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Justin Bieber é o nome mais procurado em site de busca em 2011, diz pesquisa

Justin Bieber foi o nome mais procurado na internet em 2011 – segundo a ferramenta de busca Bing – ficando a frente da estrela de reality show Kim Kardashian e da atriz Jennifer Aniston.

Um levantamento realizado pelo site de busca apontou que o cantor canadense de 17 anos passou da posição número 6 em 2010 para se tornar o nome e o músico mais procurado com durante o ano de 2011.

O cantor foi a única celebridade do gênero masculino a aparecer na lista dos 10 mais. As atrizes Lindsay LohanMegan Fox e as cantoras Jennifer LopezBritney SpearsKaty PerryLady GagaMiley Cyrus completam os nomes mais pesquisados.

O reality show musical American Idol foi o programa de TV mais procurado em 2011 e uma das noticias mais pesquisadas foi “julgamento de Michael Jackson/Conrad Murray“.

Fonte: UOL

30 de novembro de 2011 por antena1

Brasil é destaque em pesquisa sobre aumento de empregos em 2011

O emprego crescerá no primeiro trimestre de 2011 nos países da América, onde Brasil, Peru e Panamá apresentam a melhor expectativa, e os Estados Unidos, a pior, segundo uma pesquisa entre diretores de empresas divulgada terça-feira (7) no Panamá. De acordo com a consulta realizada entre 30.000 encarregados de contratação de pessoal para empresas de 10 países da América, as expectativas de contratação são “positivas”.

“Não há nenhum país que reporte números negativos de emprego para o próximo trimestre”, disse Luis Fernando González, gerente regional para a América Central e a República Dominicana da empresa de recursos humanos ManPower. “Podemos falar que em 2011 a crise na América já pode entrar para a história”, acrescentou González. As expectativas mais otimistas são as do Brasil, onde se registra uma tendência de crescimento líquido de emprego de 36%, 5 pontos a mais do que há um ano.

O otimismo dos empresários brasileiros se deve à “força do setor de serviços”, destacou a consulta. O Peru, com uma tendência líquida de emprego de 22%, e o Panamá, de 21%, são os outros dois países americanos com melhores expectativas trabalhistas, seguidos de Costa Rica (19%), Argentina (18%), México (16%), Canadá (14%), Colombia (10%) Guatemala (9%) e Estados Unidos (9%).

Sobre as expectativas de emprego nos Estados Unidos, González assegurou que o país “tem se recuperado favoravelmente, embora continue havendo muita gente desempregada”.

fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

8 de dezembro de 2010 por antena1

Pesquisa: 62% dos brasileiros consideram boa atual situação econômica do país

Cerca de 62% dos brasileiros consideram a economia do País em boa situação. De acordo com um estudo da PewResearch com 21 países, o Brasil perde apenas da China no quesito satisfação da população com a economia.

A maioria dos brasileiros acredita que a forma como o governo atual lida com as questões econômicas é um bom legado para o País. “O programa Bolsa Família, que distribui dinheiro para incentivar famílias a manter as crianças na escola e vacinadas, é popular em todos os grupos demográficos do Brasil”, afirmou o estudo.

Quase oito a cada dez brasileiros expressam confiança de que o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem feito a coisa certa nas relações internacionais, enquanto 24% acham que o Brasil já é uma das nações mais potentes do mundo.

Insatisfações

O estudo, feito com mil adultos entre abril e maio deste ano mostrou ainda que os brasileiros, apesar da satisfação declarada, também enxergam sérios desafios a serem enfrentados. Em particular, 85% acham que as drogas e o crime (53%) são problemas muito graves no País.

Mais da metade disse ainda que há áreas próximas às suas casas onde eles têm medo de caminhar sozinhos à noite. Outros 79% descrevem a corrupção dos líderes políticos e a poluição como os principais problemas.

fonte:www.uol.com.br

27 de setembro de 2010 por antena1

Aumenta número de pessoas que considera mais fácil achar emprego no Brasil

Nos últimos cinco anos, nunca pareceu tão fácil para o brasileiro achar um emprego como agora. Sondagem conjuntural da Fundação Getúlio Vargas (FGV), feita mensalmente em mais de 2 mil domicílios de sete das principais capitais no País, mostra que 10,9% dos entrevistados acham que hoje é fácil encontrar um emprego. É o maior índice já registrado desde que a pesquisa começou a ser feita, em setembro de 2005. Em dezembro de 2006, por exemplo esse número era de apenas 0,3%.

Na outra ponta, a fatia dos brasileiros que consideram difícil encontrar emprego bateu nos níveis mais baixos da série. Em agosto, data da pesquisa mais recente, o número chegou a 52,2% dos entrevistados. Há um ano, estava em 71,8%, depois de ter atingido o pico de 88,1% em setembro de 2006.

“O resultado é incrível”, diz o coordenador de sondagens conjunturais da FGV, Aloisio Campelo Júnior. “Em cinco anos, o resultado que a gente obtém com a mesma pergunta mudou radicalmente.”

O mercado aquecido é reflexo da continuidade do crescimento econômico, diz o economista. Desde 2003, quando teve fim a chamada era do “voo de galinha”, marcada por sucessão de períodos de crescimento econômico baixo e de crescimento mais elevado, o único evento que segurou um pouco o ritmo de expansão do emprego foi a recente crise financeira mundial.

“O que a gente vê agora é um cenário, tanto na cabeça de empresários como de consumidores, de continuidade do crescimento”, comenta Campelo Júnior. “Uma empresa que está com o quadro de pessoal ajustado, e que vislumbra nos próximos anos um crescimento sustentado de 4% ou 5% ao ano, em média, promove novas rodadas de contratações, de maneira sistemática.”

Nessas condições, o vento muda a favor do trabalhador. Diante da crescente demanda por mão de obra, que em alguns setores chega a superar a oferta de profissionais qualificados, prospera o número de trabalhadores que mudam frequentemente de emprego para ter salários cada vez mais altos.

fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

20 de setembro de 2010 por antena1

EUA recorrerão de veto à pesquisa

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos anunciou hoje que recorrerá da decisão de um juiz que barrou temporariamente a realização de pesquisas com células-tronco embrionárias. Matthew Miller, porta-voz do departamento, disse que o recurso deve ser apresentado em algum momento desta semana.

Mais cedo, a Casa Branca anunciou a pretensão de manter o financiamento federal às pesquisas de células-tronco em meio a temores de que a decisão judicial de ontem venha a prejudicar importantes trabalhos científicos.

O governo do presidente Barack Obama está explorando todos os meios possíveis “para garantir que possamos continuar a fazer essa pesquisa essencial que salva vidas”, disse o secretário adjunto de imprensa da Casa Branca, Bill Burton.

Perguntado sobre se novas leis poderiam ser submetidas ao Congresso para contra-atacar a decisão do juiz Royce Lamberth, Burton apenas reafirmou que todas as opções estão em análise no momento.

Lamberth suspendeu as normas baixadas por Obama, que autorizam o uso de células-tronco embrionárias em estudos que recebam verbas federais. Esse tipo de financiamento havia sido proibido pelo antecessor de Obama, George W. Bush.

Obama, que no ano passado havia ordenado a expansão do financiamento dos estudos com células-tronco, “acredita que precisamos fazer a pesquisa, ele (Lamberth) impôs estritas normas éticas e acredita que sua política é correta”.

A decisão judicial anunciada ontem “levará nossas melhores mentes científicas a realizar trabalhos com menor possibilidade de gerar tratamento”, disse Sean Tipton, da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva. “Será incrivelmente problemático”, acrescentou. As pesquisas com células-tronco têm o potencial de viabilizar alternativas para algumas das áreas mais difíceis da medicina.

fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

25 de agosto de 2010 por antena1

Cientistas vão retornar ao Titanic para fazer mapa 3D

Uma equipe de cientistas lançará uma expedição ao Titanic no próximo mês para avaliar as condições do mais famoso naufrágio do mundo e criar um detalhado mapa 3D que ” vai tirar, virtualmente, o Titanic do fundo do mar para o público”. A expedição ao local a 4 quilômetros de profundidade sob o Oceano Atlântico está sendo apresentada como a mais sofisticada expedição científica ao Titanic desde a descoberta dos restos do navio, há 25 anos.

A jornada de 20 dias deve partir de St. Johns, na província canadense de Terra Nova, numa parceria entre a RMS Titanic, empresa que tem os direitos de resgate do navio, e a Instituição Oceanográfica Woods Hole, dos Estados Unidos. A expedição não fará coleta de artefatos, mas sondará o campo de destroços de 3 km por 5 km, onde milhares de objetos permanecem espalhados.

Alguns dos visitantes mais frequentes do local farão parte da expedição, ao lado de importantes cientistas submarinos e de organizações como a Administração Nacional de Atmosfera e Oceano (NOAA) dos Estados Unidos. Os organizadores afirmam que os dados e imagens ficarão, no fim, disponíveis para o público.

“Pela primeira vez, realmente vamos tratar isso como um sítio arqueológico, com duas coisas em mente”, disse o cientista David Gallo, um dos líderes da expedição. “Uma é preservar o legado do navio, ao melhorar a história do Titanic em si. A segunda é entender exatamente qual o estado do navio”. O Titanic bateu em um iceberg e afundou em sua viagem inaugural em 15 de abril de 1912, deixando 1.522 mortos.

Desde que o oceanógrafo Robert Ballard e uma equipe internacional descobriram o Titanic, em 1985, a maioria das expedições dedicou-se a fotografar o naufrágio ou recolher artefatos, como louças, sapatos e peças do navio. O cineasta James Cameron, diretor do filme Titanic, também levou equipes ao local do naufrágio para gravar a proa e a popa, que se separaram durante o afundamento e hoje estão separadas por 500 metros.

A equipe de oceanógrafos, arqueólogos e outros pesquisadores vai agora fazer uma avaliação das duas seções do navio, que estão submetidas a correntes marítimas, água salgada e à pressão do fundo do oceano. A expedição usará tecnologias de imagem e sonar que nunca tinham sido aplicados ao Titanic e para sondar quase cem anos de sedimentos acumulados, a fim de obter o mais completo inventário possível do conteúdo do navio. “Estamos tratando isso como uma cena de crime”, disse Gallo.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.b

29 de julho de 2010 por antena1

GVT contesta pesquisa do Idec sobre banda larga

A GVT está contestando os dados de uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), que apontou a operadora como a mais cara do País. Segundo a empresa, na época da apuração realizada pela entidade, o valor da banda larga da GVT para Goiânia, Porto Alegre e Rio Branco era diferente do vigente atualmente.

A pesquisa mostra que, enquanto em Belo Horizonte, Goiânia e Porto Alegre os usuários pagam R$ 49,90 por mês para usar um pacote com velocidade de 1 Mbp da NET, em Goiânia, Porto Alegre e Rio Branco pagariam R$ 204,50 no plano oferecido pela GVT. A assessoria da empresa, porém, informa que os dados utilizados estão defasados, porque desde 1º de junho de 2010 a contratação avulsa do serviço de banda larga de 3 Mbps passou a ser de R$ 129,90 mensais.

A operadora afirma ainda que a comparação com os preços da NET não é válida, já que o pacote da NET é de 1 Mbps. Por essas razões, a empresa enfatizou que a “GVT não pode ser classificada como a mais cara do Brasil”.

A pesquisa divulgada no início desta semana pelo Idec conclui que o brasileiro paga caro para ter acesso à internet e não recebe as informações corretas sobre o serviço que lhe é ofertado. O levantamento comparou o preço e a qualidade da banda larga em seis capitais brasileiras e mostrou que a diferença de preços dos pacotes de banda larga varia muito conforme a cidade onde o serviço é prestado.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

20 de julho de 2010 por antena1

Pesquisa mostra que economia parou de crescer em maio

A economia brasileira parou de crescer. Em maio, o ritmo de atividade foi igual ao de abril, na primeira estabilidade após 16 meses consecutivos de expansão. A informação foi divulgada na 4ª feira (14) no levantamento do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). Apesar dessa acomodação no mês, o número acumula expansão de 9,39% na comparação com maio de 2009. Analistas dizem que o indicador pode ser considerado uma prévia do comportamento do Produto Interno Bruto (PIB).

 Após meses de expectativa de economistas e do próprio governo, o fim dos estímulos adotados na crise parece começar a gerar efeito mais evidente. O estudo do BC mostra que o indicador ficou em 139,55 pontos em maio, o que indica que a atividade econômica ficou exatamente no mesmo patamar do mês anterior. A acomodação acontece apenas um mês depois de o mesmo índice ter mostrado, em abril, a expansão mais baixa desde dezembro de 2008

 A velocidade de crescimento da economia é, atualmente, uma das principais preocupações do BC. Para a autoridade monetária, a expansão acelerada aquece a demanda e abre brechas para o reajuste de preços, com consequente aumento da inflação. Após a divulgação dos dados, o presidente do BC, Henrique Meirelles, foi questionado sobre o comportamento em maio. “Como é habitual não faço comentários na semana que antecede o Comitê de Política Monetária”, respondeu aos jornalistas em evento no Ministério da Justiça. O Copom anuncia na quarta-feira, 21, decisão sobre a Selic, o juro básico da economia.

 Apesar de se recusar a comentar os dados, Meirelles afirmou que “essas informações” serão avaliadas pela instituição. “O benefício de termos um Copom a cada 45 dias é que isso permite à autoridade monetária acumular informações para embasar as decisões. É por isso que o Copom não toma decisões previamente”, explicou.

 ESTABILIDADE ESPERADA

 A nova rodada do IBC-Br não pegou o mercado financeiro de surpresa. Analistas já contavam com um ritmo menor. “É um grande indicativo de desaceleração da economia no segundo trimestre. O índice apresentou altas fortes no início do ano, mas começou a reduzir a velocidade nos últimos meses. A desaceleração e até a eventual estabilidade eram esperados, já estão na conta dos economistas”, diz o analista da Tendências Consultoria, Rafael Bacciotti.

 Apesar de prevista, a variação zero deu mais combustível para a corrente do mercado que aposta que o atual ciclo de aumento da taxa Selic poderá ser mais breve que o previsto originalmente. Nos negócios com juros futuros, continua a previsão de que o juro deve subir 0,75 ponto porcentual na próxima semana. Mas, para essa parte dos analistas, as altas seguintes poderão ser menores que os aumentos previstos há algumas semanas porque a economia se acomodou antes do previsto. Bacciotti não está nesse grupo.

 O analista da Tendências argumenta que a economia deve voltar a ter aceleração no segundo semestre porque a melhora da renda e do emprego devem reaquecer a demanda das famílias. Além disso, mesmo mais caro, o crédito continuará em expansão, explica.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

15 de julho de 2010 por antena1
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