Site oficial Antena 1 Sorocaba:
Rádio Online, Notícias de Sorocaba e muito mais.

‘Lula, o Filho do Brasil’ está fora da disputa do Oscar 2011

Não foi dessa vez que o Brasil voltou à elite do cinema mundial. Nesta quarta-feira, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou os nove filmes que disputam uma vaga para concorrer à indicação de Oscar de melhor filme estrangeiro, e “Lula, o Filho do Brasil”, de Bruno Barreto, não está entre eles.

A última indicação do Brasil à categoria de filme estrangeiro ocorreu em 1999, com “Central do Brasil”, que também conseguiu uma nomeação de melhor atriz para Fernanda Montenegro. Em 2004, “Cidade de Deus” foi indicado a quatro prêmios: melhor diretor (Fernando Meirelles), melhor edição, melhor roteiro adaptado e melhor fotografia, mas não à categoria de filme estrangeiro.

Anteriormente, o Brasil também já havia sido indicado em 1963, com “O Pagador de Promessas”, em 1996, com “O Quatrilho”, e em 1998, com “O Que é Isso, Companheiro?”.

Entre os pré-indicados, os destaques são o mexicano “Biutiful”, de Alejandro Gonzalez Inarritu, e o dinamarquês “Em um Mundo Melhor“, de Susanne Bier, que levou o Globo de Ouro na categoria.

Os indicados ao Oscar de filme estrangeiro e às outras categorias serão anunciados na próxima terça-feira (25).

Veja a lista completa de pré-indicados:
“Biutiful”, de Alejandro Gonzalez Inarritu, México
“Tambien la Lluvia”, de Iciar Bollain, Espanha
“Hors la Loi”, de Rachid Bouchareb, Argélia
“Incendies”, de Denis Villeneuve, Canadá
“Em um Mundo Melhor”, de Susanne Bier, Dinamarca
“Dogtooth”, de Yorgos Lanthimos, Grécia
“Confessions”, de Tetsuya Nakashima, Japão
“Life, above All”, de Oliver Schmitz, África do Sul
“Simple Simon”, de Andreas Ohman, Suécia

Fonte: Bom Dia Sorocaba

20 de janeiro de 2011 por antena1

Lula sanciona lei que cria estatal do pré-sal

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou na segunda-feira (02) a lei que cria a estatal que será responsável pela administração dos contratos de exploração na camada pré-sal O projeto havia sido aprovado pelo Senado no dia 7 de julho. A lei foi ratificada por Lula sem nenhum veto e será publicada na edição desta terça (03) do Diário Oficial da União.

Ainda no Senado, uma única modificação foi feita no projeto, que foi a mudança do nome da empresa de Petro Sal para Pré-Sal Petróleo S.A (PPSA). A mudança foi necessária porque o nome Petro Sal já havia sido registrado por uma outra empresa. Como a alteração foi tida como ajuste de redação, o texto não precisou retornar à Câmara e seguiu direto para sanção presidencial.

Dos quatro projetos inicialmente encaminhados ao Congresso para formar o novo marco regulatório do pré-sal, dois já foram aprovados pelo Congresso e sancionados pelo presidente: o da estatal e o da capitalização da Petrobras, sendo que este segundo era tido como o mais urgente.

Falta ainda a aprovação pelo Congresso de outras duas propostas, que foram condensadas em um único projeto: a que cria o Fundo Social, que receberá parte dos recursos obtidos com a produção do pré-sal; e a espinha dorsal do modelo, que é o sistema de partilha da produção. O projeto que reúne esses dois temas, porém, só será rediscutido na Câmara, onde estava tramitando, após as eleições.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

3 de agosto de 2010 por antena1

“Oi continuará a ser uma empresa brasileira da Silva”, diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta 4ª feira (28) que, enquanto for presidente, a Oi terá o controle brasileiro, ao comentar a operação de entrada da Portugal Telecom (PT) na “supertele nacional”. “A única coisa que eu posso garantir para vocês é que, enquanto eu for presidente, a empresa vai continuar uma empresa nacional”, disse.”A Oi continuará a ser uma empresa brasileira da Silva.”

Lula disse que a Oi, agora com a participação do grupo português , vai ter papel importante para ajudar o País a implantar o seu Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). As afirmações de Lula foram feitas em entrevista coletiva durante almoço com o presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, no Itamaraty. Embora se saiba que o presidente teve atuação fundamental para permitir o acordo, Lula observou que desconhece os detalhes das negociações entre a PT e os controladores da Oi.

Segundo ele, o processo está sendo acompanhado pela equipe técnica do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que tem participação na operadora brasileira, por meio de sua empresa de participações, a BNDESPar. “Eu não tenho mais informações do que isso”, afirmou. “Agora vamos deixar eles (sic) conversarem porque se quem não entende do assunto, como eu, começar a dar palpite, pode atrapalhar o negócio”, afirmou.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

29 de julho de 2010 por antena1

FGTS será liberado a vítimas da chuva, diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu hoje um minuto de silêncio para as vítimas das enchentes de Alagoas e Pernambuco. O pedido ocorreu durante a 4ª Conferência Nacional das Cidades, em Brasília, onde também afirmou que enviará um hospital das Forças Armadas para ajudar as pessoas afetadas pela chuva e que pretende liberar saques do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). “Vamos fazer tudo com a mesma rapidez que fizemos para os atingidos em Santa Catarina e Rio de Janeiro, inclusive liberando o fundo de garantia para quem tem”. Durante a conferência, Lula assinou um decreto regulamentando a lei de saneamento.

 Lula aproveitou o rápido discurso de improviso, que durou apenas 15 minutos, para se despedir dos movimentos sociais presentes ao encontro. “Esta é a última conferência (desse segmento) da qual participo como presidente da República deste País”, disse Lula, aplaudido de pé, com gritos de “olé, olé, olá, Lula lá”. “Eu tenho convicção de que, nessas quatro conferências, avançamos muito e eu espero que o governo futuro veja que é mais fácil acertar ouvindo o povo do que acertar no silêncio dos gabinetes” disse Lula, que agradeceu aos representantes desses movimentos que, segundo ele, sabem que estão ali representando o que o povo quer dizer.

 ”Vamos continuar avançando e conquistando vitórias”, disse o presidente, aproveitando para informar que o programa Minha Casa Minha Vida, até o final do ano, contratará o número de um milhão de casas prometidas. “No dia 10 de janeiro, quem quer que venha a assumir a presidência já vai encontrar Minha Casa, Minha Vida 2″, disse Lula, enquanto a plateia delirava, gritando “Dilma, Dilma”.

 Companheiros

 Lula, que parecia estar comandando um show, pediu aos presentes que levantassem a mão para que o seu fotógrafo oficial pudesse registrar uma imagem daquele último encontro com os movimentos sociais. O presidente aproveitou para responder as críticas dos que dizem que os movimentos sociais estão cooptados pelo governo com as verbas repassadas. “Depois, assim que acabar a cerimônia, eu desço aí para agradecer de público o comportamento de vocês que, com lealdade e sem submissão, nunca abriram mão dos objetivos do movimento, sempre cobraram e entenderam quando não era possível”, disse Lula, sob aplausos. E emendou: “Feliz de um presidente da República que tem os companheiros e companheiras e a relação de amizade que construí com vocês na vida”.

 Lula disse ainda que espera que, no dia 31 de dezembro, possa encontrar aqueles representantes dos movimentos sociais “tratando-os de companheiros e companheiras e dizendo que valeu a pena ter passado pela Presidência da República e, como presidente, criado outra relação entre o governo e seu povo”.

 Ele falou ainda, durante a cerimônia, de uma das lideranças do movimento social de lutas por moradia na capital paulista, Luiz Gonzaga da Silva, conhecido como Gegê. “Eu sei que o Gegê está preso, suspeito de ter cometido um crime e, como presidente, não cabe a mim julgar e falar. Eu só espero que o Gegê tenha um julgamento digno e que, se for condenado, cumpra”. Líder do Movimento de Moradia do Centro, Gegê é acusado de homicídio ocorrido durante uma ocupação ocorrida em 18 de agosto de 2002.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

22 de junho de 2010 por antena1

Lula vai conversar com líderes mundiais sobre questão nuclear iraniana

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende conversar com os colegas francês, russo e chinês para obter o apoio deles ao acordo tripartite Irã-Turquia-Brasil sobre a troca de urânio, anunciou a presidência iraniana.

“Para obter o apoio de outros países à declaração (de Teerã), vou prosseguir meus contatos com os líderes”, declarou Lula durante uma conversa telefônica com o presidente iraniano Mahmud Ahmadinejad, de acordo com um comunicado do governo de Teerã.

“Esta semana terei contato com (o presidente francês Nicolas) Sarkozy, (o presidente russo Dmitri) Medvedev e o presidente chinês (Hu Jintao)”, completou Lula.

O acordo de 17 de maio, assinado por Irã, Turquia e Brasil, prevê a troca na Turquia de 1.200 quilos de urânio iraniano levemente enriquecido (a 3,5%) por 120 quilos de combustível enriquecido a 20%, fornecidos pelas grandes potências, para o reator de pesquisa científica de Teerã.

Turquia e Brasil, atualmente membros não permanentes do Conselho de Segurança da ONU, estão em um confronto cada vez mais aberto com o governo dos Estados Unidos, que criticou o acordo tripartite.

Um dia após a assinatura do acordo de Teerã, os Estados Unidos apresentaram um projeto de resolução no Conselho de Segurança da ONU para reforçar as sanções contra o Irã.

Washington considera que o acordo de Teerã não é suficiente para acabar com os temores de que a República Islâmica possa fabricar a bomba atômica.

O governo americano anunciou que os membros permanentes do Conselho de Segurança (Estados Unidos, Rússia, China, França e Grã-Bretanha) apoiam o projeto de resolução.

Ahmadinejad elogiou Lula pela “posição corajosa” sobre o acordo de Teerã.

O presidente iraniano completou que uma “situação favorável” foi criada com o acordo de Teerã. Além disso, afirmou que Irã e Brasil seguirão “até o fim por este caminho”.

Fonte:www.uol.com.br

31 de maio de 2010 por antena1

Potências acertam sanções contra o Irã e calam plano de Lula

Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas acertaram nesta terça-feira (18) uma série de sanções contra o Irã, jogando por terra os esforços realizados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para resolver a crise nuclear iraniana. Um projeto de resolução, elaborado por Estados Unidos e apoiado por França, Rússia, China e Grã-Bretanha, prevê sérias sanções contra o Irã, que ficará proibido de investir no exterior em certas atividades sensíveis, terá seus navios inspecionados em alto mar, e sofrerá um embargo sobre a compra de armas pesadas, segundo um funcionário americano.

 A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, já havia anunciado um acordo com Rússia e China sobre novas sanções contra o Irã devido ao seu programa nuclear. O esforço diplomático promovido por Brasil e Turquia pretendia evitar as sanções da ONU contra a República Islâmica, com base no intercâmbio, em território turco, de 1.200 kg de urânio levemente enriquecido (a 3,5%) por 120 kg de combustível enriquecido a 20% destinado ao reator de pesquisas nuleares de Teerã.

 Hillary Clinton agradeceu os esforços de Brasil e Turquia, mas destacou as diversas reservas de Washington sobre o acordo tripartite fechado na véspera, com a intervenção direta de Lula. Os representantes de Estados Unidos, França e Grã-Bretanha no Conselho de Segurança lembraram que a oferta de intercâmbio de combustível nuclear, relançada por Brasil e Turquia, foi realizada pela AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica) em outubro passado como “uma medida de confiança”. A questão do intercâmbio de combustível não é “a base do problema”, após quatro anos de “violações das resoluções da ONU e de suas obrigações internacionais” por parte do Irã, disse a embaixadora americana Susan Rice.

 A diplomata brasileira Maria Luiza Ribeiro Viotti disse à AFP que o Brasil “não vai participar do debate” sobre as sanções no Conselho de Segurança, já que “existe uma nova situação” negando o acordo promovido pelo presidente Lula. Segundo o funcionário americano, as sanções acertadas hoje “reafirmam que o Irã não poderá construir novas unidades de enriquecimento de urânio” e proíbem investimentos iranianos “no estrangeiro em atividades sensíveis”, como extração ou enriquecimento de urânio e projetos de mísseis balísticos.

 O projeto também proíbe a venda ao Irã de “oito novas categorias de armas pesadas, como tanques, veículos blindados de combate, sistemas de artilharia de grosso calibre, aviões de combate, helicópteros de ataque, navios de guerra e mísseis ou sistemas de mísseis”. As sanções ampliam ao alto mar as inspeções de navios suspeitos procedentes ou com destino ao Irã, reforçando a resolução 1803, de março de 2008. O texto envolve ainda a lista de pessoas e entidades ligadas aos programas nuclear e balístico iranianos, que poderão sofrer o congelamento de seus bens no exterior e ter vistos cancelados.

 Os Estados estão igualmente convocados a bloquear qualquer transação financeira ligadas à proliferação. No setor bancário, os Estados serão chamados a impedir o funcionamento em seu território dos bancos iranianos que têm um potencial papel na proliferação, e a impedir que suas instituições financeiras sob suspeita abram sucursais no Irã. As potências ocidentais temem que o programa nuclear iraniano seja um disfarce para obter a bomba atômica. Teerã nega esta tese, afirmando que seus planos têm fins pacíficos. A resolução na ONU, se for adotada, será a sexta desde 2006 envolvendo o programa nuclear iraniano, e a quarta aplicando sanções.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

19 de maio de 2010 por antena1

Lula diz que acordo com Irã é vitória da diplomacia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje (17) que o acordo fechado entre Brasil, Irã e Turquia para troca de material nuclear foi uma “vitória da diplomacia”. Lula participou da negociação como o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, e o primeiro-ministro turco, Tayyip Erdogan, em Teerã.

O acordo prevê que o Irã envie à Turquia 1.200 kg de urânio de baixo enriquecimento (3,5%). Em troca, receberá o material enriquecido a 20% para ser usado em pesquisas médicas em Teerã, depois de até um ano. Nesse período, haverá supervisão de inspetores turcos e iranianos.

“Foi uma resposta de que é possível, com diálogo, a gente construir a paz, construir o desenvolvimento”, disse Lula no programa de rádio Café com o Presidente, gravado de Teerã logo após o fechamento do acordo.

O governo brasileiro acredita que o acordo criará confiança na comunidade internacional e pode evitar que o Irã seja submetido a sanções por causa de seu programa nuclear.

Lula disse que o Brasil sempre acreditou na possibilidade de acordo e que a negociação prova que é possível fazer política internacional baseada da confiança.

“Há um milhão de razões para a gente ter argumento para construir a paz e não há nenhuma razão para a gente construir a guerra. O Brasil acreditou que era possível fazer o acordo. Mas o que é importante é que nós estabelecemos uma relação de confiança. E não é possível fazer política sem ter uma relação de confiança”, avaliou.

Lula deixou o Irã hoje (17) e seguiu para a Espanha, onde participará da Cúpula União Europeia-América Latina. Em seguida, o presidente brasileiro vai para Portugal.

Amorim

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse hoje (17), em Teerã, que o acordo fechado para o envio de urânio do Irã levemente enriquecido para Turquia deve evitar as eventuais sanções ao governo iraniano por suspeitas ao seu programa nuclear.

Amorim ficou até as 4h da manhã de hoje (17) negociando os termos do acordo com os chanceleres do Irã e da Turquia. O acordo foi firmado nesta manhã durante as reuniões paralelas do G15.

“Vamos continuar discutindo e vamos ver o que vem, o que vai acontecer. Sempre achamos que era necessário dar um crédito de confiança à paz e à negociação. Agora, nós temos as condições materiais para que esse crédito de confiança exista”, afirmou Amorim, no programa semanal de rádio Café com o Presidente, que foi ao ar na manhã de hoje.

O chanceler reconheceu, porém, que o acordo firmado hoje é apenas o início de uma série de negociações. “Esse acordo não vai resolver todas as questões, mas é o passaporte para discussões mais amplas que criem a confiança na comunidade internacional e, ao mesmo tempo, permita ao Irã exercer o direito legítimo à energia nuclear para fins pacíficos, inclusive com enriquecimento”.

Amorim lembrou ainda que a Turquia, que receberá o urânio do Irã, pertence ao grupo da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), ligado aos Estados Unidos – o país que lidera a campanha internacional em favor das sanções contra o Irã.

“Eu não vejo nenhuma razão [para desconfiança], nem a Turquia, que aliás, é um país membro da Otan, portanto muito ligado, aliado militar até dos Estados Unidos. Claro, cada um fará seu julgamento, mas nós não vemos nenhuma razão para que haja continuidade nesse movimento em favor de sanções”.

Segundo o chanceler, o governo brasileiro comemora o acordo firmado hoje, que representa os esforços em torno da busca pela paz e a não imposição de sanções contra o Irã.

“Nós tivemos que trabalhar durante muito tempo e enfrentar o ceticismo de muitos países. Mas o que eu queria salientar é que essa declaração entre Turquia, Brasil e Irã contém os elementos principais que são necessários, todos os elementos que são necessários, para que haja o acordo de troca de urânio por elementos combustíveis”.

Fonte:www.uol.com.br

17 de maio de 2010 por antena1

País passará pela crise ’sem sentir nada’, diz Lula

O Brasil deverá atravessar a crise europeia “sem sentir absolutamente nada”, previu ontem, em São Bernardo do Campo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Primeiro fico muito feliz. Nessa crise toda na Europa, o Brasil continua tranquilo, a nossa economia crescendo, inflação controlada. E penso que temos tudo para atravessar essa crise na Europa sem sentir absolutamente nada”, disse Lula, depois de abrir a campanha nacional de vacinação dos idosos contra a gripe comum.

 Em 2008, diante da crise econômica iniciada nos Estados Unidos, o presidente previra que, para o Brasil, a confusão nos mercados seria “uma marolinha”. O presidente também afirmou que as autoridades europeias demoraram muito para tomar medidas após a crise de 2008, apesar de a Grécia já “estar na UTI”. “Eu acho que eles estão demorando muito para tomar decisão, já faz algum tempo que a Grécia está na UTI, precisa dar logo um remédio”, disse. “As pessoas não podem ficar regateando.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

10 de maio de 2010 por antena1

Inauguração de fábrica em Sorocaba vira palanque para Serra e Dilma

O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) esteve em Sorocaba nesta terça-feira para a inauguração da nova fábrica de máquinas agrícolas da Case New Holland em parceria com o Grupo Fiat. No entanto, o investimento de R$ 1 bilhão e as mais de 4 mil vagas de emprego que serão geradas acabaram-se tornando coadjuvantes do primeiro encontro entre os candidatos à presidência nas eleições de 2010: o atual governador do Estado de São Paulo, José Serra e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. Sobre o palanque, os dois candidatos priorizaram metas e caminhos diferentes no discurso mas, igualmente, tentaram se aproximar do eleitorado – mais de 800 funcionários que hoje trabalham na Case – com frases de efeito e simpatia.

Fonte: agência Bom Dia

2 de março de 2010 por antena1
Av Eugênio Bernardi, 534 • Parque Bela Vista • Votorantim - SP
15 3243.3540
Simdigital Criação de Sites