A banda Rebeldes, da novela “Rebelde” da Rede Record, irá fazer um show extra na próxima segunda-feira (5). Os ingressos da apresentação de domingo esgotaram no último final de semana e as entradas para a nova apresentação já estão à venda.
A temporada de shows com os seis atores que protagonizam a trama — Lua Blanco, Mel Fronckowiack, Sophia Abrahão, Arthur Aguiar, Chay Suede e Micael Borges– começou em Porto Alegre no dia 30 de outubro, um mês após o lançamento do CD “Rebeldes”.
Em novembro, o álbum ganhou disco de ouro e já ultrapassou a marca de 50 mil cópias vendidas.
Quando: 5/12
Onde: Espaço das Américas. Rua Tagipuru, 795.São Paulo
Horário: 18h
Preços: Pista -R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia) / Pista Premium VIP – R$ 200 (inteira) e R$ 100 (meia)
Vendas: www.ticket360.com.br
Censura: Menores de 12 anos devem estar acompanhados pelos pais ou responsáveis
Fonte: UOL
“Por essa, eu não esperava”. A frase do ambulante que vendia hambúrgueres em frente ao Citibank Hall, onde a banda americana Hanson se apresentou na noite de ontem (6), foi reproduzida diversas vezes dentro da casa de shows.
Por um fã que chegou atrasado e se espremeu na parede; por jornalistas que tentavam entrar no backstage (alguns agrediam assessores verbalmente); e até pela T4F –organizadora do show–, que improvisou às pressas uma coletiva antes dos portões serem abertos.
Ninguém esperava mesmo que os irmãos Isaac, 30, Taylor, 28, e Zac, 26, ídolos pop da década de 90 e que hoje seguem carreira independente, ainda pudessem fazer fãs passarem mal (uma garota teve de ser socorrida às pressas quando a banda ainda nem havia entrado no palco) e esperarem dias numa fila para conseguir um lugar no gargarejo.
“Você sabe a que horas sai o avião deles para a Argentina?”, perguntou à reportagem Fred Jonathas, 24, que quer um assento no voo que o trio tomará, hoje, para Buenos Aires. “É que vou até lá assistir ao show deles na quarta. Não consegui ir ao de Porto Alegre na última sexta”. Ele e um grupo de dez meninas faziam vigília em frete ao Citibank Hall desde quinta (3).
Às 20h35, com a casa lotada, o trio subiu ao palco arrancando gritos e lágrimas da plateia. “Isso tudo para eles?”, questionou uma jornalista descrente. Se o furor do público é o mesmo de anos atrás, no palco o Hanson mostrou-se bem diferente do que em 1997, quando, ainda adolescentes, ganharam os holofotes.
Ao abrir o show com a animada “Waiting For This”, do último disco “Shout It Out” (2010), a banda provou seu valor. As boas viradas de Zac na bateria e o conforto de Isaac na guitarra levantaram a plateia, formada essencialmente por jovens entre 20 e 30 anos.
Seguros, entoaram “Where’s The Love”, clássico do primeiro álbum “Middle of Nowhere”, e “Thinking ‘Bout Something”, do mais recente. Daí em diante, uma enxurrada de hits e surpresas marcaram a apresentação, pensada para os fãs de longa data.
Boas performances de Taylor no piano em músicas não tão conhecidas do grande público, como “Man From Milwaukee” e a mediana “Crazy Beautiful”, alternaram momentos de euforia do público em sucessos como “This Time Around” e “Penny and Me”, dos segundo e terceiro discos de estúdio, respectivamente.
Na parte dos solos, a versão de “More Than Anything”, faixa do álbum ao vivo “Live From Albertane” (1998) cantada por Isaac, surpreendeu. No entanto, foi no solo de Taylor para “Save Me”, balada que integrou a trilha da novela “Laços de Família” (2000), que o mulherio desabou em lágrimas.
Embora o novo repertório tenha ganhado espaço nobre no show (destaque para as ótimas “Give a Little” e “Carry You There”), como esperado, foram os hits “MMMBop” e “If Only” que forçaram os pulmões da plateia e lavaram a alma da banda. Num total de 24 músicas, o grupo encerrou a apresentação com os solos de guitarra de “In The City”. Outra música para fã ouvir.
Na saída, mais tumulto. Enquanto dezenas de fãs tentavam o “atendimento” no camarim (foto e autógrafo), mais de uma centena aguardava do lado de fora, esperançosa por um aceno.
“Vai ser difícil chegar perto. Dizem que eles têm medo das brasileiras, pois somos um pouco agressivas. No aeroporto, chegaram a prensar Taylor na parede”, diz uma fã entre risos. Por essa, ninguém esperava.
Fonte: Folha de S. Paulo
Em um show com cerca de 60 músicas, o grupo de pagode Exaltasamba se apresentou nesta quinta-feira (3) no Credicard Hall em São Paulo. Os três dias de shows na cidade marcam a despedida dos palcos em casas grandes e celebra os 25 anos de carreira da banda. Regado a funk, pagode e pop, o vocalista Thiaguinho rebolou até o chão e agitou os fãs que lotaram o local nas três horas de apresentação.
Com 30 minutos de atraso, os pagodeiros abriram a noite com a frase típica dos exaltamaníacos “Ousadia e Alegria” e emendaram o hit “Tô Dentro, Tô Fora” para enlouquecer os fãs, em sua maioria mulheres que gritavam desesperadamente para os músicos.
Somente após nove músicas, Thiaguinho cumprimentou o público e disse: “O show é de vocês. Eu quero que esse fim de semana seja o mais gostoso da história do Exalta. Vai começar o pancadão”. Diferentemente do show de gravação do DVD, o cantor de funk Mr. Catra não esteve presente, mas mesmo assim a música “A Gente Faz a Festa” não deixou de ser tocada.
Entre sucessos novos e antigos, como “Nuvens de algodão”, “Mais que Amigo”, “Acordar com Você”, “Uma Carta para Deus”, “Até o Sol Quis Ver”, Thiaguinho, Thell, Péricles, Pinha e Brilhantina rezaram o “Pai Nosso” que foi seguido por fãs em demonstração de fé.
Em contrapartida, após tocarem hits “1 Minuto”, “Não Tem Hora e Nem Lugar”, “Megastar” e “Fugidinha”, as luzes baixaram, o estilo cabaret foi implantado e o pagode deixado de lado para que as músicas pop e funk tomassem conta da apresentação. Lady Gaga, Black Eyed Peas e outros, foram homenageados pela banda e o funk proibidão fez com que a mulherada delirasse em danças sensuais e provocantes por 40 minutos.
Regada a cerveja, a galera ainda teve pernas para sambar por mais 20 minutos ao som de “É no Pagode”, “Livre pra Voar”, “Tchau e Bença” e “Ta Vendo Aquela Lua”. Como sempre, Exaltasamba encerrou com a música clássica “Vou Pedir pra Você Voltar” do cantor Tim Maia.
Fonte: UOL
Cruzeiro e São Paulo se enfrentam às 21h50 desta quarta-feira, em Sete Lagoas, pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro, em jogo que um eventual empate não agradará a ninguém. Os donos da casa, próximos da zona de rebaixamento, precisam desesperadamente da vitória para respirar na competição. Já os paulistas, com três pontos, ficarão apenas um atrás do líder Vasco.
Para evitar o nono jogo seguido sem vitória, a Raposa contará com algumas modificações na equipe titular, em relação ao time que foi derrotado pelo Grêmio, no domingo passado, por 2 a 0. O técnico Vágner Mancini poderá contar com o volante Marquinhos Paraná e o atacante Wellington Paulista.
No entanto, apenas o volante deve ser titular diante do Tricolor. O técnico Vágner Mancini deve escalar Keirrison e Farías no ataque.
Fábio, capitão do Cruzeiro, pediu muita dedicação e empolgação dentro de campo para que a situação ruim no Campeonato Brasileiro seja revertida. O camisa 1 lembrou que a trajetória no mundo do futebol não é fácil para ninguém e até chegar em um grande clube, como a Raposa, o caminho é árduo e espinhoso.
“Cada um tem sua história. Tenho certeza que cada jogador que está aqui, nenhum teve facilidade para conseguir ser contratado pelo Cruzeiro, todos tiveram que passar muitas dificuldades. Então isso já muito mais do que necessário para que todos estejam motivados”, opinou o goleiro.
Do lado do São Paulo, Adilson Batista adota o mistério para anunciar o substituto de Lucas, que está com a Seleção Brasileira. O treinador fechou o treino desta terça-feira. A expectativa é de que Rivaldo fique com a vaga, mas Carlinhos também está na disputa.
Na lateral direita, Jean voltará ao time titular já que Piris está com a seleção paraguaia e Wellington recebeu o terceiro amarelo no último jogo. No ataque, a dupla Dagoberto e Luis Fabiano está confirmada.
Depois de perder para o Flamengo em casa na última rodada, a equipe busca se redimir fora do Morumbi. Neste Brasileiro, foram sete vitórias fora de casa, o que garante ao time a melhor campanha como visitante.
“A obrigação do São Paulo é ir até Sete Lagoas e conseguir os três pontos. É um momento difícil, o Morumbi estava muito bonito para fazer uma festa para o Luis Fabiano. Agora temos que nos recuperar fora de casa”, exigiu o volante Denilson.
FICHA TÉCNICA:
CRUZEIRO X SÃO PAULO
Estádio: Arena do Jacaré, em Sete Lagoas (MG)
Data/hora: 5/10/2010 – 21h50
Árbitro: Paulo Godoy Bezerra (SC)
Auxiliares: Erich Bandeira (Fifa-PE) e Nadine Camara Bastos (SC)
CRUZEIRO: Fábio, Vitor, Naldo, Victorino e Everton; Marquinhos Paraná, Charles, Roger e Montillo; Farías e Keirrison. Técnico: Vágner Mancini.
SÃO PAULO: Rogério Ceni, Jean, João Filipe, Rhodolfo e Juan; Denilson, Cícero, Casemiro e Rivaldo (Carlinhos); Dagoberto e Luis Fabiano. Técnico: Adilson Batista.
Fonte: Bom Dia Sorocaba
A necessidade de chamamento dos jovens para que se alistem e decidam votar – mesmo quando ainda não são obrigados pela legislação – tem como base os números. Em Sorocaba, existem atualmente 2.759 inscritos como eleitores com idade de 16 e 17 anos, número que representa 0,67% do eleitorado total do município (408.351). Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) os jovens nesta faixa etária, que somam 65.285 habitantes, se alistados podem alcançar quase 16% do eleitorado. O índice de Sorocaba é menor que o da capital paulista – com 8.445.668 eleitores e 57.437 inscritos (0,68%) e do Estado de São Paulo, que tem 30.269.966 eleitores, dos quais 252.417 inscritos com 16 ou 17 anos (0,83% do eleitorado). Ainda segundo o TSE, dos 65.285 sorocabanos com esta idade, 32.881 são homens e 32.404 mulheres. O voto é obrigatório para todos os brasileiros com idade entre 18 e 70 anos e facultativo àqueles que possuem de 16 a menores de 18 anos, aos analfabetos e aos maiores de 70 anos. Os jovens de 16 a 20 anos que pretendem solicitar o título de eleitor pela primeira vez devem apresentar um documento de identificação (pode ser RG, carteira profissional, certidão de nascimento ou casamento), comprovante de endereço recente e comprovação do serviço militar (no caso dos homens).
Transferência e 2ª via
Além de estimular o alistamento, a medida de ampliação do horário de atendimento ao público, tomada pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), tem como objetivo antecipar a procura pelo serviço e, com isso, evitar as filas que sempre se formam com a proximidade do final dos prazos. Os eleitores que precisam fazer a transferência de seu título em decorrência da mudança de endereço devem procurar o cartório e apresentar documento de identificação (RG, carteira de habilitação, carteira profissional, certidão de nascimento ou de casamento), comprovante de residência recente, título de eleitor e comprovantes de votação ou de justificativa que possuir. Já a segunda via, que também pode ser solicitada aproveitando o horário estendido dos cartórios, deve ser feita mediante apresentação de um documento de identificação e dos comprovantes de votação que o eleitor possuir. O primeiro ou o novo título de eleitor ficam prontos na hora.
O atendimento nos cartórios eleitorais também já pode ser agendado pelo sistema Título Net no site www.tre-sp.jus.br. A medida, entretanto, não é obrigatória, já que para ser atendido basta que o eleitor compareça ao cartório. Em Sorocaba eles funcionam no prédio do antigo Fórum Novo, que fica na Praça da Maçonaria, s/n, no bairro do Mangal. O TRE-SP mantém ainda, à disposição do eleitor, uma Central de Atendimento pelos telefones (11) 2858-2100 ou 148.
Um ano antes
Na próxima sexta-feira, dia 7 de outubro, um ano antes das eleições do ano que vem, deve ser cumprida a primeira etapa prevista no calendário eleitoral de 2012. Nesta data encerram-se os prazos para que os partidos políticos, que pretendem participar do pleito, obtenham registro de seus estatutos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para que os candidatos a cargos eletivos estabeleçam domicílio eleitoral na circunscrição na qual pretendem concorrer e para que efetivem sua filiação nos respectivos partidos.
A próxima ação deste ano, prevista pelo TSE dentro do calendário eleitoral de 2012, tem prazo final em 19 de dezembro, o último dia para os Tribunais Regionais Eleitorais designarem os juizes eleitorais que ficarão responsáveis pelo registro de candidatos e de pesquisas eleitorais.
O Via Funchal parecia relativamente calmo, ainda que quase cheio, antes de receber sua principal atração na noite desta quarta-feira (21). Parecia, pois quando as luzes da casa se apagaram, pontualmente às 21h, uma impressionante histeria tomou conta dos brasileiros, com gritos praticamente ensurdecedores preenchendo o ambiente enquanto o cantor e compositor norte-americano Nick Jonas e os membros de sua banda, The Administration, subiam ao palco.
O músico surgiu com uma bandeira do Brasil em mãos e suas primeiras palavras e cumprimentos foram indecifráveis graças aos berros do público formado em sua grande maioria por adolescentes e pré-adolescentes do sexo feminino –alguns acompanhados de seus pais. Integrante do grupo Jonas Brothers –que passou pelo Brasil no ano passado–, Nick Jonas traz ao país a turnê de “Who I Am”, álbum lançado no começo de 2010.
Embora Nick tenha dito em entrevista ao UOL Música que sua intenção com o trabalho solo era a de fazer um disco de blue-eyed soul, a sonoridade das canções, especialmente ao vivo, fica mais próxima do funk e da música pop. A boa voz do músico é amparada –e às vezes até encoberta– pela ótima banda que o acompanha, ainda que nem todos os músicos que gravaram “Who I Am” tenham vindo para a turnê na América Latina.
As jovens garotas, algumas aos prantos, gritavam a cada nova frase de Nick que, simpático, agradeceu a todo momento a presença do público e fez questão de recolher todas as rosas jogadas no palco. Talvez por conta da exagerada empolgação e emoção, algumas pessoas chegaram a passar mal e tiveram que receber atendimento médico.
O repertório do show na capital paulista foi praticamente baseado no álbum “Who I Am”, mas algumas surpresas apareceram na apresentação, como por exemplo os covers “Yellow”, do Coldplay, “I Saw Her Standing There”, dos Beatles, “Just The Way You Are”, de Bruno Mars e “Just In Love”, de seu irmão Joe Jonas. Além disso, Nick presenteou o público paulistano com a inédita “Collide”, que foi bem recebida. Entre as faixas do trabalho com o The Administration apareceram “Rose Garden”, “Last Time Around”, “State of Emergency” e “Stronger (Back On The Ground)”, entre outras.
Mas Nick não deixou de fora canções dos Jonas Brothers (“SOS”, “Fly With Me”, “Lovebug”) e ainda tocou duas músicas dos filmes “Camp Rock”, da Disney, como “Gotta Find You” e “Introducing Me”. Para algumas dessas canções, o cantor recebeu no palco os integrantes do Ocean Grove, banda de abertura nos shows brasileiros e que costuma acompanhar os Jonas Brothers. Quem também deu as caras para um breve cumprimento foi o pequeno Frankie Jonas, o irmão mais novo de Nick.
O show teve seu fim pouco depois das 22h30, com a execução do single “Who I Am” debaixo de muita gritaria. O jovem texano, que já tornou pública sua vontade concorrer à presidência dos Estados Unidos no futuro, pode deixar o palco com a certeza de que o cargo estaria mais do que garantido se dependesse apenas do voto das fãs adolescentes brasileiras.
Veja a lista das músicas tocadas por Nick Jonas em São Paulo:
“Last Time Around”
“State of Emergency”
“Inseparable”
“SOS”
“Yellow” (Coldplay)
“A Little Big Longer”
“Conspiracy Theory”
“Rose Garden”
“Gotta Find You” (Camp Rock)
“Introducing Me” (Camp Rock)
“I Saw Her Standing There” (Beatles)
“Just The Way You Are” (Bruno Mars)
“Just In Love” (Joe Jonas)
“BB Good/Still In Love With You”
“Collide”
“Fly With Me”
“Lovebug”
“Stronger (Back On The Ground)”
Bis
“Stay”
“Who I Am”
Fonte: UOL
Um clássico sem gols, sem cartões vermelhos, sem lances polêmicos, mas mesmo assim bastante tenso. Assim foi o empate em 0 a 0 entre São Paulo e Corinthians, ontem, no Morumbi, perante 44 mil torcedores. O resultado deixou o time tricolor na liderança do Campeonato Brasileiro, com 45 pontos, à frente do Vasco pelo saldo de gols. Os cariocas, porém, recebem o Atlético Goianiense, hoje, no Rio de Janeiro, e podem se distanciar na ponta em caso de vitória. Apesar da má fase, o Corinthians ainda é o terceiro colocado, com 44.
A partida de ontem mostrou por que Adilson Batista e Tite são contestados por seus torcedores. No lado tricolor, a falta de um centroavante impediu que o time assustasse mais o goleiro Júlio César. Já entre os corintianos, a defesa sem Chicão falhou grotescamente três vezes e quase deu a vitória de bandeja.
Os dois times voltam a campo no próximo domingo, às 16h, pela 26.ª rodada. O São Paulo tem confronto direto pelas primeiras posições contra o Botafogo, no Engenhão. O Corinthians joga mais uma vez na capital paulista, desta vez na sua casa, o Pacaembu, contra o Bahia. Casemiro e Paulinho, que receberam o terceiro amarelo, desfalcam suas equipes.
Zaga desentrosada
Apesar da desentrosada formação defensiva, com Wallace e Paulo André na zaga e Leandro Castán improvisado na esquerda, o técnico Tite não teve receio de apostar nas linhas de impedimento. E elas deram certo em todo o primeiro tempo. Em 45 minutos, por oito vezes os são-paulinos ficaram em posição ilegal, matando diversos ataques dos donos da casa, principalmente pelo posicionamento errado de Dagoberto. Mesmo com tantos ataques desperdiçados por impedimentos, o São Paulo foi mais perigoso no primeiro tempo, principalmente por erros da defesa corintiana.
Na segunda etapa, com o meio de campo amarrado e o Corinthians bem fechado, só sobrava ao São Paulo a opção de jogar pelas pontas, principalmente a esquerda, com Cícero e Juan. Apesar de o time alvinegro ter primeiro o improvisado Leandro Castán e depois Fábio Santos, fora de forma, no seu lado esquerdo da defesa, o São Paulo pouco atacava com Lucas e Piris. E o time da casa ainda sentia falta de um centroavante. Diversos cruzamentos atravessavam a área sem nenhum são-paulino chegar perto de desviar.
Para tentar corrigir a dificuldade do São Paulo de trabalhar pelo meio de campo, Adilson Batista trocou Cícero por Rivaldo. Nada mudou. Voltou a trocar seis por meia dúzia, com Marlos na vaga de Dagoberto. No finzinho, os dois times tiveram ótimas oportunidades de marcar. Em um escorregão de Rodrigo Caio, Emerson puxou o contra-ataque, deixou William no mano a mano com a defesa, mas a zaga conseguiu fazer o corte. No último lance, em uma falta quase que na linha lateral da área, Rivaldo tentou chutar direto para o gol e mandou por cima.
FICHA TÉCNICA
São Paulo 0 x 0 Corinthians
São Paulo – Rogério Ceni; Piris (Rodrigo Caio), João Filipe, Rhodolfo e Juan; Casemiro, Carlinhos, Wellington e Cícero (Rivaldo); Lucas e Dagoberto (Marlos). Técnico: Adilson Batista
Corinthians – Júlio César; Alessandro, Wallace, Paulo André e Leandro Castán (Fábio Santos); Paulinho, Ralf e Alex (Jorge Henrique); William, Liedson (Danilo) e Emerson. Técnico: Tite
Cartões amarelos – Casemiro (São Paulo); Paulinho e Emerson (Corinthians)
Árbitro – Wilson Luiz Seneme (Fifa-SP)
Renda - R$ 1.282.520,00
Público – 44.631 pagantes
Local – Estádio do Morumbi.
Fonte: Cruzeiro do Sul
Para comemorar os cem anos de sua fundação, o Theatro Municipal (centro de São Paulo) apresenta a ópera “Rigoletto”, de Giuseppe Verdi (1813-1901). A primeira exibição, aberta apenas a convidados, acontece nesta segunda-feira (12), data do aniversário do teatro.
Na quarta (14), o espetáculo é aberto ao público, e tem récitas diárias até o dia 18. Todas as apresentações estão com os ingressos esgotados.
A Orquestra Sinfônica Municipal e o Coral Lírico serão regidos por Abel Rocha, e a direção cênica fica por conta de Felipe Hirsch.
Theatro Municipal – pça. Ramos de Azevedo, s/nº, República, centro, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/3397-0327. 1.530 lugares. Qua. (14) e qui. (15): 21h. Até 18/9. 100 min. Não recomendado para menores de 7 anos. Ingr.: R$ 15 a R$ 70. Ingressos esgotados.
Fonte: UOL
Nem parecia que o São Paulo precisava de uma vitória para assumir a liderança do Campeonato Brasileiro – e desta vez de forma definitiva. Com mais uma atuação sem nenhum brilho, em que se limitou a marcar e tentar acertar um chute salvador, o time paulista foi derrotado pelo Grêmio, por 1 a 0, na tarde deste domingo, no Estádio Olímpico.
Apesar da rodada perfeita, em que todos os rivais tropeçaram, o São Paulo perdeu a segunda posição para o Vasco, único dos ponteiros a pelo menos empatar. Agora é terceiro, com 41 pontos. O Grêmio, que já soma três vitórias seguidas, é agora o 12.º colocado, com 30 pontos, a 13 do líder Corinthians.
O São Paulo volta a campo no sábado, às 18h, para receber o Ceará no Morumbi. Não terá Dagoberto e Casemiro, suspensos pelo terceiro amarelo, mas pode promover a esperada estreia de Luis Fabiano. No mesmo dia e horário, o Grêmio visita o Vasco, no Rio.
O JOGO – Assim que a bola começou a rolar no Olímpico, o time do São Paulo ignorou a promessa feita por Adilson Batista na sua entrevista coletiva de sexta-feira, quando disse que a equipe tentaria não apenas vencer, mas convencer. Apesar do meio-campo ter dois jogadores da seleção brasileira – Casemiro e Cícero -, era na defesa e no ataque que o time confiava demais.
Acreditava que, por mais que o Grêmio pressionasse muito, a defesa seguraria o ataque adversário. E que, no ataque, Dagoberto e Lucas não precisam receber muitas bolas. Em uma ou duas oportunidades, poderiam decidir o jogo. No primeiro tempo, não foi isso que aconteceu.
Na defesa, a estratégia só deu certo porque André Lima gosta de se posicionar à frente da zaga. Aos 24 minutos, Marquinhos cruzou rasteiro, o centroavante furou na pequena área, mas a bola bateu na trave e entrou. O gol, porém, foi anulado, porque André Lima estava impedido. Em outro lance de perigo, ele atuou como zagueiro e salvou o São Paulo quase em cima da linha. Também estava em posição irregular.
No ataque, a bola chegou pouco para Dagoberto e Lucas. Na vez que os dois tiveram mais espaço, Dagoberto tentou driblar meio time do Grêmio, não tocou para seu companheiro, melhor posicionado, preferiu encobrir Victor e mandar muito para longe. Redimiu-se aos 39, dando ótima assistência para Cícero, que acabou travado por Edcarlos.
Depois do intervalo, não que o São Paulo tenha jogado de forma convincente, ou que tenha trabalhado a bola no meio campo – Rogério Ceni, por exemplo, invariavelmente repunha direto para o ataque -, mas é fato que os visitantes melhoraram. Aos 4 minutos Dagoberto arriscou de fora da área e Victor defendeu no cantinho.
Aos 18, o São Paulo balançou as redes com Casemiro, de cabeça, mas o lance já estava parado porque, antes, o volante havia empurrado Adilson. No lance seguinte, o gol valeu. Mas foi do Grêmio. Júlio César recebeu de Escudero, deixou Piris no chão e rolou para a chegada de Douglas, que chutou sem chances para Rogério Ceni.
A impressão foi que o gol que valeu foi do São Paulo. Nos minutos seguintes, o Grêmio se lançou ainda mais ao ataque, e os visitantes continuaram acanhados. Foi Celso Roth que primeiro colocou mais um atacante em campo (Miralles, no lugar de Marquinhos). Adilson trocou um volante por outro (tirou Casemiro um dos melhores são-paulinos em campo, e colocou Jean). Só depois optou por Willian José no lugar do apagadíssimo Cícero.
Nem o mais esperançoso torcedor são-paulino acreditou que o empate era possível, tamanha a apatia da equipe. O time jogava tão mal que precisou Rogério Ceni ir ao ataque, aos 35 minutos, para bater uma falta cruzando na área. Colocou na cabeça de João Filipe, que mandou por cima. Rivaldo só entrou em campo a dez minutos do fim, no lugar de Dagoberto. Foi tão insuficiente quanto o atacante que sonha com a seleção.
FICHA TÉCNICA:
Grêmio 1 x 0 São Paulo
Grêmio – Victor; Mário Fernandes, Saimon, Edcarlos e Júlio César; Adilson, Fernando, Escudero, Douglas e Marquinhos (Miralles); André Lima (Brandão). Técnico – Celso Roth.
São Paulo – Rogério Ceni; Piris, João Filipe, Rhodolfo e Juan; Wellington, Carlinhos, Casemiro (Jean) e Cícero (Willian José); Dagoberto (Rivaldo) e Lucas. Técnico – Adilson Batista.
Gol – Douglas, aos 20 minutos do segundo tempo.
Árbitro – Héber Roberto Lopes (PR-Fifa).
Cartões amarelos – Wellington, Juan, Dagoberto, Edcarlos, Júlio Céar, Douglas, Saimon e Marquinhos.
Renda – R$ 561.727,50.
Público 25.741 pagantes (30.078 total).
Local – Estádio Olímpico, em Porto Alegre. (AE)
Fonte: Cruzeiro do Sul
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