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Gusttavo Lima volta de turnê nos EUA e outros sertanejos já estão de malas prontas para o exterior

Michel Teló é dono de um dos grandes hits mundiais da atualidade, e faz sua primeira turnê internacional da carreira solo a partir de fevereiro. No entanto, enquanto “Ai, Se Eu Te Pego”  concentra todas as atenções, outros sertanejos apostam alto na entrada de suas músicas em outros países.
Neste sábado, o cantor Gusttavo Lima desembarca no Brasil após 6 shows nos Estados Unidos. Inicialmente, seriam 4 apresentações, mas pelo fato de os ingressos terem esgotado em duas cidades, o cantor abriu sessões extras.
“Foi muito legal a minha primeira turnê internacional. Trinta dias antes dos shows, todos os ingressos já estavam esgotados, então nós decidimos fazer mais um show em Boston e outro em Newark. Fiquei muito surpreso com a receptividade dos brasileiros na América, foram 6 shows em 4 dias”.
O cantor, que atualmente planeja o lançamento de sua carreira internacional, já tem programação definida para o meio do ano: “Em julho, volto aos EUA pra tocar no Hard Rock Café em Orlando e em um rodeio em Boston. Em outubro é a vez da Europa.”
Durante o último final de semana, Gusttavo Lima se apresentou em Pompano Beach (12), Atlanta (13), Newark (14) e Boston (15).
Enquanto Gusttavo volta ao país, quem viaja é a dupla João Neto e Frederico. Na noite de sexta-feira (20), a dupla se apresenta em Londres. No sábado (21), em Bruxelas, e no domingo (22), em Barcelona.
Para o cantor Frederico, primeira voz da dupla, as apresentações internacionais são importantes para o currículo dos artistas.
“Quando você leva sua música pra outros países, você abre um leque novo de fãs, mesmo que o show tenha muitos brasileiros. Isso é importante pro seu currículo. E além do mais, durante a viagem, você acaba conhecendo coisas novas que podem acrescentar nas suas futuras composições, por exemplo”, diz Frederico.
Nos últimos 5 anos, com o crescimento do mercado sertanejo no Brasil, os pedidos de shows vindo dos Estados Unidos e da Europa subiram. Os contratantes, com raras exceções, são brasileiros interessados em levar os cantores para apresentações destinadas às comunidades brasileiras.
Em 2010, a ida de sertanejos para os EUA e Europa se intensificou, e as breves turnês internacionais passaram a fazer parte da programação anual de diversos artistas.
Nos Estados Unidos, as turnês seguem um roteiro parecido, com uma ou outra mudança. Basicamente, os shows são realizados em Boston, Miami, Newark e San Francisco, locais com boa concentração de brasileiros. Na Europa, o roteiro costuma ser Londres, Bruxelas, Lisboa e Madri, também com poucas variações.
Fonte: UOL
23 de janeiro de 2012 por antena1

Turnê internacional de Michel Teló começa por Lisboa, dia 24 de fevereiro

O cantor Michel Teló inicia sua primeira turnê internacional como artista solo no dia 24 de fevereiro, em Lisboa, Portugal.

No dia seguinte, 25, Michel se apresenta em Guimarães, a aproximadamente 400 quilômetros da capital.

A turnê ainda não está 100% fechada, falta o acerto de um ou outro show, por isso as datas ainda não estão sendo divulgadas pela equipe do cantor.

No entanto, algumas produções locais já começaram a divulgar as apresentações confirmadas e deram início à venda de ingressos.

Além de Portugal e Espanha, onde já há shows sendo anunciados, Michel ainda deve passar pela Inglaterra e por mais um país europeu, como já havia sido divulgado no ano passado. O cantor pode ir a Europa, antes da turnê, pra fazer televisão.

Abaixo, duas artes de divulgação: a do show em Lisboa, dia 24 de fevereiro, e o de Madri, dia 2 de março.

Fonte: UOL

9 de janeiro de 2012 por antena1

Macacos de Sorocaba são notícia até no exterior

Os macacos do Zoológico Municipal Quinzinho de Barros, em Sorocaba, foram notícia no mundo todo depois que bateram em um homem embriagado que invadiu o local onde vivem para nadar no lago. Jornais como o The New York Times, The Washington Post, Las Vegas Sun e Miami Herald, dos Estados Unidos, deram destaque para o caso inusitado.

Entenda o caso

Um homem embriagado invadiu o recinto dos macacos-aranha no Zoológico Municipal Quinzinho de Barros, em Sorocaba, na tarde do último domingo (13). Ao perceber a invasão do homem no local, os macacos o morderam no braço e nas mãos. O homem afirmou que invadiu o lugar porque estava com calor e queria nadar.

Os macacos-aranha ficam em uma ilha no lago do zoo. José Donizete da Silva disse a populares que queria se banhar e tirou sua camisa.

Pulou uma grade que cerca o lago e ficou com água pela cintura. Nos vídeos e fotos feitos pelos populares é possível ver alguns macacos esticando os braços para o invasor, que acaba aceitando o convite e se dá mal por isso.

Em um dos trechos é possível ver um dos macacos entrando na água e agarrando seu pescoço enquanto pessoas do lado de fora começam a se mobilizar para ajudar o mecânico.

Ao conseguir se desvencilhar dos animais e voltar à segurança da margem, José Donizete assumiu que havia bebido. Ele apresentava arranhões e marcas de mordidas pelo braço e costas. Socorridas do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) prestaram o atendimento ao homem.

Fonte: Bom Dia Sorocaba

16 de novembro de 2011 por antena1

Damião faz três e Inter amplia crise do Palmeiras

O Pacaembu era a esperança do Palmeiras para sair da crise. Único que não havia perdido em casa ainda no Brasileirão, o time alviverde não soube aproveitar as diversas chances criadas por Marcos Assunção, viu Leandro Damião ser eficiente, marcar três vezes, e definir a vitória do Internacional por 3 a 0, nesta tarde de domingo.

Com o resultado, os gaúchos ultrapassaram o Palmeiras na classificação. Por conta da má fase e da derrota merecida, a torcida alviverde protestou bastante durante o jogo e principalmente após o apito final. O alvo, não apenas jogadores, mas também a diretoria.

Desde que venceu o Corinthians, na última rodada do primeiro turno, o Palmeiras não conseguiu mais vitórias. Perdeu para Botafogo e Inter e empatou com Atlético-PR e Cruzeiro. Com 34 pontos, já é apenas o oitavo, e pode terminar a rodada a dez pontos do líder, se o São Paulo vencer o Grêmio e assumir a ponta. Já o Inter, que chegou a quatro jogos sem derrota, com 35 pontos, em sétimo.

No domingo que vem, pela 24.ª rodada, o Palmeiras encara o Avaí, em Florianópolis. O Internacional vai jogar em casa, no Beira-Rio, contra o Coritiba. No meio de semana, o palmeirense Henrique e os colorados Oscar e Leandro Damião defenderão o Brasil no amistoso contra a Argentina, em Córdoba.

O JOGO – Não fossem detalhes, as faltas cobradas por Marcos Assunção poderiam ter feito o Palmeiras ir para o intervalo com uma goleada. Foram quatro ótimas chances saídas dos pés do volante. A primeira, batida direto para o gol, acertou a rede, mas pelo lado de fora. Ao menos deu alguns segundos de alegria para o torcedor mais desatento. Na segunda, Marcos Assunção bateu no contrapé e Muriel fez excelente defesa.

Na terceira boa chance, vinda do lado direito, a zaga do Internacional desviou no meio do caminho e Luan perdeu chance incrível no segundo pau. Gabriel Silva não quis ficar atrás. Nos acréscimos, em lance idêntico, que só não teve o toque da zaga, o lateral esquerdo cabeceou para o chão, sozinho na trave esquerda, com o gol aberto, e mandou para cima. Sorte do árbitro Alício Pena Júnior, que ignorou impedimento do palmeirense.

O Internacional foi muito mais preciso numa das poucas vezes que chegou ao ataque, aos 24 minutos. Andrezinho recebeu na entrada da área, sofreu a falta, mas conseguiu tocar para Leandro Damião – o árbitro acertou em dar a vantagem. O centroavante da seleção dominou no meio, girou fácil sobre Henrique, jogador que nem a torcida do Palmeiras entende por que foi chamado por Mano, e bateu na saída de Marcos.

No segundo tempo, o Palmeiras foi um pouco mais criativo. Nem todas as suas jogadas saíam de bolas paradas. Quase sempre, porém, dos pés de Marcos Assunção. Aos 2 minutos, o volante bateu falta na área, Fernandão acertou linda bicicleta e quase fez um golaço. Pouco depois, em lance parecido, a tentativa do atacante foi de cabeça. Muriel fez ótima defesa com os pés.

O Palmeiras pressionava e tentava o gol de todos os jeitos. Um chute de Marcos Assunção, aos 12, desviou na zaga e quase enganou Muriel. Luan também tentou, ao recebeu um longo lançamento vindo da defesa. Recebeu na esquerda da área, mas bateu errado, pela direita.

O Internacional abdicava de jogar. A ponto de Kléber levar cartão por fazer cera, aos 16 minutos. Dorival não gostou da postura de seu time e trocou D’Alessandro e Sandro Silva por Ilsinho e Bolatti. Com isso, os visitantes conseguiram equilibrar a partida. Num lance do ex-são-paulino, Marcos fez ótima defesa. Na melhor chance do Inter, o zagueiro Rodrigo Moledo atravessou o campo com a bola nos pés, mas, ao entrar na área acompanhado de um marcador e de Leandro Damião livre mais centralizado, tentou o drible e desperdiçou o ataque.

As alterações de Felipão – Tinga e Ricardo Bueno nas vagas de Patrik e Vinicius – não surtiram resultado. A tentativa de pressionar sem qualidade no passe abriu espaço para o contra-ataque do Internacional. Aos 37, Nei deu a assistência para Leandro Damião tocar na saída de Marcos e fazer 2 a 0.

O terceiro gol poderia ter saído quando Marcos tentou driblar Damião e perdeu a bola na intermediária. Com o gol aberto, Ilsinho fez firula e desperdiçou a chance. Se redimiu aos 47, ao tocar para Damião tirar de Thiago Heleno, driblar Marcos, levar a bola até a linha do gol e só empurrar para as redes. Foi o 13.º gol do novo vice-artilheiro do Brasileirão.

FICHA TÉCNICA:

Palmeiras 0 x 3 Internacional

Palmeiras – Marcos; Cicinho (Chico), Thiago Heleno, Henrique e Gabriel Silva; Márcio Araújo, Marcos Assunção, Patrik (Tinga) e Luan; Fernandão e Vinicius (Ricardo Bueno). Técnico – Luiz Felipe Scolari.

Internacional – Muriel; Nei, Rodrigo Moledo, Juan e Kléber; Elton, Sandro Silva (Bolatti), Andrezinho (Fabrício) e D’Alessandro (Ilsinho); Oscar e Leandro Damião. Técnico – Dorival Júnior.

Gol – Leandro Damião, aos 24 do primeiro tempo, aos 37 e a aos 47 minutos do segundo tempo.

Árbitro – Alício Pena Júnior (MG).

Cartões amarelos – Gabriel Silva, Patrik, Muriel, Sandro Silva, D’Alessandro, Kléber e Oscar.

Renda – R$ 290.971,00.

Público – 9.702 total.

Local – Estádio do Pacaembu, em São Paulo.
(AE)

Fonte: Cruzeiro do Sul

12 de setembro de 2011 por antena1

Ilsinho acerta com o Inter e prefere silêncio na sua despedida

Descartado pelo São Paulo nesta segunda-feira (15), Ilsinho apareceu no CT da Barra Funda na manhã desta terça-feira (16). O lateral se mostrou chateado por não ter acertado sua renovação de contrato com o tricolor. Seu contrato com o clube expira na próxima sexta e o jogador confirmou a sua ida para o Internacional. A diretoria colorada já havia elogiado o meia.

Cabisbaixo, ele cumprimentou os funcionários do clube e preferiu não dar entrevistas. Atualmente ele vive um drama de saúde com uma da família e por isso preferiu manter o silêncio. O jogador nunca escondeu sua vontade de permanecer no clube do Morumbi.

Após longa negociação a diretoria são-paulina preferiu encerrar as conversas para renovar. O grande entrave no negócio foi o tempo de contrato. Enquanto o São Paulo oferecia um vínculo até o final deste ano, Ilsinho queria um tempo ainda maior.

Em sua segunda passagem pelo São Paulo, Ilsinho ficou alguns meses no Sampa para tratamento de lesão e, depois de se desligar do Shakhtar Donetsk (UCR) no ano passado, firmou contrato por um ano para atuar no Morumbi. Neste período, conviveu com lesões, teve pouca sequência como titular (só 13 em 2011) e acabou não agradando torcida e cúpula.

Com seis partidas no Brasileirão, a diretoria liberou o atleta da partida contra o América-MG para o mesmo não completar a sétima partida e ficar impossibilitado de atuar por outra equipe na competição.

O Inter se pronunciará sobre a contratação de Ilsinho após a apresentação do técnico Dorival Júnior, prevista para ter início às 15h30 desta terça-feira.

Fonte: Bom Dia Sorocaba

17 de agosto de 2011 por antena1

Corinthians vence Internacional e dispara na liderança

No Inter, destaque para Leandro Damião que hora caía pelo lado, hora ficava mais fixo e hora armava a equipe. No Corinthians, Willian assumia este papel.

Apesar de um jogo parelho em termos de versatilidade tática, o Internacional levou pequena vantagem em termos de marcação. O bom combate dado pelo sistema defensivo do Inter ao ataque alvinegro fez com que o Corinthians chegasse, mas criasse poucas chances agudas, com exceção do chute de Willian, aos 26 minutos. O Inter também rondava a área, mas tinha mais facilidade para trocar passes, apesar da também efetiva marcação corintiana.

No começo do jogo o Corinthians levou vantagem e conseguiu ter mais alternativas até os 20 minutos, depois o Inter foi quem levou a melhor. Contudo, o jogo de uma forma geral foi marcado por um grande equilíbrio.

A grande chance de gol foi do Internacional, aos 29 minutos. Leandro Damião recebeu dentro da área, driblou Julio Cesar e tentou rolar para o meio. Contudo, Fabio Santos apareceu para cortar o perigo. O segundo tempo prometia maior emoção com os dois times saindo mais para o jogo.

Partida pega fogo e Timão decide!

Logo aos dois minutos, uma grande chance para o Timão. Alex viu Muriel adiantado e mandou uma falta lateral direto para o gol. O goleiro colorado fez grande defesa e evitou o gol. O lance foi emblemático do começo do segundo tempo: Corinthians saiu para definir a partida e o Inter recuou um pouco e esperou pelos contra-ataques, que saíam muito perigosos.

Tão perigosos que, não fosse Welder desviar o passe de Oscar com a ponta da chuteira, aos 16 minutos, Leandro Damião abriria o placar para o Internacional. O jogo permanecia indefinido e muito movimentado por ambas as equipes. Apesar dos 25 minutos, a partida pegou fogo e permaneceu igual e aberto.

Willian teve a chance de liquidar a partida, aos 27, após grande contra-ataque armado por Emerson e Jorge Henrique. Sem definição, o jogo crescia em emoção e deixava atônitos os mais de 30 mil expectadores que o acompanhavam.

E aos 31, Williant teve nova oportunidade de decidir e desta vez não desperdiçou: Fábio Santos cruzou da esquerda, Emerson fez o corta luz e a bola parou em Ralf. O volante rolou para Willian que acertou grande chute cruzado e abriu o placar para o Corinthians. O Inter pressionou, mas não conseguiu impedir a nova vitória corintiana.

Próximos jogos

O Corinthians volta a campo na próxima quarta-feira, dia 20, quando enfrenta o Botafogo, no estádio São Januário. Já o Internacional encara o São Paulo, no próximo domingo, dia 17, no Beira-Rio.

FICHA TÉCNICA:
CORINTHIANS 1 X 0 INTERNACIONAL

Estádio: Pacaembu, São Paulo (SP)
Data/hora: 14/7/2011 – 21h
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa-MG)
Auxiliares: Roberto Braatz (Fifa-PR) e Guilherme Dias Camilo (Asp. Fifa-MG)
Renda/público: R$ 1.197.674,50 e 33.329 pagantes
Cartões Amarelos: Zé Roberto (INT);
Cartões Vermelhos: -
GOLS: Willian, 31′/2ºT (1-0)

CORINTHIANS: Julio Cesar, Welder (Wallace, 39′/2ºT), Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Willian (Edenílson, 39′/2ºT), Alex e Jorge Henrique; Liedson (Emerson, 18′/2ºT). Técnico: Tite.

INTERNACIONAL: Muriel; Nei, Bolívar, Juan e Kleber; Bolatti (Glaydson, 30′/2ºT), Guiñazu, Oscar e D’Alessandro; Zé Roberto (Alex, 30′/2ºT) e Leandro Damião. Técnico: Paulo Roberto Falcão.

Fonte: Bom Dia Sorocaba

15 de julho de 2011 por antena1

Confirmado por Tite como titular, Alex revê ex-clube

Principal reforço do Corinthians para o segundo semestre, Alex fez seu primeiro jogo como titular da equipe alvinegra no domingo (10), contra o Atlético-GO. Mas, no Serra Dourada, ele substituiu Jorge Henrique, atuando mais como terceiro atacante. Nesta quinta (14), contra o Internacional, ele entrará no lugar de Danilo, suspenso. Chance para Alex mostrar que pode ser titular da equipe na posição em que mais gosta de jogar.

De acordo com Tite, o time não sofrerá alterações em seu esquema de jogo. O que muda são só as características individuais. “O Morais dá mais dinâmica, o Danilo é mais bola aérea e cadência, e com o Alex você tem passe e finalização a média distância. Mas o sistema é o mesmo”, explicou o treinador, falando das três opções que tem para apenas uma vaga no meio campo.

Ainda se readaptando ao futebol brasileiro, Alex acredita ser possível atuar os 90 minutos da partida contra o Inter, no Pacaembu. “Eu acho que suporto. Bom teste foi em Goiânia, quando fiquei 87 minutos em campo. Lá tem um clima atípico, com umidade baixa e mesmo assim consegui me manter. A tendência é que eu esteja mais solto (na quinta).”

No Pacaembu, Alex vai reencontrar o Internacional, clube pelo qual ele ganhou projeção atuando no Brasil. Em 2005, quando atuava pelo time gaúcho, o jogador lamentou o desfecho do Brasileirão daquele ano, vencido pelos paulistas após um escândalo de arbitragem e a uma atuação desastrosa do árbitro Márcio Rezende de Freitas no confronto direto entre os dois, no Pacaembu. Agora do outro lado, Alex é político a rivalidade.

“Foi uma rivalidade criada em grandes jogos. O Corinthians teve privilégio de aproveitar os jogos, mas a gente não creditou o Corinthians como culpado. Foi mais pela decisão do Zveiter”, analisou o ex-colorado.

Se marcar contra seu antigo clube, Alex não pretende comemorar. “Não acho desrespeito comemorar. Falta de respeito então seria não marcar o gol. Mas acredito que essa foi uma maneira que todos acabaram criando para demonstrar respeito”, disse Alex, que revelou carinho pelos ex-companheiros: “Hoje não tenho contato. Mas, mesmo que não se fale, quando se encontra a intimidade é a mesma”.

Fonte: Cruzeiro do Sul

14 de julho de 2011 por antena1

Internacional começa a caminhada rumo ao bi

O Internacional começa nesta terça-feira (14) a caminhada para conquistar o mundo pela segunda vez. O time brasileiro estreia no Mundial de Clubes da Fifa contra o Mazembe, de Congo, às 14h (de Brasília), em Abu Dabi, disposto a repetir o feito de 2006. Desta vez, no entanto, o Inter estreia no Mundial sob circunstâncias diferentes de sua primeira participação. Há quatro anos, a equipe gaúcha tinha pouca visibilidade no futebol europeu e encarou o poderoso Barcelona, de Ronaldinho Gaúcho e companhia, com a pecha de “azarão” na final. Surpreendeu ao vencer por 1 a 0 e, a partir dali, ganhou status e reconhecimento.

“Somos hoje um clube visado. Em 2006, não éramos tão conhecidos, mas derrotamos o Barcelona e todos passaram a nos valorizar. É um torneio muito importante para todos no país”, reconhece o zagueiro Bolívar, remanescente daquela campanha e que foi o capitão do time no título da Libertadores deste ano, que garantiu a vaga no Mundial. O Inter cumpriu à risca todo seu planejamento para sua principal competição em 2010. Usou as últimas rodadas do Campeonato Brasileiro para poupar os jogadores mais desgastados e dar ritmo de jogo a quem se recuperava de contusão, como foi o caso do meia Tinga, outro que fez parte da campanha de 2006.

Na opinião do meia Giuliano, considerado o melhor jogador da Libertadores, o Inter resgatou a mesma confiança com que ganhou o título sul-americano. “Temos total consciência de que equipe está muito forte e unida. E, quando isso acontece, dificilmente algo dá errado”, disse. A preparação também consistiu em estudar atentamente os pontos fracos e fortes do adversário. Toda a delegação assistiu à surpreendente vitória do Mazembe por 1 a 0 sobre o favorito Pachuca, do México, nas quartas de final. O atacante Alecsandro chegou a abdicar do discurso politicamente correto e apontou o mapa da mina colorada. “Eles têm uma equipe forte, rápida e que joga um futebol alegre. Mas não gostei da parte tática. Acho que eles marcam um pouco mal”.

O Mazembe, por sua vez, vai a campo como franco-atirador, sem pressão por resultado. E o técnico Lamine N’Diaye Bedi acredita os campeões africanos podem aprontar mais uma vez. “Repito toda semana para os meus jogadores que eles simplesmente têm de fazer no jogo o que fazem nos treinos”, disse o senegalês.

FICHA TÉCNICA

Mazembe x Internacional

Mazembe – Kidiaba; Kimwaki, Kasusula, Nkulukuta e Ekanga; Mihayo, Bedi, Kaluyituka e Kanda; Singuluma e Kabangu. Técnico – Lamine N’Diaye

Internacional – Renan; Nei, Índio, Bolívar e Kléber; Wilson Mathias, Guiñazu, Tinga, D’Alecsandro e Rafael Sóbis; Alecsandro Técnico – Celso Roth

Árbitro – Bjorn Kuipers (HOL)

Horário – 14h (de Brasília)

Local – Estádio Mohammed bin Zayed, Abu Dabi, nos Emirados Árabes Unidos.

fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

14 de dezembro de 2010 por antena1

Admirado por Lady Gaga, Jason Derulo diz que “nunca quis ser aquela pessoa nos bastidores”

Após três singles Top 10 –dois deles multiplatinados–, Jason Derulo está satisfeito por seu álbum de estreia autointitulado ter proporcionado uma introdução bem-sucedida. E, ele diz, uma boa visão do que construir em diante. “Eu estou nas alturas, cara”, diz o cantor e compositor de R&B de 21 anos. “Acho que as coisas estão no caminho certo e estão crescendo no ritmo certo. Todos os passos estão sendo dados para a grandeza”.

Esses passos começaram bem antes de 2009, quando o mundo foi apresentado a Derulo, por meio de sua canção que chegou ao topo das paradas, “Watcha Say”. Derulo está no meio musical desde os 16 anos, compondo canções para artistas como Birdman, Diddy, Danity Kane, Sean Kingston, Lil Mama, Pleasure P e Pitbull, entre outros. “Replay”, que compôs para Iyaz, chegou ao segundo lugar na parada Billboard Hot 100 pouco antes de Derulo lançar “Watcha Say”.

A meta de Derulo era, a todo momento, ser um cantor. “Foi sempre o que eu quis ser”, diz Derulo. “Compor foi algo que caiu no meu colo e aconteceu por acaso. Todo mundo tem sua própria jornada e acho que essa foi a minha. Mas me apresentar e ser a voz de fato sempre foi o que quis fazer, nunca quis ser aquela pessoa nos bastidores”.

Derulo nasceu Jason Joel Desrouleaux, o mais jovem de três filhos de pais haitianos em Miami. Não era um lar particularmente musical, mas aos 5 anos Derulo viu Michael Jackson na televisão e ficou impressionado. “Depois daquilo eu queria ser como ele. Eu não era uma criança normal. Eu não estava na rua brincando com meus amigos, eu ficava lá dentro vendo televisão, tentando aperfeiçoar todos aqueles passos de dança. A cada dia eu me apaixonava mais e mais pela música”.

Broadway recusada por um sonho
Derulo começou a compor quando tinha 8 anos. Sua primeira composição, “Crush on You”, era sobre uma menina de sua classe que ele admirava de longe. “Eu não a conhecia”, ele diz rindo, “e queria dar algo para ela, e então pensei, o que seria melhor do que uma canção? Decidi compor uma para ela e, quem sabe, convidá-la para sair, para comer um sanduíche ou algo assim”.

Ele nunca deu a canção para sua paixão, mas continuou compondo e estudando música. E também partiu para a atuação, no Dillard Center for the Arts, em Fort Lauderdale, e depois no American Musical and Dramatic Academy, em Nova York, além de aperfeiçoar seu talento no basquete. Ele conheceu seu futuro empresário, Frank Harris, quando tinha 12 anos e Harris era um estudante de direito ensinando arremesso na lateral da quadra.

Em 2006 foi oferecido a Derulo o papel de Benny na peça “Rent” da Broadway e ele se viu em uma encruzilhada. “Eles queriam que eu me comprometesse [com 'Rent'] por um ano, mas eu tinha que escolher: aceitar e ganhar mais dinheiro do que jamais tinha visto na vida, ou continuar atrás daquele sonho musical que era apenas um sonho, e irreal para a maioria das pessoas? Então eu recusei todo aquele dinheiro e continuei atrás do sonho irreal. A estrada menos percorrida”.

Felizmente, o sonho de Derulo rapidamente começou a se realizar. Ele ganhou o grande prêmio pela temporada de 2006 de “Showtime at the Apollo”. Ao mesmo tempo, Tommy Rotem descobriu Derulo por meio do MySpace e o indicou para seu irmão, o produtor J.R. Rotem. “Naquela época eu já estava compondo para muita gente no meio. Eles queriam que eu assinasse um contrato como compositor, porque era como me conheciam. Quando cheguei em Los Angeles, nós gravamos seis canções em uma noite. Foi uma experiência incrível”.

Derulo conta que nunca tinha sentido uma química igual a que sentiu com J.R. “Foi inspirador, porque nós éramos semelhantes musicalmente. Ele pode criar uma canção para Rick Ross ou para Britney Spears ou Pussycat Dolls. Eu senti: ‘uau, encontrei alguém parecido comigo e que adora todo tipo de música’. Tive treinamento formal em música e ele também, o que é realmente empolgante. Nos divertimos muito criando essa música, porque o céu era literalmente o limite”.

Fazer parte de um ambiente inebriante foi empolgante para Derulo, mas apenas até certo ponto. “Nunca me senti intimidado por alguém. Minha postura sempre foi de que as pessoas são apenas pessoas. Não acredito que teria chegado até aqui se não pensasse assim, porque as pessoas podem ser realmente um problema. Você precisa manter uma armadura à sua volta ou não conseguirá fazer nada. Eu sempre me mantive nessa armadura, porque as pessoas me disseram por anos que meu sonho era impossível. Ouvi isso a vida toda, então sou imune à negatividade ou à intimidação”.

Admirado por Lady Gaga
A carreira gravada de Derulo começou quando ele apareceu em “Bossy” (2007), uma canção que ele compôs em parceria com o rapper Birdman. Mas ele e Rotem planejaram com calma a estreia de Derulo como artista solo, aguardando pela canção perfeita para lançá-lo.

Eles finalmente a encontraram em “Watcha Say”: contendo um sample de “Hide and Seek” (2005) da cantora britânica Imogen Heap, ela não apenas ficou no topo da parada Billboard Hot 100 e foi triplamente platinada nos Estados Unidos, mas também foi Top 10 em outros oito países. “J.R. colocou [aquele sample] na mesa e eu topei. Aquela canção era tão diferente, tão inovadora, e as pessoas da indústria pop não tinham ideia de quem era Imogen Heap, então fiquei feliz por apontar os holofotes para ela. Foi uma combinação bonita”.

O tema da canção, de busca do amor perdido, foi um que ele vivenciou indiretamente. “Eu já tinha o conceito na minha mente, porque meu irmão estava passando por uma situação com sua namorada. Ele estava implorando para que ela voltasse, porque ele a tinha traído e ela o deixou. Então usei Imogen Heap como a garota e eu era o sujeito implorando pela volta da amada, e funcionou perfeitamente”.

A canção seguinte, “In My Head”, por outro lado, é sobre o próprio Derulo. “É uma história sobre a minha imaginação. Muitas vezes eu encontro uma garota pela primeira vez e penso: ‘uau, ela é linda. Eu adoraria mostrar para ela o que se passa na minha cabeça, porque há muitas coisas malucas rolando lá no momento’. Então é um convite à minha imaginação”.

Os fãs aceitaram o convite. A canção chegou ao 5º lugar na Billboard Hot 100 e recebeu dois discos de platina, e foi seguida pelas canções que receberam disco de ouro, “Ridin’ Solo” e “The Sky’s the Limit”, que tem uma frase envolvente tirada de “Flashdance… What a Feeling” (1984) de Irene Cara.

Além de seus singles, “Jason Derulo” também ganhou força graças a Derulo ter aberto os shows da turnê “Monster Ball” de Lady Gaga, em 2009 e 2010. “Foi incrível. Eu me apresentava diante de milhares de pessoas a cada dia, e foi a primeira vez que fiz isso. Foi empolgante ver como, durante a primeira parte da turnê, as pessoas ainda estavam começando a me conhecer e, à medida que a turnê avançava, elas me conheciam cada vez mais”.

Para ele, Lady Gaga é tão incrível fora do palco quanto no palco. “Foi inspirador ver quão longe ela foi em apenas um ano. Nós nunca realmente conversamos, mas um dia ela veio até mim e disse: ‘Jason, eu já vi pessoas chegarem e partirem, mas quero que você saiba que você é especial. Você é realmente especial. Você é um astro absoluto’. Isso significou muito vindo dela”.

“Jason Derulo” chegou ao Top 10 em cinco países e ganhou disco de ouro no Reino Unido e na Austrália. “Está funcionando em toda parte, que é uma das coisas que precisam acontecer para que eu possa ser tão grande quanto desejo ser. É realmente incrível ir a esses lugares diferentes e ver até mesmo pessoas que não falam inglês cantando cada palavra comigo. Isso é realmente especial”.

Derulo ainda nutre ambições de trabalhar como ator e gostaria de ter sua própria grife de moda algum dia. Por ora, entretanto, ele está se concentrando em seu segundo álbum, que ele promete que será “um álbum totalmente diferente do primeiro”. “Eu literalmente já dei a volta ao mundo. Parte dele soa sombrio, parte dele soa festivo. Parte dele é realmente emotivo. Há um enorme salto de crescimento. Eu vou cuidar de todos os aspectos, então é um material muito, muito empolgante”.
fonte:www.uol.com.br

6 de dezembro de 2010 por antena1

Independiente bate o LDU e decide título com o Goiás

O Independiente será o adversário do Goiás na decisão da Copa Sul-Americana. O time argentino venceu a LDU por 2 a 1, na noite desta quinta-feira (25), em Avellaneda, na Grande Buenos Aires. Com isso, o Independiente reverteu a vantagem que era dos equatorianos, vencedores do primeiro confronto, semana passada, em Quito, por 3 a 2. Os argentinos avançaram à final por terem marcado maior número de gols fora de casa.

Empurrado pela torcida que lotou o Estádio de Avellaneda, o Independiente abriu o placar aos 26 minutos de jogo. Após cobrança de escanteio, o ataque argentino fez linha de passes de cabeça na área e a bola sobrou quase em cima da linha para Barra só empurrar para o gol. A LDU, atual campeã da Sul-Americana, empatou nos acréscimos da primeira etapa. Salgueiro recebeu de Barcos na entrada da área e chutou forte, no canto esquerdo.

O segundo e decisivo gol dos mandantes veio logo aos 35 segundos do segundo tempo. O volante Urrutia, ex-Fluminense, errou passe na entrada da área da LDU e Fredes ficou frente à frente com o goleiro Ceballos para tocar no canto. Maior campeão da história da Copa Libertadores, com sete títulos o Independiente tenta acabar com um período de estiagem de títulos. A última vez que levantou uma taça foi em 2002, quando conquistou o Campeonato Argentino. Sua última conquista internacional aconteceu em 1995, na Supercopa da Libertadores, diante do Flamengo.

O primeiro jogo da decisão da Sul-Americana será disputado na próxima quarta-feira (1º), no Estádio Serra Dourada. A volta será na semana seguinte, em Avellaneda. O Goiás buscará o primeiro título internacional de sua história.

fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

26 de novembro de 2010 por antena1
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