Sorocaba desponta como a 31ª cidade do País que mais geraram riqueza, num período de cinco anos, sendo que entre 2005 e 2009 apresentou crescimento de 43,3% em seu no Produto Interno Bruto (PIB), e chegou a R$ 14,1 bilhões. Já a renda per capita do sorocabano cresceu 57% no mesmo período, segundo aponta o mais novo levantamento dos municípios brasileiros, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A chegada de novos investimentos, sua localização estratégica do município, além da da implantação de políticas públicas que melhoraram a qualidade de vida foram avaliadas por especialistas na área e pelo prefeito Vitor Lippi (PSDB) como os principais fatores pelo resultado.
O PIB representa a soma do valor de todos os bens e serviços finais produzidos em uma região, num determinado período.Trata-se de um dos indicadores mais utilizados na macroeconomia para mensurar a atividade econômica, que inclui o desempenho de setores como agricultura, indústria, serviços e comércio. Nos últimos cinco anos, o PIB de Sorocaba mostra que o município é um dos que estão recebendo a riqueza que está migrando das grandes para as médias cidades. Está à frente de outras 5.534 cidades, entre elas capitais estaduais com Porto Velho, em Rondônia, Macapá, no Amapá, e Maceió, em Alagoas. No ranking do País, Sorocaba melhorou uma posição.
No Estado, Sorocaba foi a 11ª cidade que mais gerou riqueza, à frente de municípios como São José do Rio Preto, Limeira, Franca, São Carlos, São Caetano do Sul, Diadema e Bauru. Mas ficou atrás de cidades como Jundiaí, que ocupa a 23ª posição; Santo André, 29ª e ainda Ribeirão Preto, 30ª. Em 2009, o índice de Sorocaba correspondeu a 0,44% do PIB total do Brasil. Entre 2008 e 2009, o PIB de Sorocaba cresceu 8,6% e, em números reais foi de R$ 13 bilhões para R$ 14,1 bilhões. Para comparação, São Paulo – a maior cidade brasileira – é responsável por 12,02% da economia nacional, com um PIB de R$ 389,3 bilhões.
O prefeito Vitor Lippi (PSDB) atribui o resultado ao dinamismo da economia do município, que não se torna refém de crises mundiais por não estar calcada em segmentos específicos. “A força da economia do Estado de São Paulo está se expandindo e consolidando no interior, em razão do fortalecimento da economia de cidades como Sorocaba, que passou a receber, de forma sequenciada, investimentos nas áreas da indústria, comércio e prestação de serviços, que ajudam a atrair consumidores não apenas do município, mas de toda a região. Sorocaba também tem uma localização estratégica privilegiada”, ressaltou.
Sobre o fato de Sorocaba ficar atrás de cidades de mesmo porte, como Jundiaí, São José dos Campos e Osasco, Lippi disse: “Quem bom que essas cidades também estão despontando. Nós vemos cidades que tiveram crescimento acelerado da migração industrial, mas não ganharam em qualidade de vida; não tiveram uma melhoria expressiva das suas políticas públicas.”
Futuro promissor
Para o diretor da regional do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), Erly Syllos, Sorocaba passou a colher frutos plantados pela administração pública, em conjunto com entidades representativas, para atração de investimentos. “Nos últimos dez anos Sorocaba vem se preparando para a atração de novos investimentos e isso passou a refletir nesses cinco anos, apontados pelo levantamento do PIB do IBGE. Não basta trazer grandes investimentos se não houver uma cidade sustentável, baseada na qualidade de vida de seus moradores”, ressaltou, e completou: “Há de se destacar que o Brasil teve um papel fundamental, com políticas econômicas eficientes, programas e projetos sociais que melhoram a qualidade de vida socioeconômica da população. E muitas cidades souberam aproveitar isso, como Sorocaba”.
Segundo ele, 2/3 do PIB gerado pela cidade são provenientes das indústrias instaladas na cidade. “Nosso destaque está no setor metalmecânico, eletrônico, eólico e de plástico. E, essa pulverização acaba sendo uma proteção contra crises em determinados segmentos”, afirmou.
Para o economista Geraldo Almeida, a perspectiva é de que o PIB de Sorocaba em 2010 tenha resultado ainda melhor do que o registrado em 2009, época em que o país ainda sentia os efeitos da crise financeira internacional. “O PIB em Sorocaba tem apresentado um crescimento acentuado nos últimos dez anos. Com estes resultados contínuos acima da média nacional e estadual, a tendência é que os próximos anos sejam ainda promissores para a economia da cidade. Já que novos empreendimento, de médio e, sobretudo, de grande porte, se instalaram na cidade”, comenta.
Renda per capita
A mais nova pesquisa do IBGE mostra que em cinco anos, entre 2005 e 2009, a renda per capita do sorocabano cresceu 57%. Em outras palavras, a renda per capita, que significa renda por pessoa, é o valor médio da renda anual dos cidadãos que vivem num determinado centro urbano. Em Sorocaba, a renda per capita, apurada pelo IBGE em 2009 foi de R$ 24.272,26 ou R$ 2.022,68 por mês. Em 2004, a renda per capita do sorocabano era de R$ 15.437,00. O índice brasileiro foi de R$ 16.917,66. Ou seja, o rendimento médio em Sorocaba nesse ano foi 69,69% superior ao nacional.
No PIB per capita, Sorocaba ainda está à frente de capitais como Belo Horizonte (R$ 18.182,70) e Boa Vista (R$ 15.325,90). Mas, por outro lado, fica atrás de cidades de porte semelhante dentro do Estado de São Paulo, como São José dos Campos (R$ 35.751,06), Ribeirão Preto (R$ 26.083,70) e Sertãozinho (R$ 37.438,57).
Fonte: Cruzeiro do Sul
Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) reduziram a estimativa para o crescimento da economia em 2012 de 4,20% para 4,10%. Para 2011, a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi mantida em 4%.
Segundo o boletim Focus, divulgado na segunda-feira (23) pelo BC, a expectativa para o crescimento da produção industrial, neste ano, permanece em 3,73%, neste ano, e oscilou de 4,60% para 4,55%, em 2012.
A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB foi ajustada de 39,26% para 39,23%, em 2011, e continua em 38%, para o o próximo ano.
A expectativa para a cotação do dólar segue em R$ 1,62, ao final de 2011, e em R$ 1,70, ao fim do próximo ano. A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) foi ajustada de US$ 19,5 bilhões para US$ 20 bilhões, neste ano, e permanece em US$ 10 bilhões, em 2012.
Para o déficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior), a estimativa foi mantida em US$ 60 bilhões, em 2011, e em US$ 70 bilhões, no próximo ano.
A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) permanece em US$ 50 bilhões, neste ano, e em US$ 45 bilhões, em 2012.
Fonte: Bom Dia Sorocaba
O setor de serviços já responde por 67,4% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e a tendência é de que a participação cresça ainda mais nos próximos anos. O número e a avaliação são de um estudo, obtido com exclusividade pela reportagem, preparado pela equipe de economistas do banco Credit Suisse, liderada por Nilson Teixeira. “É um processo natural, que se segue à melhora da renda e de sua distribuição. A sociedade tende a buscar mais serviços, como turismo e alimentação fora do domicílio”, explicou Teixeira. Em 2004, o peso dos serviços na economia nacional era de 63%. Entre aquele ano e 2010, a participação da indústria no PIB caiu de 30,1% para 26,8%.
Com isso, o Brasil segue uma tendência mundial, já consolidada nas nações desenvolvidas, mas que se acelera também nos países emergentes. Um dos efeitos práticos dessa realidade é o de que, para estimar o crescimento econômico, será preciso acompanhar cada vez mais o desempenho dessa área. Hoje em dia, ainda se olha muito para o que acontece na indústria. Teixeira explicou ainda que a inflação maior em serviços não é privilégio brasileiro. “Esse fenômeno não sinaliza um desequilíbrio econômico e é tradicional na maior parte das economias”, afirmou. Isso ocorre basicamente por dois fatores.
O primeiro é que a concorrência nesse segmento da economia é, em geral, bem menor. “Você pode até importar de outro país um cabeleireiro para cortar seu cabelo, mas convenhamos: não é uma operação simples”, brinca. Encaixam-se em serviços, por exemplo, os itens ligados à moradia, médicos, dentistas etc. O outro fator está relacionado à indexação. Normalmente, disse Teixeira, os preços dos serviços são corrigidos pela inflação geral. Não é difícil entender. Médicos, dentistas e advogados, entre outros profissionais, costumam reajustar seus preços de acordo com os indicadores de inflação mais conhecidos.
“Por isso é tão importante ter um nível de inflação bem baixo. As pessoas passam a olhar para a frente, e não para trás, quando vão definir seus preços.” Teixeira também rebate a avaliação, expressa por muitos economistas da linha conhecida como heterodoxa, de que o aumento da participação dos serviços pode ser negativo para economias emergentes. O argumento é o de que a indústria gera mais empregos – e empregos qualificados – do que o setor de serviços.
Numa economia emergente, que precisa empregar força de trabalho maior – e mais pobre – seria um problema. “Tomemos um exemplo exagerado, de uma indústria 100% automatizada. Seria preciso uma mão de obra especializada para produzir e fazer a manutenção dos softwares utilizados”, afirmou. Ou seja, os profissionais do chão da fábrica seriam trocados por especialistas em tecnologia.
Fonte: Cruzeiro do Sul
Os 12 feriados nacionais e 30 estaduais que caem este ano em dias úteis vão provocar uma perda para o Brasil de R$ 135,8 bilhões, ou o correspondente a 3,8% do PIB (Produto Interno Bruto), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país. A informação consta de estudo técnico divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).
Tomando por base o crescimento previsto do PIB, os números corrigidos indicam que o setor produtivo deixará de ganhar R$ 14,8 bilhões por dia parado.
“A ideia é mostrar que a paralisação excessiva da atividade econômica, gerada pela fusão de conceitos entre feriados e datas comemorativas, impõe enormes custos ao parque produtivo nacional e, principalmente, à nossa competitividade, vis-a-vis nossos principais concorrentes”, afirmou na terça-feira (19) à Agência Brasil o gerente da Divisão de Estudos Econômicos da Firjan, Guilherme Mercês.
Olhando o grupo do Brics (acrônimo que representa os emergentes Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), por exemplo, Mercês informou que a China, após a reforma de 2008, definiu nove feriados nacionais. A Índia tem sete, dos quais apenas três caem em dias úteis. “Temos uma perda de competitividade muito grande em relação aos nossos principais competidores”, disse ele.
O estudo mostra, porém, que, em comparação ao ano passado, o custo econômico dos feriados será menor em 2011, considerando que alguns feriados caem em fins de semana. A perda em 2010 foi de R$ 149,2 bilhões, ou o equivalente a 4,4% do PIB, indicando perda por dia parado de R$ 13,8 bilhões. “Nós temos dois feriados a menos em dias de semana, o que deu uma perda absoluta menor” em relação a 2010.
Mercês destacou, contudo, que as perdas são muito grandes. “Afinal, nós estamos falando de R$ 135 bilhões por ano para o Brasil, o que daria para custear quatro olimpíadas no país ou dobrar o orçamento previsto da União para a saúde”.
Tomando por base os estados mais industrializados, verifica-se que as perdas são proporcionais ao tamanho do PIB. Em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, por exemplo, as perdas estimadas em 2011 alcançam R$ 42,5 bilhões, R$ 14,5 bilhões e R$ 12 bilhões, respectivamente. “As perdas são muito grandes, principalmente no momento atual, quando a capacidade instalada está bem alta, as indústrias produzem a pleno valor. E aí, se torna praticamente impossível recuperar o tempo perdido com os feriados”.
O economista da Firjan informou que mesmo nos estados de menor PIB, também há perdas importantes. O custo econômico dos feriados será tanto maior quanto maior for a pujança econômica do estado, explicou.
No estado do Rio de Janeiro, a perda de receita estimada por dia parado atinge R$ 1,6 bilhão. “Daria para cobrir todo o investimento do Comperj [Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro] ou quase 14 vezes o orçamento previsto do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) para o estado, em 2011”.
Fonte: Bom Dia Sorocaba
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta quinta-feira (3) que o crescimento de 0,7% do PIB (Produto Interno Bruto) no quarto trimestre, na comparação com o terceiro trimestre, indica que a economia não está superaquecida.
“No quarto trimestre crescemos 0,7%, com uma despesa pública negativa em 0,3%. Isso indica que economia não está superaquecida e que a poupança de 2011 crescerá mais do que a de 2010”, destacou o ministro.
No ano, o PIB teve expansão de 7,5%, na comparação com 2009, informou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “[O crescimento] de 7,5% é muito, mas é um momento excepcional por causa da crise, já estamos agora num patamar de 5% a 5,5%”, acrescentou Mantega.
Segundo o ministro, o resultado de 2010 coloca o Brasil entre os cinco países que mais cresceram no período, ficando atrás da China, da Índia, da Argentina e da Turquia.
“Se considerarmos o PIB a preços de paridade e poder de compra, em conta ainda não oficial, a ser feita pelo FMI [Fundo Monetário Internacional] ou pelo Banco Mundial, atingimos um PIB de R$ 3,6 trilhões, o que nos coloca em sétimo lugar, superando a França e o Reino Unido”, disse, em entrevista coletiva para comentar os números divulgados pelo IBGE.
O crescimento anual, segundo o instituto, deve-se à baixa base de comparação no ano anterior, quando o PIB registrou queda de 0,6%, influenciado pelos efeitos da crise financeira internacional.
O IBGE destacou que a formação bruta capital fixo cresceu 21,8%; o consumo das famílias, 7%; e o do governo, 3,3%. De acordo com o instituto, o PIB da indústria teve expansão de 10,1%, e o setor foi o ramo da economia que mais cresceu no ano passado. O PIB agrícola registrou elevação de 6,5% e o de serviços, de 5,4%
O Produto Interno Bruto representa o total de riquezas produzidas no país e é usado para dimensionar o tamanho da economia nacional. Para calcular o PIB, o IBGE utiliza os resultados de pesquisas do próprio instituto ao longo do ano, em áreas como agricultura, indústria, construção civil e transporte.
Fonte: Bom Dia Sorocaba
A estabilidade registrada em agosto pelo Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), indicador antecedente do Produto Interno Bruto (PIB), surpreendeu os economistas que esperavam crescimento. Eles atribuem o resultado pífio à perda de fôlego da produção industrial, afetada, principalmente, pela invasão dos importados e pelo ajuste de estoques. Em agosto, o índice atingiu 139,12 pontos e repetiu o resultado de julho.
“Grande parte da estabilidade do ritmo de atividade geral se deve à indústria, que vem andando de lado desde abril”, afirma o economista chefe da MB Associados, Sergio Vale. Ele observa que o forte desempenho do comércio e do setor de serviços, que respondem pela maior fatia do PIB, atenua o arrefecimento da indústria.
Segundo o economista, depois de acumular estoques no primeiro semestre, a indústria conseguiu se desfazer de parte dos produtos indesejáveis. E o que estaria, na sua opinião, tirando o ritmo da produção industrial neste momento seria o grande volume de importados, favorecidos pelo real forte. “Precisamos ver como ficará setembro, com o aquecimento da produção de fim de ano.”
Zeina Latif, economista sênior para América Latina do Royal Bank of Scotland, faz uma análise semelhante à de Vale, da MB Associados. “Fiquei surpresa com o resultado do indicador do BC. Achei baixo.” Ela ressalta que a redução do ritmo de atividade estaria, em sua avaliação, ligada ao setor industrial, já que os números do comércio continuam robustos. Zeina aponta dois fatores que estariam arrefecendo a produção industrial: o ajuste de estoques acumulados no primeiro semestre e principalmente o descompasso do setor externo. As exportações, cita a economista, estão hoje 20% abaixo do nível pré-crise. Do lado das importações a situação é oposta: só em agosto o volume de compras externas cresceu 49% ante o mesmo mês de 2009. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
O mercado financeiro elevou a estimativa de inflação para 2010 e projetou novo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). De acordo com o boletim Focus, investidores e analistas de mercado projetaram para o final do ano uma inflação de 5,07%, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Na medição anterior, o IPCA do período era projetado em 5,05%. Já para o ano que vem, a projeção do mercado financeiro para a inflação pelo IPCA caiu de 4,94% para 4,92%.
Para o crescimento da economia, a expectativa chegou a 7,55%. Antes, era de 7,53%. A taxa de câmbio em dezembro foi estimada em 1,75 e a taxa básica de juros (Selic) foi mantida em 10,75% ao ano na mesma comparação. A dívida líquida do setor público foi estimada para cima, passando para 40,75% contra os 40,70% do resultado anterior.
O saldo da balança comercial apresentaria uma ligeira melhora pelos cálculos do mercado chegando a US$ 16 bilhões. Na sondagem anterior, o mercado financeiro tinha expectativa de US$ 15 bilhões de dólares. O resultado, porém, não alteraria o saldo em conta-corrente do Brasil que permaneceria com déficit de US$ 50 bilhões.
fonte:www.redebomdia.com.br
Analistas de mercado consultados pelo Banco Central (BC) elevaram mais uma vez os prognósticos para a inflação brasileira em 2010 e também a estimativa de avanço do Produto Interno Bruto (PIB), segundo o relatório Focus divulgado pela autoridade moentária nesta segunda-feira.
A estimativa para inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano subiu pela segunda semana seguida, de 5,01% na semana anterior para 5,05%. Para 2011, a previsão caiu de 4,95% para 4,94%. O prognóstico para a taxa básica de juros (Selic) nos dois anos ficou estável, em, respectivamente, 10,75% e 11,75%. A meta de inflação dos dois anos tem centro em 4,5% e tolerância de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo.
Segundo a mediana dos analistas consultados pelo BC, a soma das riquezas geradas no País deve crescer 7,53% neste ano, ante previsão de 7,47% na semana anterior. A previsão subiu pela quarta semana consecutiva. Para 2011, a estimativa segue em 4,5%. O prognóstico para o câmbio foi mantido em R$ 1,75 neste ano, e para o próximo permaneceu em R$ 1,80. A projeção para o superávit da balança comercial em 2010 foi mantida em US$ 15 bilhões, enquanto para 2011 subiu para US$ 9,95 bilhões, contra US$ 9,90 bilhões antes.
fonte:www.terra.com.br
Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) esperam por maior crescimento econômico este ano. A estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, subiu de 7,34% para 7,42%, neste ano.
Para 2011, permanece a expectativa de 4,5%, há 40 semanas seguidas, segundo o boletim Focus, divulgado às segundas-feiras pelo Banco Central (BC).
A expectativa para o crescimento da produção industrial, neste ano, passou de 11,37% para 11,34%. Para o próximo ano, a previsão de expansão da produção industrial foi mantida em 5%.
A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB permaneceu em 40,80%, em 2010, e passou de 39,50% para 39,45%, em 2011.
A expectativa para a cotação do dólar ao final de 2010 foi alterada R$ 1,79 para R$ 1,77. Para o fim de 2011, a projeção passou de R$ 1,83 para R$ 1,81.
A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) permaneceu em US$ 15 bilhões, neste ano, e passou de US$ 8,68 bilhões para US$ 9,56 bilhões, em 2011.
Para o déficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior) a estimativa permaneceu em US$ 50 bilhões, este ano, e passou de US$ 58 bilhões para US$ 59,90 bilhões, em 2011.
A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) permaneceu em US$ 30 bilhões, este ano, e foi alterada de US$ 38 bilhões para US$ 38,20 bilhões, em 2011.
fonte:www.redebomdia.com.br
Se foi insuficiente para elevar a participação do Brasil no Produto Interno Bruto (PIB) global, o crescimento mais acelerado dos últimos anos fez a renda per capita atingir níveis recordes. Nas estatísticas do Fundo Monetário Internacional (FMI), o valor mais alto do PIB per capita brasileiro foi alcançado em 2008: US$ 10.325, pelo critério conhecido como Paridade do Poder de Compra (PPP, na sigla em inglês). Este ano, segundo o Fundo, deve chegar a US$ 10.289. Mas, como essa projeção foi elaborada antes de a instituição aumentar sua estimativa para o crescimento do País no ano (de 5,6% para 7,1%), é provável que o PIB per capita de 2010 seja o maior da história brasileira.
É um valor baixo se comparado ao dos Estados Unidos, por exemplo, onde o PIB per capita supera os US$ 46 mil. Mas superior ao da China (US$ 6.500) e Índia (cerca de US$ 3 mil). É por isso que alguns especialistas argumentam que o Brasil não precisa almejar as taxas de crescimento da China e da Índia – o estágio de desenvolvimento já está mais avançado aqui. “O problema do PIB per capita é que se trata da média. Como sabemos, o Brasil é um dos países com a maior desigualdade do mundo”, lembra o economista Simão Davi Silber, professor da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (USP). O Brasil tem o 9.º maior PIB do mundo, mas é apenas o 73.º no ranking do PIB per capita.
O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) informou que o Brasil é o 3.º país mais desigual do planeta, melhor apenas do que Bolívia, Madagascar, Camarões, Tailândia, África do Sul e Haiti. Existem receitas variadas para reduzir a desigualdade. O ponto comum nas avaliações: investimento em educação.
Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
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