O empresário Eike Batista, conhecido por seus investimentos nas áreas de mineração e energia via holding EBX, tem interesse em entrar no setor de banda larga por meio de uma eventual parceria com o governo. Segundo o executivo, que participa hoje do Fórum Exame, em São Paulo, seriam necessários investimentos de US$ 10 bilhões para levar a banda larga de 10 mega por R$ 40 a R$ 50 para todos os brasileiros. Batista afirmou que o setor de banda larga é interessante porque os custos unitários caíram muito nos últimos anos. “Não seria tão custoso oferecer internet a R$ 40 para todos. O Brasil merece e necessita”, disse.
De acordo com ele, ainda não existem estudos concretos e nenhuma proposta foi apresentada ao governo. Segundo ele, o governo teria de contribuir para que o projeto seja eficiente e isso poderia ser feito por meio de uma Parceria Público-Privada. Na visão do empresário, o setor de telecomunicações está relacionado aos negócios da EBX por tratar-se de infraestrutura. “Acredito que existe um grande potencial para o uso da internet para educação à distância no Brasil”, afirmou.
Questionado sobre os planos da EBX de abrir capital, como fez com suas subsidiárias, Batista afirmou que não há necessidade porque a companhia está “mega capitalizada”. Na visão do executivo, a crise na Europa não deve comprometer o crescimento do País porque apenas 10% do seu Produto Interno Bruto (PIB) é oriundo de exportações. “O mercado interno vai muito bem, obrigado”, afirmou. No caso das exportações, ele acredita que a demanda deve se sustentar porque o Brasil exporta itens que o resto do mundo não tem.
O setor de minério de ferro, em que o grupo atua por meio da MMX tem um cenário positivo devido à forte demanda chinesa, segundo ele. “Os chineses têm falta de matéria-prima”, disse. No momento a subsidiária OSX está construindo um estaleiro em Santa Catarina para atender à demanda da OGX, produtora de petróleo, com aportes de US$ 1,7 bilhão e conclusão prevista para 2012.
Batista defendeu que o governo escolha dois a três estaleiros para concentrar a demanda do País, permitindo a obtenção de escala. “Assim seria possível concorrer com qualquer estaleiro da Coreia”, disse, durante o evento. Segundo ele, o plano atual de pulverizar a produção em vários estaleiros reduz a eficiência. “Hoje estes estaleiros só produzem equipamentos em partes, o que fica 40% mais caro”, disse.
Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
O Brasil está resolvendo o problema da insegurança jurídica na internet tardiamente, na opinião do diretor de políticas públicas e relações governamentais do Google no Brasil, Ivo Correa. “Sem a infraestrutura mínima, nunca terá um setor de TI (tecnologia da informação) como o Brasil merece e tem capacidade de ter”, considerou durante o seminário “Marco Civil da Internet no Brasil”, realizado pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP).
O diretor afirmou que o Google possui 1,5 mil ações judiciais no Brasil hoje, a maioria relativa a conteúdos disponibilizados no Orkut – um site de relacionamentos mundial, mas que é um sucesso principalmente no País. De acordo com ele, dos processos julgados pela empresa aqui, praticamente a metade considerou que o Google é o culpado pelo conteúdo das páginas. Esse quadro mostra, segundo Correa, o quanto a falta de regulamentação do setor prejudica o andamento dos negócios no País.
“Em 40% e 45% das ações, a empresa foi considerada culpada por conteúdos com os quais o Google não tem nada a ver”, disse, acrescentando que a área de atuação da companhia é oferecer plataformas de hospedagem para terceiros. “O Google não produz um centímetro de conteúdo, com exceção de mapas. Não pretendo ser produtor de conteúdo”, afirmou o diretor.
No lugar de ir contra a fonte que fez comentários ou exibiu conteúdos considerados indesejados na internet, na maioria dos casos, segundo Correa, as ações são encaminhadas contra a empresa. “Vai para o Google porque é mais fácil de achar, é mais fácil de pedir indenização”, considerou. O risco de ações como esta, de acordo com ele, não é apenas para o Google, mas para a internet como um todo e para empresários brasileiros que querem inovar na rede.
Esse dissenso em relação ao entendimento da Justiça, de acordo com Correa, dificulta a atuação das empresas desse setor no Brasil. “Ninguém em sã consciência criaria o Google, o Orkut ou o twitter no Brasil”, considerou, citando os serviços mais populares da empresa. Ele enfatizou que o business do Google, por excelência, é ser um intermediário.
Daí a importância da criação de um marco civil para o setor no Brasil, segundo o diretor. Ele salientou que o risco de censura é grande, ao contrário do que se acreditava no início dos anos 90. “Se pensava que o mundo virtual estava realmente fora do alcance do governo do mundo real. Mas isso não é uma verdade. Há controles sobre conteúdos não só na China, mas em vários países democráticos”, comentou.
Para Correa, no entanto, a minuta do Ministério da Justiça, que estabelece o marco civil para o setor e que se transformará em um projeto de lei, traz o mínimo de regulação necessária para a atuação das empresas e pessoas na internet. “Como está hoje, o anteprojeto do marco não extrapola, mas precisamos ficar sempre alerta sobre o tema”, disse. “O marco civil tem de dizer quais são as regras do jogo mínimas”, acrescentou.
Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
A empresária Pâmela Vaiano, 27 anos, faz balé e estava com dificuldades de encontrar uma sapatilha de ponta que fosse confortável e compatível com seu tipo de pé. Resolveu fazer uma pesquisa na internet para ver qual tipo as bailarinas indicavam. “Cheguei a uma marca norte-americana desenvolvida com uma tecnologia diferente das sapatilhas de ponta com gesso”, conta.
Ela decidiu comprar pela internet o modelo. Resultado: direto dos Estados Unidos, teve uma economia de 45% em relação a mesma sapatilha que é vendida em lojas especializadas no Brasil.
O caso de Pâmela é emblemático do novo uso da internet para consumo: aproveitar oportunidades para economizar dinheiro. No caso dela, também foi possível comprar passagens aéreas com cerca de 30% de desconto por um aviso do Twitter.
Já o auxiliar financeiro Ricardo Pinto, 40, conta que passou a acompanhar pelo Twitter as promoções de marcas. “Tem muita empresa que faz sorteios de produtos para quem acompanha o site. Então, com o celular que ganhei do meu filho, passei a acompanhar isso sempre. Já ganhei camisetas, CDs e até uma TV”, diz.
De acordo com os resultados de um levantamento da TNS Research International com mil usuários de internet de ambos os sexos de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Recife e Salvador, 92% dos usuários de internet pesquisam sobre produtos ou serviços em sites de e-commerce ou comparam preços em websites.
Para completar, 76% procuram essas informações em fóruns ou blogs. Segundo a gerente da área de Consumo da TNS Research International, Ana Sequeira, o boca-a-boca virtual também começa a ganhar credibilidade, uma vez que 50% deles já mudaram de opinião sobre a eventual compra de um produto baseando-se em uma avaliação negativa.
Fonte:www.redebomdia.com.br
O acesso à internet no Brasil cresceu 75,3% de 2005 a 2008 e compreendeu cerca de 56 milhões de pessoas com 10 anos de idade ou mais. O percentual de brasileiros que acessou a rede pelo menos uma vez na vida passou de 20,9% para 34,8%.
Antes usada como fonte de conhecimento e auxiliar na educação, a internet tem sido mais acessada para facilitar a comunicação entre as pessoas no Brasil.
Essa foi a principal conclusão do Suplemento sobre o Acesso à Internet e Posse de Telefone Móvel Celular para Uso Pessoal sobre o uso da rede no período entre 2005 e 2008.
O estudo, divulgado nesta sexta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), teve como base a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), também do IBGE.
O documento do IBGE também revela que o uso do telefone celular é uma realidade para mais da metade dos brasileiros. Entre 2005 e 2008, o percentual de usuários passou de 36,6% para 53,8%.
Fonte: Agência Bom Dia
A Microsoft festeja os 10 anos de sucesso do Windows Live Messenger, o serviço que começou em 1999 como um comunicador instantâneo e hoje oferece a plataforma de comunicação mais completa de todas as mídias sociais, com mais de 330 milhões de usuários no mundo. Maior serviço de mensagens do mundo, disponível em 76 países e em 48 idiomas, o Messenger tem no Brasil sua maior base de usuários, com cerca de 45 milhões de pessoas e crescimento de 658% em sua base nos últimos cinco anos.
O Messenger no país é um fenômeno e conquista mais de 537 mil novos usuários por mês. Cerca de 25% do tempo online dos brasileiros são dedicados ao Messenger e cada pessoa utiliza 480 minutos por mês (comScore June 2009).
Quando foi criado, há uma década, o Messenger inaugurou uma nova forma de comunicação. Com ícones e símbolos em movimento, deu vida às palavras, expressão aos sentimentos nos contatos entre amigos e familiares. Criou oportunidades para histórias de amor, reuniões de família, de trabalho e bate papos entre colegas, além de beneficiar todas as classes sociais, já que o acesso a ferramenta depende apenas de um computador – particular ou compartilhado por uma comunidade.
Com um endereço de hotmail e a senha, os usuários tem um espaço reservado, particular na web, independente do equipamento utilizado. É lugar único onde 45 milhões de pessoas só no Brasil compartilham milhões de mensagens instantâneas todos os dias.
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