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Na Castello-Raposo passarão 700 mil veículos

A Viaoeste estima a circulação de 700 mil veículos pelos dois sentidos (interior e capital) do sistema Castello Branco-Raposo Tavares, entre o Natal e o Réveillon. A concessionária fará uma operação especial para facilitar o fluxo de automóveis entre a meia-noite de 23 de dezembro até o dia 25.

 As obras em execução no sistema, que causam interferência no tráfego, como desvios ou interdições de pista, serão suspensas a partir do meio-dia do dia 23. O processo será estendido até as 12h do dia 26.

 Segundo a Viaoeste, os dias e horários de pico no sistema Castello-Raposo serão das 15h às 22h no dia 23 (sentido interior), das 7h às 15h no dia 24, no sentido interior e das 15h às 20h no dia 25, no sentido capital.

 Em 2010, nos quatro dias da operação Natal passaram pelo sistema Castello-Raposo 475 mil veículos. Além disso, a concessionária registrou 38 acidentes com 32 vítimas.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

21 de dezembro de 2011 por antena1

Radar começa a multar nas marginais da Raposo

A Polícia Rodoviária começa hoje a utilizar o radar móvel nas marginais da rodovia Raposo Tavares (SP-270), em Sorocaba. O equipamento passou por testes e começará a multar motoristas que excederem a velocidade máxima permitida, que é de 60 quilômetros por hora. As marginais foram inauguradas este ano, entre os quilômetros 95 e 105, e têm características de via urbana.

Conforme informações o comandante do 1º Pelotão da Polícia Rodoviária, tenente Hélder André Bonás, o radar será instalado inicialmente nas marginais, em pontos diferentes a cada dia. O equipamento também irá fiscalizar a velocidade nas pistas expressas, cujo limite é de 90 km/h para veículos pesados e 110 km/h para veículos leves.

Muitos motoristas que utilizam as marginais da Raposo costumam abusar da velocidade. Com a entrada em operação do radar móvel a Polícia Rodoviária espera reduzir o número de acidentes.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

15 de setembro de 2011 por antena1

Viaduto da Armando Pannunzio sobre a Raposo será duplicado

O governo estadual, por meio da Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) atendeu ao pedido da Prefeitura de Sorocaba e autorizou a duplicação do viaduto que liga a avenida Armando Panunzzio à rodovia João Leme dos Santos (SP-264). O anúncio foi feito pelo presidente do órgão em reunião com o prefeito Vitor Lippi. A agência também aceitou a proposta de prolongamento das vias marginais, que avançarão até o trevo da Universidade de Sorocaba (Uniso) e a rotatória na saída da avenida Luiz Mendes de Almeida. O Estado, entretanto, ainda não aprovou a construção de um viaduto para interligar as ruas João Wagner Wey e Augusto Lippel e já vetou a implantação de ciclovias ao longo da marginal, alegando questões técnicas de incompatibilidade entre a rodovia e o tráfego de bicicletas. “Eu disse a eles: desculpe, vocês estão atrasadíssimos”, enfatizou Lippi.

A duplicação do viaduto do km 102, na altura da Armando Panunzzio, foi destacada por Lippi como o pedido mais urgente diante do projeto original, executado pela Viaoeste, que não previa o aumento de mais uma pista em cada sentido. “Continuaria um gargalo ali, num local que já é problemático. Imagine daqui alguns anos, com a duplicação da João Leme dos Santos. Viraria um funil”, comentou o chefe do Executivo. A extensão das marginais em mais três quilômetros, que inicialmente iriam do km 95 ao km 105, também foi apontada como prioridade pela Prefeitura junto à Artesp.

“Próximo à Uniso já existe o retorno, junto ao anel viário que vai para a rodovia Celso Charuri. Já do outro lado as marginais iam até a altura da churrascaria Boi Branco, mas existe um retorno logo à frente”, falou Lippi. O prefeito lembrou que a extensão é essencial para o sucesso das obras do Sorocaba Total, junto à avenida Luiz Mendes de Almeida. “O acesso a esta via também está ruim e sua melhoria sendo estudada”. Segundo Lippi, era preciso que o órgão estadual decidisse por estas questões. “A Viaoeste dependia da Artesp para fazer os cálculos e a compensação financeira”.

NegadoSegundo Lippi, as conversas com o governo estadual sobre as obras nas marginais acontecem há mais de um ano. Além das reivindicações aceitas, a Artesp negou outras duas. A primeira delas, a criação de um viaduto ligando a rua Ramon Haro Martini ao Caputera. “Neste caso eles nem deram esperança”. Já a solicitação de implantação de um viaduto para interligar as ruas João Wagner Wey e Augusto Lippel, apesar de não aceita, ainda não foi descartada. “Seria mais um viaduto para desafogar a Antonio Carlos Comitre. Eles não disseram sim ou não, ainda estão estudando. Não sabem se dá para autorizar agora”, comentou Lippi.

De todas as tratativas, entretanto, a negativa da implantação da ciclovia ao longo do trecho que receberá as marginais foi a que mais irritou Vitor Lippi. “Eles disseram que os conceitos e estudos de estradas não têm nenhuma composição com ciclovias. Dizem que as ciclovias são conflitantes. Eu disse: desculpe, vocês estão atrasadíssimos. Daqui para frente, comecem a pensar nisso. Cada vez vamos ter mais, vocês queiram ou não queiram”.

A preocupação de Lippi é com o fato de que, como Sorocaba tem um plano diretor de ciclovias, quando estas chegarem à rodovia os ciclistas não terão para onde ir. Segundo o chefe do Executivo, as alegações do Estado são, ainda, de que a existência da ciclovia pode gerar responsabilidades em relação a acidentes. Por isso, a implantação deste tipo de acesso não é autorizada na faixa sobre dominio do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), mesmo que fosse construído pela Prefeitura. “Como é uma coisa muito nova no Brasil, esse conceito de uso compartilhado, eles nem conseguem pensar num projeto desse. Mas avisei para que se preparem, que eu vou continuar brigando por isso. Esse passo tem que ser dado”.

Sobre a angústia dos empresários instalados ao longo do trecho urbano da Raposo Tavares em relação à falta de informações sobre acessos, Lippi disse ter a garantia da Artesp de que todos serão ouvidos. “São palavras deles de que não querem ‘encravar’ ninguém, criar obstáculos, mas é preciso ter regras, dispositivos adequados para acesso. O diretor da Artesp garantiu que vai conversar com cada um dos empresários lindeiros para saber quais as melhores alternativas. Isso está acontecendo a seu tempo, é uma questão que vem por último mesmo, é acessória”, disse o prefeito. No caso dos acessos “oficiais”, caberá à Prefeitura realizar as obras. Nos demais casos, serão projetos conjuntos ou a execução ficará a cargo do próprio empresário. “Eles não podem deixar tudo aberto, nem tudo fechado. Tem que se buscar alternativas que possam atender aos interesses dos proprietários e a segurança”.

A interdição parcial do viaduto que liga as avenidas Antonio Carlos Comitre e Izoraida Marques Perez, no Campolim, a partir de 5 de janeiro é vista por Lippi como inevitável. “Não tem outro jeito. Vai ter que subir com uma pista de descer com outra. É lógico que estaremos juntos, a Prefeitura vai ajudar, mas vamos pedir um pouco de paciência porque depois vai ficar muito melhor”.

fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

23 de dezembro de 2010 por antena1

Viaoeste inicia a colocação de vigas para a implantação das marginais

A Avenida Comendador Pereira Inácio, no sentido Votorantim-Sorocaba, será interditada parcialmente para a instalação de quatro vigas no quilômetro 99 da Rodovia Raposo Tavares. A faixa 2 e o acostamento da estrada também terão o trânsito impedido. Essa paralisação será feita entre às 22h desta quarta-feira e às 5h de quinta. O trabalho faz parte da implantação das vias marginais no trecho urbano da cidade.

Os motoristas que utilizarem esse trajeto poderão utilizar duas alternativas: a Avenida Izoraida Marques Peres (retorno no quilômetro 100) ou a Avenida Otávio Augusto Rangel (continuação à Rua Venezuela). Os veículos vindos de Votorantim com destino à pista oeste, sentido Interior, deverão retornar cerca de 500 metros adiante pela Avenida Comendador Pereira Inácio e acessar a Raposo Tavares pela alça liberada. Apenas durante o lançamento de cada viga (com duração de 10 minutos) será realizada a paralisação do tráfego na via municipal (Avenida Comendador Pereira Inácio).

A colocação das vigas para a construção de dois viadutos teve início anteontem no quilômetro 104 da rodovia Raposo Tavares. A obra tem sido feita sobre a avenida Dr. Luiz Mendes de Almeida e faz parte do projeto de criação das vias marginais.

A Viaoeste, empresa responsável pela administração da rodovia, começou a instalar as quatro vigas de sustentação da pista do sentido Interior. Cada uma das peças, com peso aproximado de 70 toneladas e 40 metros de comprimento, foi instalada com o auxílio de dois guindaste. “O trabalho tem sido tranquilo e dentro do esperado”, comenta o mestre-de-obra José Claudino.

O processo prosseguiu ontem com a montagem de mais quatro vigas na pista do sentido Capital. O trânsito na Avenida Dr. Luiz Mendes de Almeida foi paralizado para a segurança dos motoristas.

Passarela

A Viaoeste pretende entregar até o fim do ano a passarela de pedestres no quilômetro 97 da Raposo Tavares. Segundo a assessoria de imprensa da concessionária que administra a rodovia, as vigas pré-moldadas já estão em construção e serão instaladas até dezembro.

A passarela foi derrubada por uma carreta com a caçamba levantada, na madrugada do dia 3 de novembro. Duas pessoas morreram no acidente.

fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

1 de dezembro de 2010 por antena1

Duplicação da rodovia Raposo Tavares reforçará o agronegócio

Itapetininga comemora nesta 6ª feira (5) 240 anos de fundação na expectativa do início das obras de duplicação da rodovia Raposo Tavares, que devem começar em fevereiro de 2011, e favorecerão o escoamento da produção agropecuária da região, formada por 13 cidades, todas com economia focada no agronegócio. Somente no município, o terceiro em extensão territorial no Estado, existem 2,2 mil pequenas propriedades rurais e a cidade ocupa o 1º lugar no Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio paulista, destaca o presidente do Sindicato Rural de Itapetininga, Amauri Elias Xavier.

Na região de Itapetininga os principais cultivos são de cana-de-açúcar, reflorestamento, laranja, milho, feijão, além da pecuária de leite e de corte, floricultura e ovinicultura e a rodovia Raposo Tavares é uma das principais ligações da cidade com a capital e o interior do Estado. “A proximidade com o maior centro consumidor da América Latina, a Grande São Paulo, favorece os produtores, e com bons acessos de estrada, a venda da produção agrícola será favorecida, principalmente os de hortifrutigranjeiros”, avalia Xavier.

Ele ressalta que a duplicação é uma grande conquista para a cidade e região, mas afirma que os agricultores se ressentem de mais apoio do governo para manter as famílias no campo e a atividade agropecuária. “O agronegócio tem muitas oscilações, tanto de mercado como climático e, por isso, os agricultores querem mais atenção dos órgãos públicos em termos de investimentos, tanto na área rural como urbana e também incentivos para permanecerem no campo”. A diversidade agropecuária da região é a base da ExpoAgro de Itapetininga, que em 2011 terá a sua 42ª edição entre os dias 22 de abril e 1º de maio, no recinto “Acácio de Moraes Terra”, com a expectativa de superar os 350 mil visitantes registrados este ano.

A duplicação da rodovia Raposo Tavares foi confirmada ao prefeito Roberto Ramalho, durante audiência pública realizada na cidade, em junho deste ano, com a participação de representantes da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Conselho Estadual de Meio Ambiente (Consema), quando apresentaram o Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-Rima), relativo às obras. As pistas serão duplicadas entre os quilômetros 115,5 (Araçoiaba da Serra) e 158,4 (Itapetininga) e as obras serão executadas em duas etapas: primeiramente entre Araçoiaba e Capela do Alto, e depois entre Capela e Itapetininga, com previsão de término para outubro de 2013, de acordo com o cronograma da Secretaria Estadual dos Transportes. O custo será de R$ 132 milhões. A obra está prevista no contrato de concessão da SP-Vias, empresa que administra a rodovia, e será fiscalizada pela Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp), informa Ramalho.

“Cidade das escolas”

Com uma população estimada em 144.380 pessoas, segundo o IBGE, Itapetininga comemora também os investimentos da administração pública em educação e saúde. Um dos presentes recebido antecipadamente em maio deste ano foi o prêmio Destaque Nacional em Educação Empreendedora, concedido pelo Sebrae. O Programa Jovem Empreendedor foi implantado em 2007, pela Prefeitura em parceria com o Sebrae, e atende 7 mil crianças, do 2º ao 5º ano do ensino fundamental. “Esse prêmio é o reconhecimento de todo esforço que temos feito, inclusive com parcerias com o governo estadual e federal no sentido de priorizar a educação”, afirma o prefeito.

Os investimentos em educação somam R$ 10 milhões e estão aplicados em vários projetos, com a meta de transformar Itapetininga numa “Cidade Educadora”, reforçando, assim, o seu conceito de “Cidade das Escolas”, por instituições centenárias ali instaladas e que já formaram milhares de jovens. Ao longo dos anos, a cidade ampliou o número de escolas públicas e particulares e hoje somente a rede municipal conta com 73 unidades que atendem a mais de 14 mil alunos, desde a educação infantil até o ensino médio.

A lousa digital já é realidade em várias escolas e o uso será gradativamente estendido. E este ano serão ampliadas as creches do Central Parque, Vila Bandeirantes e Vila Arruda, informa o prefeito. A Prefeitura também fez parceria, em setembro, com o Instituto do Coração (Incor)/Hospital das Clínicas para o desenvolvimento do programa preventivo a doenças cardiovasculares junto aos estudantes entre 10 e 19 anos.

Técnico e superior

A Etec “Prof. Edson Galvão”, que existe há 60 anos na cidade oferecia apenas 2 cursos e agora tem ensino médio e nas áreas de agroindústria, agronegócio, agropecuária, meio ambiente, paisagismo e turismo receptivo, e classe descentralizada no distrito do Tupy (agronegócio) e o bairro da Chapadinha terá uma Etec com ensino médio e técnico. O Instituto Federal de Tecnologia está com inscrições abertas para o vestibular, a partir de hoje e até o dia 19 de novembro, para os cursos de licenciatura em Física, Técnico em Edificações, em Manutenção e Suporte de Informática e em Mecânica. Há, ainda, os cursos do Senai e do Centro Profissionalizante Municipal. As obras da 3ª escola técnica começam este mês e os cursos estarão voltados para as áreas de comércio e saúde.

Na Fatec-Itapetininga, que receberá inscrições para o vestibular 2011 até o dia 9 próximo, são ministrados os cursos de Tecnologia em Agronegócio, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Comércio Exterior. A cidade sedia a Universidade Aberta do Brasil (UAB), por meio do polo “Chopin Tavares de Lima”, com 26 cursos à distância e 1,2 mil alunos matriculados, de 11 Estados.

fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

5 de novembro de 2010 por antena1

Raposo registra oito engavetamentos em 12 dias

O número de engavetamentos na rodovia Raposo Tavares, entre os quilômetros 90 ao 100, aumentou em 29,1%, num comparativo ao primeiro semestre deste ano em relação ao ano anterior (2009). O índice até o final deste mês deve ser ainda maior, tendo em vista que foram avaliados pela Viaoeste, concessionária que administra o trecho, todo primeiro semestre do ano passado, com 17 casos. Já neste ano, a estatística abrange apenas de 1º. de janeiro até o dia 12 de julho, com registro de 32 episódios. Somente neste mês, com acréscimo em 10% do movimento, devido a interdição da avenida Dom Aguirre, já foram computados 8 colisões envolvendo mais de dois veículos.

Entre principais fatores que explicam este acréscimo substancial no número de engavetamentos na rodovia Raposo Tavares, no trecho considerado urbano pertencente a Sorocaba, estão o aumento considerável no fluxo de veículos e a imprudência de muitos motoristas. Em um ano, entre maio de 2009 até o mesmo período de 2010, houve um crescimento de 8% no trânsito nos dois sentidos, capital e interior. O fluxo diário passou dos 50 para os 54 mil. Após a interdição da avenida Dom Aguirre, o número cresceu mais 10% em relação a este ano, chegando aos 59,4 mil. De acordo com gerente de tráfego da Viaoeste, Fausto Camilotti, aproximadamente 20% deste número, 11, 8 mil veículos, trafegam nos dois horários considerados de pico, entre 7 às 9h e das 17h às 19h (nos dois sentidos).

Para ele, a imprudência dos motoristas é a maior responsável pelo aumento do número de acidentes. Além dos engavetamentos, o número de acidentes também cresceu, em 36,6%. Foram registrados 224 de 1º de janeiro a 12 de julho deste ano, contra 142 casos durante todo primeiro semestre de 2009. Outro fator, apontou Camilotti, é a saturação da rodovia nos horários de pico, fato comumente observado na lentidão existente principalmente entre os quilômetros 96 a 100. “O motorista acaba convivendo com esta morosidade ai e pratica velocidade mais alta, desrespeitando a distância segura e fazendo ultrapassagens perigosas até pelo acostamento em alguns casos. Por isso, acaba se envolvendo em acidente de trânsito”.

Outras infrações constantes estão no uso do telefone celular, que resulta na distração do motorista e ainda a falta de atenção ao volante, devido a um fato ocorrido no ambiente externo. “A gente recomenda um afastamento mínimo de 150 metros entre um carro e outro. Já que o motorista leva em média de 3 segundos para reagir a alguma situação do ambiente externo”.

Além de reuniões semanais ocorridas entre funcionários da Viaoeste e da Polícia Rodoviária de Sorocaba e toda sinalização presente na rodovia diariamente, algumas medidas estão sendo tomadas, efetivamente na construção das marginais. As obras dos quilômetros 98 a 99 devem ficar prontas em outubro deste ano. Por outro lado, as obras entre os quilômetros 95 e 105 (toda extensão) serão entregues até março de 2012. “A gente tem colocado a polícia em conjunto conosco para fazer fiscalização pra tentar diminuir estes acidentes neste momento onde há um volume de obras grandes nesta região, principalmente entre os quilômetros 96 ao 100”.

O motorista Hamilton dos Santos, de 49 anos, acredita que o trânsito vai melhorar muito na Raposo com a finalização das obras das marginais. Ele indicou que, apesar não entender que a rodovia é tão perigosa, sempre observa motoristas cometendo infrações. “Geralmente eles ultrapassam onde não pode”. O comerciante Emerson de Souza, de 34 anos, acha que apenas alguns trechos da rodovia são perigosos, entre a Uniso e o Shopping Panorâmico. Ele indicou ainda que muitas pessoas que usam o trecho urbano da Raposo em Sorocaba não estão aptos para guiar numa via rápida, limite de 110km/por hora. “Esse pessoal que não sabe andar em rodovia e acaba atrapalhando”.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

15 de julho de 2010 por antena1

Rodovia Raposo Tavares sofre os efeitos da interdição

A rodovia Raposo Tavares – no trecho entre a avenida São Paulo e o Jardim Capitão – é tida como avenida por muitos sorocabanos, que a usam como uma via expressa para se deslocar entre regiões distantes de Sorocaba. Desde a interdição da avenida Dom Aguirre, no entanto, o volume de veículos aumentou 10% nos horários de pico, já que mais motoristas passaram a utilizar da rodovia como rota alternativa.

Segundo informações do 5º Batalhão de Polícia Militar Rodoviária, sediado em Sorocaba,  antes da interdição cada sentido da Raposo Tavares, na altura do Km 99,  recebia  um tráfego médio de 4,4 mil veículos por hora. Sem a Dom Aguirre, o volume aumentou para quase 5 mil veículos por hora. Segundo Hélder Bonás, comandante do pelotão de Polícia Rodoviária, o tráfego de cerca de 2,5 mil veículos por faixa/hora é superior ao da rodovia Castello Branco na entrada de São Paulo, onde cada faixa registra fluxo de aproximadamente 2 mil veículos por hora.

O comandante explica que para lidar com a demanda extra a Polícia Rodoviária está realizando um esquema especial de sinalização, colocando policiais em pontos de maior lentidão. “Ainda não estamos tendo de cancelar folgas de policiais ou utilizar policiais do setor administrativo, mas estamos tendo de realocar as equipes  conforme a necessidade.”

Quando sai de sua casa no Barcelona e vai para o trabalho na avenida General Carneiro o comerciante Vilmar Santino, 38 anos, costuma acessar as ruas centrais de Sorocaba. Com as vias entupidas desde 1º de julho, quando a Dom Aguirre foi fechada totalmente entre a ponte Francisco Dellosso e a ponte Padre Madureira, ele passou a considerar a Raposo como rota. “Eu não gostava de usar a rodovia para ir ao trabalho porque acho perigoso em razão da passagem de veículos pesados, mas desde a interdição, percorrer as ruas centrais se tornou desgastante. Prefiro usar a Raposo do que ter que acordar mais cedo e ficar parado no trânsito.”

Informações sobre o tráfego de veículos pela Raposo Tavares
Acesse: www.viaoeste.com.br

O cenário já está bastante diferente
A reportagem do BOM DIA esteve ontem na praça Lions, local onde a avenida Dom Aguirre sofrerá sua maior elevação, com cerca de 1,80m. A altura das pistas, após 11 dias de obras, já é quase a pretendida pelo governo municipal como forma de impedir que a via seja atingida pelas águas do rio Sorocaba durante a temporada de chuvas (veja comparação nas fotos ao lado).

Segundo a secretaria de Obras e Infra-Estrutura Urbana, a revitalização da marginal segue o cronograma.

Fonte:www.redebomdia.com.br

12 de julho de 2010 por antena1

Trecho urbano da rodovia Raposo Tavares tem aumento de 8% no fluxo de veículos

O trecho urbano da rodovia Raposo Tavares, compreendido entre os quilômetros 96 (acesso à avenida Nogueira Padilha) e 102 (acesso à avenida Armando Pannunzio), teve um aumento de 8% no fluxo diário de veículos nos dois sentidos (interior e capital) em um ano. Diariamente circulam por esses seis quilômetros de malha viária 54 mil veículos, volume maior que os 50 mil registrados em maio de 2009. E a partir desta quinta-feira (01) e nos próximos 30 dias, com a interdição da avenida Dom Aguirre, a tendência é que este número seja ainda mais elevado, principalmente nos horários de pico, pela manhã entre 6h às 8h e final da tarde entre 17h às 19h.

Essa possibilidade de crescimento no fluxo de veículos na Raposo Tavares, com as obras da Dom Aguirre, com desvio de parte do trânsito, motivou encontros entre a Urbes Trânsito e Transporte e a Viaoeste, concessionária que administra o sistema Raposo. A partir desta quinta, Urbes e Viaoeste, vão implantar sinalização, painéis e também disponibilizarão viaturas para aprimorar a orientação, segurança e fluidez da rodovia. Outra medida que pretende abrandar o trânsito será a construção, obra em fase já avançada, de nova alça de acesso à avenida Nogueira Padilha, situada no quilômetro 96 da pista capital/interior. A liberação está prevista para o próximo dia 7.

O motorista sorocabano Adilson Correa acredita que o trânsito da Raposo Tavares irá piorar com a interdição da Dom Aguirre. Ele indicou que certamente a rodovia irá se transformar em rota para quem quer chegar até a avenida Nogueira Padilha. “Vai tumultuar bem, já que em horário de pico já fica parada a Raposo. As marginais vão desafogar bem, quando ficarem prontas”.

O número de acidentes também é uma preocupação, já recorrente na atualidade. Vale ressaltar que o limite de velocidade na Dom Aguirre é de 70 km por hora e na Raposo chega a 110 km/h. Na matemática exata do trânsito, a possibilidade de aumento da velocidade mais o número maior de veículos nas pistas é igual a adição de acidentes. Na sexta-feira passada, uma colisão ocorreu no quilômetro 102 da rodovia Raposo Tavares e envolveu cinco veículos.

O vigilante Cristiano Martines Fidêncio dirigia um Gol e o investigador da Polícia Civil, Carlos Edil de Souza, dirigia um Santana. Os dois tiveram apenas ferimentos leves. Só que o policial militar Valdici Antônio Soares do Nascimento, 35 anos, e o mecânico de manutenção Wheby Santos Peixoto, 23, não tiveram a mesma sorte. Os dois sofreram acidentes de motocicleta na mesma rodovia, também na semana passada, nos quilômetros 102,4 e 94,9 e morreram. Segundo suspeita da Polícia, no caso de Valdici, o trânsito intenso na Raposo Tavares pode ter provocado o acidente.

O morador de São Roque, Francisco Hildebrando, usa a rodovia de duas a três vezes por semana e sempre vê motoristas abusando da velocidade ou ultrapassando pelo acostamento. “Perigo não é a pista e sim de quem abusa dela”.

De acordo com a Viaoeste, este aumento de 8%, de um ano ao outro, ocorreu devido ao

aumento da venda de carros, que atingiu patamares do período pré-crise. A concessionária indicou que o crescimento econômico, que tem sido registrado na região de Sorocaba, talvez seja o principal responsável pelo crescimento do tráfego. A pista interior é a que apresenta maior fluxo de veículos. Nesta quarta-feira (30), entre às 17h20 e 17h40, enquanto que pista capital registrou 43,6 veículos por minuto, na interior o número chegou a 48,3 – total de 91,3 veículos nas duas pistas. Uma saída para desafogar o trânsito será a construção, obras que segundo a Viaoeste estão em ritmo acelerado, será a construção da marginal entre os quilômetros 95 e 98 (interior). Outra marginal entre os quilômetros 98 e 105 tem previsão de entrega para abril de 2012.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

1 de julho de 2010 por antena1

Obras na Raposo Tavares fecham alça de acesso à Nogueira Padilha

Está fechada para a passagem de veículos, a partir desta segunda-feira (14) e por cerca de 21 dias, a alça de saída do Km 95 da Rodovia Raposo Tavares, que dá acesso a Sorocaba pela avenida Cel. Nogueira Padilha. A interrupção do tráfego é necessária para a continuidade das obras de implantação das marginais no trecho da via que corta a cidade.

 De acordo com a concessionária Viaoeste, que administra a estrada e realiza as obras, haverá sinalização de rota alternativa 800 metros adiante do ponto de interrupção da passagem, pelas ruas Bolívia e Chile. Outras duas ações semelhantes à que começa nesta segunda-feira (14) na Nogueira Padilha acontecerão nas alças de saída e entrada do Km 97.

 Porém, nestes dois casos, os acessos não serão fechados totalmente. Nesta fase da implantação da via – cujo trecho entre os km 95 e km 98 deve ser inaugurado no mês de dezembro – a equipe de obras está atuando em três frentes: implantação do pavimento novo e contenção entre os km 95 e 98 e ampliação do viaduto do km 96 para passagem das pistas marginais.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

14 de junho de 2010 por antena1

Obras das marginais na Raposo Tavares, em Sorocaba, trazem o movimento das pistas para perto das residências

As obras de construção da marginal da rodovia Raposo Tavares seguem a todo vapor. O segundo trecho, do quilômetro 95 ao 98, nos dois sentidos, deve ser concluído até dezembro de 2010. Até lá, os moradores dos bairros próximos à pista estão atentos  e apontam que as obras trazem a rodovia cada vez mais perto das residências.

O aposentado  Miguel Lisboa, 71 anos, mora há 45 anos na rua Vitor Alves de Deus, paralela à pista. A poucos passos do seu portão é intenso o movimento de máquinas pesadas que trabalham na construção da marginal.
O barulho e a poeira incomodam, mas ele sabe da necessidade da benfeitoria que deve receber o trânsito local e amenizar o fluxo de veículos na Raposo Tavares. “A gente só não sabe como vai ficar o acesso”, afirma. “Ninguém falou nada sobre isso”, acrescenta.

Como vizinho antigo da Raposo, Miguel lembra da transformação da pista. “Quando construímos, ela ficava tão longe. Agora está ficando cada vez mais perto”, aponta.

O local, mesmo assim, continua bom de morar, segundo ele. A reclamação é por conta dos postos de iluminação retirados devido às obras da ViaOeste. “Havia três postes aqui e eles foram retirados a mais de um mês”, diz  o mecânico Sandro de Oliveira Souza, 40, funcionário de uma oficina ao lado da obra.

“O duro mesmo é aguentar esse barulho durante todo o dia. Começa lá pelas 6h30 da manhã e só para às 19h”, completa.

As obras também preocupam os moradores da Vila João Romão. Na rua Anísio de Almeida, a proximidade do muro de arrimo com as casas desperta a atenção. O receio é de que haja redução no espaço para entrada e saída de veículos.

Construção vai custar R$ 45 milhões
A obra na Raposo, executada pela CCR ViaOeste,  está dividida em três etapas.  A primeira delas, do quilômetro 99 ao 100 (sentido leste), já foi concluída em fevereiro deste ano. A segunda etapa, do quilômetro 95 ao 98 (nos dois sentidos), está em andamento.

A terceira e última etapa é do quilômetro 98 ao 105 e a concessionária ainda aguarda a liberação dos órgãos ambientais. A  obra toda exige investimento de R$ 45 milhões.

A assessoria de imprensa da ViaOeste confirmou o recebimento do pedido de informações relacionadas à iluminação pública e  construção de muros na  Vila Colorau e João Romão, mas não enviou  o   posicionamento da empresa.

Fonte:www.redebomdia.com.br

5 de maio de 2010 por antena1
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