Site oficial Antena 1 Sorocaba:
Rádio Online, Notícias de Sorocaba e muito mais.

Cauby Peixoto apresenta o show “A Voz do Violão” hoje em Sorocaba

Cauby Peixoto, dono de uma das marcantes vozes da música brasileira, estará em Sorocaba nesta quinta, dia 15, para a apresentação do show “A Voz do Violão”, mesmo nome de um dos três discos inéditos que fazem parte do novo álbum “Cauby: O Mito”. O espetáculo gratuito terá início às 20h, no ginásio do Clube dos Comerciários, com realização do SESC Sorocaba e apoio do Sindicato dos Empregados no Comércio.

O novo trabalho comemora os 80 anos de idade e 60 anos de carreira de Cauby Peixoto, iniciada nos estúdios da extinta Rádio Tupi. O seu primeiro LP foi gravado em 1951 e, em pouco tempo, transformou-se no ídolo do rádio. Em mais de seis décadas, o artista soma inúmeros álbuns e interpretações variadas de compositores como Frank Sinatra, Roberto Carlos, Baden Powell, Chico Buarque e Tom Jobim. A sua voz tornou clássicas músicas como “Conceição” (Jair Amorim/ Dunga), e “Bastidores” (Chico Buarque).

No show “A Voz do Violão”, Cauby será acompanhado pelo violonista Ronaldo Rayol. No repertório estão grandes sucessos como Guerreiro Menino (Gonzaguinha), As Vitrines (Chico Buarque), Minha voz, minha vida (Caetano Veloso), Ilusão à toa (Johnny Alf), Viola Enluarada (Marcos e Paulo Sérgio Vale), além de grandes clássicos internacionais.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

15 de dezembro de 2011 por antena1

Metallica reúne formação original para show de 30 anos

O Metallica  fechou sua semana no Filmore, em San Francisco, comemorando seus 30 anos de carreira, com um show dos sonhos para qualquer fã.

A banda tocou duas músicas com sua formação original, trazendo de volta Ron McGovney (baixo) e Dave Mustaine (guitarra solo) para tocar ao lado de James Hetfield e Lars Ulrich, pela primeira vez desde 1982. Jason Newsted, baixista da banda entre 1986 e 2001, também participou do show.

O show ainda teve como convidados Ozzy Osbourne e Geezer Butler, que se juntaram ao Metallica para tocar covers de três músicas do Black Babbath, “Sabbra Cadabra”, “Iron Man” e “Paranoid”. Assim como nas apresentações anteriores, a banda ainda tocou uma inédita das sessões de Death Magnetic, “Rebel Of Babylon”.

Fonte: UOL

13 de dezembro de 2011 por antena1

James Blunt, Claudia Leitte, Ivete Sangalo, Luan Santana, são confirmados para o Festival de Salvador 2012

O Festival de Verão de Salvador 2012 divulgou a grade de atrações que acontecerá no “Palco 2012″ a 14ª edição do evento, que acontece de 25 a 28 de janeiro de 2012, no Parque de Exposições da capital baiana. Entre as principais atrações estão: James Blunt, Claudia Leitte, Ivete Sangalo, Luan Santana, Jorge e Mateus, Chiclete com Banana, Vanessa da Mata, entre outros.

Veja a programação completa:

Quarta-feira (25/1)

Jorge e Mateus

Claudia Leitte

James Blunt

Eva

Jaú

Quinta-feira (26/1)

Vanessa da Mata

Capital Inicial

Ivete Sangalo

Tomate

Sorriso Maroto

Sexta-feira (27/1)

Frejat

Chiclete com Banana

Luan Santana

Harmonia do Samba

Sábado (28/1)

A Zorra

Paula Fernandes

Asa de Águia

Aviões do Forró

Psirico

Fonte: UOL

8 de dezembro de 2011 por antena1

Orquestra que mistura ritmos faz ‘workshow’

André Marques e a Vintena Brasileira revelam nesta quarta-feira (7) os segredos de suas linguagens musicais. Com disposição para embalar o público numa viagem pelos diversos ritmos da Música Popular Brasileira os 23 músicos fazem nesta quarta um workshop e um show ao mesmo tempo.

“Será um show comentado, mostraremos nosso repertório e falaremos sobre os arranjos e os ritmos trabalhados”, explica o maestro André Marques, 36 anos.

Estarão presentes os mais badalados como o samba e o choro, mas também os menos explorados, como a ciranda, o maracatu rural, o bumba-meu-boi, a congada, a catira, entre outros ritmos.

Para se ter essa levada livre a formação da Vintena Brasileira difere das orquestras tradicionais. Há violinos e flautas, mas também guitarras elétricas, gaita, percussão, entre outros instrumentos. André conta que para 2012 a intenção do grupo é de fazer turnê em dez cidades das regiões Sudeste e Sul do País para divulgar o novo trabalho o CD “Labirinto”. A orquestra está com um orçamento de R$ 400 mil aprovado na Lei Rouanet, de Incentivo à Cultura e, neste momento, buscam parcerias com empresas e pessoas físicas que queiram patrociná-la em troca de abatimento de imposto.

Dois anos de composição foram necessários para o “Labirinto”, álbum  lançado neste semestre. “Como o processo é demorado já estamos organizando o próximo CD, que pretendemos lançar em 2013. Terá só músicas de Milton Nascimento”, revela André.

É de graça
São 100 lugares. Os ingressos serão distribuídos com uma hora de antecedência.

Nascimento
A orquestra nasceu em abril de 2003, quando André Marques, pianista do grupo de Hermeto Pascoal e um dos integrantes do Trio Curupira, teve a idéia de criar uma oficina de ritmos brasileiros com músicos formados pelo Conservatório Musical de Tatuí (SP).

Fonte: Bom Dia Sorocaba

7 de dezembro de 2011 por antena1

Sandy lança primeiro DVD solo com show em São Paulo

Sandy lançou na noite dessa quinta-feira (17), em São Paulo, seu primeiro DVD solo, do álbumManuscrito. A cantora apresentou aos fãs um repertório que reuniu as músicas de seu último trabalho, além de versões para sucessos de outros artistas.

Seu irmão, Júnior Lima, foi responsável pela direção do show que deu origem ao DVD, ao lado de Douglas Aguillar, e o marido, Lucas Lima, comandou a direção musical. O show foi gravado em agosto, no Teatro Bradesco e teve os ingressos esgotados em menos de 24 horas.

Sandy anunciou o fim da dupla com o irmão, Júnior, em abril de 2007, após 17 anos de carreira. Após a confirmação, Sandy se dedicou a estudar música e preparar seu primeiro álbum solo. Já o irmão adorou o nome Júnior Lima e fez parte da banda Nove Mil Anjos, que encerrou suas atividades após um ano. Atualmente, ele se dedica a um projeto de música eletrônica chamado Dexterz e é produtor musical em parceria com o cunhado, Lucas Lima.

Fonte: Terra

18 de novembro de 2011 por antena1

Fãs de Britney já acampam à espera de show

Faltando dez dias para o show de Britney Spears na capital paulista, fãs da cantora já acampam em frente ao portão 25 da Arena Anhembi. Até a tarde de ontem, dez barracas estavam montadas sob o sol e chuva para ver a turnê do CD “Femme Fatale”, em 18 de novembro.

A ansiedade para ver a performance da artista norte-americana é tanta, que fez os primeiros da fila, Felipe Barrichello, 20, e Ciça Nunes, 23, iniciarem a vigília no local no dia 18 do mês passado. Os dois fazem parte de um grupo com cerca de 20 pessoas, que se revezam de acordo com uma escala de horários, que começou a ser organizada em agosto.

Todas os membros da fila para a pista premium usam um crachá com o nome e número da barraca. Felipe conta que chegou um pouco antes, no dia 14, mas foi expulso pelo mau tempo. “Montei minha barraca à tarde, mas caiu uma tempestade de madrugada e inundou tudo. Tive de voltar para casa para arrumar as coisas”, diz.

Para os estudantes, esse esforço de ficar um mês fora de casa, sofrendo com o sol e chuva, vale a pena. “A expectativa é grande porque ela não vem ao Brasil há dez anos. Quero ver o show de perto, na grade”, comenta Ciça, que aprendeu a dançar vendo os vídeos da musa pop e foi cover de Britney durante três anos. Segundo a estudante de Rádio e TV, os fãs que pagaram R$ 600 pelos ingressos para a pista premium não teriam de acampanhar se existissem cadeiras numeradas no Anhembi. “Pagamos caro pelo ingresso e ainda temos de lutar por um bom lugar”, completa.

Já Renato Lima, 23, antecipou a passagem de Pernambuco para São Paulo na semana passada ao saber que já havia fila. Sem conhecidos na cidade, ele optou por acampar. “A Britney é uma artista robótica, não tem potência vocal. O que vale são os efeitos especiais. Por isso, vê-la de longe não teria a mesma emoção”, explica o jovem. “Fiz amizades na fila e consegui tomar dois banhos na casa deles”, conta. No entanto, para os “Britneymaníacos” nada disso parece importar. “Espero o momento de ver o sorriso dela desde 1999”, derrete-se Eder Oliveira, 26, que está na segunda barraca da fila.

Fonte: Bom Dia Sorocaba

8 de novembro de 2011 por antena1

Chico Buarque estreia show do novo álbum

Criolo é mesmo o homem do ano. Depois de ter lançado um dos melhores álbuns de música brasileira (“Nó na Orelha”) e ter feito o show-celebração mais comovente de 2011 no Sesc Vila Mariana, dominar a premiação do VMB e ser cortejado por Caetano Veloso, agora o cantor/compositor/rapper é honrado por Chico Buarque, que foi reverenciado pelo paulistano na versão atualizada de “Cálice” (Chico/Gilberto Gil). A retribuição de Buarque, cantando trecho da letra de Criolo em ritmo de rap na estreia da turnê do novo álbum, anteontem no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, foi o ponto alto de um show redondo com boas surpresas.

No entanto, não é primeira vez que Chico se aproxima do rap – já o tinha feito na embolada “Ode aos Ratos” em 2006 e num dueto com Eugénia Melo e Castro em “Olê Olá”, em 2005, nunca lançado. Mesclando todas as dez canções do novo álbum, “Chico”, com clássicos que há muito tempo não se canta, como “Baioque”, “Desalento” (Chico/ Vinicius de Moraes), “Ana de Amsterdã” (dele e Ruy Guerra), “A Violeira” (Chico/ Tom Jobim), “Choro Bandido” (parceria com Edu Lobo) e “Bastidores”, o roteiro é irretocável. Falando pouco, o que se vê em cena é um Chico mais estimulante, leve e solto do que o de seis anos atrás, quando lançou “Carioca”.

Ao contrário do anterior, em que a plateia se inquietava com as novas canções, neste show os fãs entre eufóricos e discretos cantam junto todas as novidades, reconhecidas e aplaudidas aos primeiros acordes. Talvez seja o poder de propagação da internet ou o interesse do público mineiro (mais atento e respeitoso do que as plateias de seus vizinhos do Sudeste), talvez seja a força oculta das próprias canções, como “Rubato” (parceria com Jorge Helder), “Tipo Baião” e o sensacional afro-lamento “Sinhá” (dele e João Bosco) que crescem ao vivo, em ambiente sonoro mais arejado do que na gravação do CD.

O eixo do show são as canções femininas situadas no abstrato “tempo da delicadeza”, algumas consagradas por cantoras como Bethânia, Zizi, Fafá, Elba, Elizeth. Cantando lindezas e safadezas como “Terezinha”, “Valsa Brasileira” (Chico/Edu Lobo), “Anos Dourados” (dele e Jobim), “Todo o Sentimento” (Chico/ Cristóvão Bastos), “O Meu Amor”, “Sob Medida”, além das várias personagens das novas canções (Aurora, Amora, Teodora, Nina, Glorinha, Anabela, Maristela, Soraia, Barbarella e as anônimas), Chico faz o mulherio se derreter mais do que o habitual. “Se Eu Soubesse”, que ele canta com a atual namorada Thaís Gulin no CD, fez até uma delas sussurrar “uh, que ciúme”. Enfim, é bala doce certeira daquele que é conhecido como o compositor que melhor “entende a alma feminina”.

Outras canções de tempos recentes, como “De Volta ao Samba”, “Futuros Amantes” (ambas de 1993) e “Injuriado” (1998), junto aos clássicos dos anos 1970 e 80, e já no bis uma lá dos primórdios, “Sonho de Um Carnaval” (1965), fundida com “A Felicidade” (Tom Jobim/Vinicius de Moraes), compõem um belo, conciso e alternativo painel de mais de 30 títulos entre joias raras do vasto cancioneiro buarquiano, rejuvenescido por novos caminhos harmônicos e vocais.

“Velho Francisco” (1987) abre o show como um recado de que ele se faz mais cativo pelo conteúdo do que pelo impacto. A cenografia de Hélio Eichbauer, a banda de velhos amigos – Luiz Claudio Ramos, Bia Paes Leme, Chico Batera, Jorge Helder, João Rebouças, Marcelo Bernardes e o mestre Wilson das Neves, ovacionado várias vezes -, o figurino todo preto de Cao Hamburger, a iluminação sóbria de Maneco Quinderé – tudo é disposto para seu conforto, a serviço da música. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (AE)

Fonte: Cruzeiro do Sul

por antena1

Hanson causa tumulto e agrada fãs com série de hits

“Por essa, eu não esperava”. A frase do ambulante que vendia hambúrgueres em frente ao Citibank Hall, onde a banda americana Hanson se apresentou na noite de ontem (6), foi reproduzida diversas vezes dentro da casa de shows.

Por um fã que chegou atrasado e se espremeu na parede; por jornalistas que tentavam entrar no backstage (alguns agrediam assessores verbalmente); e até pela T4F –organizadora do show–, que improvisou às pressas uma coletiva antes dos portões serem abertos.

Ninguém esperava mesmo que os irmãos Isaac, 30, Taylor, 28, e Zac, 26, ídolos pop da década de 90 e que hoje seguem carreira independente, ainda pudessem fazer fãs passarem mal (uma garota teve de ser socorrida às pressas quando a banda ainda nem havia entrado no palco) e esperarem dias numa fila para conseguir um lugar no gargarejo.

“Você sabe a que horas sai o avião deles para a Argentina?”, perguntou à reportagem Fred Jonathas, 24, que quer um assento no voo que o trio tomará, hoje, para Buenos Aires. “É que vou até lá assistir ao show deles na quarta. Não consegui ir ao de Porto Alegre na última sexta”. Ele e um grupo de dez meninas faziam vigília em frete ao Citibank Hall desde quinta (3).

Às 20h35, com a casa lotada, o trio subiu ao palco arrancando gritos e lágrimas da plateia. “Isso tudo para eles?”, questionou uma jornalista descrente. Se o furor do público é o mesmo de anos atrás, no palco o Hanson mostrou-se bem diferente do que em 1997, quando, ainda adolescentes, ganharam os holofotes.

Ao abrir o show com a animada “Waiting For This”, do último disco “Shout It Out” (2010), a banda provou seu valor. As boas viradas de Zac na bateria e o conforto de Isaac na guitarra levantaram a plateia, formada essencialmente por jovens entre 20 e 30 anos.

Seguros, entoaram “Where’s The Love”, clássico do primeiro álbum “Middle of Nowhere”, e “Thinking ‘Bout Something”, do mais recente. Daí em diante, uma enxurrada de hits e surpresas marcaram a apresentação, pensada para os fãs de longa data.

Boas performances de Taylor no piano em músicas não tão conhecidas do grande público, como “Man From Milwaukee” e a mediana “Crazy Beautiful”, alternaram momentos de euforia do público em sucessos como “This Time Around” e “Penny and Me”, dos segundo e terceiro discos de estúdio, respectivamente.

Na parte dos solos, a versão de “More Than Anything”, faixa do álbum ao vivo “Live From Albertane” (1998) cantada por Isaac, surpreendeu. No entanto, foi no solo de Taylor para “Save Me”, balada que integrou a trilha da novela “Laços de Família” (2000), que o mulherio desabou em lágrimas.

Embora o novo repertório tenha ganhado espaço nobre no show (destaque para as ótimas “Give a Little” e “Carry You There”), como esperado, foram os hits “MMMBop” e “If Only” que forçaram os pulmões da plateia e lavaram a alma da banda. Num total de 24 músicas, o grupo encerrou a apresentação com os solos de guitarra de “In The City”. Outra música para fã ouvir.

Na saída, mais tumulto. Enquanto dezenas de fãs tentavam o “atendimento” no camarim (foto e autógrafo), mais de uma centena aguardava do lado de fora, esperançosa por um aceno.

“Vai ser difícil chegar perto. Dizem que eles têm medo das brasileiras, pois somos um pouco agressivas. No aeroporto, chegaram a prensar Taylor na parede”, diz uma fã entre risos. Por essa, ninguém esperava.

Fonte: Folha de S. Paulo

7 de novembro de 2011 por antena1

Janet Jackson adia apresentação no Brasil

A cantora Janet Jackson adiou o show que faria no Brasil, no dia 9 de dezembro. De acordo com a produtora Time For Fun, responsável pelo evento que aconteceria no Credicard Hall, em São Paulo, a decisão se deu por conta de gravações de um filme que conflitam com agenda da turnê.

Em nota oficial divulgada pela Time For Fun, Janet “lamenta o ocorrido e espera poder se apresentar no Brasil num futuro muito próximo”.

O show faria parte da turnê Number Ones – Up, Close and Personal, que reúne hits dos quase 30 anos de carreira da artista.

Fonte: UOL

1 de novembro de 2011 por antena1

Aerosmith dá aula de rock & roll em show para 32 mil pessoas

A chuva não deu muita trégua. Mas isso não foi problema algum para os integrantes do Aerosmith e as cerca de 32 mil pessoas que estiveram presentes no show realizado na noite deste domingo (30), na Arena Anhembi, em São Paulo. Steven Tyler e banda, que estão percorrendo a América Latina com a turnê “Back On The Road Tour”, mostraram para quem quisesse ver, e ouvir, que mesmo com 40 anos de estrada eles ainda têm pique para dar e vender.

Assim, com o público nas mãos, “Ride of the Valkyries” –do compositor alemão Wagner– abriu às 20h16 o espetáculo. “Draw the Line” (de 1977, do álbum homônimo) deu início ao repertório da banda, que desta vez estava mais carregado de clássicos do que na última performance da banda por aqui, em 30 de maio de 2010. Logo depois da primeira música, um fã gritou para todo mundo ouvir “Chupa, Axl Rose”, em referência ao show do Guns N’ Roses realizado no início deste mês, no Rock In Rio, com um Axl já velho e quase sem voz.

“Same Old Song and Dance” (1974) e “Mama Kin” (1973) foram bem recebidas pelos fãs, seguida de “Janie’s Got a Gun” (1989), com o público cantando a letra toda junto com Tyler. Mas um dos momentos mais memoráveis foi quando o cantor começou, à capela, “What It Takes” (1989). De repente, por alguns instantes, ele parou e deixou que apenas as pessoas cantassem, transformando o Anhembi num imenso coral.

Os hits foram selecionados preciosamente: de “Cryin” (1993) a “Love in an Elevator” (1989) e até “Angel” (1987), que foi pedida em coro pelo público e atendida imediatamente. Para fechar, um cover: o blues de 1951 “Train Kept A-Rollin’”.  Os solos foram comedidos para não cansar o niguém. O guitarrista Joe Perry — acompanhado com a guitarra base de Brad Whitford– mostrou todo o seu vistuosismo; o baixista Tom Hamilton deu suas dedilhadas antes de tocar “Sweet Emotion”; já o baterista Joey Kramer tocou até com as mãos, sem baquetas.

Tyler pulou e cantou durante as 2 horas de show, não trocou uma única vez de roupa, tocou bateria, dançou com uma boneca inflável atirada no palco pelos fãs e não deixou que a idade — e até mesmo os machucados provenientes da queda ocorrida no Paraguai– lhe tirassem nem um grama de energia e simpatia. Afinal, ser um “rock star” lindo e magro, e com a mesma potência vocal dos anos 90, é para poucos.

SET LIST AEROSMITH

Draw the Line
Same Old Song and Dance
Mama Kin
Janie’s Got a Gun
Livin’ on the Edge
Rag Doll
Amazing
What it Takes
Last Child
Combination (música cantada por Joe Perry, com Tyler de backing vocal)
I Don’t Want to Miss a Thing
Cryin’
Sweet Emotion

Bis
Dream On
Love in an Elevator
Walk this Way
Angel
Train Kept A-Rollin’

Fonte: UOL

31 de outubro de 2011 por antena1
Av Eugênio Bernardi, 534 • Parque Bela Vista • Votorantim - SP
15 3243.3540
Simdigital Criação de Sites