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‘Nos Bares da Vida’ vai agradar aos fãs do ‘Rei’

Começa nesta 5ª feira (2) e segue até domingo (5), no auditório “Pedro Salomão José” (da Escola Municipal “Getúlio Vargas”), a décima segunda edição do projeto “Nos Bares da Vida”. Este ano, o grupo apresenta um show com repertório dedicado às composições de Roberto Carlos. “As Canções que Você fez pra Mim” é o título do espetáculo, cuja arrecadação será revertida a instituições beneficentes. A apresentação faz, assim, um retrospecto da carreira do “Rei”, indo da Jovem Guarda aos temas românticos.

Quase trinta voluntários se revezam no palco para interpretar músicas que marcaram época. O elenco destaca as participações de Diógenes Campos, que já gravou vários CDs e repassou a renda a entidades assistenciais e do garoto João Victor Chagas, de 12 anos. Uma das veteranas da produção, Magda Gazzi, destaca que o grupo se tornou “uma grande família”, na qual todos se ajudam. “É muito gratificante participar do projeto e saber que ajudamos pessoas que precisam”.

O “Nos Bares da Vida” surgiu no final dos anos 90, quando a febre do karaokê tomou conta da cidade. Foi nesse ambiente que parte da formação se reuniu para levar adiante a ideia de montar um show. Doze anos depois, o grupo incorporou a produção à agenda cultural do município e abre, a cada nova edição, espaço para novos talentos. Em 2010, a renda será revertida à Fundação Melanie Klein (Sorocaba), Lar Criança Feliz (Salto de Pirapora) e à ação entre amigos a favor de Claudineia Golvoni (Sorocaba).

Os ingressos estão à venda e podem ser adquiridos aos preços de R$ 15 (antecipadamente) e R$ 30 (nos dias das apresentações). As reservas podem ser feitas pelos telefones (15) 3231-8970 e (15) 9774-4481. Quem quiser participar da próxima edição do show, pode manter contato pelo e-mail toplinesomeluz@globo.com, com o assunto: “cantor”. Já entidades que queiram se cadastrar para receber futuras doações, podem enviar mensagem para o mesmo endereço, com o assunto: “entidades cadastro”.

As sessões acontecem nos seguintes horários: hoje e amanhã, às 20h30; no sábado às 19h30 e 21h30. No domingo, às 20h. O auditório “Pedro Salomão José” da Escola Getúlio Vargas, fica na avenida Eugênio Salerno, 298.

fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

2 de setembro de 2010 por antena1

Banda Bola de Meia: para ouvir e para ver

Pirofagia, malabares, interpretação, música: acontece de tudo um pouco na performance do Bola de Meia, banda que venceu a terceira edição do Festival de Inverno do Botequim do Bozó e que abre, no próximo dia 19 de setembro, o show que o “Charlie Brown Jr.” faz em Sorocaba. A trupe desenvolve uma proposta bastante variada: toca reggae, hip-hop, samba-rock, forró e algo que chama de “derivados da música popular brasileira”.

Tudo começou há dois anos, quando o MC Poft (um dos quatro da formação) teve a ideia de juntar os bits dos Djs com a pegada da banda instrumental, fazendo rimas dentro do free style (como é chamado o improviso nesse tipo de trabalho).

Até aí, pouca novidade. Não são assim tão raros, afinal, os conjuntos que atuam nessa vertente. A virada no caso do Projeto Bola de Meia se deu com a chegada do ator e diretor Márcio Lima. Foi ele quem sugeriu ao conjunto que incrementasse as apresentações com elementos da arte circense.

Mais do que isso, o Bola abriu espaço para skatistas, surfistas, grafiteiros e atores de teatro de rua. Por conta disso, começou a conquistar o seu espaço e a cumprir agenda nos principais espaços alternativos da cidade e da região.

Quem assistiu à final do encontro promovido pelo Botequim do Bozó, em agosto, gostou de ver o desempenho do grupo na rua. “A gente brincou com quem passava por ali, abordamos alguns carros, tudo para reforçar nossa proposta”, comentou Poft. “Neguim e Karatêr Kid” foi a música escolhida pelo júri. Faixa do CD demonstrativo que o conjunto produziu, a canção fala do cotidiano dos jovens da periferia, da realidade com a qual eles convivem. Não soa, contudo, panfletária.

Poft diz que o discurso contra a exclusão e a crítica social podem ser feitos de forma menos densa, com mais leveza. “Não somos alienados, ou indiferentes à causa, mas não é preciso bater sempre na mesma tecla, repetir o que muitos já sabem. Nossa função é levar alegria ao público”. Musicalmente, o Projeto Bola de Meia pode ser definido como uma “mistura” de estilos, na qual os integrantes tocam cavaquinho, guitarras, usam samplers, picapes e bateria, entre outros instrumentos. Nas cerca de quinze composições já gravadas, o conjunto visita gêneros variados, o que permitiu que convidasse artistas locais para participações especiais, caso do Maria Madame. “Eles têm muito a ver com aquilo que fazemos”.

Na batalha para alcançar o sucesso, a carreira da banda ganhou impulso com os shows “Natural Surf”, e “Circo que Não Existe”, este último junto com os “Caras Pintadas”. O grupo já abriu apresentações de grupos como “Planta e Raiz”, “Expressão Regueira”, “Usina Reggae”, “Damata” e “To Fly”. Enquanto cumpre a agenda, o Bola de Meia trabalha duro para conseguir gravar o primeiro álbum e DVD. “Não é fácil, mas vamos insistir e esperamos contar com o apoio de quem aposte no nosso potencial”, comentam. A banda é formada por Durval Groove, Marinho Gordão, Rafael Balduino, Rafael Sudário, Dj Subrinho, Poft, Spok, Marcio Nanico e Bugão. Quem quiser conhecer o trabalho do grupo, pode consultar o endereço www.myspace.com/projetobolademeia ou, ainda, manter contato pelos telefones (15) 9714-9086 e 3239-9086.

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31 de agosto de 2010 por antena1

Pela primeira vez em SP, Lionel Richie ignora novo disco em show e exibe sentimentalismo sem pudor

Há dois grupos fáceis de reconhecer nas pessoas que vão ao show de Lionel Richie: aquelas que querem ouvi-lo cantar e aquelas que querem se ouvir cantar. Compreensível, já que em seus 61 anos de idade o cantor passou 42 deles mantendo uma respeitável coleção de hits, distribuída em uma dezena de compilações e discos ao vivo. E para mais uma coletânea digna de sua carreira –solo ou com os Commodores–, Lionel selecionou 20 músicas para cantar junto com o público de São Paulo, na noite deste sábado (28), no Ginásio do Ibirapuera.

Pela primeira vez no Brasil, Lionel veio com uma missão: satisfazer o público e dar aos fãs o que eles querem. Talvez por isso nenhuma música de “Just Go” –seu disco mais recente, lançado no ano passado sem causar efeito nas paradas– tenha encontrado espaço no repertório. Decisão acertada, já que o álbum soa como um genérico do R&B atual, em que Lionel tenta se inserir na cena norte-americana a reboque de Akon, Ne-Yo, Tricky e companhia. A (única) referência ao novo trabalho no show limitou-se à reprodução da capa do CD num telão de seu cenário.

À frente de uma multidão que, aparentemente, o encontrou pela primeira vez em vinil, um sorridente Lionel Richie apareceu às 22h no palco –com meia-hora de atraso– dançando ao som de um remix que introduziu “All Around The World”, lançada em 2007 em um outro remix de Bob Sinclar. Todo de preto e vestindo calças justas, seu guarda-roupa parece não ter mudado muito durante sua carreira. Felizmente, sua voz também não, como mostrou na sequência com “Penny Lover” e em 1h30 de show –pouco para quem disse que “demorei muito para estar aqui, e agora que estou não vou deixa-los nunca mais”.

No palco, Lionel exibe todo seu sentimentalismo sem qualquer pudor. Estão lá “Easy”, seu hit de 1977 feito para colocar os Commodores no mainstream e sua melodia irresistível intercalando versos de “My Love”, e os acordes ao piano de “Three Times a Lady” (lembrando aqui quando é comparado a Barry Manilow), “Stuck On You”, “Still”, “Oh No”, do mega-hit “Say You Say Me” e de “Endless Love”, antecipada por um pedido: “eu faço a minha parte e vocês fazem a parte de Diana Ross”, disse ao convocar a plateia para cantar. Em todas elas, o cantor fez seus clichês de amor tomarem coro.

Mas nem só de balada vive o repertório de um ex-Commodores: “Running With The Night”, “Dancing On The Ceiling” e “Fancy Dancer” fizeram o público deixar as cadeiras pelas quais pagaram entre R$ 250 e R$ 700 para sentar. E se o som defeituoso do Ginásio não colaborou na execução das músicas, especialmente naquelas em que os agudos de Lionel encontravam-se com os solos de sax, a plateia se entregava ao carisma do cantor, que mandava beijos ao ar e exclamava um “inacreditável” ao fim de cada música acompanhada pelas vozes de múltiplas gerações.

Com pouco mais de uma hora de show, Lionel Richie já estava no bis, reservado para outras três de suas grandes composições. De 1984 ele trouxe “Hello”, tocada ao piano e mantendo toda a tensão de um amor não correspondido nesses 26 anos de sua composição. Num passo atrás para 1983, o dance caribenho “All Night Long” despertou no público o clima de “party, karamu, fiesta”, mas que não durou a noite toda. “We Are The World”, aquela famosa canção beneficente feita junto a Michael Jackson, foi bem apropriada como música de final de festa. A continuação fica para este domingo (29), quando o cantor se apresenta no HSBC Arena do Rio de Janeiro.

fonte:www.uol.com.br

30 de agosto de 2010 por antena1

Mariah Carey canta grandes sucessos e reúne tribos em Barretos (SP)

O show, programado para começar à meia noite deste domingo (22), atrasou 1h30. O público, de aproximadamente 40 mil pessoas, já vaiava quando Mariah Carey subiu no palco da Festa do Peão de Barretos (SP) e começou a cantar o hit “Shake It Off”.

Depois da primeira música, a cantora norte-americana conversou com os fãs e desculpou-se pelo atraso, disse que estava no Twitter e perdeu a noção do tempo. Como forma de se desculpar, ela apareceu vestida de princesa: “Porque é assim que vocês fazem eu me sentir”, explicou.

Acompanhada de seis dançarinos, três backing vocals e sua banda, Mariah cantou as clássicas “Always Be My Baby”, “I’ll Be There” e “Heartbreaker”, a aguardadíssima “Hero” e levou a plateia ao delírio com seus agudos espetaculares.

“I’ll Be There e Hero marcaram minha vida”, comentou o assistente Anderson Faria, 20, que mora em Guaianases, na zona leste de São Paulo, e ganhou dispensa no trabalho para vir a Barretos.

Ele explicou que não gosta de sertanejo, “mas também não tenho nada contra”. “É engraçado estar aqui. Se tivesse que escolher, preferiria o R&B ou até mesmo o samba e o pagode. Mas, já que estou aqui, acho que vou curtir um pouco a Festa do Peão depois do show”, contou.

Durante o show, ele exibia orgulhoso uma camiseta cheia de lantejoulas, onde se lia “Mariah, I cry for you”. “Quero chamar a atenção dela, brilhar para ela me ver, por isso pedi para um amigo meu fazer essa camiseta para mim”, disse.

Em dado momento da apresentação, um garoto vestido de preto, usando um tênis cano alto branco com detalhes fosforescentes e uma enorme franja grudada na testa era visto ao lado de um jovem de camisa xadrez, calça jeans, cinto, bota e chapéu. Além de Mariah, a arena do rodeio de Barretos viu o encontro inusitado de tribos.

Um encontro, aparentemente, pacífico. “Eu estou adorando Barretos. Foi muito legal fazerem o show aqui”, afirmou o laboratorialista Sérgio Lage, 21, que, devidamente trajado com uma camiseta purpurinada da cantora, enfrentou uma viagem de oito horas entre o Guarujá, no litoral paulista, e a terra do rodeio.

O amigo dele, Tiago Diniz, 23, também parecia empolgado com o mundo sertanejo. “Eu tinha dois sonhos: conhecer Barretos e ver um show da Mariah, então estou realizando dois sonhos. Para melhorar, só falta ter mais peões andando por ai”, disse.

Os sertanejos também gostaram da mistura eclética. “Eu acho diferente, bem diferente”, enfatizou o químico Julio Cesar Meneghetti, 24, que é de Barretos e nunca tinha visto um público tão diverso na festa, da qual ele participa todos os anos. “Mas é legal ter esses shows também”, completou.

“Tem lugar para todo mundo, o coração é grande”, afirmou a professora Tatiane Santana, 25, moradora da cidade e fã de Victor & Leo e Luan Santana.

Mas nem todos receberam bem os novos convidados. “Fazer o que, né?”, reclamou a secretária Andrea Oliveira, 36, que também é da região e não parecia muito feliz com a invasão de jovens apaixonados por Mariah.

Quem não quis ver o show ou não quis pagar os R$ 200 da entrada, ficou passeando pelo parque, que estava cheio.

“Desisti de ver a Mariah”, contou a vendedora Raquel Lima, 23. “Essa mulher chega aqui na nossa cidade e fica fazendo tanta exigência, sendo tão fresca, que desanimei”.

“Eles tinham que trazer a Shania [Twain, a musa do country norte-americano], não a Mariah, que fica atrapalhando até a vida dos competidores com tanta medida de segurança. Ela pensa que está no país dela?”, desabafou a estudante Cecília Leite Martins, 18, que veio de Potirendaba, no interior paulista, com o namorado, que é competidor do rodeio.

Constavam da lista de exigências feitas por Mariah: decoração sóbria e móveis confortáveis no camarim, água importada Fiji, suco de cranberry, alimentos frescos e orgânicos, asinhas de frango, pasta de amendoim, cookies, muffins, brownies e pipoca de micro-ondas. Também foi montado um megaesquema de segurança em torno da cantora.

fonte:www.uol.com.br

23 de agosto de 2010 por antena1

Simple Minds comemora 30 anos de carreira, mas continua com os pés na década de 80 em show em SP

A descendência oitentista do Simple Minds está reabilitada. Apesar de ter atravessado as últimas três décadas lançando rotineiramente discos de inéditas, o vocalista Jim Kerr e o guitarrista Charlie Burchill, únicos remanescentes da formação original, serão lembrados mesmo é pelo que fizeram lá atrás. Pelo menos para as quase 3.000 pessoas que, aparentemente, cruzaram os anos lado a lado da banda e preencheram nesta terça-feira (17) gelada em São Paulo metade da casa de shows Via Funchal.

Acompanhados de Mel Gaynor (bateria), Eddie Duffy (baixo) e Andy Gillespie (teclado), além de uma cantora, os dois músicos voltaram ao país em comemoração aos 30 anos de carreira e impulsionados pelo trabalho mais recente, “Graffiti Soul”, de 2009. Essa terceira passagem do Simple Minds ao Brasil era para ter acontecido em setembro do ano passado, ainda no auge do lançamento de “Graffiti Soul”, mas uma quebra de acordo entre produtores e banda fez os escoceses cancelarem a viagem.

E, mesmo com o adiamento de um ano, o tempo parece ter sido insuficiente para o público digerir as novidades. No show, faixas como “This Is It”, “Moscow Underground” e o single “Rockets”, todas de “Graffiti Soul”, foram recebidas sem muito entusiasmo, assim como “Stars Will Lead The Way”, que no palco perde um pouco da cópia do U2 que a banda continua imprimindo em seus discos há pelo menos duas décadas.

Ao vivo, o Simple Minds não incita fortes emoções. A banda segue num ritmo cadenciado que pouco se arrisca a ser rompido. E o público não reclama, aplaude, acompanha quase com indiferença. Até que, uma hora depois do início do show, a plateia inflama ao ouvir em dobradinha os dois motivos que catapultaram os escoceses ao mundo: “Don’t You (Forget About Me)” e “Alive & Kicking”, ambas de 1985.

Não que o Simple Minds tenha lançado material descartável além destes hits instantâneos. Nos 16 álbuns da discografia, há boas inspirações que foram garimpadas no show como “Sanctify Yourself” (1985), que abriu a apresentação, “Waterfront” (1984), “Someone, Somewhere In Summertime” (1982) e “Once Upon a Time” (1985). A demagoga “Mandela Day”, de 1989, vai bem com os fãs.

Apesar da extensa discografia, a banda parece também contribuir para que os fãs não esqueçam das décadas passadas. No show de 1h50 de duração, os anos de 1990 apareceram em “See the Lights” e “Hypnotised”. Não fosse por “Graffiti Soul”, os anos 2000 seriam representados apenas por “One Step Closer” (2002) e duas releituras de 2001 que ficaram para o bis: “Neon Lights”, do Kraftwerk, e uma versão estendida de “Gloria”, da banda Them de Van Morrison.

O Simple Minds é uma banda correta e carismática no palco, dona de um repertório regular que nem chega a soar datado de determinada época, mas ainda assim o grupo parece resvalar-se numa fórmula que não o permite se sobressair e ser mais do que poderia ser. Talvez o que falte ao Simple Minds seja um palco que gire em 360º e um “The Joshua Tree” na discografia.

fonte:www.uol.com.br

19 de agosto de 2010 por antena1

Começa venda de ingressos para show do Black Eyed Peas em SP; preços variam entre R$ 100 e R$ 600

Começa nesta terça-feira (17) a venda de ingressos para a apresentação da banda Black Eyed Peas em São Paulo no dia 4 de novembro no Estádio do Morumbi.

O preço dos ingressos varia entre R$ 100 (arquibancada laranja) e R$ 600 (pista golden) e podem ser adquiridos na bilheteria do Estádio do Morumbi, no Morumbi Shopping, pela internet, pelo telefone 4003-1527 ou nos pontos de venda cadastrados. O DJ David Guetta, produtor do single “I Gotta Feeling”, vai participar da apresentação.

O Black Eyed Peas ainda tem mais oito shows agendados no país. A banda começa sua turnê brasileira em Fortaleza (Ceará Music Festival) no dia 15 de outubro, toca em Recife (Jockey Club) e Salvador (Parque das Exposições) nos dias 17 e 19 e em Brasília (Estádio Mané Garrincha) no dia 22. Depois, segue para o Rio de Janeiro, onde se apresenta na Praça da Apoteose no dia 24 e, na sequência, em Belo Horizonte (Mega Space) no dia 26. Por fim, o grupo norte-americano toca em Porto Alegre (estacionamento da FIERGs) no dia 29 de outubro e em Florianópolis (Arena Show) no dia 1º de novembro.

A atual turnê do Black Eyed Peas é impulsionada pelo multiplatinado album “The E.N.D.”, que saiu em 2009 e lançou os hits “Boom Boom Pow”, “I Gotta Feeling” e “Imma Be”. Essa será a primeira vez que will.i.am, apl.de.ap, Taboo e Fergie se unem para realizar shows no México e na América do Sul desde a excursão mundial de 2006, “Monkey Business”. Até o momento, a banda já fez 18 shows na Europa e 35 nos Estados Unidos, que se somarão a mais 16 shows que estão fazendo atualmente na América do Norte.


BLACK EYED PEAS EM SÃO PAULO

Quando: 04/11
Onde: Estádio do Morumbi (Praça Roberto Gomes Pedrosa, s/n)
Quanto: R$ 150 (arquibancada especial vermelha), R$ 100 (arquibancada laranja), R$ 140 (arquibancada vermelha e azul), R$ 400 (cadeira premium laranja), R$ 500 (cadeira premium azul), R$ 300 (cadeira coberta laranja), R$ 200 (pista), R$ 500 (pista premium) e R$ 600 (pista golden); há meia-entrada para todos os setores
Ingressos: na bilheteria do Estádio do Morumbi, no Morumbi Shopping, pela internet, pelo telefone 4003-1527 ou nos pontos de venda cadastrados.

fonte:www.uol.com.br

18 de agosto de 2010 por antena1

Shakira planeja turnê que poderá permitir presença de fãs no palco

Shakira está planejando uma turnê “interativa” pela Reino Unido no final do ano.

A cantora tem trabalhado com o diretor de teatro Felix Barrett para a turnê “Earthly Delights” e promete uma performance cheia de energia, que poderá permitir a presença dos fãs vagando pelo palco.

Ela explicou: “estarei no Reino Unido em dezembro para trabalhar com Felix. Ele é uma daquelas mentes brilhantes, portanto estou planejando o show com ele. Terá temas e muita interação com o público”.

“Meu show terá muito disso, muita dança e alegria de viver. Sinto muita liberdade no palco. É uma correria fazer shows. Gosto de ver o rosto de todo mundo no palco, ver as reações. Normalmente você só vê quem está na frente, por conta das luzes”.

A colombiana –que se apresentou no festival Glastonbury em junho– revelou que os fãs podem esperar um show semelhante ao que foi visto no evento.

Ela adicionou ao jornal Daily Star: “vocês verão muito da energia que viram no meu show no Glastonbury, mas também haverá outros momentos que espero serem artisticamente cheios de energia. Quero sentir as coisas de perto. Minha vontade é a de juntar diferentes influências do mundo todo e apresentá-las com meu próprio estilo”.

A turnê mundial de Shakira chega ao Reino Unido no dia 14 de dezembro –começando em Manchester– e vai até o dia 20 do mesmo mês.

fonte:www.uol.com.br

13 de agosto de 2010 por antena1

Smashing Pumpkins anuncia show no Brasil em novembro

A banda norte-americana Smashing Pumpkins anunciou em seu site oficial que vai se apresentar em São Paulo, no Playcenter, no dia 20 de novembro.

No local e data acontece o festival Planeta Terra, cujos ingressos começaram a ser vendidos nesta quarta-feira. Os nomes confirmados até o momento para o festival são o grupo inglês de eletrônica Hot Chip e a banda francesa de pop rock Phoenix.

Recentemente, o líder do Smashing Pumpkins, o cantor e guitarrista Billy Corgan, desmaiou durante um show da banda na Flórida. Já recuperado, o músico se apresentou com a banda na última segunda-feira (26) em Nova York, na festa de 25 anos da revista norte-americana “Spin”.

A banda que tem sucessos como “Cherub Rock”, “1979″ e “Tonigh, Tonigh”, lançou o disco mais recente, “Zeitgeist”, em 2007. O Smashing Pumpkins já se apresentou no país em 1996 e 1998.

Fonte:www.uol.com.br

29 de julho de 2010 por antena1

Maria Gadú vai gravar DVD ao vivo em São Paulo; ingressos estão à venda

Depois de ganhar disco de platina pelo trabalho de estreia, Maria Gadú vai agora registrar em DVD o show que levou durante um ano por todo o Brasil, incluindo novas músicas e participações especiais. A gravação do “Multishow Ao Vivo – Maria Gadú” será na quinta-feira (29), no Credicard Hall, em São Paulo.

Os ingressos para o show custam R$ 50 (plateias superiores 1 e 2), R$ 60 (pista e plateia superior 1), R$ 80 (poltrona setor 2), R$ 100 (poltrona setor 1), R$ 120 (camarote setor 2) e R$ 150 (camarote setor 1) –há meia-entrada para todos os setores. As entradas já estão à venda pelo site www.ticketsforfun.com.br, pelo telefone 4003-5588, na bilheteria do Credicard Hall e em pontos de venda credenciados.

Junto com a banda formada por Cesinha (bateria), Doga (percussão), Maycon (teclados), Gastão Villeroy (baixo) e Fernando Caneca (guitarra), Maria Gadú vai levar ao palco músicas que entraram em seu primeiro disco, entre elas “Encontro”, “Bela Flor”, “Tudo Diferente”, “Dona Cila” e o hit “Shimbalaiê”, além de sua versão para “A História de Lily Braun” e “Lanterna dos Afogados”.

Gadú também promete surpresas, como a música “Altar Particular”, em que chama ao palco os amigos que fazem parte de sua história. Em “Linda Rosa”, divide o microfone com seu antigo companheiro Leandro Léo. Haverá ainda participação de jovens nomes da música popular brasileira, como Os Varandistas (Áureo, Gugu Peixoto, Tomas, Fred, Luiz Kiari e Leandro Léo), Dani Black e Murá.

A censura do show é 16 anos, mas jovens de 14 e 15 anos podem entrar acompanhados dos pais ou responsáveis legais. São esperadas mais de 5.700 pessoas para a gravação do DVD, que ainda não tem data de lançamento definida.

MARIA GADÚ EM SP
Gravação de DVD

Quando: quinta-feira (29), a partir das 21h30
Onde: Credicard Hall (av. das Nações Unidas, 17.955, Santo Amaro)
Quanto: R$ 50 (plateias superiores 1 e 2), R$ 60 (pista e plateia superior 1), R$ 80 (poltrona setor 2), R$ 100 (poltrona setor 1), R$ 120 (camarote setor 2) e R$ 150 (camarote setor 1) –há meia-entrada para todos os setores
Ingressos: www.ticketsforfun.com.br, 4003-5588, bilheteria do Credicard Hall e pontos de venda credenciados
Censura: 16 anos

Fonte:www.uol.com.br

21 de julho de 2010 por antena1

Billy Sherwood, do Yes, sobe ao palco ao lado da Banda do Sol

Agora é oficial: com direito a todo aparato técnico e à infraestrutura que o evento requer, a Banda do Sol faz, no dia 28 de agosto, às 19h, o show de lançamento do álbum “Tempo”. O concerto, no Campolim, em Sorocaba, conta com a participação do ex-guitarrista do Yes, Billy Sherwood, e da Orquestra Sinfônica Municipal, mantida pela Fundec, sob a regência do maestro Eduardo Ostergren. A entrada é franca. A produção do Concerto de Rock Sinfônico está a cargo do compositor Carlos Madia. Foi dele a ideia de abrir espaço para a volta do hoje quinteto que reúne Alex Bessa, Cesinha, Fran Simi, Fabinho e Moa Júnior .O grupo que já tinha realizado o sonho de ter o CD mixado por Sherwood está, agora, literalmente, muito mais perto do ídolo.

 “A gente não acredita. Estamos numa expectativa tremenda, não vendo a hora que chegue logo a data”, contou o veterano guitarrista Fran Simi. Sherwood também está entusiasmado. Ele, que esteve no Brasil há dez anos com parte da consagrada formação do Yes (Jon Anderson, Chris Squire, Steve Howe e Alan White), contou ao jornalista Eliton Tomasi, produtor da banda, que aguarda ansioso para voltar ao país e dividir o palco com os novos pupilos.

 A apresentação será dividida em duas partes: na primeira a Banda do Sol interpreta as faixas do recém-lançado CD (já disponível, aliás); na segunda, Billy Sherwood visita clássicos do conjunto, um dos mais importantes da cena progressiva, como “Owner Of A Lonely Heart” e “Roudabout”. Billy e o vocal B.J., de São Paulo, deverão cantar nesse momento.

Ele também repassa temas de projetos paralelos de que participa como as bandas “Conspiracy” (com o baixista Chris Squire) e “Yoso” (com o ex-vocal do “Toto”, Bobby Kimball). Sherwood deve chegar à cidade com alguns dias de antecedência para ensaiar e se familiarizar com os sorocabanos.

 Com ele vem o “manager”, Leonardo Pavkovic, do selo “2 Plus”. É bem provável que o contato abra as portas para que a banda possa fazer uma turnê pelo exterior. “A possibilidade existe, sim. Nesse meio, as coisas acontecem de forma dinâmica, rápida”, explicou Eliton Tomasi. É verdade. Foi assim, com a mesma rapidez, que o conjunto chegou ao astro do rock. Só para lembrar, a Banda do Sol postou na internet uma das faixas do disco. Lincado, Sherwood se interessou pelo trabalho e, conversando com Eliton Tomasi, acabou por fazer a mixagem do álbum. Além dele, Joe Gastworth, por cujas mãos passaram discos de Paul McCartney e Jimmi Hendrix, assina a masterização.

 O curioso é que nenhuma das partes se conhece pessoalmente. Não até o próximo mês de agosto, pelo menos. Tudo foi feito da forma mais impessoal possível. Os arquivos com as músicas foram encaminhados via e-mail e trabalhados digitalmente. O material recebeu, na etapa seguinte, um tratamento que melhorou sua qualidade. “É só prestar atenção e ver que o som está nítido, cada instrumento aparece com clareza, perfeição”, entusiasma-se Fran, ao mostrar o disco. A produção do show deverá contar com o que existe de mais avançado tecnicamente. A direção está a cargo de Maurício Trindade, que escreveu os arranjos e trabalha com equipamentos de última geração. A iluminação também promete ser uma atração à parte.

 Para bancar a produção, Madia dá continuidade ao Sonoridarte, projeto aprovado e bancado com recursos da Lei Rouanet. Esta é segunda atração realizada na cidade. A primeira, “Seu Rosa e Seu Barbosa”, homenageou, em abril, o centenário de nascimento de Adoniran Barbosa e Noel Rosa.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

14 de julho de 2010 por antena1
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