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Juros do crédito sobem para famílias e caem para empresas em abril

A taxa de juros média cobrada das famílias subiu 1,8 ponto percentual de março para abril, segundo dados do Banco Central (BC), divulgados na segunda-feira (30). No mês passado, a taxa ficou em 46,8% ao ano. No caso das empresas, a taxa média anual recuou 0,3 ponto percentual, para 31%.

A inadimplência (como são considerados os atrasos superiores a 90 dias) tanto de empresas quanto de pessoas físicas subiu 0,1 ponto percentual, para 3,7% e 6,1%, respectivamente.

O spread (diferença entre taxa de captação dos recursos pelos bancos e a cobrada dos clientes) caiu 0,2 ponto percentual para as empresas e ficou em 19,4 pontos percentuais, em abril. No caso das pessoas físicas, houve alta de 1,8 ponto percentual, para 34,2 pontos percentuais.

Fonte: Bom Dia Sorocaba

31 de maio de 2011 por antena1

Inadimplência do consumidor aumenta no primeiro bimestre, mas dá sinais de acomodação

O número de consumidores que não honraram suas dívidas aumentou 25,4% no primeiro bimestre do ano, na comparação com o mesmo período de 2010, de acordo com Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor, divulgado nesta segunda-feira (14).

Em fevereiro, a inadimplência registrou queda de 2,3% ante janeiro, no segundo recuo consecutivo. Quando comparada com fevereiro do ano passado, a inadimplência registrou alta de 25,9%.

De acordo com a Serasa, a alta é reflexo do maior endividamento do consumidor, com o acúmulo de dívidas e o encarecimento do crédito, em decorrência das ações do governo para o controle da inflação.

Segundo a empresa de consultoria, no entanto, “os recuos registrados nos primeiros meses do ano dão sinais de que a inadimplência está perdendo o fôlego, o que deve se refletir na comparação entre iguais meses de 2011 e 2010 nos períodos a seguir”.

Segundo os dados, as dívidas não bancárias como as de cartões de crédito e com financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços (empresas de fornecimento de energia elétrica e água, por exemplo) foram as principais responsáveis pelo recuo mensal do índice, com queda de 1,9%.

A inadimplência com os bancos também contribuiu para o declínio do indicador, com participação de 0,9%.

Fonte: Bom Dia Sorocaba

15 de março de 2011 por antena1

Inadimplência da pessoa física caiu ao menor nível dos últimos dez anos

A taxa de inadimplência das pessoas físicas (com dívidas cujo pagamento está atrasado mais de 90 adias) ficou em 5,7% em dezembro de 2010.

É a menor taxa desde junho de 2001 (5,5%), segundo informou nesta quarta-feira o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes. Em novembro a taxa estava em 5,9%.

Para as pessoas jurídicas, a inadimplência permaneceu estável em 3,6% entre novembro e dezembro. A taxa total, no período, caiu de 4,7% para 4,6%. O resultado é o melhor desde dezembro de 2008.

No ano, a taxa de inadimplência das pessoas físicas recuou 2 pontos percentuais enquanto a das pessoas jurídicas caiu apenas 0,2 ponto percentual. No resultado total, a queda atingiu 0,9 ponto.

Fonte: Bom Dia Sorocaba

27 de janeiro de 2011 por antena1

Inadimplência de empresas cai 3,4% em outubro

A inadimplência das empresas recuou 3,4% em outubro em relação a setembro, informou hoje a Serasa Experian, empresa especializada em análise de crédito. A queda foi a maior registrada de setembro para outubro desde 2000, quando o levantamento começou a ser feito. Em relação a outubro do ano passado, houve baixa de 3,8%.

No acumulado deste ano até outubro, a inadimplência das empresas caiu 6,2% em relação ao mesmo período de 2009. Esta é a maior baixa para os primeiros dez meses do ano desde 2004. “A inadimplência das empresas continua em queda, refletindo o bom momento da atividade econômica”, segundo os economistas da Serasa Experian. “Depois do menor desempenho do consumo e da produção no terceiro trimestre, em razão da política monetária restritiva, a reação esperada para a economia no último trimestre de 2010 traz expectativas positivas para as finanças empresariais no período.”

A expectativa da Serasa Experian é de que a inadimplência das empresas feche 2010 com variação negativa ante o ano passado, quando o indicador teve alta de 18,8%. O Indicador Serasa Experian de Inadimplência das Empresas reflete o comportamento das companhias em todo o País. O índice considera variações de cheques sem fundos, títulos protestados e dívidas vencidas.

fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

1 de dezembro de 2010 por antena1

Serasa prevê alta moderada da inadimplência

A inadimplência entre os consumidores deve crescer de forma moderada no País projeta a Serasa Experian, empresa especializada em análise de crédito. O Indicador Serasa Experian de Perspectiva de Inadimplência do Consumidor recuou 0,5% em junho deste ano e atingiu o patamar de 96,2. Esta foi a segunda queda mensal seguida do indicador que, em maio, já havia registrado baixa de 0,2% (dado revisado). Como o indicador procura prever, em um horizonte médio de seis meses, o comportamento da inadimplência, o recuo indica que a alta da inadimplência tende a ser modesta.

Para os economistas da Serasa Experian, “o crescimento acelerado do endividamento dos consumidores ao longo dos últimos trimestres e o atual ciclo de aperto monetário estão contribuindo para a elevação dos níveis de inadimplência dos consumidores”. No entanto, segundo eles, o fato de o indicador divulgado hoje oscilar abaixo do nível 100 indica que “a inadimplência do consumidor não deverá registrar níveis mais críticos a exemplo do que ocorreu em 2005 ou, mais recentemente, entre o final de 2008 e o início de 2009″.

Empresas

Entre as pessoas jurídicas, a inadimplência deve diminuir ao longo do segundo semestre. O Indicador Serasa Experian da Perspectiva das Empresas, também divulgado hoje, registrou queda de 1,6% em junho de 2010, o que representa o 14º recuo mensal seguido. “A continuidade da expansão econômica brasileira, embora em um ritmo mais brando que o registrado durante o primeiro trimestre de 2010, constitui-se no principal elemento de contribuição à diminuição dos níveis de inadimplência das empresas brasileiras”, afirmaram no documento de divulgação do indicador os técnicos da Serasa Experian.

fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

17 de agosto de 2010 por antena1

Programa reabilita consumidores em situação de inadimplência

O Serviço de Recuperação de Crédito (SRC) de Sorocaba reabilita entre 800 e 1.000 consumidores em situação de inadimplência todos os meses. Além disso, desde 2005, quando foi implantando pela Associação Comercial de Sorocaba (Acso), o programa já recuperou mais de R$ 3,3 milhões que os lojistas da cidade contabilizavam como prejuízo por falta de um acordo com os compradores que acumulavam pagamentos atrasados há mais de seis meses.

“Esses são os resultados mais palpáveis do sistema, no entanto, há muitos outros que não são medidos, como o fortalecimento do comércio local”, explica Ovídio Pereira, supervisor do SRC e um dos profissionais que participaram da implantação do projeto.

Braz Cassiolato, presidente da associação, comenta que reduzir os prejuízos causados pela inadimplência e reabilitar clientes que tiveram problemas de pagamento para que voltem a consumir são desafios enfrentados diariamente pelos empresários do comércio em qualquer cidade. “Em Sorocaba, essa missão vem sendo facilitada graças ao sistema inédito que implantamos em parceria com a empresa G. Duft, especialista em softwares para associações comerciais, e o SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito)”, comemora o presidente da entidade.

“Nossa cidade é pioneira neste serviço em todo o Brasil. A idéia que o Braz tinha, já há muito tempo, era desenvolver um meio que não só recuperasse o dinheiro perdido pelos comerciantes, como, também, ajudasse os compradores inadimplentes a voltar a ter crédito e a comprar”, lembra Ovídio.

Como a associação já era a gerenciadora do SCPC na cidade com acesso ao cadastro dos clientes negativados por causa da inadimplência faltava criar um sistema de cobrança eficiente e barato para os lojistas. “Esse é o diferencial do nosso serviço: nós conseguimos fechar o ciclo e apresentamos uma solução completa para os comerciantes”, ressalta o supervisor do SRC. A maioria das associações comerciais detém apenas a primeira parte do processo, ou seja, o registro do inadimplente, repassando a cobrança para o próprio empresário ou para terceiros. “Aqui, a pessoa já sai com o nome limpo.”

‘Mão na roda’

“A parceria com o SRC foi uma das melhores iniciativas da nossa empresa no que se refere a cobrança”, revela Gilmara Rosemary Domingues Mendes, gerente-administrativa da rede de lojas de calçados Foka há 11 anos. Como responsável pelo setor de crediário das cinco unidades da empresa “logo serão seis” , ela diz não entender como ainda existe lojista que não utiliza o sistema da Acso.

“A Foka foi uma das primeiras lojas a usar o SRC. Antes, fizemos várias tentativas com empresas de cobrança, mas nunca tivemos bons resultados”, diz.

De acordo com Gilmara, o índice de recuperação de prejuízo da empresa por meio da associação é de, aproximadamente, 30%. “Se você considerar que temos uma média de 3 mil vendas por mês e 15% de inadimplência índice baixo para os padrões brasileiros , deixamos de receber de cerca de 450 clientes. Com a ajuda da associação, conseguimos recuperar, pelo menos, 135 dessas vendas”, explica.

“Tudo se baseia na credibilidade”, revela a gerente. “A segurança é muito maior, tanto para nós, lojistas, quanto para os nossos clientes, entregar a cobrança para a associação, uma entidade digna de confiança em todos os aspectos”, justifica. Para demonstrar o quanto o crediário é importante para qualquer lojista, Gilmara revela que a loja tem cerca de 50 funcionários apenas neste setor.

Mais de R$ 3,3 milhões

Os relatórios do SRC comprovam a eficiência do sistema. De acordo com Ovídio Pereira, desde o início das atividades, em 2005, as lojas que passaram suas cobranças para a Acso recuperaram R$ 3.346.969,00, totalizando 36.134 inadimplentes (pessoas que atrasam os pagamentos em mais de seis meses). “Esse era um dinheiro que já estava praticamente perdido, contabilizado como prejuízo pelos empresários”, revela o supervisor do SRC.

De acordo com Ovídio, são cerca de 800 a 1 mil negociações positivas por mês. “E o custo desse trabalho para o empresário é muito pequeno”, ressalta. Mas, o mais importante, segundo o supervisor, “é que estamos devolvendo compradores ao comércio local.”

Para usar o SRC basta ser sócio da Acso e assinar o termo de adesão ao serviço. Informações podem ser obtidas pelo telefone (15) 3331-1010 ou pelo e-mail src@acso.com.br.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

2 de agosto de 2010 por antena1

Inadimplência do consumidor registra maior queda de fevereiro desde 2004

SÃO PAULO – A taxa de inadimplência dos brasileiros registrou a maior queda em fevereiro desde 2004. Neste segundo mês do ano, a taxa caiu 3,1% frente a janeiro. Frente a fevereiro de 2009, a queda foi um pouco menor, de 2,2%.

De acordo com os técnicos da Serasa, a queda foi decorrente do recuo de 4,6% na inadimplência nos cartões de crédito e financeiras, que contribuiu com 1,5 ponto percentual no declínio de 3,1% registrado pelo indicador
Os dados fazem parte do Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor, divulgado nesta terça-feira (9).

Confiança

Considerando o acumulado do ano – primeiro bimestre de 2010 em comparação com o mesmo período do ano anterior –, a inadimplência caiu 5,3%, representando o maior percentual de queda nessa relação, desde 2000.

Segundo a entidade, esse resultado positivo é em decorrência da comparação entre duas conjunturas econômicas distintas: a atual com forte crescimento da economia, aumento do emprego e evolução da renda, e a do início de 2009, com um dos momentos mais críticos da crise, com a inadimplência em alta.

Ainda de acordo com os economistas da Serasa Experian, a perspectiva é de que a inadimplência do consumidor continue em queda por, pelo menos, todo o primeiro semestre de 2010, coerente com o bom cenário econômico, a geração de empregos e a evolução da renda.

Tipos de dívidas

Analisando fevereiro, as dívidas com os bancos permaneceram em primeiro lugar no ranking de representatividade: a participação desta categoria foi de 48,1% do total de vencimentos não pagos. No mesmo período de 2009, este percentual era de 43,4%.

Já os débitos com cartões de crédito e financeiras ficaram com a segunda posição e 32,9% de participação – menor do que os 37% registrados no ano de 2009.

Cheques sem fundos e protestos

Os cheques sem fundos, por sua vez, ficaram em terceiro lugar na representatividade das dívidas, com 16,9% do total, índice menor do que o registrado no mesmo período do ano anterior (+17,7%).

Por último, e com menor impacto no indicador no período analisado, aparecem os títulos protestados, cuja proporção foi de 2,1%, maior frente ao mesmo período de 2009, quando o percentual registrado foi de 1,9%.

Fonte: uol.com.br

9 de março de 2010 por antena1
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