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Carrasco, Inter bate com facilidade o São Paulo no Morumbi

Bastou o São Paulo começar a pensar mais seriamente em classificação para a Copa Libertadores que os ventos mudaram de rumo no Morumbi. O time parou de vencer, a revelação Marcelinho – que pediu para ser chamado de Lucas, seu nome de batismo -, de jogar. E a equipe perdeu nesta quinta-feira (16) a segunda partida consecutiva, agora diante do Internacional, por 3 a 1, em casa.

A meta de fazer 12 pontos nos quatro jogos que disputaria em sequência em São Paulo escorreu pelo ralo já na primeira chance. A ambição de chegar ao G-4 após estas partidas virou objetivo praticamente inalcançável. A equipe da casa foi tão dominada que arrancou vaias dos pouco mais de 11 mil são-paulinos que foram ao Morumbi antes mesmo do final do jogo. Gritaram até “olé”. “Temos de acreditar. Ainda acho que reunimos condições de engatar uma sequência e reverter a nossa situação”, afirmou Jorge Wagner na saída do campo.

Logo no começo do jogo, Sérgio Baresi deu sinais claros do quanto o São Paulo queria a vitória. Armou um meio-de-campo ofensivo para os padrões tricolores ao tirar Casemiro e colocar Cléber Santana. Só que o resultado prático foi totalmente contrário. O Inter, na base do toque de bola, colocou os donos de casa na defesa.

Não demorou muito para se desenhar um placar amargo diante dos gaúchos, em rivalidade que vai se pronunciando a cada ano, cada decisão que as duas equipes fazem – o Inter bateu o São Paulo na semifinal da Libertadores deste ano. Aos nove minutos, numa jogada ensaiada até bastante manjada, D’Alessandro bateu falta, Índio escorou de cabeça e Matias, à vontade, escorou para o gol de Rogério Ceni, que nada pôde fazer.

Ao contrário do que poderia se supor, o gol não acordou o São Paulo, que permaneceu retraído como que aceitando a superioridade adversária. Os poucos torcedores que tiveram coragem de enfrentar o frio e a campanha pouco empolgante da equipe para ir ao Morumbi começavam a se desesperar. Mas futebol é mesmo surpreendente. Em outra cobrança de falta, Cléber Santana, livre dentro da área, fez, de cabeça, o gol de empate.

Daí o jogo se abriu de uma maneira que adivinhar o seu resultado ficou tão impossível quanto saber o que estas duas equipes ainda podem render até o fim da competição. Leandro Damião desempatou para os colorados ainda no primeiro tempo. O São Paulo prometeu que a segunda etapa seria diferente. Mas não foi. Giuliano aumentou o placar para 3 a 1. E os donos da casa permaneceram atônitos. Jogada de ataque? Só em bolas alçadas na área. Pouco para um time que sonha em disputar a Libertadores do próximo ano.

fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

17 de setembro de 2010 por antena1

Em má fase, São Paulo visita Inter pela semifinal

De um lado um time com três derrotas em quatro jogos, próximo da zona de rebaixamento do Brasileirão e com o técnico ameaçado . Do outro, uma equipe que ainda perdeu desde o fim da Copa do Mundo e com vários reforços prontos para estrear.

Esse é o cenário da partida entre São Paulo e Internacional, nesta quarta-feira às 21h50, no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, pelo primeiro jogo da semifinal da Taça Libertadores da América.

O Tricolor chega na decisão sem o artilheiro Washington, que foi negociado com o Fluminense e não faz mais parte do elenco. No entanto, o atacante Ricardo Oliveira já foi regularizado na Conmebol e está a disposição do técnico Ricardo Gomes para a decisão na casa do adversário.

“A princípio você tem a teoria do time mandante controlar o jogo, tem de ver se o adversário vai concordar. Teoricamente o time da casa tem a responsabilidade, mas nessa fase isso nem sempre se confirma”, afirmou o treinador.

Poupados na derrota para o Santos, no domingo, a dupla titular do ataque, Dagoberto e Fernandão, voltam ao time.

“Estão confirmados, o Dagoberto melhorou bastante com a chegada do Fernandão, assim como o Marlos. Contra o Prudente perdemos os três ao mesmo tempo, mas estão totalmente recuperados, bem treinados e acredito numa boa atuação novamente”, comentou.

Já no Inter, o técnico Celso Roth e os dirigentes lamentam a ausência de Tinga, que tem lesão muscular e cumpre uma suspensão de 2006. Com ele na equipe, contra o Galo e o Flamengo, surgiu um outro Inter, mais técnico e inteligente.

Nas entrevistas, porém, a ordem é destacar a qualidade do elenco. Giuliano, Andrezinho e Wilson Mathias estão disponíveis para substituir o meia de 32 anos, que os médicos esperam recuperar até o confronto da volta, na próxima semana.

“Tinga faz falta, claro, mas vencemos sem ele as duas primeiras partidas depois do recesso”, lembrou o técnico.

O treino desta terça-feira foi realizado com os portões fechados. A dúvida se restringe a Giuliano ou Wilson Mathias, já que Andrezinho é “talismã” de segundo tempo também para Roth.

Com Wilson Mathias, que é volante, o técnico atende à necessidade de não tomar gol em casa. Com o meia Giuliano o time tem mais chance de balançar a rede adversária.

Está mais para Giuliano. Wilson Mathias é o único volante relacionado além do titular Sandro. Pela lógica, se pretendesse usar os dois, Roth chamaria também o reserva Glaydson. Wilson Mathias deve ser alternativa para segurar uma eventual vantagem, substituindo um dos meias.

Outro reserva importante: Rafael Sobis, que fez sua estreia contra o Flamengo, domingo. O centroavante, que não atuava desde maio, mostrou bom preparo físico, mas, também, precário ritmo de jogo.

Sobis será opção para uma busca mais intensa do gol, entrando no lugar de um dos meias para se juntar a Alecsandro e Taison.
Fonte:www.redebomdia.com.br

28 de julho de 2010 por antena1
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