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Santos empata no México e se classifica

O Santos sofreu muito, mas muito mesmo. Só que isso agora pouco importa. O que interessa aos santistas é que o empate por 0 a 0 com o América, no México, nesta terça-feira (3), serviu para colocar o time nas quartas de final da Copa Libertadores, para provavelmente enfrentar o Cruzeiro – joga nesta quarta contra o Once Caldas, da Colômbia, em Minas Gerais.

Os jogadores do América reclamaram muito por verem tirado deles o direito de jogar no tradicionalíssimo estádio Azteca, na Cidade do México (por causa de um show da banda irlandesa U2 que será realizado lá). Mas, para os donos da casa, atuar no La Corregidora, em Querétaro (cidade a cerca de 220 quilômetros da capital do país), tinha lá suas vantagens. Em um estádio menor, o barulho da torcida sempre ganha mais força. E como fazem barulho os torcedores do América…

Empurrados pelos gritos que saíam das arquibancadas, os jogadores do time da casa logo se puseram a pressionar os visitantes. E a estratégia mexicana era clara: bola alta na área do Santos. O técnico Carlos Reinoso por certo estudou o adversário e descobriu que ele é vulnerável nas jogadas aéreas, defeito que Muricy Ramalho não conseguiu consertar. E assim o América foi se aproximando do gol de abertura do placar, aquele que empataria o que se convenciona chamar de placar agregado.

Logo no comecinho da partida, um cruzamento do meia Montenegro pegou o goleiro Rafael em momento de inconveniente distração e o zagueiro Valenzuela ficou a centímetros de cabecear a bola. Se o fizesse, seria gol. O tempo foi passando e o América continuava jogando a bola para cima. Quase deu certo aos 22 minutos, quando Mosquera cabeceou na trave, e aos 30, momento em que Montenegro passou de lançador a lançado e, dentro da área, escorou um cruzamento e deixou Sánchez com o gol aberto à sua frente. Para o alívio da aflita torcida santista, o atacante não conseguiu alcançar a bola.

E o que fazia o Santos para incomodar o goleiro Ochoa? Nada. O time de Muricy Ramalho queria cadenciar o jogo, irritar o América e apagar o fogo da torcida mexicana. Funcionou no primeiro minuto da partida, nem tanto nos outros 44 da etapa inicial. Muito toque de lado e pouca eficiência. À beira do gramado, Muricy chegou a dizer que era preciso apenas Paulo Henrique Ganso acertar um grande passe para o gol surgir. Mas o tal passe não apareceu no primeiro tempo. E Neymar, pouco acionado, não conseguiu fazer valer sua magia. Nem chegou perto disso, aliás.

Os santistas esperavam que depois do intervalo a situação ficasse mais tranquila. Pois foi exatamente o contrário. O gol que o Santos tanto queria por pouco não saiu aos quatro minutos da etapa final. Uma falta na entrada da área era a chance perfeita para um craque como Paulo Henrique Ganso, mas a trave direita do goleiro Ochoa negou-lhe o gol.

Muricy Ramalho perdeu Arouca, vítima de mais uma lesão muscular (que provavelmente vai lhe tirar do duelo contra o Corinthians, no domingo), e colocou Rodrigo Possebon. Depois, repetiu a substituição que deu certo no último sábado contra o São Paulo: Bruno Aguiar no lugar de Zé Eduardo. E o time, com seus três zagueiros e três volantes, ficou entrincheirado na defesa, sem poder respirar. E tome chute de longe, e tome cruzamento, e tome defesa de Rafael. O goleiro começou a fazer uma atrás da outra, por quatro vezes. E foi assim, de susto em susto, com o coração na mão, que o Santos foi às quartas de final.

FICHA TÉCNICA

América-MEX 0×0 Santos
América-MEX
– Ochoa; Rojas, Valenzuela, Mosquera e Reyes; Rosinei, Treviño, Pardo (Reyna) e Montenegro (Gallardo); Vuoso e Sánchez (Esqueda). Técnico: Carlos Reinoso.
Santos - Rafael; Jonathan, Edu Dracena (Alex Sandro), Durval e Léo; Adriano, Arouca (Rodrigo Possebon), Danilo e Paulo Henrique Ganso; Neymar e Zé Eduardo (Bruno Aguiar). Técnico: Muricy Ramalho.
Cartões amarelos – Reyna, Reyes, Sánchez e Valenzuela (América-MEX); Léo (Santos).
Árbitro – Carlos Vera (Fifa-Equador).
Renda e público - Não disponíveis.
Local – Estádio La Corregidora, em Querétaro (México). (AE)

Fonte: Cruzeiro do Sul

4 de maio de 2011 por antena1

Cruzeiro vence o Estudiantes e garante melhor campanha

O Cruzeiro garantiu a melhor campanha na fase de grupos da Copa Libertadores nesta quarta-feira (13), ao vencer o Estudiantes por 3 a 0, em La Plata, pela última rodada do Grupo 7. Invicto, o time brasileiro assegurou ainda a primeira colocação da chave e a vantagem de decidir em casa os próximos confrontos da competição.

Os mineiros terminaram a fase de grupos com 16 pontos, após cinco vitórias e um empate, à frente do Estudiantes, com 10. Os argentinos, que não conseguiram devolver o 5 a 0 da partida em Sete Lagoas, precisavam golear em La Plata para desbancar o Cruzeiro da liderança. Já eliminados, Guarani e Tolima apenas cumpriram tabela nesta quarta. O algoz do Corinthians venceu por 2 a 0, fora de casa.

Agora, o Cruzeiro aguarda o encerramento dos demais grupos, na próxima semana, para conhecer seu adversário nas oitavas de final. O time do técnico Cuca enfrentará a equipe com a pior campanha entre os segundos colocados das outras chaves.

O JOGO

Em duelo de classificados, o Estudiantes entrou em campo sem quatro titulares, entre eles Verón e Desábato, poupados pelo Eduardo Berizzo. Mesmo com um time misto, os argentinos não relaxaram e impuseram um forte ritmo nos instantes iniciais da partida disputada no péssimo gramado do Estádio Único Ciudad de La Plata. Logo no primeiro minuto, Fábio precisou fazer duas grandes defesas para evitar o gol dos anfitriões, que precisavam vencer por uma diferença de sete gols para ficar com a primeira colocação do Grupo. Aos 8, Núñez levou perigo ao entrar na área e chutar firme, rente à trave direita do goleiro cruzeirense.

Perdido em campo, diante do maior volume de jogo do rival, o Cruzeiro só equilibrou o duelo quando balançou as redes, aos 10 minutos. Wallyson escapou pela direita e bateu cruzado, sem direção. Thiago Ribeiro, livre de marcação dentro da área, só completou para o gol. Mesmo na frente, o Cruzeiro continuou a levar alguns sustos nas investidas do ataque argentino. Barrientos e Peñalba criaram boas chances para empatar, sem sucesso. O time brasileiro, contudo, foi mais eficiente nas poucas chegadas ao ataque. Aos 45, Wallyson marcou o segundo em grande jogada individual. Ele ganhou a dividida com dois zagueiros na intermediária, invadiu a área, driblou o goleiro e mandou para as redes.

A boa vantagem no placar deixou o Cruzeiro mais solto em campo no segundo tempo. Sem a preocupação de marcar mais gols, o time recuou, sob a segurança dos desarmes de Victorino e Leandro Guerreiro. Só ameaçava em contra-ataques. Roger e Thiago Ribeiro tiveram boas oportunidades, em finalizações da entrada da área. O Estudiantes manteve o ritmo e continuou insistindo no ataque. Pereyra, em cruzamento na área, aos 29, e Roncaglia, em chute forte, aos 33, esboçaram uma pressão sobre os brasileiros. Mas a defesa cruzeirense, a menos vazada da Libertadores (sofreu apenas um gol em seis jogos) não decepcionou e neutralizou as investidas do rival.

Eficiente lá trás, a defesa iniciou a jogada do terceiro gol do Cruzeiro, aos 37 minutos. Fábio saiu rápido com Everton, que deu longo lançamento para Gilberto. O lateral passou por um marcador invadiu a área, deixou o goleiro no chão e completou para o gol selando a vitória brasileira.

O Cruzeiro volta a campo no domingo (17) em busca da primeira colocação também no Campeonato Mineiro. Uma vitória sobre o Uberaba, fora de casa, às 16 horas, deixará o time de Cuca em vantagem nas semifinais do Estadual.

FICHA TÉCNICA

Estudiantes-ARG 0 x 3 Cruzeiro
Estudiantes
- Agustín Orión; Gabriel Mercado (Federico Fernández), Facundo Roncaglia, Germán Ré e Nelson Benítez; Maxi Núñez, Darío Steffanatto (Leandro Benítez), Gabriel Peñalba e Pablo Barrientos; Gastón Fernández (Leandro González) e Juan Pablo Pereyra. Técnico: Eduardo Berizzo.
Cruzeiro - Fábio; Pablo, Gil, Victorino e Gilberto; Marquinhos Paraná, Henrique, Leandro Guerreiro e Roger (Everton); Thiago Ribeiro (Farías) e Wallyson (Ortigoza). Técnico: Cuca.
Gols – Thiago Ribeiro, aos 10, e Wallyson, aos 45 minutos do primeiro tempo. Gilberto, aos 37 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos – Pereyra, Leandro Benítez (Estudiantes); Pablo Victorino (Cruzeiro).
Árbitro – Roberto Silvera (Fifa-Uruguai).
Renda e público - Não disponíveis.
Local - Estádio Único Ciudad de La Plata, em La Plata (Argentina). (AE)

Fonte: Cruzeiro do Sul

14 de abril de 2011 por antena1

Fim de outro sonho: Corinthians perde e é eliminado pelo Tolima

O sonho de vencer a Libertadores acabou para o Corinthians. E, desta vez, acabou mais cedo. O Timão perdeu por 2 a 0 a partida contra o Tolima, na noite desta quarta-feira, em Ibagué, na Colômbia. Com a derrota, ainda na primeira fase da Libertadores, o Corinthians está eliminado da competição.

No estádio Manuel Murillo Toro, o que se viu foi um Corinthians dominado pelo Tolima. O placar de 2 a 0 refletiu a vantagem imposta pelos donos da casa e fez a esperança da torcida corintiana, por um título inédito na hsitória do clube, se encerrar. Com a eliminação na competição, o Corinthians irá disputar apenas o Paulista e o Brasileirão em 2011.

O jogo:
Logo no primeiro minuto de jogo, na primeira oportunidade do Tolima, Wilder Medina assustou a defesa corintiana. Após receber pela direita, o atacante chutou para o gol de Julio Cesar e a bola passou rente à trave. Nos minutos seguintes, o que se viu foi mais do time colombiano.
Pouco depois, o lateral Fábio Santos, que entrou no time para substituir o lesionado Roberto Carlos, tocou errado e deu de graça a posse de bola ao Tolima, que quase abriu o placar novamente, com o meia Rafael Castillo.

Muito veloz, o Tolima mostrou muita objetividade enquanto teve a bola nos pés. A cada posse de bola do time colombiano, a jogada se convertia em uma finalização à meta de Julio Cesar. Aos poucos, o domínio colombiano em campo foi crescendo.

Na segunda metada da etapa inicial, o Corinthians até tentou se colocar melhor na partida, mas não obteve sucesso. Sem um meia de articulação no time, após a saída de Bruno César, Tite viu seus comandados sofrerem para conseguir armar jogadas perigosas durante o primeiro tempo. Para a partida, o técnico corintiano promoveu a entrada de Paulinho entre os titulares, tirando o camisa 10 do time. A alteração custou caro ao Timão, que viu um Tolima dominante nos primeiros 45 minutos.

Pouco compactado em campo, o Corinthians deu chances para que o Tolima tomasse conta do meio de campo e criasse maior número de jogadas. Apesar da alteração tática feita por Tite, ainda sobraram espaços na marcação corintiana. Além disso, o time abusou dos erros de passes e das perdas de bola no setor central do gramado. Mesmo com três jogadores de marcação no meio de campo, o Corinthians não conseguiu parar as investidas adversárias.

Na volta para a segunda etapa, um novo Corinthians retornou dos vestiários. Apesar de sem nenhuma modificação, Tite conseguiu corrigir os erros do primeiro tempo. Mais compactado, com Ronaldo mais perto da linha dos jogadores de meio de campo e com mais subidas dos laterais Alessandro e Fábio Santos, o Timão conseguiu dominar os primeiros minutos do segundo tempo.

Aos 6 minutos, Ronaldo recebeu na área e ajeitou para Paulinho, que chutou bem e exigiu grande defesa de Antony Silva. A jogada ilustrou o Corinthians que veio para o segundo tempo, que, em poucos minutos, produziu mais do que em toda a etapa inicial. Aos poucos o Timão foi conseguindo dominar o setor de meio de campo e conseguiu melhores chances.

Apesar do bom momento, quem surpreendeu foi o Tolima. Aos 21 minutos, mesmo com a melhora do Corinthians, Danny Santoya, que haia entrado na partida há pouco, aproveitou o ótimo passe de Elkin Murillo para abrir o placar. Logo depois, o que se viu foi o Corinthians perder o controle do jogo. Luis Ramírez, que havia entrado no time, foi expulso após agredir o adver´sario, poucos minutos após pisar no gramado.

Com um jogador a mais, o Tolima aproveitou. Murillo, novamente, recebeu bola na direita, sem marcação, e achou o artilheiro do time, Wilder Medina, sozinho na área, para aumentar a vantagem colombiana. Com dois gols atrás no placar, o Tolima só aproveitou para administrar a vantagem.

FICHA TÉCNICA:
TOLIMA (COL) 2 X 0 CORINTHIANS

Estádio: Manuel Toro, Ibagué (COL)
Data/hora: 2/2/2011 – 22h (de Brasília)
Árbitro: Roberto Silvera (URU)
Auxiliares: Mauricio Espinoza (URU) e Carlos Changala (URU)

Cartões Amarelos: Julián Hurtado, Elkin Murillo (TOL); Jorge Henrique, Jucilei, Leandro Castán (COR)
Cartão Vermelho: Luis Ramírez (27′/2ºT) (COR)
Renda e público: Não divulgado.
Gols: Danny Santoya 21′/2ºT (1-0), Wilder Medina 32′/2ºT (2-0)

TOLIMA: Antony Silva, Gerardo Vallejo, Julián Hurtado, Yair Arrechea e Félix Noguera; Jhon Hurtado, Gustavo Bolivar, Diego Chara, Elkin Murillo (Piedrahita, 38′/2ºT) e Rafael Castillo (Danny Santoya, 13′/2ºT); Wilder Medina (Closa, 43′/2ºT). Técnico: Hernán Torres.

CORINTHIANS: Julio Cesar, Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos (Edno, 35′/2ºT); Ralf, Jucilei e Paulinho (Ramírez, 23′/2ºT); Dentinho (Danilo, 23′/2ºT), Jorge Henrique e Ronaldo. Técnico: Tite.

Fonte: Bom Dia Sorocaba

3 de fevereiro de 2011 por antena1

Palmeiras vence 3.ª seguida e mantém sonho da Libertadores

A noite desta quarta-feira 929), na Arena Barueri, em Barueri (Grande São Paulo), foi de Marcos Assunção. Com dois chutes certeiros, o volante deu a vitória de 2 a 0 ao Palmeiras sobre o Internacional, pela 26.ª rodada do Campeonato Brasileiro. O time que vinha em turbulência e cheio de indefinições chegou ao terceiro triunfo consecutivo e voltou a sonhar com uma vaga na Copa Libertadores da América do ano que vem.

A partida desta quarta foi uma espécie de afirmação. O adversário, atual campeão continental, vinha empolgado após triunfo sobre o Corinthians, mas encontrou um Palmeiras bem postado em campo. Os jogadores entraram na Arena para acabar com o mau retrospecto como mandante: foram três derrotas e um empate nas últimas quatro partidas no Pacaembu. Eles também começaram o jogo sem saber do futuro do clube. Salvador Hugo Palaia assumiu a presidência do Palmeiras no lugar do afastado Luiz Gonzaga Belluzzo (passou por cirurgia no coração na última terça) e já promoveu várias mudanças, mexendo na diretoria de futebol. O grupo, então, queria os 3 pontos para poder cobrar com moral a nova diretoria pelos salários atrasados

Apesar de importantes desfalques (D’Alessandro, Índio, Nei e Tinga), o Internacional começou melhor – Deola defendeu chute de Edu e Leandro Damião, sozinho, arriscou para fora. Mas logo o Palmeiras se encontrou e dominou a partida. Luiz Felipe Scolari não mudou o esquema que demorou para engrenar. Manteve quatro volantes no meio, com Valdivia adiantado, ao lado de Kléber. O torcedor palmeirense pôde comemorar e não apenas por mais um triunfo. Pela segunda vez, o time jogou bem e repetiu a atuação do Rio de Janeiro, no último sábado, quando bateu o Flamengo por 3 a 1. Bem postada, a zaga pouco levou susto, principalmente pela atuação dos volantes. Ainda falta um pouco de melhora na criação, mas aos poucos a equipe vai se acertando.

Além da marcação, uma das armas palmeirense está nos pés de Marcos Assunção. Exímio batedor de falta, ele errou a primeira oportunidade. Na segunda, um pouco longe, o goleiro Renan deve ter se esquecido da qualidade do atleta e só colocou um homem na barreira. Aos 31 minutos, cobrança certeira e 1 a 0 no placar. O Palmeiras seguiu no mesmo ritmo na segunda etapa. E, para azar de Renan, Marcos Assunção teve nova falta para cobrar. Desta vez, o goleiro armou a barreira com dois jogadores.

Mas, quando a bola veio em sua direção e quicou, ele falhou. “A bola desviou e não consegui reagir rápido”, tentou explicar. A vitória podia ter sido mais elástica, se Kléber não desperdiçasse chance incrível. A comemoração, porém, já estava garantida. Agora, é tentar repetir a mesma atuação no próximo sábado (2) contra o Santos, na Vila Belmiro.

fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

30 de setembro de 2010 por antena1

A história se repete: Inter bate o São Paulo e elimina rival

Pela quinta vez consecutiva o São Paulo foi eliminado da Libertadores por um time brasileiro. Pela segunda vez nesta sequência, o algoz do Tricolor foi o Internacional. As más coincidências para o torcedor, que compareceu em bom número ao Morumbi, não acabam por aí: nesta quinta-feira, assim como em 2006, o Sampa perdeu por 2 a 1 para o Colorado, em casa. A final da competição internacional será contra o Chivas (MEX).

De quebra, o time gaúcho garantiu um vaga no Mundial de Clubes, já que a Conmebol não indica times mexicanos para a disputa do torneio.

Precisando da vitória para conseguir a vaga para a final, o técnico Ricardo Gomes apostou em uma formação diferente, com Fernandão mais recuado na armação das jogadas e Ricardo Oliveira e Dagoberto no ataque. Já o Inter não mudou sua estrutura. Da equipe que jogou no Beira-Rio, na semana passada, Celso Roth só trocou Andrezinho por Tinga.

E o que se viu foi mais ou menos a tônica da partida no Rio Grande do Sul. É verdade que o Tricolor frequentou o ataque com muito mais efetividade, mas não chegou a pressionar. E o Colorado, mesmo com a vantagem, ficou muito tempo com a bola em seu ataque e assustou Rogério Ceni.

Em um lance fortuito, porém, a sorte da partida mudou. Aos 31 minutos, em falta cobrada por Hernanes na lateral direita, o goleiro Renan ficou com as “penas na mão” e a bola sobrou para Alex Silva – em mais uma grande atuação -, que só tocou para a rede.

Se a primeira etapa foi morna em sua maioria do tempo, o segundo tempo foi eletrizante. E os são-paulinos sofreram logo no começo, quando aos 6 minutos D’Alessandro cobrou falta e a bola desviou em Alecssandro antes de entrar no gol de Ceni. Antes da cobrança, o argentino orientou o camisa 9 dizendo a posição em que o atacante deveria ficar. Deu certo!

Mas a alegria colorada se transformou em nervosismo geral aos 8. Depois de bate e rebate na área, a bola voltou para Ricardo Oliveira, que recebeu em posição legal e tocou para a rede. O camisa 19 tem estrela demais no Morumbi: todos os oitos gols dele pelo São Paulo foram no estádio.

A vitória por 2 a 1 não era suficiente para o Tricolor. Então, Ricardo Gomes, pela primeira vez nestas semifinais mandou o time para frente: pôs o meia Marlos no lugar do volante Cléber Santana. O São Paulo teve chance de marcar com Fernandão, que não consegui cabecear cruzamento de Jean.

Aos 33, o nervosismo aumentou para os lados do Internacional. Tinga fez falta boba em Junior Cesar e acabou expulso. Como em 2006, na final da Libertadores, quando foi expulso no segundo jogo da final, vencida pelo Colorado.

Com um a mais e precisando de um gol para conseguir a vaga, o São Paulo pressionou. Mas a verdade é que teve poucas chances claras. No desespero, Gomes ainda colocou Marcelinho Paraíba no lugar de Rodrigo Souto, mas pouco adiantou.

Fonte:www.redebomdia.com.br

6 de agosto de 2010 por antena1

São Paulo tem histórico de viradas na competição

A derrota para o Internacional no jogo de ida da semifinal da Libertadores pode complicar a vida do São Paulo na competição. Para conseguir chegar a decisão, o Tricolor terá de reverter a vantagem colorada, no Morumbi, na próxima quinta-feira.

O placar de 1 a 0 no Beira-Rio obriga o time de Ricardo Gomes a fazer dois gols de diferença para se classificar no tempo normal. Caso os donos da casa ganhem por 1 a 0, a vaga será decidida nos pênaltis. Qualquer outro resultado coloca o Inter na final.

Se o futebol apresentado em campo pelo São Paulo praticamente não dá esperanças ao torcedor, os supersticiosos podem se apegar ao histórico do clube na Libertadores. Em quatro oportunidades a equipe foi derrotada por 1 a 0 no confronto de ida de um mata-mata. E, em todas elas, o Tricolor pelo menos levou a disputa para os pênaltis.

Leia ainda: Inter fura a retranca Tricolor na primeira semifinal.

A mais marcante foi a final de 1992, contra o Newell’s Old Boys. Após ser derrotado pelo placar mínimo na Argentina, Raí marcou no Morumbi e o primeiro título do São Paulo foi conquistado nas penalidades. Dois anos depois, o filme se repetiu, mas o final foi triste para a torcida tricolor: derrota nos pênaltis para o Velez Sarsfield (ARG).

Veja também: Ricardo Gomes é mantido no cargo até próxima semifinal.

Mais recentemente, em 2006, a história do duelo com o Estudiantes (ARG) também foi semelhante. Na ocasião, Edcarlos garantiu no tempo normal e, nos pênaltis, o São Paulo conquistou a vaga para as semifinais.

No ano de 2004, foi a vez do Rosário Central (ARG). Como o regulamento não beneficiava o gol fora de casa, o Tricolor bateu os argentinos por 2 a 1 no Morumbi e Rogério Ceni brilhou na disputa por pênaltis.

Pela quinta vez, o São Paulo se depara com essa situação adversa. Se a escrita continuar e a decisão for para os pênaltis, o torcedor não precisa buscar tão fundo na memória para ter esperanças de uma vitória. Nesta Libertadores, contra o Universitario (PER), o Tricolor se garantiu nas penalidades.

Fonte:www.redebomdia.com.br

30 de julho de 2010 por antena1

Em má fase, São Paulo visita Inter pela semifinal

De um lado um time com três derrotas em quatro jogos, próximo da zona de rebaixamento do Brasileirão e com o técnico ameaçado . Do outro, uma equipe que ainda perdeu desde o fim da Copa do Mundo e com vários reforços prontos para estrear.

Esse é o cenário da partida entre São Paulo e Internacional, nesta quarta-feira às 21h50, no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, pelo primeiro jogo da semifinal da Taça Libertadores da América.

O Tricolor chega na decisão sem o artilheiro Washington, que foi negociado com o Fluminense e não faz mais parte do elenco. No entanto, o atacante Ricardo Oliveira já foi regularizado na Conmebol e está a disposição do técnico Ricardo Gomes para a decisão na casa do adversário.

“A princípio você tem a teoria do time mandante controlar o jogo, tem de ver se o adversário vai concordar. Teoricamente o time da casa tem a responsabilidade, mas nessa fase isso nem sempre se confirma”, afirmou o treinador.

Poupados na derrota para o Santos, no domingo, a dupla titular do ataque, Dagoberto e Fernandão, voltam ao time.

“Estão confirmados, o Dagoberto melhorou bastante com a chegada do Fernandão, assim como o Marlos. Contra o Prudente perdemos os três ao mesmo tempo, mas estão totalmente recuperados, bem treinados e acredito numa boa atuação novamente”, comentou.

Já no Inter, o técnico Celso Roth e os dirigentes lamentam a ausência de Tinga, que tem lesão muscular e cumpre uma suspensão de 2006. Com ele na equipe, contra o Galo e o Flamengo, surgiu um outro Inter, mais técnico e inteligente.

Nas entrevistas, porém, a ordem é destacar a qualidade do elenco. Giuliano, Andrezinho e Wilson Mathias estão disponíveis para substituir o meia de 32 anos, que os médicos esperam recuperar até o confronto da volta, na próxima semana.

“Tinga faz falta, claro, mas vencemos sem ele as duas primeiras partidas depois do recesso”, lembrou o técnico.

O treino desta terça-feira foi realizado com os portões fechados. A dúvida se restringe a Giuliano ou Wilson Mathias, já que Andrezinho é “talismã” de segundo tempo também para Roth.

Com Wilson Mathias, que é volante, o técnico atende à necessidade de não tomar gol em casa. Com o meia Giuliano o time tem mais chance de balançar a rede adversária.

Está mais para Giuliano. Wilson Mathias é o único volante relacionado além do titular Sandro. Pela lógica, se pretendesse usar os dois, Roth chamaria também o reserva Glaydson. Wilson Mathias deve ser alternativa para segurar uma eventual vantagem, substituindo um dos meias.

Outro reserva importante: Rafael Sobis, que fez sua estreia contra o Flamengo, domingo. O centroavante, que não atuava desde maio, mostrou bom preparo físico, mas, também, precário ritmo de jogo.

Sobis será opção para uma busca mais intensa do gol, entrando no lugar de um dos meias para se juntar a Alecsandro e Taison.
Fonte:www.redebomdia.com.br

28 de julho de 2010 por antena1

Ricardo Gomes quer título para coroar trabalho

No comando do São Paulo há um ano, o técnico Ricardo Gomes está perto de conquistar um título pelo clube. Depois de lutar pela conquista do Campeonato Brasileiro e do Campeonato Paulista, mas fracassar, o técnico quer levantar o troféu da Libertadores para coroar o seu trabalho à frente do time do Morumbi.

 ”Estou feliz aqui no São Paulo. Ano passado perdemos o Brasileiro por pouco. Temos este objetivo que é a Libertadores. O torcedor do São Paulo quer esta competição. Estamos a quatro passos disso”, afirmou o treinador, ansioso para os duelos com o Internacional pelas semifinais da Libertadores.

 Ao avaliar o seu trabalho, o treinador acredita que o período mais complicado foi no início, já que a equipe havia sido eliminada da Libertadores. “Momento mais difícil foi no ano passado quando o time passava por uma fase difícil por conta da eliminação na Libertadores. Os jogadores estavam abatidos, todo mundo de cabeça baixa. Um momento de dúvida. Mas isso foi apagado umas semanas depois”, disse.

 Ricardo Gomes apontou o apoio do torcedor como fundamental para o seu trabalho no São Paulo. “O que ficou marcado neste período foi quando a torcida passou a acreditar no time. Isso ficou muito claro. Fizemos um trabalho de recuperação. Foi aos poucos. No primeiro mês, segundo… Senti a torcida acreditando”, comentou, ao site oficial do São Paulo.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

23 de junho de 2010 por antena1

São Paulo vence Cruzeiro novamente e vai à semifinal

Em outra boa exibição, São Paulo superou, na noite desta quarta-feira, o Cruzeiro, no Morumbi, por 2 a 0, e é semifinalista da Copa Libertadores da América.

Qualquer prognóstico de como seria a partida foi por água abaixo em um dos primeiros lances: Kléber trombou com Richarlyson e seguiu na jogada, porém, na sequência, atingiu o sãopaulino com um tapa, sendo expulso pelo árbitro Jorge Larrionda.

Os cruzeirenses protestaram, enquanto a boca do jogador do Tricolor sangrava, em decorrência do lance.

A partir daí, o que se viu foi um São Paulo envolvente, de muito toque de bola, ao contrário do que aconteceu em grande parte do ano, e semelhante ao que o time havia apresentado no Mineirão, há uma semana.

O time criou chances em sequência, pressionando a saída de bola da Raposa e marcando no campo ofensivo.

O primeiro gol parecia que viria naturalmente. E assim foi. Junior Cesar fez ótima jogada pela esquerda, passando por Jonathan, que acabara substituído minutos depois, e cruzou para Hernanes, que finalizou de forma certeira, no ângulo do goleiro Fábio, que nada pôde fazer.

O gol concluiu o processo de desestruturação do time mineiro, que apenas via o São Paulo criar jogadas de perigo, como na “blitz” ocorrida aos 25 minutos.

Primeiro Dagoberto faz boa jogada e deixa Fernandão na cara do gol, ele chuta, mas o zagueiro Gil corta. Na cobrança do escanteio, Alex Silva cabeceia para grande defesa de Fábio. Na sequência do lance, Marlos arrisca de fora da área e a bola passa muito perto do gol.

O jogo seguiu no mesmo ritmo até o fim do primeiro tempo. Cicinho ainda teve grande chance, quando recebeu ótimo passe de Rodrigo Souto, e tentou encobrir Fábio, sem sucesso. Mas não seria assim para o goleiro cruzeirense até o fim do jogo…

Na segunda etapa, logo aos oito minutos, Junior Cesar lançou Fernandão, que ajeitou de cabeça para Dagoberto. Ele, na cara do goleirão, não teve dúvida, e deu o toque por cobertura, que dessa vez entrou, apesar do esforço de Marquinhos Paraná. 2 a 0 São Paulo.

Daí em diante, o que se viu foi um São Paulo que soube segurar a posse de bola, inclusive gerando gritos de “Olé” pela torcida, com um gostinho de vingança pela eliminação sofrida para o mesmo Cruzeiro, na Copa Libertadores do ano passado.

Agora, nas semifinais, o São Paulo tem três possíveis adversários, que será definido nesta quinta-feira. Caso o Internacional se classifique, será o adversário do Tricolor.

Se o Estudiantes eliminar o time gaúcho, enfrentará o São Paulo caso o Flamengo não passe da Universidad (CHI). Para que o adversário seja o Rubro-Negro, basta a eliminação do Inter, e a classificação do time carioca.

Gonte:www.redebomdia.com.br

20 de maio de 2010 por antena1

São Paulo dá passo largo rumo à semifinal

O São Paulo deu um grande passo para a sua classificação às semifinais da Libertadores, batendo o Cruzeiro por 2 a 0, no Mineirão, e agora decidirá a vaga no Morumbi.

Como há um ano, quando o Cruzeiro venceu o São Paulo no Mineirão pela primeira partida das quartas de final, o time de Minas começou sufocando o Tricolor, e pressionando em busca da abertura do placar do jogo.

Logo aos nove minutos, Henrique subiu mais que Richarlyson depois da cobrança de escanteio, e obrigou Rogério Ceni a fazer sua primeira boa intervenção no jogo.

O Cruzeiro seguia melhor na partida, e o São Paulo encontrou outro fator de complicação para sua atuação no Mineirão: o excesso dos cartões amarelos. Na primeira etapa apenas, foram três cartões, pela ordem para: Xandão, Hernanes e Richarlyson.

Mas isso não influenciou, e aos 21 minutos, após boa jogada de Marlos, que tabelou com Fernandão e cruzou, Dagoberto só teve o trabalho de completar para o fundo da rede do gol de Fábio, que nada pode fazer.

Entretanto, apesar da desvantagem o Cruzeiro seguiu pressionando o São Paulo, mas sem a mesma contundência de outrora. Assim, terminou o primeiro tempo do jogo.

Na segunda etapa, o panorama da partida parecia continuar o mesmo: o Cruzeiro pressionava, e o São Paulo acuado. Aos três minutos, Fabrício toca para Thiago Ribeiro, que bate para boa defesa de Rogério Ceni.

Porém, o primeiro tempo se repetiu, quando Fernandão recebeu no comando do ataque, e toca de calcanhar para Hernanes que, livre, toca de perna esquerda, para ampliar o placar para o São Paulo.

O São Paulo ainda teria uma chance de fazer o terceiro, quando Fernandão recebeu sozinho, na frente de Fábio, que o derrubou. O juiz, de forma errada, já marcava impedimento, prejudicando o São Paulo. Logo em seguida, outro erro do árbitro, anulando gol legal de Thiago Ribeiro, alegando outro impedimento inexistente.

A partir daí, o Tricolor se fechou, e o Cruzeiro cresceu na partida. Aos 28, Gilberto tocou para Guerrón, que tocou por cima de Rogério Ceni. Junior César apareceu para salvar o gol cruzeirense, em cima da linha. Aos 38, Roger pegou rebote de lance tirado pela zaga sãopaulina, e chutou, a bola teimou em não entrar, batendo nas duas traves da meta de Rogério Ceni, e sacramentando a vitória do São Paulo.

Agora, na próxima quarta-feira, o São Paulo pode perder por um gol de diferença, que mesmo assim será semifinalista da Copa Libertadores da América. Para o Cruzeiro, só uma vitória por mais de dois gols de vantagem serve para se classificar.

Fonte:www.redebomdia.com.br

13 de maio de 2010 por antena1
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