O Palmeiras estava entalado na garganta dos santistas. Sete jogos seguidos sem vitória contra o mesmo rival incomoda qualquer um. Ontem, porém, quem saiu da Vila Belmiro engasgado foi o Verdão. Não apenas pelo fato de ter perdido para o Alvinegro por 1 a 0, mas, principalmente, porque o resultado é mais um obstáculo no já duro caminho rumo à classificação para a Libertadores de 2012.
Com a ausência de Neymar, o responsável por enfiar a espinha do Peixe goela abaixo dos palmeirenses só poderia ser Borges. O artilheiro do Brasileirão, com 20 gols, teve apenas duas oportunidades para matar o Porco. Foi o suficiente.
“Centroavante tem de se posicionar bem. Já havia uma cobrança de dois jogos sem marcar. Procurei ficar tranquilo, esperando as oportunidades. Eu fui feliz na jogada do Léo”, disse o atacante do Santos.
Confira vídeo com os comentários da partida feitos pelo repórter Diego Iwata Lima para a TV DIÁRIO, clicando aqui
Covardia
Com três zagueiros, o Palmeiras praticamente abdicou de atacar, principalmente no segundo tempo. Parecia que os papéis haviam sido trocados: o Santos brigava pela vaga na Libertadores e o Verdão se poupava de olho no Mundial.
Não apenas pela gana maior do Peixe, mas pelo medo de Felipão, que armou o time apenas para se defender. Nas substituições, saiu-se ainda pior: acabou com a chance do contra-ataque ao sacar Maikon Leite.
Muricy agradeceu. Se sua meta era fazer o time jogar com um pouco mais de vontade e foco, obteve sucesso. Sem Neymar, o Peixe descobriu um caminho bom para conseguir vencer: o da transpiração.
Santos – 4-4-2
Rafael; Crystian, Bruno Rodrigo, Durval e Léo; Adriano, Henrique, Danilo e Ibson (A) (Bruno Aguiar); Alan Kardec e Borges (Rentería)
T: Muricy Ramalho
Palmeiras – 3-5-2
Deola; Maurício Ramos, Thiago Heleno
e Henrique; Márcio Araújo (Paulo Henrique), Chico, Marcos Assunção, Pedro Carmona (A) (Patrik) e Gabriel Silva; Maikon Leite (Ricardo Bueno) e Fernandão
T: Felipão
BRASILEIRÃO > 2 TURNO — 28 RODADA
Onde: Vila Belmiro, em Santos
Juiz: Guilherme Cereta de Lima (SP)
Gol: Borges aos 29 do 2 tempo
Renda e público: R$ 177.340,00/ 7.373
Fonte: Bom Dia Sorocaba
O Palmeiras não conseguiu encerrar o jejum de vitórias que o assombra nesse Brasileirão. Neste domingo, não saiu do empate em 1 a 1, contra o Avaí, na Ressacada. Agora já são cinco jogos sem marcar três pontos no campeonato.
Com dois jogadores expulsos, Rivaldo ainda no primeiro tempo e Gerley, no segundo, o Verdão até volta para São Paulo com um resultado surpreendente. O Avaí também teve um jogador expulso, Rafael Coelho, na metade da segunda etapa. Os gols foram marcados por Batista, logo no começo do jogo, para o Leão da Ilha, e por Chico, na segunda etapa, para o Palmeiras.
O empate não foi um bom resultado para nenhuma das duas equipes. O Verdão chegou aos 35 pontos e se manteve na oitava posição. Já o Avaí, continua na zona de rebaixamento, com 22 pontos, na 19ª posição.
Dois gols e uma expulsão
O Avaí começou mostrando não ser um bom anfitrião. Com menos de um minuto o atacante William conseguiu dominar a bola dentro da área, mas a zaga do Verdão afastou. Aos 5, Batista chutou de fora da área e para o azar de Henrique, a bola desviou nele e encobriu o goleiro Marcos.
Depois do rápido gol, a partida ficou truncada. Com muitas faltas, principalmente dos jogadores do Avaí, os ânimos ficaram exaltados e o resultado não poderia ser diferente.
Aos 21, Kleber foi amarelado após empurrar Batista, que o impedia de cobrar uma falta. Dois minutos depois, o Palmeiras ficou com um a menos. Rivaldo, que já havia tomado o amarelo no início do jogo, cometeu uma falta dura em Cleverson, na direita, e foi recebeu o cartão vermelho.
O Palmeiras não se abateu com a expulsão. Felipão tirou o atacante Fernandão e colocou Gerley, remontando o sistema defensivo da equipe. Mas, como esperado, o Verdão não conseguiu jogar bem. Apesar de insistir muito no ataque, não conseguia obter resultados.
Pelo menos até os 38 minutos, quando Gerley colocou ótima bola na área, Bruno desviou e ela sobrou para Luan, que de cabeça, tocou por cima da trave do Avaí. Três minutos depois, Marcos Assunção cobrou falta dentro da área e Chico desviou de cabeça para o fundo do gol, deixando a partida igual.
O primeiro tempo terminou com números iguais em gols, mas bem diferente em faltas. O Avaí cometeu 14 faltas, enquanto o Palmeiras apenas duas – justamente, as duas que custaram a expulsão de Rivaldo.
Mais expulsões
O segundo tempo pareceu começar sem ter terminado o primeiro. Pelo menos, para os jogadores do Palmeiras que conseguiram repetir os mesmos erros. Logo aos dois minutos, o lateral Gerley deu um carrinho com os dois pés, muito violento, em Dirceu e foi expulso.
Impressionando a todos, o Verdão, com dois a menos, melhorou dentro de campo. Com a saída dos dois atletas, a equipe passou a errar menos e o Avaí mais, fazendo assim, com que os palmeirenses conseguissem criar mais chances.
Aos 6, Marcos Assunção levantou na área e três jogadores tentaram, mas não conseguiram concluir. Logo em seguida, o volante tentou acertar um belo chute de fora da área, mas a bola ficou na zaga.
O Avaí seguiu tentando achar espaço no ataque, mas a defesa do Verdão não deu chance e conseguiu conter as investidas. Pensando nisso, o treinador Toninho Cecílio tirou o volante Batista e colocou o atacante Rafael Coelho. Mas a alteração não deu certo. Com apenas quatro minutos em campo, aos 17, o atacante deu um entrada dura em Kleber e foi expulso.
Após a expulsão, o William teve duas chances para aumentar o placar para o Avaí. Aos 21, Pará deu ótimo passe para William, que demorou muito para finalizar e deixou Maurício Ramos chegar e ficar com a bola. Cinco minutos depois, Robinho deu um passe de calcanhar e o atacante, novamente, na cara do gol, não conseguiu finalizar antes da zaga do Palmeiras chegar para salvar.
Na próxima rodada, o Avaí enfrenta o Fluminense, no Engenhão, na quarta-feira, às 20h30. Já o Palmeiras recebe o Ceará, no canindé, na quinta, no mesmo horário.
FICHA TÉCNICA:
AVAÍ 1 X 1 PALMEIRAS
Estádio: Ressacada, em Florianópolis (SC)
Data/hora: 18/9/2011 – 16h
Árbitro: Evandro Rogério Roman (Fifa-PR)
Auxiliares: Bruno Boschilia (PR) e Cleriston Clay Barreto Rios (SE)
Renda e público: R$ 106.755,00 / 8.312 pagantes
Cartão amarelo: Rivaldo e Kleber (PAL); Pedro Ken, Batista, Bruno e Gian (AVA)
Cartões vermelhos: Rivaldo e Gerley (PAL); Rafael Coelho (AVA)
GOLS: Batista, 5′/1ºT (1-0); Chico, 41′/1ºT (1-1)
AVAÍ: Felipe, Arlan, Dirceu, Gian e Pará (Leandrinho, 22′/2ºT); Bruno, Batista (Rafael Coelho, 13′/2ºT), Pedro Ken (Estrada, Intervalo), Cleverson e Robinho; William. Técnico: Toninho Cecílio.
PALMEIRAS: Marcos, Márcio Araújo, Henrique, Maurício Ramos (Thiago Heleno, 35′/2ºT) e Rivaldo; Chico, Marcos Assunção e Tinga (João Vitor, 19′/2ºT); Kleber, Luan e Fernandão (Gerley, 29′/1ºT) . Técnico: Luiz Felipe Scolari.
Fonte: Bom Dia Sorocaba
O Pacaembu era a esperança do Palmeiras para sair da crise. Único que não havia perdido em casa ainda no Brasileirão, o time alviverde não soube aproveitar as diversas chances criadas por Marcos Assunção, viu Leandro Damião ser eficiente, marcar três vezes, e definir a vitória do Internacional por 3 a 0, nesta tarde de domingo.
Com o resultado, os gaúchos ultrapassaram o Palmeiras na classificação. Por conta da má fase e da derrota merecida, a torcida alviverde protestou bastante durante o jogo e principalmente após o apito final. O alvo, não apenas jogadores, mas também a diretoria.
Desde que venceu o Corinthians, na última rodada do primeiro turno, o Palmeiras não conseguiu mais vitórias. Perdeu para Botafogo e Inter e empatou com Atlético-PR e Cruzeiro. Com 34 pontos, já é apenas o oitavo, e pode terminar a rodada a dez pontos do líder, se o São Paulo vencer o Grêmio e assumir a ponta. Já o Inter, que chegou a quatro jogos sem derrota, com 35 pontos, em sétimo.
No domingo que vem, pela 24.ª rodada, o Palmeiras encara o Avaí, em Florianópolis. O Internacional vai jogar em casa, no Beira-Rio, contra o Coritiba. No meio de semana, o palmeirense Henrique e os colorados Oscar e Leandro Damião defenderão o Brasil no amistoso contra a Argentina, em Córdoba.
O JOGO – Não fossem detalhes, as faltas cobradas por Marcos Assunção poderiam ter feito o Palmeiras ir para o intervalo com uma goleada. Foram quatro ótimas chances saídas dos pés do volante. A primeira, batida direto para o gol, acertou a rede, mas pelo lado de fora. Ao menos deu alguns segundos de alegria para o torcedor mais desatento. Na segunda, Marcos Assunção bateu no contrapé e Muriel fez excelente defesa.
Na terceira boa chance, vinda do lado direito, a zaga do Internacional desviou no meio do caminho e Luan perdeu chance incrível no segundo pau. Gabriel Silva não quis ficar atrás. Nos acréscimos, em lance idêntico, que só não teve o toque da zaga, o lateral esquerdo cabeceou para o chão, sozinho na trave esquerda, com o gol aberto, e mandou para cima. Sorte do árbitro Alício Pena Júnior, que ignorou impedimento do palmeirense.
O Internacional foi muito mais preciso numa das poucas vezes que chegou ao ataque, aos 24 minutos. Andrezinho recebeu na entrada da área, sofreu a falta, mas conseguiu tocar para Leandro Damião – o árbitro acertou em dar a vantagem. O centroavante da seleção dominou no meio, girou fácil sobre Henrique, jogador que nem a torcida do Palmeiras entende por que foi chamado por Mano, e bateu na saída de Marcos.
No segundo tempo, o Palmeiras foi um pouco mais criativo. Nem todas as suas jogadas saíam de bolas paradas. Quase sempre, porém, dos pés de Marcos Assunção. Aos 2 minutos, o volante bateu falta na área, Fernandão acertou linda bicicleta e quase fez um golaço. Pouco depois, em lance parecido, a tentativa do atacante foi de cabeça. Muriel fez ótima defesa com os pés.
O Palmeiras pressionava e tentava o gol de todos os jeitos. Um chute de Marcos Assunção, aos 12, desviou na zaga e quase enganou Muriel. Luan também tentou, ao recebeu um longo lançamento vindo da defesa. Recebeu na esquerda da área, mas bateu errado, pela direita.
O Internacional abdicava de jogar. A ponto de Kléber levar cartão por fazer cera, aos 16 minutos. Dorival não gostou da postura de seu time e trocou D’Alessandro e Sandro Silva por Ilsinho e Bolatti. Com isso, os visitantes conseguiram equilibrar a partida. Num lance do ex-são-paulino, Marcos fez ótima defesa. Na melhor chance do Inter, o zagueiro Rodrigo Moledo atravessou o campo com a bola nos pés, mas, ao entrar na área acompanhado de um marcador e de Leandro Damião livre mais centralizado, tentou o drible e desperdiçou o ataque.
As alterações de Felipão – Tinga e Ricardo Bueno nas vagas de Patrik e Vinicius – não surtiram resultado. A tentativa de pressionar sem qualidade no passe abriu espaço para o contra-ataque do Internacional. Aos 37, Nei deu a assistência para Leandro Damião tocar na saída de Marcos e fazer 2 a 0.
O terceiro gol poderia ter saído quando Marcos tentou driblar Damião e perdeu a bola na intermediária. Com o gol aberto, Ilsinho fez firula e desperdiçou a chance. Se redimiu aos 47, ao tocar para Damião tirar de Thiago Heleno, driblar Marcos, levar a bola até a linha do gol e só empurrar para as redes. Foi o 13.º gol do novo vice-artilheiro do Brasileirão.
FICHA TÉCNICA:
Palmeiras 0 x 3 Internacional
Palmeiras – Marcos; Cicinho (Chico), Thiago Heleno, Henrique e Gabriel Silva; Márcio Araújo, Marcos Assunção, Patrik (Tinga) e Luan; Fernandão e Vinicius (Ricardo Bueno). Técnico – Luiz Felipe Scolari.
Internacional – Muriel; Nei, Rodrigo Moledo, Juan e Kléber; Elton, Sandro Silva (Bolatti), Andrezinho (Fabrício) e D’Alessandro (Ilsinho); Oscar e Leandro Damião. Técnico – Dorival Júnior.
Gol – Leandro Damião, aos 24 do primeiro tempo, aos 37 e a aos 47 minutos do segundo tempo.
Árbitro – Alício Pena Júnior (MG).
Cartões amarelos – Gabriel Silva, Patrik, Muriel, Sandro Silva, D’Alessandro, Kléber e Oscar.
Renda – R$ 290.971,00.
Público – 9.702 total.
Local – Estádio do Pacaembu, em São Paulo.
(AE)
Fonte: Cruzeiro do Sul
Fim da polêmica. Na manhã desta quinta-feira, o meia Valdivia confirmou que recebeu uma proposta do Al Sadd, do Qatar, para deixar o Palmeiras, mas garantiu que permanece no clube.
Segundo o chileno, ele esteve reunido com o presidente do Verdão, Arnaldo Tirone, na noite da última quarta-feira, e definiu que não irá se deixar o Palestra Itália.
“Ontem me reuni com o Tirone na casa dele, esclarecemos tudo isso. Ele me disse que falaram para ele que eu queria sair, mas em momento algum eu quis. Mas, quando eu tenho dois empresários me procurando, dizendo que o Palmeiras já tinha aceitado uma proposta do Qatar, aí eu fiquei triste, porque eu voltei para ficar. Quando fiquei sabendo disso, eu falei beleza, então eu quero ir também, fazer o que… “, disse o Mago, em entrevista à TV Bandeirantes.
“Já estava lá (Qatar). Minha família gosta daqui e eu não quero voltar. Deixei claro que quero ficar, respeitar meu contrato, tentar agradar de novo nosso torcedor, que eu sei que estão esperando muito de mim. Não gosto muito de falar, porque as vezes não me entendem. Gosto muito daqui, não quero ser jogador polêmico”, completou.
O Al Sadd, do Qatar, ofereceu 8,25 milhões (cerca de R$ 19,1 milhões) de euros pelo atleta. Caso a proposta fosse aceita, o Palmeiras ficaria com 5,5 milhões de euros (cerca de R$ 12,8 milhões), e o restante seria repassado ao Al Ain (EUA), ex-clube de Valdivia.
Após o empate com o Atlético-PR, na noite da última quarta-feira, Felipão comentou a possível saída do meia e deu a entender que não faria oposição caso a diretoria aceite vender o atleta. O treinador disse que apoiaria qualquer decisão tomada pela diretoria alviverde e lamentou o fato de não poder contar com o jogador, que, após disputar amistoso pela Seleção Chilena, na última sexta-feira, se reapresentou ao Verdão lesionado no início da semana e deve ficar em recuperação por cerca de um mês.
Na manhã desta quinta, Valdivia já havia se manifestado pelo Twitter. Criticado pelos torcedores e chamado de “Craque do Twitter”, o chileno rebateu os comentários e cutucou a diretoria do clube.
Depois de ter insinuado que poderia deixar o Verdão no microblog, o jogador preferiu se explicar em razão as constantes lesões que têm sofrido e pediu apoio aos palmeirenses.
Questionado sobre seu custo benefício, já que a torcida julga que ele custou muito caro e joga pouco, o Mago ficou irritado e rebateu as críticas.
Fonte: Bom Dia Sorocaba
O Palmeiras empatou por 1 a 1 com o Cruzeiro, neste domingo (4), no Estádio do Pacaembu, em São Paulo, pela 21ª rodada do Brasileirão. A vitória esteve nas mãos palmeirenses, com o pênalti sofrido por João Vitor já aos 45 minutos do segundo tempo. Mas Marcos Assunção bateu no meio do gol e o goleiro cruzeirense Rafael fez a defesa, garantindo a igualdade no placar. Com o empate em casa, o Palmeiras perdeu a oportunidade de encostar no pelotão de frente da competição e permaneceu na sexta posição, com 33 pontos. O Cruzeiro, por sua vez, ficou com 28 pontos e comemorou o empate conquistado na estreia do técnico Emerson Ávila, que foi efetivado no cargo após a demissão de Joel Santana.
Ambas as equipes tiveram desfalques importantes para a partida. Do lado do Palmeiras, Valdívia está na seleção chilena e Thiago Heleno foi vetado por causa de uma amidalite. Outro desfalque de última hora foi o atacante Kléber, que estava confirmado para a partida, mas voltou a sentir dores no joelho, depois de um teste feito no vestiário minutos antes do jogo. Do lado do Cruzeiro, mais uma série de desfalques: o goleiro Fábio está servindo a seleção brasileira, o volante Fabrício cumpriu suspensão e os laterais Vítor e Diego Renan e o atacantes Wellington Paulista estavam machucados, enquanto outro atacante, Ortigoza, foi defender a seleção do Paraguai.
Ao contrário do clima na capital paulista, de calor e tempo seco a primeira etapa do jogo no Pacaembu foi bastante morna, com poucas oportunidades importantes de gol. Não houve um domínio claro por parte das equipes, que concentraram a disputa de lances no meio-de-campo. Aos 5 minutos, o Palmeiras teve a primeira finalização de perigo da partida, com um chute do volante Márcio Araújo que passou rente à trave do goleiro Rafael. Aos 19, Fernandão mandou lindo chute para o gol e estufou as redes, mas o árbitro anulou o lance, marcando impedimento do atacante Vinícius, que havia dado o passe de cabeça para o companheiro.
O Cruzeiro também teve dois bons momentos, a partir da segunda metade do primeiro tempo. Aos 32 minutos, o argentino Montillo cruzou na pequena área para o atacante Anselmo Ramon chutar e a bola passar perigosamente ao lado do gol de Marcos. Aos 37, o meia Roger fez bela jogada na entrada da grande área e chutou rasteiro, para difícil defesa do goleiro palmeirense. As equipes voltaram para o segundo tempo sem mudanças. O Palmeiras, jogando em casa e com o apoio da torcida, voltou mais agressivo e pressionou bastante o Cruzeiro desde o início desta etapa.
Logo aos seis minutos, Marcos Assunção chutou forte e a bola explodiu no peito do goleiro Rafael. Aos 10, Luan matou a bola no peito e mandou chute certeiro ao gol, mas a bola desviou na zaga e passou rente ao gol cruzeirense. Aos 14, uma cabeçada perigosa de Fernandão obrigou o goleiro Rafael a fazer grande defesa. A resposta do Cruzeiro veio aos 20 minutos, novamente com jogada de Montillo. Ele cruzou a bola com categoria para Anselmo Ramon, que bateu cruzado e rente à trave do goleiro Marcos.
Depois do susto, o Palmeiras voltou a atacar e fez o gol aos 23 minutos, depois de uma bela jogada. Luan iniciou o lance, fez tabela com o centroavante Fernandão e chutou para o gol. O goleiro Rafael defendeu, mas deu rebote, que sobrou para o mesmo Luan mandar para o fundo das redes. Aos 27 minutos, Marcos Assunção chutou de fora da área para nova grande defesa de Rafael. Aos 29, o mesmo volante bateu falta perigosa e a bola tocou na rede, pelo lado de fora.
Quando o Palmeiras dominava e o jogo se encaminhava para o final o talento de Montillo apareceu novamente e o Cruzeiro empatou. Aos 39 minutos, o argentino driblou a defesa palmeirense na pequena área e chutou forte e cruzado para gol. A bola passou embaixo do goleiro Marcos. O Palmeiras, no entanto, teve a oportunidade de ganhar o jogo quando o meia Gilberto fez pênalti aos 45 minutos no volante João Vítor, que havia entrado no lugar do atacante Vinícius. Na cobrança, porém, Marcos Assunção chutou no meio do gol e Rafael defendeu com os pés, pondo fim às chances de vitória palmeirense.
FICHA TÉCNICA
Palmeiras 1 x 1 Cruzeiro
Palmeiras – Marcos; Cicinho, Maurício Ramos, Henrique e Gabriel Silva; Márcio Araújo, Marcos Assunção e Patrik (Tinga); Luan, Fernandão (Ricardo Bueno) e Vinicius (João Vítor). Técnico: Luiz Felipe Scolari.
Cruzeiro – Rafael; Marquinhos Paraná, Naldo, Léo e Gabriel Araújo (Sebá); Leandro Guerreiro, Charles, Gilberto e Roger (Keirisson); Montillo e Anselmo Ramon (Bobô). Técnico: Emerson Ávila.
Gols – Luan, aos 23 minutos, e Montillo, aos 39 minutos do segundo tempo.
Árbitro – Leandro Vuaden (RS).
Cartões amarelos - Gabriel Silva, Maurício Ramos, Gabriel Araújo Marquinhos Paraná, Leandro Guerreiro, Montillo e Gilberto.
Renda – Não disponível.
Público – 10.345 pagantes.
Local - Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP). (AE)
Fonte: Cruzeiro do Sul
Ele decidiu! Escondido, pouco falado, Fernandão, a surpresa de Felipão para o Dérbi contra o Corinthians (que o levou a Presidente Prudente sem relacioná-lo, por conta da lesão de Maikon Leite), decidiu o jogo para o Verdão neste domingo. Foi após a entrada do centroavante alviverde que o Palmeiras conseguiu o empate no primeiro tempo. Na segunda etapa, ele ainda fez um golaço e decidiu a partida. Resultado: vitória por 2 a 1 para o Verdão.
Para os corintianos, ainda segue o consolo. Mesmo com a derrota, o Timão manteve a liderança do Brasileirão ao término do primeiro turno. Com isso, o Corinthians conquista o Troféu Osmar Santos, com os 37 pontos que somou nas 19 primeiras rodadas. Contudo, a sina de Presidente Prudente predominou: o Timão chegou ao sétimo jogo sem vencer do Palmeiras no estádio.
A vitória dá moral ao Verdão. Após a eliminação para o Vasco na Copa Sul-Americana, no meio da semana, o Verdão só tem um caminho para chegar à Copa Santander Libertadores: ficar entre os quatro primeiros colocados no Brasileirão. E a vitória no clássico, sem dúvida, foi um passo importante. Com o resultado, o Verdão chega a 32 pontos, se mantém na sexta colocação, mas fica a apenas três pontos do quinto colocado Vasco, que já está na Libertadores pelo título da Copa do Brasil.
O jogo foi bem disputado, mas foi o Verdão quem levou a vantagem quase todo o tempo. O Timão saiu na frente com Emerson, ensaiou um domínio, mas cedeu o empate de Luan. Logo aos seis minutos do segundo tempo, Fernandão fez um golaço ao amortecer um bom lançamento de Assunção e, sem deixar cair, chutou na saída de Julio Cesar para assegurar o resultado.
Equilíbrio predomina
O primeiro tempo do Dérbi foi equilibrado. As equipes alternaram períodos de maior predomínio durante a partida, mas, no saldo final, o empate em 1 a 1 pareceu ser mesmo o placar mais justo. Os gols saíram, de fato, em falhas individuais defensivas, nas poucas que houveram durante a partida.
Quem começou melhor foi o Palmeiras. Sólida defensivamente, a equipe espalhava seu jogo no ataque, preferindo atacar pelas laterais e se aproveitando da fragilidade corintiana nos setores. Sobretudo na direita, Wallace sofreu para acompanhar os avanços de Luan e Gabriel Silva. O Timão foi pressionado, mas, conseguiu chegar ao gol em uma bobeada de Marcos.
Emerson foi cruzar e chutou pela direita em direção ao gol. Henrique e Marcos se atrapalharam e a bola passou diretamente e entrou na meta alviverde. Com a vantagem, o Timão se mostrou melhor e levou vantagem principalmente na articulação das jogadas. Foi aí que Felipão (ou Murtosa) entrou em ação: Fernandão, centroavante de área, fez sua estreia e entrou no lugar de Patrik.
A mudança fez efeito. Prendendo a marcação da zaga, os meias e atacantes alviverdes conseguiram se aproximar e pressionar o Timão ainda mais. O gol veio após cobrança de escanteio. Julio Cesar saiu mal, a defesa não conseguiu afastar e a bola sobrou para Luan só concluir a gol. O empate sinalizava um segundo tempo ainda mais emocionante.
Começo alvinegro frustrante
O começo do segundo tempo foi frustrante para o torcedor corintiano. O Timão começou melhor e ensaiou uma “blitz” nos minutos iniciais. Contudo, em um contra-ataque, a bola caiu no pé de Marcos Assunção e o volante fez um lançamento primoroso para a grande área. Fernandão, livre, dominou no peito e, sem deixar a bola cair, tocou na saída de Julio Cesar.
Após o gol sofrido, Tite mexeu no Corinthians. Danilo, anulado por Chico, deixou o campo para a entrada de Willian. Com isto, o Corinthians melhorou na partida, passou a pressionar, mas ficou excessivamente exposto aos sempre perigosos contra-ataques alviverdes. O Verdão seguiu muito bem posicionado na defesa e dificultava a vida do ataque corintiano. Quem teve, de fato, as melhores chances de matar o jogo foi o Palmeiras.
No fim da partida, o Verdão sofreu um pouco mais. O Corinthians ensaiou um “abafa” no final da partida, Liedson deu um grande chute no final, mas foi só. Vitória justa do Palmeiras em Presidente Prudente.
Próximos jogos
As duas equipes voltam a campo na próxima quarta-feira, na 20ª rodada do Brasileirão. O Corinthians joga às 18h e recebe o Grêmio, no estádio do Pacaembu. Já o Palmeiras enfrenta o Botafogo, às 21h50, no Engenhão.
FICHA TÉCNICA:
PALMEIRAS 2 X 1 CORINTHIANS
Estádio: Prudentão, em Presidente Prudente (SP)
Data/hora: 28/8/2011 – 16h (de Brasília)
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (SP)
Auxiliares: Marcelo Carvalho Van Gasse (Fifa-SP) e Vicente Romano Neto (SP)
Renda/público: R$ 962.666,00 e 36.299 pagantes
Cartões amarelos: Gabriel Silva, Chico (PAL); Leandro Castán, Jorge Henrique e Chicão (COR)
Cartões vermelhos:-
GOLS: Emerson, 18′/1ºT (0-1); Luan, 34′/1ºT (1-1); Fernandão, 6′/2ºT (2-1);
PALMEIRAS: Marcos; Márcio Araújo, Thiago Heleno, Henrique e Gabriel Silva; Chico, Marcos Assunção (João Vitor, 31′/2ºT), Patrik (Fernandão, 31′/1ºT) e Valdivia; Luan e Kleber. Técnico: Murtosa.
CORINTHIANS: Julio Cesar; Wallace (Edenilson, 34′/2ºT), Chicão, Leandro Castán e Ramon; Ralf, Paulinho e Danilo (Willian, 13′/2ºT); Jorge Henrique (Morais, 23′/2ºT), Liedson e Emerson. Técnico: Tite.
Fonte: Bom Dia Sorocaba
Jumar decidiu! Em um momento em que o jogo se encaminhava para uma virada histórica do Palmeiras, que vencia por 2 a 0, o volante vascaíno acertou um chute quase sobrenatural da intermediária e garantiu a classificação. Resultado: o Verdão venceu o Vasco por 3 a 1, nesta quarta-feira, no Pacaembu, mas não conseguiu avançar na Copa Sul-Americana.
O peso do gol de Jumar deve ter sido maior para o torcedor palmeirense. Em sua passagem pelo Alviverde, o jogador foi muito criticado pela torcida, que chegou a criar uma música cujo refrão entoava: “Eu tenho medo do Jumar”. E talvez fosse para ter medo mesmo…
Com o resultado, o Vasco avança às oitavas de final da Copa Sul-Americana. O Cruz-maltino agora joga contra quem sair classificado na Segunda Fase, entre Aurora (BOL) e Nacional (PAR). O primeiro jogo entre as duas equipes estrangeiras será no próximo dia 30, às 22h30.
Nem a mística garantiu a classificação ao Palmeiras, que estreou sua terceira camisa, rementendo aos mantos alviverdes utilizados em grandes conquistas do clube nos anos 1990, que contou com ídolos alviverdes inquestionáveis como Evair, Edmundo e César Sampaio (estes dois últimos, presentes antes da partida para lançar a camisa).
O Palmeiras se portou melhor durante toda a partida, abriu 2 a 0, mas quando sofreu o gol de Jumar, sentiu o peso da eliminação (naquele momento, o Verdão precisava marcar mais dois gols) e acabou sucumbindo, mesmo com o gol de falta marcado por Marcos Assunção, aos 47.
Desvantagem motiva Verdão
Na primeira etapa, o Palmeiras impôs seu jogo ao time misto que o Vasco mandou ao Pacaembu. Se Ricardo Gomes contava com alguma facilidade pela vantagem obtida no jogo de ida (quando o Vasco venceu por 2 a 0), se enganou. O que o treinador vascaíno viu foi uma equipe muito bem plantada no campo de defesa, um pouco deficiente no ataque, mas ainda assim letal.
O Vasco, por sua vez, foi praticamente inoperante no campo ofensivo na primeira etapa. Com exceção de um bom chute de Diego Souza e outro de Leandro na entrada da área. A equipe criava, mas a capacidade de recomposição da defesa Alviverde sobressaía-se. Ainda mais quando o Verdão saiu em vantagem.
Valdivia recebeu na direita, chutou forte cruzado e Fernando Prass deu rebote. Ninguém acompanhou e Luan só teve o trabalho de empurrar. O gol, porém, deu a falsa impressão de que seria um massacre palmeirense, o que não aconteceu. Após a vantagem, o Verdão abusou de bolas aéreas e, claro, da bola parada de Marcos Assunção, sempre perigosa. No fringir dos ovos: Palmeiras com um bom placar para buscar o resultado no segundo tempo.
Jumar: do inferno ao céu
Antes da estabilização tática das duas equipes em campo, Jumar foi do inferno ao céu no recomeço do jogo. O volante vascaíno errou passe, a bola sobrou para Chico e, após bom cruzamento de Luan, Kleber apareceu para marcar o segundo do Verdão e quebrar um jejum de dez partidas consecutivas sem balançar as redes.
Praticamente na sequência, porém, Jumar acertou um grande chute da intermediária e diminuiu para o Vasco. Após o gol, o Palmeiras nitidamente sentiu o peso de ver a classificação começar a escorregar pelos dedos. Pela primeira vez, o Alviverde deixou de ter um domínio ostensivo do jogo para, apenas timidamente, ter chances esporádicas. Foi aquele momento em que nada deu certo para o Verdão, que viu o Vasco ainda ensaiar o gol de empate.
No fim da partida, foi o momento do Palmeiras tentar fazer o “abafa”. O Vasco, porém, se fechou bem e, só no final da partida, levou um gol em mais uma cobrança letal de Marcos Assunção.
Próximos jogos
Palmeiras e Vasco agora se preparam para a última rodada do primeiro turno do Brasileirão, que será repleta de clássicos. O Verdão enfrenta o Corinthians no próximo domingo, às 16h, no estádio Prudentão, em Presidente Prudente (SP). Já o Vasco joga no mesma data e horário, mas enfrenta o Flamengo, no Engenhão.
FICHA TÉCNICA:
PALMEIRAS 2 X 1 VASCO
Estádio: Pacaembu, São Paulo (SP)
Data/hora: 25/8/2011 – 20h15 (de Brasília)
Árbitro: Heber Roberto Lopes (Fifa-PR)
Auxiliares: Roberto Braatz (Fifa-PR) e Carlos Berkenbrock (Fifa-SC)
Renda/público: R$ 291.048,00 e 9.493 pagantes
Cartões amarelos: Gabriel Silva, Maikon Leite (PAL); Allan, Renato Silva (VAS)
Cartões vermelhos:-
GOLS: Luan, 12′/1ºT (1-0); Kleber, 8′/2ºT (2-0); Jumar, 12′/2ºT (2-1); Marcos Assunção, 47′/2ºT (3-1)
PALMEIRAS: Marcos; Cicinho, Henrique, Thiago Heleno e Gabriel Silva; Márcio Araújo, Marcos Assunção e Valdivia; Luan, Kleber e Maikon Leite (Vinícius, 25′/2ºT). Técnico: Luiz Felipe Scolari.
VASCO: Fernando Prass, Allan, Dedé, Renato Silva e Márcio Careca; Rômulo, Jumar, Bernardo e Diego Souza; Leandro (Fagner, 15′/2ºT) e Elton. Técnico: Ricardo Gomes
Fonte: Bom Dia Sorocaba
O São Paulo recebeu o Palmeiras, no Morumbi, neste domingo, às 16h. O clássico terminou empatado em 1 a 1, fazendo com que o Tricolor deixasse escapar outra oportunidade de encostar no líder Corinthians. No primeiro tempo, o jogo teve um domínio maior do São Paulo e Dagoberto deixou o dele, no fim da etapa. Já no segundo, Felipão mudou o time e Henrique conseguiu empatar aos 16 minutos.
Com o resultado, o Palmeiras se manteve na sexta posição, com 29 pontos. Já o Tricolor, ficou na terceira, com 34 pontos, podendo ser ultrapassado pelo Vasco, que joga às 18h, contra o Fluminense. O São Paulo ainda está na briga pelo Troféu Osmar Santos, ao lado de Corinthians, Flamengo e Vasco.
EQUILÍBRIO E GOL DO TRICOLOR
Ao contrário do que era esperado, já que Adilson iniciou a partida com um esquema de três zagueiros, o São Paulo pressionou bastante. Dagoberto foi o principal homem do Tricolor no começo do jogo. Mas o primeiro lance de perigo veio do Verdão. Marcos Assunção lançou para Luan, que passou por Piris e chutou cruzado. Ceni espalmou e a zaga do tricolor afastou o perigo.
Aos 17 minutos, após troca de passes entre Wellington e Rivaldo, o atacante chegou finalizando contra o gol do Verdão. A bola passou a direita do gol de Marcos, com muito perigo.
E a pressão não parou: dois minutos depois, Fernandinho recebeu na entrada da área, girou e finalizou. Marcos fez uma ótima defesa e jogou a bola para escanteio.
Na metade do tempo, o Palmeiras acordou e resolveu dar trabalho para Rogério Ceni. Marcos Assunção cobrou dois escanteios perigosos para o Verdão. No segundo, a bola pingou na área e Luan tentou, de bicicleta, mas Ceni espalmou. As equipes conseguiram equilibrar a partida. O São Paulo seguiu ainda pressionando mais, porém o Palmeiras conseguiu melhorar o desempenho no meio de campo e no ataque.
Aos 38, Piris tentou cruzar para a área, Leandro Amaro cortou para escanteio. Dagoberto cobrou direto nas mãos de Marcos. No lance seguinte, Cicinho arriscou de muito longe e a bola passou longe do gol de Ceni.
Dagoberto, o melhor em campo, mostrou que estava em uma tarde inspirada. Aos 41 minutos, o atacante recebeu passe de Rivaldo, passou por Leandro Amaro e aproveitou a saída de Marcos para marcar por cobertura. Um golaço para o Tricolor ir para o vestiário com mais tranquilidade.
DOMÍNIO E GOL DO VERDÃO
Na volta aos gramados, Felipão resolveu mudar o Palmeiras: ele tirou o volante Marcio Araújo e colocou o atacante Maikon Leite. Nos primeiros minutos, o resultado foi positivo. O Verdão conseguiu chegar mais na área do São Paulo.
Maikon Leite tentou finalizar, da entrada da área, aos 3 minutos, mas a bola desviou na zaga do Tricolor. Logo depois, Marcos Assunção cobra escanteio no segundo pau e Ceni se estica todo para espalmar. Ainda com um domínio, Kleber avançou para a área e cruzou, ninguém do São Paulo conseguiu tirar e Patrik acertou uma cabeçada em direção ao gol. No susto, Ceni faz outra grande defesa evitando o empate.
Aos 16 minutos, o Verdão soube aproveitar a pressão e marcou o gol de empate. Marcos Assunção cobrou falta na área e Henrique cabeceou no ângulo de Rogério Ceni.
Após o gol, o jogo ficou equilibrado. O São Paulo desperdiçou uma boa oportunidade após cobrança de escanteio de Dagoberto, quando Rhodolfo cabeceou para fora. No lance seguinte, Marcos Assunção tentou novamente lançar a bola na área, após o escanteio, mas a zaga afastou. Luan ficou com o rebote, chutou e Ceni defendeu.
Nos minutos finais da partida, as duas equipes pareciam estar satisfeitas com o empate e o jogo terminou sem nenhum lance perigoso.
Na próxima rodada, as duas equipes vão disputar clássicos. O Palmeiras enfrenta o Corinthians, no Prudentão, às 16h, de sábado. E o São Paulo, no mesmo horário e dia, visita o Santos, na Vila Belmiro.
FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 1 X 1 PALMEIRAS
Estádio: Morumbi, São Paulo (SP)
Data/hora: 21/8/2011 – 16h
Árbitro: Cleber Wellington Abade (SP)
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho (SP) e Marcio Luiz Augusto (SP)
Público e renda: R$ 587.700,00 / 16.813 pagantes
Cartões Amarelos: Cicinho (PAL)
GOLS: 41′/1ºT, Dagoberto (SPO); 16′/2ºT, Henrique (PAL)
SÃO PAULO: Rogério Ceni, Rhodolfo, Xandão e João Filipe; Piris, Wellington, Carlinhos, Rivaldo (32′/2ºT, Cícero) e Juan; Dagoberto e Fernandinho (24′/2ºT, Marlos). Treinador: Adilson Batista.
PALMEIRAS: Marcos, Cicinho, Leandro Amaro, Henrique e Rivaldo; Chico, Marcio Araújo (Intervalo, Maikon Leite), Marcos Assunção e Patrik (33′/2ºT, João Vitor); Luan e Kleber. Treinador: Luiz Felipe Scolari.
Fonte: Bom Dia Sorocaba
Sem vencer há três jogos e fora do G4, o Palmeiras passa por seu pior momento no Brasileirão-2011. Para afastar a crise, o Verdão recebe o Bahia, às 21h desta quinta-feira, no Canindé, modificado e com a 15ª formação de ataque diferente na competição.
Após a derrota sofrida contra o Vasco, neste domingo, por 1 a 0, técnico Luiz Felipe Scolari prometeu mudanças, e deve cumprir. Insatisfeito com o rendimento do time, o treinador sacou Luan do time titular e promoveu a volta de Maikon Leite em treinamento coletivo realizado nesta terça-feira, na Academia de Futebol.
Além da mudança na frente, o meio também será diferente daquele que sofreu a segunda derrota consecutiva contra o time carioca – a anterior foi pela Sul-Americana. Depois de cumprir suspensão, o volante Marcos Assunção está de volta. O gol também estará bem protegido: o goleiro Marcos, que tem cumprido cronograma especial e sido poupado em algumas partidas, está confirmado para a partida.
O único desfalque será por lesão. Com dores musculares, o zagueiro Maurício Ramos só ficou na sala de ginástica e deu leve corrida no gramado, nesta quarta-feira, e não deve ter condições de jogo. Assim, a zaga formada por Thiago Heleno e Henrique será mantida.
Sem marcar há dua rodadas, as finalizações têm sido um problema para o Verdão. Para o volante Marcos Assunção, que costuma salvar a equipe em cobranças de faltas precisas, os atacantes precisam de mais tranquilidade na hora de finalizar.
“Falta direção, e olha que treinamos muito finalizações. A bola não está entrando. Chegará uma hora que vai entrar, que nem antes. Criávamos bastante e a bola entrava, agora não entra. Temos que manter a cabeça no lugar, e o pé também. Na vontade de acertar, muitas vezes você acaba errando. Isso pode ser o que está acontecendo com nossos atacantes”, declarou.
O alto número de jogadores pendurados é outra preocupação na equipe. Além de todo o setor defensivo (Cicinho, Thiago Heleno, Henrique, Maurício Ramos e Gerley), João Vitor Valdivia e Patrik também podem perder o clássico contra o São Paulo, no próximo domingo.
BAHIA TEME ASSUNÇÃO
Uma das principais ordens no Bahia para a partida desta quinta-feira contra o Palmeiras vem do goleiro Marcelo Lomba. Sabendo da força do adversário nas bolas paradas, o arqueiro pediu que o time evite fazer faltas.
No jogo contra o Vasco, o goleiro sofreu um bombardeio e conseguiu evitar o pior, sendo o destaque do empate em 1 a 1. Agora, Lomba prefere evitar o perigo.
“O Juninho e o Marcos Assunção são os dois melhores batedores de falta e temos que ter toda atenção. Temos que evitar fazer faltas, porque sabemos da categoria e do que pode acontecer com este tipo de lance”, ressaltou o goleiro.
Além disso, Lomba afirmou que o Palmeiras atacará desde o começo da partida e o Bahia terá que saber a hora certa de dar o golpe.
“Eles não vêm de bons resultados e vão vir para cima. O importante é encaixar o contra-ataque para sair com o triunfo de lá”, disse.
A preocupação do Tricolor com as bolas paradas é tanta que o técnico René Simões focou o último treinamento antes do jogo nos cruzamentos e nas faltas laterais, defensivas e ofensivas.
O que chamou a atenção foi a ausência de Carlos Alberto do treino. O jogador ficou na academia do clube e foi substituído por Jones nas atividades de campo. Contudo, o jogador não preocupa e deve estar nos 11 inicias de René Simões.
FICHA TÉCNICA:
PALMEIRAS X BAHIA
Estádio: Canindé, em São Paulo (SP)
Data/hora: 18/8/2011 – 21h (de Brasília)
Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (Asp. Fifa-GO)
Auxiliares: Fabricio Vilarinho da Silva (Asp. Fifa-GO) e Thiago Gomes Brigido (Asp. Fifa/CE)
PALMEIRAS: Marcos; Cicinho, Thiago Heleno, Henrique e Gerley; Márcio Araújo, Marcos Assunção e Valdivia; Maikon Leite, Kleber e Dinei. Técnico: Luiz Felipe Scolari.
BAHIA: Marcelo Lomba; Marcos, Titi, Paulo Miranda e Ávine; Fahel, Marcone, Diones e Carlos Alberto; Jóbson e Júnior. Técnico: René Simões.
Fonte: Bom Dia Sorocaba
O Couto Pereira, definitivamente, não é o estádio predileto dos torcedores do Verdão… No reencontro com o palco da goleada histórica sofrida na Copa do Brasil, o Palmeiras se segurou e garantiu o empate contra o Coritiba, nesta quarta-feira, por 1 a 1. Com um jogador a menos, já que Thiago Heleno foi expulso na segunda etapa, a boa atuação da equipe se transformação em pressão nos últimos minutos. Marcos, autor de boas defesas, foi herói e deu um pontinho de presente à torcida na véspera de seu aniversário.
Quase três meses depois da goleada por 6 a 0, ainda não foi desta vez que os torcedores puderam sentir-se vingados. O empate simples, no entanto, não foi de todo mal: com o ponto conquistado fora de casa, o Verdão se manteve no grupo dos classificados para Libertadores-2012, na quinta posição – o Vasco, já classificado, é o quarto. O Coxa, com 18 pontos, caiu para a 10ª colocação.
Nervoso no início, o Palmeiras vacilou e a reprise do filme de terror do dia 5 de maio ameaçou ser exibida quando o zagueiro Jéci, ex-Verdão, abriu o placar. Em cobrança de falta perfeita, para variar, Marcos Assunção salvou e empatou, antes do intervalo!
No fim, Thiago Heleno cometeu falta dura na entrada da área e foi expulso. Com isso, o zagueiro Henrique, recém-chegado, fez sua reestreia pelo Alviverde e ajudou a segurar o resultado. No sufoco!
SEMPRE, ASSUNÇÃO!
Antes mesmo do apito inicial, Felipão teve um indício de que a noite não seria fácil: gripado, Maikon Leite foi vetado e Patrik começou entre os titulares. Quando a bola rolou, o Verdão começou nervoso e o Coritiba tomou a iniciativa do jogo. Pela direita, Cicinho tinha trabalho para conter as subidas de Fabinho e pouco apareceu no ataque durante toda a primeira etapa.
A pressão do Coxa não demorou a dar resultado. Em cobrança de escanteio, aos oito minutos, Marcos ainda fez milagre para salvar uma cabeçada à queima-roupa de Emerson. Mas, no rebote, o capitão Jéci (lembra dele?) chutou forte e estufou a rede!
A reprise de um filme terror passou na cabeça dos torcedores do Verdão, que lembravam da dolorosa eliminação na Copa do Brasil… Principalmente quando, na jogada seguinte, Bill recebeu livre, cara-a-cara com Marcos. Sorte que o goleirão cresceu para cima dele e defendeu o que seria o segundo gol.
Descontrolados, os próprios jogadores do Palmeiras começavam a acreditar que não havia solução: realmente, tinham azar jogando no Couto Pereira. Em menos de um minuto, Valdivia, Kleber e Luan levaram o cartão amarelo por reclamação… Mas, como em vários outros momentos de dificuldade do Verdão no ano, a experiência e a mira de Assunção voltaram a funcionar! Em cobrança de falta perfeita do volante, aos 19 minutos, a bola desviou em Léo Gago e matou o goleiro Edson Bastos.
E o Verdão se animou… Irreverente, Valdivia chegou até a repetir o chute no vácuo. O time cresceu de produção e passou a mandar no jogo. Minutos depois de Luan ser derrubado na área e juiz não marcar nada, outro lance polêmico: aos 45, Assunção encontrou Valdivia livre na pequena área, era só o Mago empurrar para o gol… Mas o assistente levantou a bandeira e a jogada foi parada.
EXPULSÃO E SUFOCO!
Na segunda etapa, o Palmeiras voltou ainda melhor. No entanto, ainda pecava nas finalizações. Aos poucos, Valdivia e Kleber ensaiavam algumas jogadas de maior entrosamento, como aos oito minutos. Após bola trabalhada pelos dois, Valdivia arriscou da meia-lua e a bola saiu por cima do gol.
Aos poucos, o Coritiba voltou a trabalhar a bola com qualidade, mas não tinha forças para furar a bem postada defesa alviverde. Léo Gago e Eltinho até arriscaram de longe, mas foram travados. Aos 27 minutos, Valdivia recebeu de Marcio Araujo e chutou de fora da área. A bola saiu fraca, mas mesmo assim o goleiro Edson Bastos largou e quase sofreu um frangaço.
O empate parecia mesmo ser o destino da partida… O que não impediu fortes emoções nos minutos finais. Um minuto depois de o Coritiba assustar com Bill, Thiago Heleno agarrou o atacante para evitar o segundo gol do Coxa e foi expulso, com justiça. Henrique entrou para recompor a zaga e, na reestreia, teve que trabalhar para segurar o empate…
Com um jogador a mais, o Coxa partiu para cima, pressionou, e o Palmeiras se segurou como pôde. Quem estivesse atrás, que afastasse a bola! Rafinha girou para cima de Henrique, aos 41, e Marcos fez mais um milagre para salvar. Da intermediária, Rafinha também arriscou e assustou. Mais na raça do que na técnica, o pontinho suado foi mais que comemorado!
Próximos jogos
No próximo sábado, o Palmeiras recebe o Grêmio, às 18h30, no Canindé. No mesmo horário, o Coritiba enfrenta o Flamengo, no Engenhão.
FICHA TÉCNICA:
CORITIBA 1 X 1 PALMEIRAS
Estádio: Couto Pereira, em Curitiba (PR)
Data/hora: 3/8/2011 – 21h50
Árbitro: Célio Amorim (SC)
Auxiliares: Kleber Lúcio Gil (SC) e Claudemir Maffessoni (SC)
Renda e público: Não disponível
Cartões amarelos: Léo Gago, Eltinho, Leandr Donizete (COR); Valdivia, Kleber, Luan (PAL)
Cartões vermelhos: Thiago Heleno, 31′/2°T
GOLS: Jéci, 8′/1°T (1-0); Marcos Assunção, 19′/1°T (1-1);
CORITIBA: Edson Bastos, Maranhão (Gil, 29′/2°T), Jeci, Emerson e Eltinho (Triguinho, 21′/2°T); Leandro Donizete, Léo Gago (Anderson Aquino, 17′/2°T), Rafinha e Tcheco; Marcos Aurélio e Bill. Técnico: Marcelo Oliveira.
PALMEIRAS: Marcos, Cicinho, Maurício Ramos, Thiago Heleno, Gerley; Márcio Araújo, Marcos Assunção, Valdivia (João Vitor, 44′/2°T) e Patrik (Henrique, 34′/2°T); Luan e Kleber. Técnico: Luiz Felipe Scolari
Fonte: Bom Dia Sorocaba
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