado Patrulha da Paz, que é pioneiro no Estado e está tendo ótimos resultados”, destaca. Ele vê avanços nos 8 anos da Lei Maria da Penha e destacou que os resultados são positivos não só em Sorocaba, mas em todo o Brasil. “Temos que informar o maior número de pessoas e de mulheres para que não se acomodem”. O juiz também disse que há muitas coisas para serem melhoradas. “Uma delas é a lei sobre o femicídio. A pena do homicídio praticado contra a mulher deve sofrer uma alteração. O Brasil está em 7º lugar no ranking dos países com mais atos de femicídio no mundo”, ressalta.

A vice-prefeita Edith Maria Di Giorgi (PSDB) diz que a violência doméstica é a gênesis das outras violências. “Se trabalharmos na prevenção das violências familiares, estamos diminuindo todas as violências. Temos que encontrar outras formas de resolver os conflitos. Assim teremos uma sociedade mais justa”, afirma. “Mesmo com esses oito anos de avanços, ainda temos casos de violência contra a mulher. Combater a violência é importante para a estrutura da família. E fortalecer a mulher, é fortalecer a família”, aponta.

O juiz acredita que os órgãos estão no caminho correto para diminuir esses números. “É muito difícil mudar essas questões rapidamente porque envolvem cultura”, diz. “Temos uma cultura arraigada no meio social de que a violência contra a mulher para alguns segmentos sociais, independente da classe econômica, é algo legítimo. Isso tem que acabar. Para que isso acabe, depende da mulher tomar iniciativa e procurar ajuda”, explica. Para a coordenadora do Cerem, Paula Andrea Vial Silva, é difícil saber se o número de agressões está aumentando ou se as mulheres estão se encorajando para denunciar. Paula afirma que o aumento está no número de atendimentos. “No Cerem, as mulheres recebem tratamentos jurídicos, psicológicos e de assistência social. O projeto está trazendo um bom resultado na vida dessas mulheres. Eles conseguem se livrar desse sofrimento e ter seus direitos reservados”.

O ciclo da violência

O magistrado explica que há um ciclo de violência e que o ato deve ser interferido desde o começo. “A violência se inicia com ofensas verbais e xingamentos, depois passa para uma ameaça até chegar a uma lesão”, conta. Maranzano diz que a mulher não pode se acomodar. “A partir do momento que acabou o respeito entre o casal e houve qualquer tipo de violência, já é possível procurar ajuda. O quanto antes melhor”, frisa. Segundo ele, também é importante procurar um tratamento no Cerem. “Lá a mulher terá uma orientação adequada, com psicólogos, demonstrando que não tem culpa do ocorrido e que é apenas vítima de uma situação”.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

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População de Sorocaba cresce 8,6% em quatro anos e soma 637,1 mil habitantes

Sorocaba soma atualmente 637.187 habitantes e está entre os oito municípios mais populosos do Estado e 14º do país, fora as capitais. Em quatro anos, a cidade recebeu 50.562 moradores, o que correspondeu a um crescimento de 8,6%, comparado ao último Censo, em 2010, que apontava uma população de 586.625. Os números fazem parte da última estimativa populacional, divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referente a julho de 2014. Em relação à estimativa divulgada no ano passado, que indicava 629.231 habitantes no município, a taxa de crescimento foi de 1,2%, um pouco acima da média nacional (0,86%). As estimativas da população residente para os municípios brasileiros, realizadas pelo IBGE, que tem como data de referência 1º de julho de 2014, foram elaboradas a partir da projeção para cada estado. A esses dados são incorporados os resultados dos parâmetros demográficos calculados com base nos resultados do Censo Demográfico 2010 e nas informações mais recentes dos registros de nascimentos e óbitos de cada município. Os números são atualizados anualmente e são utilizados oficialmente para o cálculo de indicadores econômicos e sociodemográficos nos períodos intercensitários e são, também, um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) na distribuição do Fundo de Participação de Estados e Municípios.

Região Metropolitana

A recente criada Região Metropolitana de Sorocaba (RMS), instituída oficialmente no dia 8 de maio deste ano, já desponta como a terceira maior do estado de São Paulo em população – ficando atrás apenas da Grande São Paulo e da Região Metropolitana de Campinas – e a 15º maior do país. Os 26 municípios que compõem a RMS somam 1.867.260 habitantes. Em relação ao Censo 2010, o índice de crescimento foi de 8,1%, com 140.475 novos moradores. Em relação à estimativa de 2013, o aumento populacional na RMS foi de 1%. As cidades com maior índice de crescimento populacional no comparativo ao Censo 2010 foram Iperó (15%), Araçariguama (14,9%), Boituva (12,9%), Araçoiaba da Serra (12,5%) e Cerquilho (11,8%) e Alambari (11,7%). Entre os municípios com menores índices de crescimento, o destaque ficou com conta de Tapiraí, que embora tenha mantido praticamente o mesmo número de habitantes em relação ao Censo de 2010, chegou a apresentar uma pequena no total de habitantes no comparativo à estimativa do ano passado. Outros municípios com baixo índice de crescimento foram São Miguel Arcanjo (3,9%), Piedade (4,5%), Mairinque (5,8%) e Ibiúna (6,5%), todos com perfil mais rural.

Força de negociação

Para o especialista e consultor em gestão pública, Luiz Antônio Barbosa, os números divulgados pela estimativa populacional do IBGE demonstram o poder de força que foi conquistado pelos municípios que compõem a Região Metropolitana de Sorocaba, que não trabalham mais de forma unitária, mas em conjunto na busca de novos investimentos para o seu desenvolvimento. Ele destaca que a região administrativa de Sorocaba, que incluía o região Sul do estado, onde estão os municípios mais pobres, fazia com que a cidade se colocasse como centro de atendimento, como na área de saúde, sendo obrigada a absorver toda essa demanda populacional. “Com a criação da Região Metropolitana, o poder de barganha das prefeituras ficou mais forte, pois não se pensa mais em uma cidade polo, mas sim no conjunto.” Barbosa argumenta outras regiões do Estado, como Campinas e Ribeirão Preto se destacavam por ter um entorno mais rico e com isso a distribuição de receita se dava de forma mais equitativa, o que deverá ser refletir também na Região Metropolitana de Sorocaba.

O especialista em gestão pública alerta, no entanto, que para que isso ocorra é necessário um trabalho conjunto entre as prefeituras e também na divisão de responsabilidades. “Não dá mais para pensar no desenvolvimento de uma única cidade. É necessário que todas se desenvolvam para oferecer à sua população os serviços necessários para que outra cidade, como ocorre hoje com Sorocaba, não tenha que assumir as carências das demais. Esse é o grande desafio hoje, o desenvolvimento regional”. Luiz Barbosa destaca que o fato de cidades de menor porte da região terem apresentado índices de crescimento demográfico maior já é um reflexo da tendência que se tem observado de migração populacional e de investimento dos grandes centros. “Cidades como Boituva, Araçariguama e até mesmo Iperó, pela proximidade com São Paulo e a logística favorável, têm recebido novas empresas e, consequentemente, novas famílias que vêm de cidades já saturadas, como já vinha acontecendo com Sorocaba.” Mas para isso se estenda para os demais municípios, o especialista diz que é preciso que as prefeituras se empenhem em trabalhar na questão logística, para facilitar o acesso viário.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul


29 de agosto de 2014 por admin

Trabalhadores dizem que preferem registro em carteira do que “bicos”

Entrar para o mercado formal de trabalho, ter a carteira profissional assinada e, consequentemente, engrossar as estatísticas (neste caso, favoráveis), que apontam para o crescimento nos últimos dez anos do total de trabalhadores que passaram a contar com mais segurança, é a realidade dos três pessoas ouvidas pela reportagem. Todos foram consultados numa agência de recursos humanos da zona leste de Sorocaba e, em meio à correria do final de tarde, falaram de suas experiências. O vigilante Justino Gomes, de 38 anos, contou que há três meses esperava encontrar ocupação. Há pouco mais de trinta dias, ele foi contratado e, registrado, aposta na melhora da condição de vida.

“Estava meio desacreditado de que conseguiria o emprego, mas acabei sendo chamado. As notícias, de um modo geral, falam de demissão, de fábrica fechando, e a gente fica preocupado. Felizmente, fui chamado e estou há um mês trabalhando, o que é garantia de poder manter o padrão da família que não é pequena”, comentou. A operadora de caixa Tauane Miranda, 27, ficou seis meses parada, tempo durante o qual fez “bicos”. Foi a forma encontrada para atender às necessidades. Decidiu insistir e acabou voltando à formalidade. “O registro faz com que eu possa usar os benefícios e também dá a segurança que todo trabalhador precisa”.

Tauane está há pouco mais de 40 dias na nova empresa e espera ficar muito mais. “Tenho projetos de me casar no ano que vem e vou comprar um apartamento com meu noivo. Esse é o sonho de todo mundo, e quando estamos trabalhando as coisas ficam menos difíceis, já que a maré não é das melhores”. A recepcionista Nonata Medeiros, 25, também disse estar satisfeita com o retorno ao emprego registrado depois de quase dois meses parada. Nesse tempo, ela conta, arriscou fazer uns trabalhos de natureza “free lancer”, foi vendedora de produtos de beleza, mas queria mesmo o registro em carteira.

“É uma necessidade, não? Quase todo mundo busca essa chance e quer ter tranquilidade. Trabalhar com a carteira assinada não é só um direito, mas, principalmente, a certeza de estar bem colocada. No meu caso, foi o melhor que podia ter acontecido. Tenho projetos futuros e o trabalho é importante para realizar o que desejo”.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

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Sorocaba conquista 5 medalhas no Brasileiro

A equipe Askko Leonardo Tavares Karate Kyokushin

A equipe Askko Leonardo Tavares Karate Kyokushin Sorocaba conquistou uma medalha de ouro, duas de prata e duas de bronze no Campeonato Brasileiro de Karate Kyokushin, disputado em Mogi das Cruzes, no último domingo. O ouro veio com Rafaela Moraes, na categoria mirim feminina. As pratas foram obtidas por Daniel Moraes (infantil masculino) e Jennifer Kunitake (infantojuvenil feminino). Já os bronzes ficaram com Rafael Leite (infantil masculino) e Fábio Sampaio (adulto, faixa azul e amarela). Também da equipe sorocabana, Silvino Brandão foi o oitavo colocado na categoria absoluto e garantiu vaga para o Campeonato Sul-Americano, que será disputado na Argentina.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

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