Autora de “Ai, Se Eu Te Pego” em parceria com Antônio Dyggs, Sharon Acioly está sendo acusada de plágio por três estudantes de João Pessoa, na Paraíba. As amigas afirmam ter criado o refrão do “hit mundial estrondante”, como Sharon definiu, mais conhecido na voz do sertanejo Michel Teló.
Amanda Cruz, Aline Medeiros da Fonseca e Karine Assis Vinagre alegam ter como prova um vídeo em que Sharon Acioly apresenta a canção como “composição das minhas três backing vocals de João Pessoa” no Axé Moi, bar de Porto Seguro onde ela trabalha como animadora. “Temos também como prova e-mails trocados com ela, em que ela pede autorização para usar a música”, afirma Amanda Cruz em entrevista.
A estudante da Unipê diz que em nenhum momento Sharon Acioly falou sobre divisão de lucros. “Anteriormente ela citava nosso nome, fala das ‘meninas de João Pessoa’. Agora em todos os lugares que ela vai, entrevistas na televisão, ela não cita nosso nome em nenhum momento”.
De acordo com Amanda, o refrão “Nossa, nossa, assim você me mata, ai se eu te pego, delícia” foi criado por sete amigas que dividiam o mesmo quarto em uma viagem à Disney, em 2006. A canção foi feita para um guia turístico e virou uma brincadeira entre as garotas, que desde então a cantavam quando estavam reunidas.
Foi em outra viagem, desta vez para Porto Seguro, Bahia, em uma comemoração de formatura de escola, que Sharon Acioly tomou conhecimento de “Ai, Se Eu Te Pego”. Amanda diz que não estava presente nessa viagem, mas relata que Sharon convidou as colegas para cantar no palco do Axé Moi. “Aí a música fez sucesso, fizeram até camiseta no ano seguinte. Mas só foi estourar agora com o Michel Teló”.
A estudante esclarece que, apesar das sete garotas serem responsáveis pela composição do refrão, apenas três têm intenção de entrar com um processo judicial.
Sharon Acioly disse que não pode comentar o assunto. A assessoria da autora da “Dança do Quadrado” disse que “as questões estão sendo resolvidas com o advogado” e só depois poderão ser divulgadas para a imprensa.
Fonte: UOL
Para comemorar os quatro anos de fundação do Museu da Música de Itu, acontecerá na próxima sexta-feira (16) uma apresentação dos Trovadores Urbanos, em evento que conta com a parceria do Sesc-Sorocaba e tem o apoio da Secretaria Municipal de Cultura, do Sincomércio-Itu e do Instituto Cultural, entidade mantenedora do museu.
Criado em 12 de junho de 1990, quando fez sua primeira serenata, os Trovadores Urbanos têm como objetivo manter viva a tradição das serestas. A formação original conduziu a carreira musical fazendo shows por todo o Brasil e no Exterior. Gravou sete CDs, cantou trilhas sonoras para programas de tevê e novelas, além de criar diversas opções de homenagens através da música. O número de apresentações cresceu tanto que o quarteto precisou de reforço. Hoje, uma equipe de mais de 50 músicos autônomos se revezam nas cantorias, saraus e homenagens pelas cidades.
Também continua em cartaz a mostra “Seresteiros de Itu”. Painéis, instrumentos musicais, gravações, fotos e textos revelam a história das serestas e serenatas realizadas em Itu. Na exposição, os visitantes podem conferir a trajetória das manifestações artísticas no município, com os principais grupos seresteiros, compositores, notícias de jornais e literaturas que tratam do tema. O evento traz ainda um relato especial sobre Tristão Jr. (1880-1935), primeiro compositor do gênero da cidade, e que inclui depoimentos de sua filha.
A exposição “Seresteiros de Itu” é gratuita, aberta à visitação de segunda à sexta-feira, das 8h. às 12h e das 14h. às 18h. Mais informações pelo telefone (11) 4022-1248 ou pelo e-mail museudamusica@itu.com.br.
SERVIÇO:
Trovadores Urbanos
Sexta-feira, 20h.
16 de dezembro
Praça Padre Anchieta (Largo do Bom Jesus), em Itu.
Fonte: Cruzeiro do Sul
Amy Winehouse compôs todas as músicas que estariam em seu terceiro álbum. Ela inclusive escolheu os títulos das músicas. Mas o produtor Salaam Remi diz que a cantora, que morreu em julho, não tinha pressa em lançar o novo material, pois planejava lançar um álbum de jazz antes com um supergrupo que incluía ?uestlove, da banda The Roots.
“Ela escreveu tudo que queria”, disse Remi na terça-feira (15) em uma audição para a imprensa de ”Lioness: Hidden Treasures”, disco com 12 músicas entre covers e versões de músicas já lançadas de Amy Winehouse, algumas feitas em apenas um take. Somente duas das músicas que Amy Winehouse compôs foram gravadas e estão na compilação “Lioness: Hidden Treasures”, que será lançada no dia 5 de dezembro no Reino Unido e no dia seguinte nos Estados Unidos.
Remi, que trabalhou nos dois outros álbuns da cantora, “Frank” e “Back to Black,” produziu a maior parte do novo trabalho, e diz que Amy Winehouse era uma perfeccionista quando o assunto era escrever música.
“Ela estava tomando seu tempo com isso, e no final do dia todas as suas músicas eram de alguma maneira autobiográficas, então ela tinha que passar por alguma coisa, sair daquilo e olhar para trás para conseguir escrever sobre aquilo”, disse Remi. ”Quem sabe o que vai acontecer no futuro com isso”, disse sobre as músicas que ela escreveu.
Antes de seu terceiro disco ser lançado, Remi diz que Amy Winehouse queria gravar com o baterista do Roots, ?uestlove, e com o saxofonista Soweta Kinch. “Haviam vários outros nomes sendo cogitados”, disse.
?uestlove realmente fez o novo álbum: ele aparece na faixa “Half Time”. Há também uma música feita por Winehouse aos 18 anos, outra sobre a infidelidade do ex-marido Blake Fielder e “Best Friend”, que abre com a frase “Mal posso esperar para me afastar de você”.
Remi já produziu The Fugees, Nas, Jazmine Sullivan e Nelly Furtado. Ele produziu a música “Block Party” da integrante do TLC Lisa “Left Eye” Lopes, e Winehouse decidiu procurá-lo após ouvir a faixa. Remi diz que a cantora costumava compor as músicas enquanto tocava violão e que o novo álbum é tão bom quanto os anteriores.
Ele também disse que gostaria de lançar material inédito da cantora antes que outros o façam. “Antes que alguém apareça com uma música estranha… isso é o que realmente é”, disse. “Isso é qualidade”.
Amy Winehouse morreu de intoxicação acidental de álcool aos 27 anos. Seu corpo foi encontrado em sua casa em Londres no dia 23 de julho.
Músicas do álbum “Amy Winehouse Lioness: Hidden Treasures”:
1- “Our Day Will Come (versão reggae)” – Cover
2- “Between the Cheats” – Canção inédita
3- “Tears Dry” – Versão balada original de “Tears Dry on Their Own”
4- Wake up Alone” – Demo de março de 2006
5- “Will You Still Love Me Tomorrow” – Cover da canção do Shirelles
6- “Valerie” – Versão lenta da canção gravada com Mark Ronson
7- “Like Smoke” com Nas – Canção inédita
8- “The Girl from Ipanema” – Cover da canção de bossa nova
9- “Halftime” – Canção inédita
10- “Best Friends” – Gravação de fevereiro de 2003
11- “Body and Soul” com Tony Bennett – Cover da canção de jazz
12- “A Song for You” – Cover da canção de Leon Russell gravada na primavera de 2009
Fonte: UOL
Para quem acreditava que um campus de uma universidade federal poderia abalar a cidade. Acertou na mosca! Em comemoração aos cinco anos da instalação da UFSCar acontece até sábado diversas atividades culturais e sustentáveis. Até esta sexta-feira o primeiro Festival Universitário de Sustentabilidade e Empreendedorismo movimenta o campus com jogos, workshops, palestras, minicursos e feiras. Tudo motivado pela transformação cultural do nosso sistema de produção e o consumo para uma sociedade mais sustentável.
Para incrementar começa nesta quinta-feira (17) o Fumu e Vortemo, nome dado ao Festival Universitário de Música da UFSCar. “Começamos a organizar esse evento no começo do ano, envolvendo professores, diretores e cerca de dez centros acadêmicos, com o objetivo de promover uma integração entre os universitários e a comunidade”, explica o professor Rogério Hartung Toppa, do departamento de Ciências Ambientais do campus de Sorocaba da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos).
Shows
A primeira apresentação do Fumu acontece nesta quinta, a partir das 18 horas, com a banda Os Pontas de Sorocaba. A programação prossegue com apresentação de bandas de São Paulo, Campinas, São Bernardo do Campo e Curitiba. A grande atração será a banda Curumin e os Aipins, à meia-noite desta quinta.
As bandas sorocabanas Vivant, Valveline e Tina Thunder apresentam-se amanhã (sexta) e o encerramento deste segundo dia fica com a banda de Cuiabá Macaco Bong.
No sábado, a banda sorocabana Eumesmo Angelo, apresenta-se com outros grupos de São Paulo e Rio Grande do Sul. E o grande rapper Emicida encerra as atividades do festival, começando a tocar a partir da meia–noite. A programação completa está disponível no sitewww.fumuvortemo.tumblr.com
O campus Sorocaba da UFSCar fica na rodovia João Leme dos Santos km 110, Bairro do Itinga. A Urbes, disponibilizará ônibus extras para atender a demanda até o campus.
Fonte: Bom Dia Sorocaba
Em um show com cerca de 60 músicas, o grupo de pagode Exaltasamba se apresentou nesta quinta-feira (3) no Credicard Hall em São Paulo. Os três dias de shows na cidade marcam a despedida dos palcos em casas grandes e celebra os 25 anos de carreira da banda. Regado a funk, pagode e pop, o vocalista Thiaguinho rebolou até o chão e agitou os fãs que lotaram o local nas três horas de apresentação.
Com 30 minutos de atraso, os pagodeiros abriram a noite com a frase típica dos exaltamaníacos “Ousadia e Alegria” e emendaram o hit “Tô Dentro, Tô Fora” para enlouquecer os fãs, em sua maioria mulheres que gritavam desesperadamente para os músicos.
Somente após nove músicas, Thiaguinho cumprimentou o público e disse: “O show é de vocês. Eu quero que esse fim de semana seja o mais gostoso da história do Exalta. Vai começar o pancadão”. Diferentemente do show de gravação do DVD, o cantor de funk Mr. Catra não esteve presente, mas mesmo assim a música “A Gente Faz a Festa” não deixou de ser tocada.
Entre sucessos novos e antigos, como “Nuvens de algodão”, “Mais que Amigo”, “Acordar com Você”, “Uma Carta para Deus”, “Até o Sol Quis Ver”, Thiaguinho, Thell, Péricles, Pinha e Brilhantina rezaram o “Pai Nosso” que foi seguido por fãs em demonstração de fé.
Em contrapartida, após tocarem hits “1 Minuto”, “Não Tem Hora e Nem Lugar”, “Megastar” e “Fugidinha”, as luzes baixaram, o estilo cabaret foi implantado e o pagode deixado de lado para que as músicas pop e funk tomassem conta da apresentação. Lady Gaga, Black Eyed Peas e outros, foram homenageados pela banda e o funk proibidão fez com que a mulherada delirasse em danças sensuais e provocantes por 40 minutos.
Regada a cerveja, a galera ainda teve pernas para sambar por mais 20 minutos ao som de “É no Pagode”, “Livre pra Voar”, “Tchau e Bença” e “Ta Vendo Aquela Lua”. Como sempre, Exaltasamba encerrou com a música clássica “Vou Pedir pra Você Voltar” do cantor Tim Maia.
Fonte: UOL
Quem abre o roteiro amanhã (quinta-feira), é o percussionista João Parahyba, que se apresenta, às 20h, no auditório Francisco Beranger, em Votorantim. Em cena, o instrumentista homenageia o samba-jazz, tocando temas de grupos e artistas como Zimbo Trio, Tamba Trio, Milton Banana, Moacyr Santos e João Donato, entre outros. João Parahyba estará acompanhado de Beto Bertrami (piano), Rudy Arnault (guitarra), Giba Pinto (baixo), Ubaldo Versolato (sopros) e Janja Gomes (eletrônica). O auditório fica na avenida Newton Vieira Soares, s/nº.
“Invasão Nórdica” é o título do espetáculo que o saxofonista finlandês Pekka Pylkkanen apresenta junto com o quarteto brasileiro Sinequanon, no dia 11, (sexta-feira da semana que vem), às 20h, no mesmo espaço. Dando continuidade à programação, no dia 12 acontece o “Teatro em Reflexão” que abre espaço para a vinda do elenco da peça “Noel Rosa, o Poeta da Vila e seus Amores”. O grupo mantém, na Usina Cultural “Ettore Marangoni” (travessa da rua Padre Madureira, paralela à Marginal Direita), a partir das 21h, uma conversa com o público sobre o seu processo criativo. O texto de Plínio Marcos (único do autor a ganhar a forma de musical) tem a direção de Dagoberto Feliz.
De novo em Votorantim, no auditório Francisco Beranger, a agenda do Sesc destaca, no dia 18, às 21h, o show da banda Funk Como Le Gusta, dentro da programação do CineFest. O conjunto divulga “A Cura pelo Som”, nome do seu mais recente lançamento em disco. Já no dia 20, às 20h, agora no Teatro Municipal de Sorocaba, quem se apresenta é a Cia. Amok de Teatro, com o espetáculo “Cabul”. A montagem é definida como “um mergulho na realidade do Afeganistão e de seu povo, a partir da saga de quatro personagens marcados pela guerra”.
Última das atrações destacadas pelo roteiro deste mês do Sesc Sorocaba, o cantor e compositor Marcelo Camelo apresenta no dia 25 (sexta-feira), às 20h, no Ginásio do Colégio Objetivo (unidade Portal da Colina), o show “Toque Dela”. A escola fica na rua Romeu Nascimento, 777.
O título do novo álbum de Marisa Monte, “O Que Você Quer Saber de Verdade”, não é uma pergunta. Cheio de tranquilidades, placidez e letras sobre encontros, paixões, paz e bem viver, mesmo quando triste, é um disco que segue o caminho de Marisa de fazer música ampla de referências e ao mesmo tempo simples. Ouvimos as 14 canções do álbum, que chega nesta segunda-feira (31) às lojas, e notamos os destaques em um faixa-a-faixa.
1) “O Que Você Quer Saber de Verdade”
Com arranjo delicado levado por ukulele e cordas, a faixa que dá título e abre o disco é parceria de Marisa com seus colegas Tribalistas Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes e foi gravada originalmente por Arnaldo, em seu álbum “Qualquer”, de 2006. Segundo a cantora, a música é “sobre a busca individual da felicidade, desejo e liberdade”. A faixa foi a segunda do novo álbum a ganhar vídeo, com Marisa caminhando pelo Rio com efeitos visuais similares à arte de capa do disco.
2) “Descalço no Parque”
Terceira regravação de Jorge Ben pela cantora (antes havia feito “Cinco Minutos” no disco “Memória, Crônicas e Declarações de Amor” de 2000 e “Balança Pema” no disco “Verde, Anil, Amarelo, Cor-de-Rosa e Carvão” de 1994), a valsa-jazz originalmente lançada no segundo álbum de Jorge, “Ben é Samba Bom” de 1964 (clique aqui para ouvir), aqui aparece como um dos melhores momentos do álbum novo de Marisa. O som do órgão hammond se destaca em sua discrição, Domenico Lancellotti toca bateria e o arranjo de cordas é do californiano Miguel Atwood-Ferguson, que toca com o músico experimental Flying Lotus e em 2009 realizou o show orquestral “Suite for Ma Dukes” dedicado ao rapper J. Dilla.
3) “Depois”
Outra parceria de Marisa com Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown. Baladinha no piano com detalhes de órgão e cordas, com som de Marisa Monte habitual. A base foi gravada por Lúcio Maia, Dengue e Pupillo, da Nação Zumbi, e as cordas também são de Atwood-Ferguson. A letra versa sobre um fim de amor, entre a tristeza e a vontade de se melhorar: “quero que você seja feliz / hei de ser feliz também”.
4) “Amar Alguém”
Parceria inédita de Marisa Monte com Arnaldo Antunes e o baixista e multiinstrumentista Dadi (que produziu o álbum com ela), a faixa é outra balada singela no estilo de Marisa. A letra é quase uma resposta à anterior: “amar alguém só pode fazer bem / não há como fazer mal a ninguém”. No violão, aparece Jesse Harris, autor de hits de Norah Jones. O arranjo segue delicado, sem bateria e com vocais da própria Marisa ao fundo, levado por piano e sanfona.
5) “O Que Se Quer”
Canção escrita por Marisa com Rodrigo Amarante, músico de formações como Los Hermanos, Little Joy, Orquestra Imperial e da banda de Devendra Banhart. Juntos, cantam forrozinho suave, destaque do novo álbum, com ele tocando quase todos os instrumentos: violão, baixo, percussão, viola, teclado, drum machine. Pupillo toca bateria e a sanfona é tocada por Waldonys, acordeonista virtuose elogiado por Luiz Gonzaga e Dominguinhos.
6) “Nada Tudo”
Composição de André Carvalho, jovem filho de Dadi que já teve música gravada por Maria Gadú e que lançou no começo do ano seu primeiro CD, “Tempo do Tanto”, que inclui a canção aqui relida por Marisa. Bom momento do disco, com arranjo que inclui bandolim tocado por Dadi e belo solo de sanfona de Waldonys.
7) “Verdade, Uma Ilusão”
Outra parceria de Marisa com os Tribalistas Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown, já gravada por Brown no álbum “Diminuto”, de 2010. Singela canção de se apaixonar e sobre como cada um vê as coisas a seu modo, com violãozinho bossa-jazz, Pupillo e Marisa tocando bateria e arranjo de clarinete e violino de Atwood-Ferguson.
“Lencinho Querido”
Antigo tango de Juan de Dios Filiberto e Gabino Coria Peñaloza, em versão em português gravado anteriormente em 1956 por Dalva de Oliveira, grande cantora do Trio de Ouro, famoso nos anos de 1940. O drama carrega um pouco de amor em sua leveza e o arranjo de cordas é de Gustavo Mozzi, do coletivo argentino Café de Los Maestros. Belo momento.
9) “Ainda Bem”
Escrita por Marisa e Arnaldo Antunes, canção simples e letra que fala de encontrar um amor. Foi o primeiro vídeo do disco, protagonizado pela cantora com o lutador de MMA Anderson Silva. A base musical cruza músicos da Nação Zumbi com entonações de faroeste italiano com o argentino Gustavo Santaolalla e trompete de gosto mariachi.
10) “Aquela Velha Canção”
Balada composta pela cantora e Carlinhos Brown, com suave gosto de brega setentista: “não vou te mandar pro inferno porque eu não quero / e porque fica muito longe daqui”. Base gravada em São Paulo pelo núcleo da Nação Zumbi e com arranjos de cordas de Greg Cohen registrado em Nova York.
11) “Era Óbvio”
Mais uma balada de amor, inédita, escrita por Marisa e Arnaldo Antunes e levada por cordas (arranjo de Greg Cohen) e a base da Nação, com participação do tecladista dos Beastie Boys, Money Mark. A letra conta de se descobrir apaixonada: “agora que eu sei o que eu sentia / e que você também queria / resolvi te procurar”.
12) “Hoje Eu Não Saio, Não”
Mais uma com gostinho de forró, ritmo sacudido com palmas e o acordeão de Waldonys, parceria de Arnaldo Antunes com os músicos de sua banda Marcelo Jeneci, Betão Aguiar e Chico Salem, destaque do disco. A letra bem humorada decreta a vontade de não trocar o sofá por nada: “hoje eu vou ficar em casa, neném”. A base foi gravada pelo trio da Nação Zumbi e Gustavo Santaolalla participa.
13) “Seja Feliz”
“Seja feliz com seu país / seja feliz sem raiz, seja legal com seu amor / seja legal sem pudor, seja gentil com sua figura / seja gentil sem frescura” diz a letra dessa parceria inédita de Marisa com Arnaldo Antunes. Animada, é levada por ukulele (tocado por Marisa e Dadi), baixo agitado e beats, com refrão de tchururu e trompete.
14) “Bem Aqui”
A canção que fecha o álbum é uma bonita composição de Dadi com Arnaldo Antunes, gravado pelo baixista e produtor em álbum lançado no Japão e Estados Unidos em 2010. Tranquila e leve, sem bateria, tem participação de Daniel Jobim no piano.
Fonte: UOL
A penalidade pode chegar a R$ 50 para pessoas que ouvem música sem fone de ouvido; pauta será votada.
As pessoas que ouvem música alta sem fone de ouvido no transporte coletivo de Sorocaba podem ser penalizadas com uma multa de R$ 50. Primeiramente ele pode receber uma advertência para desligar o aparelho e após isso, até a multa.
O projeto foi apresentado pelo vereador Francisco França (PT) e ainda está sob aprovação no Legislativo. Ele estava previsto para ser votada na sessão desta quinta-feira (27), porém foi retirado, com a apresentação do substitutivo, pois o projeto não estabelecia punições, somente proibição.
Fonte: Bom Dia Sorocaba
A bruxa estará solta no concerto que a Orquestra Sinfônica de Sorocaba realiza hoje à noite na Sala Fundec. Para comemorar a passagem do “Halloween”, o maestro Eduardo Ostergren teve a ideia de incorporar à apresentação alguns elementos que a deixarão mais macabra, como a data exige. Entre outras surpresas, Ostergren convidou o pianista norte-americano Del Parkinson para solar em duas peças do programa. Já estaria de bom tamanho a participação do músico, mas Parkinson integrou-se à festa e vai entrar no clima. Para ser mais exato, o instrumentista ocupará um caixão, do qual sairá caracterizado, tão logo seja chamado ao palco. Ostergren idealizou mais situações que prefere não revelar, até para não quebrar o impacto. Com ar de quem ameaça cometer travessuras para receber gostosuras, pouco comum à seriedade dos regentes, Eduardo Ostergren, diz que “o público não perde por esperar”.
O maestro garante que o formato não descaracteriza as apresentações eruditas, geralmente pautadas pelo requinte e sofisticação, como recomenda um manual editado peça Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo). O livro ensina, inclusive, como se comportar durante audições, o que vestir, em que momentos aplaudir. Ostergren entende que o componente artístico e as inovações ajudam a popularizar a música clássica. “Existe espaço para trabalhar o não convencional. A linguagem é abrangente e não precisa, necessariamente, ficar atrelada a modelos. Isso, claro, tem sua razão de ser, mas não chega a ser comprometedor realizar um espetáculo nesses moldes”, comentou. Del Parkinson concorda. Na realidade, os dois já fizeram o mesmo quando trabalharam na sinfônica de Lafayette, cidade do Estado de Indianápolis, nos Estados Unidos.
Dono de uma simpatia contagiante, Parkinson não esconde a satisfação de visitar o Brasil pela primeira vez. “Quando o Eduardo (Ostergren) fez o convite, não pensei duas vezes.” O pianista está tão ambientado que até experimentou o caixão no qual ficará. “É bastante confortável”, contou demonstrando que está familiarizado com esse tipo de performance. Del tem um currículo dos mais respeitados: é pós-graduado pela “Juilliard School”, um dos mais importantes centros de formação musical do mundo, além de ter atuado na Guadalajara Simphony e a Orchestra of Chicago, entre outras.
O programa de hoje destaca, de Franz Liszt, “Dança da Morte” e “Fantasia Húngara”, peças nas quais Del Parkinson será o solista. O instrumentista lembrou que Liszt foi um intérprete passional, intenso. Ao piano, costumava extravasar a emoção, entregar-se à música. A morte sempre serviu de inspiração para os autores do período romântico. “Para eles, simbolizava o inexplicável, a aura de mistério, e até o culto e o respeito”, explicou Eduardo Ostergren. O programa inclui, ainda, “Marcha Fúnebre para uma Marionete”, de Charles Gounod, e “Uma noite no Monte Calvo”, de Modest Mussorgsky. Esta última peça ficou conhecida depois de figurar na trilha do desenho “Fantasia”, dos Estúdios Disney. Ganhou, ainda, uma versão disco, quando da exibição do filme “Saturday Night Fever” (“Os Embalos de Sábado à Noite”), produção que alavancou a carreira de John Travolta.
Del Parkinson ficou feliz com a lembrança. “Foi isso mesmo. O tema é bastante popular e conhecido das pessoas.” Por falar em pessoas, Parkinson desmancha-se num sorriso quando fala da reação do público aos concertos performáticos de que participa. “Eles adoram”, responde satisfeito.
Os ingressos para a apresentação que acontece às 20h, e que se repete no domingo, às 19h, custam R$ 2. A sala Fundec fica na rua Brigadeiro Tobias, 73, e outras informações podem ser obtidas pelo telefone (15) 3233-2220, ou no site www.fundecsorocaba.com.br.
Workshop amanhã
O pianista norte-americano Del Parkinson ministrará amanhã um workshop de piano, às 14h30, na Fundec. O evento tem entrada franca. Na atividade, o músico abordará a obra do compositor húngaro Franz Liszt, cujo bicentenário é comemorado este ano. Del Parkinson também vai falar sobre técnicas pianísticas e fornecerá dicas para montagem de repertórios. Para participar do evento, não é necessário se inscrever.
Fonte: Cruzeiro do Sul
A banda inglesa Coldplay realiza hoje (quarta), em Madri, o show de lançamento do seu novo álbum, “Mylo Xyloto”.
A apresentação será registrada pelo cineasta Anton Corbijn, que dirigiu o filme “Control”, cinebiografia do líder do Joy Division, Ian Curtis.
O show será transmitido ao vivo, a partir das 18h (horário de Brasília), para mais de 22 países, inclusive no Brasil.
Para acompanhar a performance, basta acessar o canal oficial do YouTube .
O show também será exibido simultaneamente em quatro telões dispostos na Times Square, em Nova York.
“Mylo Xyloto” é o quinto álbum do Coldplay.
Fonte: UOL
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