A Google anunciou segunda-feira (28) que mudará de estratégia na China, deixando de redirecionar seus internautas para o site de Hong Kong, como vinha fazendo desde o início do ano para ‘driblar’ a censura de Pequim. Na ocasião, a decisão foi reforçada em virtude de a China alegar que poderia sofrer um ataque cibernético da companhia americana, passando a impor uma série de filtros aos usuários chineses do site de buscas.
A mudança repentina na estratégia da Google deve-se à advertência da China que ameaçou cassar a licença da empresa em seu país, classificando a estratégia como ‘inaceitável’. Em resposta à ameaça chinesa feita na segunda-feira, a Google disse que em poucos dias terminará com o redirecionamento dos serviços. Em vez disso, quem visitar o site Google.cn poderá clicar num ícone que o levará a uma nova versão do Google.com.hk.
No novo site, o usuário terá acesso a alguns serviços como busca de produtos e tradutor, os quais estão livres de censura. A Google espera que com as alterações sua licença para operar no país seja renovada. “As mudanças estão em sintonia com o governo chinês e esperamos que nossa licença seja renovada”, disse David Drummond, Chefe do escritório legal da Google. Apesar disso, a China não confirmou se aceitará a mudança.
Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
O Google prestou homenagem nesta sexta-feira ao explorador francês Jacques-Yves Cousteau no centenário de seu nascimento.
Em sua versão nos Estados Unidos, o Google substituiu o habitual logo multicolorido de sua página por um desenho de um mergulhador e, ao passar o cursor pelo desnho, surge a mensagem: “Feliz centésimo aniversário, Jacques Cousteau!”.
O comandante Cousteau, falecido em 1997, faria 100 anos nesta sexta-feira.
O oceanógrafo era conhecido no mundo inteiro por seus documentários e seu barco “Calypso”, que utilizava em suas expedições.
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O Google revolucionou sua tradicional página de início nesta quinta-feira, propondo aos internautas que a substituam por fundos de tela pré-selecionados ou por suas próprias fotografias ou desenhos.
Os internautas que realizavam suas buscas no site nesta quinta-feira eram recebidos ao entrar na página de início por fotografias da National Geographic ou de Yann Arthus-Bertrand, ou ainda por imagens de criações de artistas como Dale Chihuly, Jeff Koons, Tom Otterness, Polly Apfelbaum, Kengo Kuma, Kwon Ki-soo e Tord Boontje.
Durante 24 horas, o Google apresenta um fundo de tela onde mostra aos internautas que podem personalizar a página. Na sexta-feira voltará ao fundo branco, a menos que o usuário não escolha outra imagem, indicou em um blog Marissa Mayer, uma responsável do gigante da internet.
”Escolha a foto de um familiar, o local onde gosta de passar as férias ou um desenho criado por você mesmo, o Google pertence a você de agora em diante e quem deve personalizá-lo é você”, indicou Mayer,
O Google sempre rejeitou abrir sua página de início à publicidade que não seja a do grupo. Seu rival Bing, lançado em junho pela Microsoft, propõe uma foto diferente a cada dia em seu mecanismo de busca.
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O Pac-Man completou 30 anos, e o gigante de internet Google decidiu comemorá-los habilitando o videogame de origem japonesa em sua página inicial. Os usuários da web que entraram na página principal do Google encontraram o jogo em miniatura, onde podia distinguir-se no colorido labirinto do videogame o logotipo do motor de busca.
O Pac-Man foi criado por Toru Iwatani e lançado no mercado pela empresa Namco, com sede no Japão, pela primeira vez em 22 de maio de 1980. A versão do Google inclui a música e a marca comercial do videogame, e o conhecido “Insert Coin” aparece no lugar do link “Estou com sorte” do buscador.
Ainda que o Pac-Man tenha crescido até se tornar o jogo que funciona com moedas mais vendido na história, a versão do Google não foi aprovada por alguns usuários de Internet. “O que é esse áudio chato de Pac-Man na página de busca?”, escreveu um dos mais de 200 visitantes da página de ajuda do Google. “Fui ‘hackeado’? Pensei que havia recebido um vírus”, escreveu outro. A versão de Pac-Man no Google estará disponível durante 48 horas.
Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
O Brasil está resolvendo o problema da insegurança jurídica na internet tardiamente, na opinião do diretor de políticas públicas e relações governamentais do Google no Brasil, Ivo Correa. “Sem a infraestrutura mínima, nunca terá um setor de TI (tecnologia da informação) como o Brasil merece e tem capacidade de ter”, considerou durante o seminário “Marco Civil da Internet no Brasil”, realizado pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP).
O diretor afirmou que o Google possui 1,5 mil ações judiciais no Brasil hoje, a maioria relativa a conteúdos disponibilizados no Orkut – um site de relacionamentos mundial, mas que é um sucesso principalmente no País. De acordo com ele, dos processos julgados pela empresa aqui, praticamente a metade considerou que o Google é o culpado pelo conteúdo das páginas. Esse quadro mostra, segundo Correa, o quanto a falta de regulamentação do setor prejudica o andamento dos negócios no País.
“Em 40% e 45% das ações, a empresa foi considerada culpada por conteúdos com os quais o Google não tem nada a ver”, disse, acrescentando que a área de atuação da companhia é oferecer plataformas de hospedagem para terceiros. “O Google não produz um centímetro de conteúdo, com exceção de mapas. Não pretendo ser produtor de conteúdo”, afirmou o diretor.
No lugar de ir contra a fonte que fez comentários ou exibiu conteúdos considerados indesejados na internet, na maioria dos casos, segundo Correa, as ações são encaminhadas contra a empresa. “Vai para o Google porque é mais fácil de achar, é mais fácil de pedir indenização”, considerou. O risco de ações como esta, de acordo com ele, não é apenas para o Google, mas para a internet como um todo e para empresários brasileiros que querem inovar na rede.
Esse dissenso em relação ao entendimento da Justiça, de acordo com Correa, dificulta a atuação das empresas desse setor no Brasil. “Ninguém em sã consciência criaria o Google, o Orkut ou o twitter no Brasil”, considerou, citando os serviços mais populares da empresa. Ele enfatizou que o business do Google, por excelência, é ser um intermediário.
Daí a importância da criação de um marco civil para o setor no Brasil, segundo o diretor. Ele salientou que o risco de censura é grande, ao contrário do que se acreditava no início dos anos 90. “Se pensava que o mundo virtual estava realmente fora do alcance do governo do mundo real. Mas isso não é uma verdade. Há controles sobre conteúdos não só na China, mas em vários países democráticos”, comentou.
Para Correa, no entanto, a minuta do Ministério da Justiça, que estabelece o marco civil para o setor e que se transformará em um projeto de lei, traz o mínimo de regulação necessária para a atuação das empresas e pessoas na internet. “Como está hoje, o anteprojeto do marco não extrapola, mas precisamos ficar sempre alerta sobre o tema”, disse. “O marco civil tem de dizer quais são as regras do jogo mínimas”, acrescentou.
Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
A pesquisa, que lista as 100 melhores marcas, investiga a opinião do consumidor e analisa dados do mercado para designar um determinado valor para a marca, e então o transforma em dólares para listas as mais bem cotadas, explica o site CNET.
Empresas envolvidas com tecnologia estão nos quatro primeiros lugares, com a Google em primeiro, a IBM logo na sequência, e Apple e Microsoft na terceira e quarta posição, respectivamente, conforme informações do site IT PRO.
O relatório também ressalta que sustentabilidade, responsabilidade social, e confiança estavam entre os principais fatores que influenciavam a lealdade dos consumidores às marcas, com destaque também para a possibilidade de personalização de produtos.
Outras grandes marcas de tecnologia como a HP, BlackBerry , Amazon e Oracle aparecem entre as 20 primeiras posições.
Fonte:www.terra.com.br
A gigante de buscas na internet Google anunciou a aquisição da LabPixies, empresa israelense especializada em miniprogramas de jogos na web, adaptados principalmente para telefones celulares. Os termos da transação, anunciada na noite de segunda-feira no blog oficial do Google, não foram revelados.
A LabPixies é conhecida, principalmente, pelos jogos Flood-it! e LineUp, que funcionam em telas básicas coloridas. A firma também edita “widgets” (aplicativos) para internet concebidos para a página inicial personalizável do Google, a iGoogle, como calendários, fluxos de informação, listas de tarefa e outros.
”Decidimos que poderíamos fazer mais coisas se formássemos uma única equipe e, portanto, estamos satisfeitos em anunciar a aquisição da LabPixies”, explicou um encarregado da iGoogle, Don Loeb. “A equipe estará baseada em nosso escritório de Tel Aviv, em plena expansão, e controlará os esforços da iGoogle para a Europa, o Oriente Médio e a África”, acrescentou Loeb.
O Google vem multiplicando suas aquisições há vários meses, especialmente de pequenas empresas. Seu presidente, Eric Schmidt, informou, em janeiro, que pensava comprar, em média, uma empresa por mês durante este ano.
Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
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