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Saae vai estender mureta da Marginal Dom Aguirre

O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) anunciou que irá estender a mureta de contenção do rio Sorocaba, construída sob a ponte Francisco Dellosso como parte do sistema de bombeamento das águas de chuva. A autarquia admitiu ontem a vulnerabilidade do trecho da via que não é protegido pela mureta, conforme apontado pela reportagem “Enchentes – Após alagamentos, Lippi anuncia ação “vítima zero”" (Pág. A7) e pelo editorial “Onde a água faz a curva”, publicados ontem pelo Cruzeiro do Sul.

Num primeiro momento, o Saae adianta que deve estender a mureta por um trecho maior. Também é estudada por sua equipe de engenharia a possibilidade da ampliação da altura do muro “como um todo, nos trechos em que isso for possível”, esclarece o Saae, por meio de sua assessoria de comunicação.

O Saae não está convencido de que a água do rio invadiu as pistas da avenida pelo local onde a mureta termina abruptamente. A direção da autarquia, por meio de assessoria, afirma que as águas que transbordaram do rio Sorocaba no sábado passado adentraram a via “também” a partir daquele ponto, mas teriam ultrapassado a mureta em altura no momento em que o nível do rio Sorocaba teria se elevado em mais de 30 centímetros a referida mureta.

“As pistas da D. Aguirre seriam inundadas da mesma forma caso a mureta se estendesse por mais alguns metros”, insiste a equipe do Departamento de Drenagem da autarquia. No entanto, o Cruzeiro do Sul possui fotos tiradas às 22h30 de sábado que mostram que a água do rio não passou sobre a mureta.

Os engenheiros do Saae estão revendo o projeto e, num primeiro momento, já concluíram que a mureta deve ser estendida por um trecho maior, assim como está sendo estudada a possibilidade da ampliação de sua altura. O Saae afirma que o projeto desse sistema tomou por base a quota de alagamento registrada em fevereiro de 2011, e que a mureta de proteção foi construída com altura que ultrapassa em 20 centímetros a referida quota.

Evitar inundações

A mureta de proteção compõe um sistema de bombeamento implantado na margem esquerda do rio Sorocaba, na avenida Dom Aguirre, com o objetivo de minimizar no local as ocorrências de alagamentos registradas em períodos de fortes chuvas. As obras começaram em julho passado e foram concluídas este ano. O projeto consistiu na implantação de uma caixa de captação e ainda uma estação elevatória de águas pluviais, com quatro bombas de recalque e sensores de nível, e a mureta de proteção. Os investimentos foram da ordem de R$ 320 mil.

Fonte: Cruzeiro do Sul

25 de janeiro de 2012 por antena1

Saae conclui implantação de novo sistema de drenagem

A avenida Dom Aguirre não deverá mais alagar sob a ponte Francisco Dellosso nas próximas chuvas. Pelo menos essa é a previsão do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Sorocaba (Saae), que concluiu as obras do sistema de drenagem na semana passada, num investimento de R$ 320 mil para evitar inundações registradas nos períodos de chuvas fortes no trecho.

O sistema é o mesmo feito na praça Lions, naquele ponto da avenida haverá uma caixa de captação, com válvula específica, chamada “flap”, que vai receber as águas de chuva e direcioná-las para o rio. No momento em que o rio atingir o seu nível de inundação, a válvula fechará automaticamente, impedindo que as águas transbordem para a avenida.

A água então será direcionada 60 metros à frente, para a estação elevatória, por meio de uma tubulação de 500 milímetros de diâmetro, onde serão bombeadas para o rio por um conjunto de quatro bombas, com 20 cavalos de potência cada e capacidade para bombear 400 mil litros por hora. “Essas bombas serão acionadas paulatinamente, por meio de sensores de nível, de acordo com a necessidade, definida pelos níveis de água dentro da estação elevatória”, detalha o diretor do Saae, Geraldo Caiuby.

A estação elevatória de águas pluviais foi construída em concreto, com 5 metros de extensão, 4 metros de altura e 4 metros de profundidade. O sistema será completado com uma mureta de proteção, que terá 150 metros de extensão e altura média de 1 metro.

O sistema foi necessário porque, após as obras de elevação das pistas da avenida, o Saae detectou dois pontos ainda vulneráveis – próximo à praça Lions e sob a ponte da rua 15 de Novembro (Francisco Dellosso). “Justamente por estarem abaixo da quota de inundação do rio e por receberem grande contribuição de água de regiões mais altas, motivo pelo qual estamos corrigindo com a implantação desses sistemas de drenagem”, explica Caiuby.

Segundo os estudos realizados pelo Saae, as bocas-de-lobos existentes sob a ponte da rua 15 de novembro, na Dom Aguirre, recebem uma média de 1,4 milhão de litros de água por hora em dias de fortes chuvas.

Fonte: Cruzeiro do Sul

5 de janeiro de 2012 por antena1

Saae alerta sobre objetos cortantes depositados no lixo, em Votorantim

O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) de Votorantim, visando a segurança de seus colaboradores como também a dos coletores de lixo, pede a população atenção na hora de se desfazer de materiais cortantes como vidros, agulhas, entre outros. É comum o registro de cortes nas mãos dos funcionários, mesmo usando os equipamentos de proteção individual, e com as festividades de fim de ano e o aumento do lixo produzido, esses cuidados devem ser redobrados.

A autarquia orienta para que na hora de desfazer desse tipo de material sem comprometer a segurança de quem vai transportá-lo, um copo quebrado, por exemplo, deve ser colocado dentro de uma embalagem como caixa de leite, ou ser enrolado em várias folhas de jornal, para não machucar a mão do coletor. Ações simples como essas, são exemplos de cidadania.

Fonte: Cruzeiro do Sul

29 de dezembro de 2011 por antena1

Concessão do Saae abre propostas só em janeiro

A abertura das propostas das empresas interessadas na concessão dos serviços de abastecimento de água e tratamento de esgoto de Votorantim será feita em 24 de janeiro. O edital de convocação foi publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo e, caso o processo não haja empecilhos, a concorrente vitoriosa será definida em fevereiro.  O secretário municipal de Negócios Jurídicos, João Carlos Xavier de Almeida, diz que as empresas têm 45 dias para elaborar as propostas e fazer as visitas técnicas. Depois dessa etapa, a Prefeitura vai avaliar quem está apta a assumir o serviço.

O edital publicado na semana passada contém um novo texto, comparado ao documento anterior divulgado no fim de agosto. Ele havia sido suspenso pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE) em outubro, após pedido de impugnação apresentado pela empresa Splice. Segundo Almeida, o tribunal havia recomendado a alteração de alguns pontos. As mudanças envolveram principalmente as formas previstas para a apresentação de atestados de capacidade técnica, por parte das empresas concorrentes, em relação aos serviços a serem prestados. Na prática, os concorrentes terão que informar, em documentos distintos, as experiências de serviços já prestados na área e as administrativas.

Atualmente, o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) de Votorantim realiza esse trabalho. A partir da concessão, a autarquia será responsável pela limpeza urbana, além de assumir o serviço de galeria de águas fluviais e continuar com a limpeza pública e fiscalização. A vencedora da concorrência será responsável pela aplicação de R$ 90,8 milhões para o desenvolvimento, ampliação e modernização de todas as atividades hoje exercidas pelo Saae. O contrato terá a duração de 30 anos e 50% do total a ser investido — cerca de R$ 45 milhões — deverão ser aplicados nos primeiro três anos da concessão.

Fonte: Cruzeiro do Sul

13 de dezembro de 2011 por antena1

Saae fará duas novas bacias de contenção

O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) de Sorocaba deve desenvolver, dentro de um ano, o projeto de duas bacias de contenção de água da chuva no córrego da Água Vermelha, na região do Jardim América e Vila Jardini. As obras, orçadas em R$ 8,4 milhões, deverão resolver os alagamentos e a interrupção do trânsito de veículos, que ocorrem durante o período de chuvas, nos cruzamentos como da avenida Capitão Bento Mascarenhas Jequitinhonha com a Washington Luiz; avenida Barão de Tatuí com a rua Abraão de Mahuad; e comendador Pereira Inácio com Washington Luiz.

O projeto, desenvolvido em 2006, foi aprovado pelo Ministério das Cidades neste ano e há dez dias o governo federal selou o repasse da verba pelo Orçamento Geral da União (OGU), por meio do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC 2) junto da Caixa Econômica Federal e a Prefeitura. Para a execução, não haverá contrapartida do município. O projeto consiste na criação de duas bacias de contenção de água da chuva, numa área de 42.650 metros quadrados nas proximidades da avenida Visconde do Rio Branco e Washington Luiz, exatamente no percurso do córrego da Água Vermelha.

A bacia número um será a menor, construída numa área de 12.750 metros quadrados que fica no quarteirão das avenida Capitão Bento Jequitinhonha, Washington Luiz, Abraham Lincoln e rua Padre José Carlos Simões. O local, tomado atualmente por mato, será rebaixado a 4 metros de profundidade e terá capacidade para 31.875 metros cúbicos de água, caso necessário. A bacia número dois é maior e será construída numa área de 29.900 metros quadrados que fica atrás da Escola Estadual Fernando Prestes, nas proximidades da rua Marechal Dutra, Manaus, Aracaju, Natal, Garcia Redondo e Visconde de Cairu.

No local há áreas particulares, com matagal, e a área de lazer pública do Jardim Marina. O rebaixamento também será de cerca de 4 metros de profundidade e possibilitará a contenção de 74.750 metros cúbicos de água. Segundo o engenheiro do Saae, Adhemar Spinelli, o projeto ainda prevê canalização do córrego, troca dos tubos por galeria celular, uma descarga de fundo (para drenagem da água) e um extravasador (para vazão em caso de cheia), além da criação de área para espelho d”água, na altura de 50 centímetros (espécie de um lago), pista de caminhada, ciclovia, jardinagem e pavimentação nas ruas ao redor.

“As duas bacias, próximas, terão interligação pelas ciclovias e pelo córrego, por exemplo, e serão um grande parque”, defendeu Spinelli. Já o diretor do Saae, Geraldo Caiuby, lembrou ontem que os dois locais que servirão para as bacias já são áreas alagadiças. Tratam-se de locais que, em período chuvoso, já acumulam água e impossibilitam a passagem de veículos pelas vias de trânsito. “O local é uma espécie de várzea, um vale. A água da chuva, proveniente de cerca de 15 km quadrados ao redor, desemboca nesse espaço do córrego, o que acarreta no alagamento de outras vias como da praça do Gpaci (praça Sha”ar Haneguev). O que faremos lá é organizar esse sistema de contenção da água e a vazão”, explicou.

Para isso, a autarquia deverá cumprir o cronograma de obras já aprovado pelo governo federal. Como os dois terrenos fazem parte de uma única Área de Preservação Permanente (APP), devido ao córrego e seus afluentes, uma licença ambiental já foi solicitada à Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb). A Prefeitura também já iniciou o processo judicial para desapropriação de cinco áreas particulares que não estão em uso. “Como trata-se de um APP, os proprietários não mexeram nesses espaços. Por isso vamos despropriá-las. Não haverá desapropriação de casas”, garantiu Caiuby.

Assim que a Cetesb autorizar o projeto no local e ocorrerem as desapropriações, o Saae iniciará o processo de licitação para contratação da empresa que construirá o projeto chamado Reservatórios de Detenção de Cheias do Córrego da Água Vermelha. “As obras são semelhantes ao que existe no Parque Campolim e assim que a empresa for contratada, serão rápidas. Pretendemos entregá-las até o final do ano que vem. Não faremos armazenamento de água, apenas contenção. A regulagem, a vazão, não será mecânica, será natural, com saída limitada, organizada. Diferente do que acontece hoje, que ultrapassa as vias e para o trânsito; o que iremos evitar com as obras”, defendeu o diretor do Saae.

A intenção da autarquia é beneficiar moradores e motoristas que utilizam o sistema viário das vias Tocantins, Visconde do Rio Branco, Manaus, Eulália Silva, Barão de Piratininga, Barão de Tatuí, Comendador Pereira Inácio; que abrangem o Jardim dos Estados, Paulistano e Embaixador. E de acordo com Caiuby, as obras não retiram dos cidadãos a responsabilidade com o lixo. Ele lembrou que jogar lixo em córrego é crime ambiental. “Alguns sorocabanos ainda precisam aprender a fazer sua parte”, finalizou.

Fonte: Cruzeiro do Sul

7 de novembro de 2011 por antena1

Comissão pede melhorias no Saae

Os funcionários operacionais do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) formaram ontem à noite uma comissão que vai trabalhar uma extensa e polêmica pauta de reivindicações da categoria. Num conjunto de sete itens, eles querem desde a isenção do desconto do vale-refeição até a reestruturação de cargos e salários e a desvinculação do Saae em relação à estrutura administrativa da Prefeitura. A comissão é composta de 12 funcionários de várias unidades da autarquia. O primeiro passo é agendar reunião com o diretor do Saae, Geraldo Caiuby, para discutir cada item e quais serão as novas estratégias de ação. Nessa mobilização também estarão envolvidos o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais e a Associação dos Funcionários do Saae.

A desvinculação do Saae da administração da Prefeitura é um dos itens mais polêmicos, porque dependerá de projeto de lei e debates na Câmara. Edson Antonio de Souza, um dos integrantes da comissão formada ontem, disse que o objetivo é concentrar no Saae os debates sobre os interesses da categoria. Acreditam que assim terão mais condições de conquistar benefícios e valorização como trabalhadores. Atualmente, todos os seus interesses são vinculados ao conjunto total de funcionários da Prefeitura.

Para a reestruturação de cargos e salários, solicitam a equiparação com funções que na Prefeitura recebem acréscimo por conta de nomenclaturas. Por exemplo, na Prefeitura existe a qualificação de oficial para mecânico, soldador, encanador. No Saae, essas funções são definidas pelo que são, sem a denominação de oficial. O problema é que o designação que antecede a função representa acréscimo de 8% a 10% nos salários e é essa diferença que eles também querem ter direito. Várias outras funções têm esse tipo de “distorção”, segundo os funcionários.

Um abaixo assinado com mais de 500 nomes (o Saae tem 1.100 funcionários) será apresentado pela comissão para reforçar um projeto de lei que proponha a isenção correspondente ao vale-refeição e que abrange faixa de 3% do salário. Edson disse que outras autarquias e Prefeituras já concedem esse benefício.

Manutenção de água

Eles também reivindicam que os benefícios da Lei 4.404/93 sejam estendidos a todos os funcionários do Saae. Pela lei, cerca de 250 funcionários recebem gratificação igual a 20% do salário base por serem considerados pessoal de manutenção do abastecimento de água. O argumento é o de que todos os funcionários do Saae, incluindo aqueles que fazem consertos na tubulação nas ruas, estão diretamente ligados à manutenção do abastecimento.

Os funcionários também reivindicam recomposição da defasagem salarial. Segundo os cálculos da associação, essa perda corresponde a 97%, desde 1996, tomando-se por base o valor do salário mínimo. Isso ocorreu, segundo Elias, porque os aumentos anuais no Saae repuseram a inflação enquanto o salário mínimo recebeu índices maiores de aumento.

Sindicato

A comissão também quer que a direção do Sindicato, antes de tomar qualquer decisão em negociação com o prefeito Vitor Lippi, faça assembleia geral com a categoria. Com isso, o objetivo é garantir o envolvimento dos funcionários do Saae nas negociações com a Prefeitura. O vice-presidente do Sindicato, Paulo de Tarso César Silva, reconheceu que a comissão tem razão. “O Sindicato assume essa dificuldade porque não estava conversando com toda a base e a partir de hoje (ontem), com essa comissão, o diálogo vai aumentar e eles vão nos trazer mais informações do dia a dia do trabalho”, disse Paulo de Tarso. “A razão de o Sindicato existir são eles.”

Participaram da reunião 250 funcionários, na Chacrinha do Saae da avenida Itavuvu, a maioria do setor operacional do Saae. “É histórico isso aqui, há muito tempo não acontecia essa mobilização”, disse Estevam César Silva, também diretor do Sindicato. O diretor da Associação dos Funcionários do Saae, Elias Antonio de Araújo, avaliou a reunião afirmando que alguns itens de reivindicações poderão ter solução em dois ou três meses, mas outros casos dependerão de lei e serão mais demorados. “Não vai sair daqui achando que vai fazer milagre”, alertou um dos funcionários em um discurso que demonstrava que os resultados poderão acontecer passo a passo e com muita negociação.

Os doze nomes da comissão são: Wilson José Duarte da Silva (Centro Operacional (CO) do Saae; Antonio Carlos Rodrigues (unidade Sevilha do Saae); José Maria de Pontes Júnior, João Rodrigues Pereira, Hélio Ribeiro e Espedito Quinelato Pereira, todos os quatro da unidade Vila Haro; André Luiz Pereira Machado (Sevilha); Silvano Raimundo Camargo (Sevilha); Guilherme Benedito Alves (CO); Edson Antonio de Souza (Sevilha); José Gilberto Gomes, da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Pitico; José Carlos Rodrigues (CO).

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

9 de setembro de 2011 por antena1

Saae limpa margem do Rio Sorocaba

Uma equipe do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) de Votorantim começou na quinta-feira os serviços de limpeza nas margens do rio Sorocaba e da ciclovia, nas imediações da praça de eventos “Lecy de Campos”. Na oportunidade, os agentes retiraram as folhas, bem como galhos de árvores arrastados pela correnteza do rio.

A meta é fazer com que a equipe realize de forma permanente a limpeza em vários pontos da cidade. Ontem, os agentes retornaram às margens do rio, tendo em vista o grande numero materiais existente no local, sendo boa parte deles arrastado pelas águas em dias de chuva. Pela manhã, o prefeito Carlos Augusto Pivetta e o superintendente do Saae, Rubens Mesadri, estiveram no local. Pivetta destaca a importância de manter a manutenção do espaço tendo em vista o grande número de pessoas que se utilizam do local para caminhar e fazer o passeio ciclístico.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

29 de agosto de 2011 por antena1

Alguns bairros em Sorocaba ainda estão sem água por causa de um segundo vazamento

Muitas pessoas já voltaram à  rotina  lavando as roupas acumuladas e louças de quase quatro dias. “Mesmo com a torneira só pingando água, tratei de pegar dois baldes para pelo menos conseguir lavar os pratos que estavam aqui na pia”,  explica Sandra Lúcia Marques, 34 anos, moradora do Jardim Sorocaba.  Ela  tinha receio que o abastecimento demorasse a ser normalizado. E ela está certa, pois em alguns bairros a volta vai mesmo demorar.

O Condomínio Ibiti do Paço é um dos exemplos. Três incidentes atingiram aquela região: a paralisação das operações na Estação de Tratamento de Água no Cerrado para adaptações na cabine de energia;  o vazamento em uma grande rede na avenida Doutor Thomaz Cortez, perto do Mercado Distrital e um vazamento na avenida Fernando Stecca.

Os problemas fizeram com que o professor universitário Pedro Jorge Courbassier, 41 anos, que mora no Ibiti do Paço, mudasse a rotina para driblar a falta de abastecimento. “Dei sorte que esses dias minha mulher está trabalhando fora da cidade e meus dois filhos já tem o costume de ficar com a minha sogra. Mas hoje [nesta terça-feira (09)] para ir trabalhar terei de ir na casa da minha mãe ou cunhada para tomar banho.”

O Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) de Sorocaba informa que a normalização de água naquele  ponto da cidade não tem previsão. Conforme a autarquia, os problemas estavam sendo sanados quando o  segundo vazamento, ocorrido nesta terça-feira (09),  comprometeu aquela região.

Pouca água entrando
Alguns  bairros mais altos ainda sofrem com a falta de água. É o caso dos bairros Vitória Régia e  Jardim Saira, por exemplo.

100
litros de água é o que entra por segundo nos reservatórios. A quantidade ainda é baixa para abastecer todas as localidades

Água volta apenas para alguns

O motivo de certos pontos estarem sem água mesmo com o reparo no vazamento na avenida Doutor  Thomaz Cortez  é pelo fato de ter pouca água nos reservatórios. E essa água tem sido muito usada, ou seja,  o que entra, sai quase que imediatamente.

“Como as pessoas ficaram sem água todo esse tempo, acumulando serviços de casa, quando veem o primeiro vestígio de água nas torneiras aproveitam para usar”,  explica Carlos Lara, oficial de comunicação do Saae.

Isso impede que os reservatórios atinjam os níveis considerados ideais para que a água ganhe pressão e tenha força para chegar às torneiras de todas as localidades. O abastecimento ocorre primeiro nos bairros mais baixos, pois eles conseguem ser abastecidos apenas pela gravidade da água. Já nos lugares mais altos, há a necessidade do bombeamento nos reservatórios. Assim, o  consumo em excesso faz com que a água não consiga encher os reservatórios e não gere água suficiente para todas as localidades.

Fonte: Bom Dia Sorocaba

10 de agosto de 2011 por antena1

Saae leva nove horas para atender solicitação

Nove horas. Esse foi o tempo em que o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) de Sorocaba levou para conter o vazamento de água que jorrou, ininterruptamente, por conta do rompimento de uma tubulação da rede de distribuição da autarquia, ocorrido na rua Major Joaquim Silvério, na Vila Gabriel. O rompimento da tubulação aconteceu por volta das 8h de ontem, quando pedreiros contratados pela aposentada Maria Izabel Bortoleto, 61, que mora na casa de número 193 daquela rua, ao tentarem retirar as raízes de uma árvore plantada em sua calçada. O reparou foi feito às 17h.

De acordo com a aposentada, logo quando houve incidente teria acionado, por telefone, o serviço de atendimento ao consumidor da autarquia para informar sobre o problema e solicitar o reparo. Teria sido informada que uma equipe do Saae iria até o local, sem precisar horário específico. Por volta das 13h, diante da ausência da equipe que seria responsável por efetuar o reparo da tubulação, do desperdício de água, e ainda sem que os profissionais contratados por ela pudessem continuar com seus trabalhos, a aposentada conta que fez novo contato com o serviço de atendimento ao usuário. “A atendente chegou a perguntar que horas eu havia feito a solicitação e, diante de minha resposta, ele disparou: “Ainda faz pouco tempo”. Acredita?”, questionou, em tom de indignação.

A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa do Saae e, de acordo com nota, encaminhada por volta das 16h40, a autarquia havia informado que estava com ordem de serviço registrada para o referido caso, cuja manutenção seria realizada nas próximas horas e só não havia sido feita até aquele momento “porque a equipe de manutenção que atende aquela região da cidade está com um número excessivo de serviços sendo executados desde as primeiras horas desta quinta-feira.” Somente por volta 17h é que uma equipe do Saae chegou ao local do vazamento e efetuou o reparo. “Um bem tão rico quanto e em falta em muitos países sendo desperdiçado dessa forma. É lamentável”, finalizou Maria Izabel.

Fonte: Cruzeiro do Sul

15 de julho de 2011 por antena1

Abastecimento de água será interrompido neste sábado

O Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Sorocaba (Saae) precisará interromper o funcionamento da Estação de Tratamento de Água “Dr. Armando Pannunzio” (ETA/Cerrado) neste sábado (23), no período das 7h às 14h.

Os bairros que deverão ter o abastecimento imediatamente interrompido são: as regiões do Trujillo e Vila Carvalho; Jardins Astro, Sol, Estrela e Gonçalves; altos do Cerrado e entorno da ETA; Jardim Emília; Vila Helena, Lopes de Oliveira, Ipanema Ville e Jardim Botucatu; Parque São Bento; Campolim e Elton Ville e Caputera.

Por sua vez, as demais regiões da cidade, que não são abastecidas diretamente a partir da ETA/Cerrado, e sim por meio dos 47 reservatórios distribuídos pela cidade, num total de 75 milhões de litros de água, sentirão a falta de abastecimento de acordo com o comportamento dos munícipes, no que diz respeito ao consumo.

Visando abreviar o período de desabastecimento, o Saae deixará todos os reservatórios da cidade em sua capacidade máxima na noite de sexta-feira (22) e recomenda que todos façam o mesmo, procurando deixar as caixas de água de suas residências também em sua capacidade total.

Fonte: Cruzeiro do Sul

20 de abril de 2011 por antena1
Av Eugênio Bernardi, 534 • Parque Bela Vista • Votorantim - SP
15 3243.3540
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