Uma divertida homenagem em forma de animação foi publicada pelo Google ao aniversário de 65 anos de nascimento de Farrokh Bulsara, mais conhecido como Freddie Mercury, que curiosamente, nasceu em Zanzibar.
O site de busca dedica um “doodle” ao líder da banda Queen e compositor de canções míticas, hinos de muitas gerações, como “Bohemian Rhapsody”, “Somebody to Love”, “We are the Champions” e “Barcelona”.
Nascido na Tanzânia e criado na Índia, Mercury demonstrou cedo suas aptidões musicais, primeiro com o piano e mais tarde com a guitarra e a voz. O cantor morreu em 24 de novembro de 1991 por consequência de uma pneumonia, 24 horas após anunciar que tinha Aids.
Aos 25 anos conheceu o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor, que já tocavam juntos, e os convenceu a criarem um projeto experimental chamado Queen, no qual depois entraria o baixista John Deacon e que chegou a vender milhões de discos em todo o mundo.
Com a banda, gravou 12 álbuns, entre eles os bem-sucedidos “A Kind of Magic” e “The Miracle”, e lançou muitas outras coletâneas. Também se aventurou em projetos solos como “I Was Born to Love You” e “Living on my Own”.
Para comemorar seu nascimento, o Google publicou nesta segunda-feira uma animação na qual Mercury, que começa a cantar em cima do palco, protagoniza a história de “Don’t Stop Me Now” transformado em um personagem com a estética característica de um jogo de videogame clássico.
Em 2011, quando se completa ainda o 20º aniversário de sua morte e os 40 anos da formação do Queen, foram iniciados diversos projetos para homenagear Mercury, entre eles um filme sobre sua vida que será protagonizado por Sacha Baron Cohen e uma adaptação para cinema do musical “We Will Rock You”.
Fonte: UOL
O Google aproveitou a conferência de desenvolvedores, que está acontecendo em San Francisco, para anunciar um serviço de música online. O Google Music Beta é um serviço de streaming, em que o usuário faz o upload das músicas de seu computador para os servidores do Google, para posteriormente acessá-lo de qualquer computador ou dispositivo móvel que esteja conectado à Internet.
De acordo com a Billboard, esta forma de compartilhamento de arquivos não era o plano inicial do Google. Depois de meses de negociações com gravadoras, a empresa decidiu lançar o Music Beta sem o apoio da indústria fonográfica. A ideia inicial seria uma biblioteca digital que analiza os arquivos do usuário e os sincroniza com a base de dados já existente em um servidor central, ao invés de fazer upload de várias cópias do mesmo arquivo. A primeira alternativa incluiria o pagamento dos direitos de cada música tocada.
“Nós estávamos negociando com a indústria para lançar um pacote de funcionalidades diferenciadas, e obtivemos diversas respostas. [Mas] algumas grandes gravadoras não estavam muito focadas na inovação e sim em exigir termos contratuais insustentáveis”, declarou Zahavah Levine, diretora de conteúdo e parcerias do Google. Segundo fontes da Billboard, o Sony Music Group e Universal Music Group foram os responsáveis por empacar as negociações.
O Music Beta funciona de maneira muito semelhante ao Cloud Drive, lançado em março pela varejista Amazon. Como outras iniciativas do Google, o acesso ao serviço será por meio de convites, com prioridade para aqueles que adquiriram um Motorola Xoom, o tablet Android. Inicialmente, cada usuário poderá subir 20 mil músicas para sua biblioteca virtual, capacidade 20 vezes maior que a oferecida pela Amazon.
No momento, o Music Beta está disponível apenas nos EUA, a partir de qualquer computador, pela conta do Google, e dispositivos móveis compatíveis com Flash, o que exclui produtos da Apple, como iPhone e iPad.
Fonte: Omelete
Até agora soberano na internet, o Google contará, de agora em diante, com a concorrência do site de relacionamentos Facebook, que em apenas seis anos conseguiu pôr em dúvida a supremacia do site de buscas com uma visão radicalmente diferente do que os internautas procuram. O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, reconheceu no começo do mês que “está claro que há âmbitos nos quais as duas empresas concorrem”.
Zuckerberg, o milionário mais jovem do mundo, que aos 26 anos tem uma fortuna estimada em 6,9 bilhões de dólares, não nega que seu objetivo seja “conquistar toda a internet”, declaração atribuída a ele por uma jornalista da rede americana CBS. Para alguns, a ascensão do Facebook marca o advento de “uma segunda internet”. “Poderia ser mais valiosa que a primeira porque estamos todos interconectados”, disse Luo Kerner, analista especializado da firma de corretagem Wedbush Securities.
O site de relacionamentos é, de fato, o contrário do Google, que promete neutralidade nas informações fornecidas, com uma oferta adaptada automaticamente ao que o internauta divulga sobre seus hábitos de consulta. O Facebook, criado em 2004 como ferramenta de socialização para estudantes da universidade de Harvard, dá informações que, por definição, são personalizadas porque são pré-selecionadas pelos próprios internautas e sua rede de “amigos”, o que Zuckerberg chama de “grafo social, a cartografia digital das relaçções reais das pessoas”.
Esta diferença parece ter agradado: o Facebook conta, hoje, com mais de 500 milhões de usuários cadastrados. A empresa ComScore atribui uma clara vantagem ao Google (cerca de 977 milhões de visitantes únicos em outubro em todo o mundo contra 633 milhões para o Facebook), mas também notou que, em setembro, os internautas ficavam mais tempo nas páginas do Facebook do que nos sites do Google. Desde a primavera boreal, o Facebook também multiplica as inovações que o situam nos domínios do Google: seu serviço de mensagens, com endereço @facebook.com fornecido aos usuários, poderia vir a ter o poder do gmail. Sua função “procurar” é um motor de buscas em pequena escala, e as respostas às perguntas dos internautas já não são fornecidas por algoritmos, mas por sugestões dos membros do Facebook.
Tudo isto leva alguns observadores a concluir que Facebook e Google, que tem o dobro do período de existência do primeiro, iniciaram uma disputa acirrada, em particular no campo do recrutamento: 200 funcionários do Facebook, isto é, 10% de seu pessoal, são ex-”googlers”, e o Google teria decidido dar um aumento generalizado de salários de 10% para deter esta hemorragia. Apesar de tudo, o Facebook não deteve a expansão do Google, mas agregou uma novidade que “aumentou o bolo da internet”, segundo Kerner. “Os anunciantes não decidem fazer suas campanhas no Facebook no lugar do Google, mas no lugar da mídia tradicional”, explicou Danny Sullivan, chefe de redação do site SearchEngineLand.com.
Além disso, a expansão do Facebook serve também a alguns interesses do Google: seus fundadores, Larry Page e Serguei Brin, podem dizer facilmente às autoridades que garantem a livre concorrência, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos, que têm um concorrente forte, acrescentou Sullivan. Finalmente, não desagrada em nada ao Google que os defensores da confidencialidade de dados pessoais tenham no Facebook um novo alvo. Em qualquer caso, a empresa de Zuckerberg ainda não está em condições de fazer desaparecer o Google, que tem dez vezes mais trabalhadores e que, segundo os analistas, pode chegar a ter um volume de negócios de 22 bilhões de dólares este ano, ou seja, cerca de 21 bilhões de dólares a mais que o Facebook.
fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
O gigante da internet Google abriu as portas de sua livraria virtual nesta segunda-feira, entrando pesado em um mercado dominado há anos pela Amazon, dona do leitor digital Kindle.
“Acreditamos que será a maior loja de livros digitais do mundo”, afirmou Jeannie Hornung, porta-voz do Google.
“Incluindo os livros gratuitos, há mais de três milhões de títulos”, acrescentou.
fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
A Justiça Eleitoral multou em R$ 30 mil o Google Brasil por não retirar do YouTube um vídeo que deprecia o cantor e candidato do PT derrotado nas eleições para o Senado, Netinho de Paula. O vídeo exibe uma letra de música alterada. Além da multa, a empresa terá que pagar R$ 10 mil diários, do dia 1º de outubro até a eleição, pelo descumprimento da liminar que exigia a retirada do vídeo.
Na sentença, o juiz auxiliar da propaganda eleitoral, Mário Ferraz, considerou a empresa responsável pelo conteúdo prejudicial que hospeda em seu site, ainda que seja apenas provedora de hospedagem, devendo retirá-lo da página. A representação foi proposta por Netinho e julgada no início de setembro, quando o juiz auxiliar da propaganda eleitoral Luís Francisco Aguilar Cortez aplicou multa de R$ 50 mil a Google e determinou a retirada do vídeo.
fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
O gigante de buscas na internet Google lançou uma ofensiva midiária na segunda-feira (04), com páginas publicitárias, um novo site e um blog para apresentar a Google TV, que permitirá ver em uma mesma tela redes de televisão e programas na internet. Em um blog dedicado ao novo produto, um de seus encarregados, Ambarish Kenghe, explicou que “aparelhos que funcionam com o Google TV serão lançados este mês” com televisores e leitores de DVD Blu-Ray, da marca Sony, e decodificadores Logitech.
A Sony apresentará seus aparelhos na próxima semana, em Nova York. A Google também explicou que vários pesos pesados da TV americana, como Turner Broadcasting (do grupo Time Warner), NBC Universal e HBO (Time Warner), assim como o organizador do campeonato de basquete NBA elaboravam programas para optimizar a recepção de suas emissoras no novo sistema.
Entre os grandes nomes da internet, Amazon e Netflix venderão filmes ‘on demand’, enquanto os jornais New York Times e USA Today, reprodutores de música como Pandora, Vevo e Napster, ou o microblog Twitter, trabalham para vender seus produtos neste novo meio. Em maio, o Google havia informado que o fabricante de microprocessadores Intel, o editor de programas Adobe, o distribuidor Best Buy e o vendedor de pacotes de canais por satélite Dish Network se associavam à Google TV. Os novos aparelhos que oferecem esta função chegarão a um mercado onde já existem TVs conectáveis à internet.
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Autoridades da República Checa proibiram o Google de expandir o mapeamento para seu serviço “Street View” no país. A empresa disse que não será intimidada pelo que considera uma decisão temporária, e que a questão se deve a problemas técnicos com a coleta das imagens usadas no produto, que fornece aos usuários de internet visões panorâmicas e fotografias de bairros a partir de vários pontos ao longo de muitas ruas ao redor do mundo.
“Vamos continuar a cooperar de perto” com o Escritório para a Proteção de Dados Pessoais “e esperamos que as questões sejam resolvidas num futuro próximo”, informou a empresa, em comunicado. Enquanto isso, o Google informou que não vai coletar novos dados no país, mas que as fotografias tiradas anteriormente em Praga e em outras cidades continuarão disponíveis.
A empresa de internet norte-americana está sob fogo cruzado na Europa por causa dos temores de que o serviço viole a privacidade das pessoas ao tirar fotografias das ruas das cidades. O Google também reconheceu que a tecnologia usada pelos carros do “Street View” inadvertidamente gravou fragmentos de atividades de pessoas que estavam online usando redes públicas Wi-Fi (conexão sem fio) nos últimos quatro anos.
A agência responsável pela privacidade dos habitantes da República Checa recusou o registro para o “Street View” após uma investigação iniciada em abril, informou a porta-voz Hana Stepanova. Ela disse que a agência vai discutir o caso na próxima semana. A empresa, sediada em Mountain View, Califórnia, disse que não infringiu as leis e nunca usou dados que foram inadvertidamente coletados de redes públicas de Wi-Fi em mais de 30 países.
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O site Google lançou nesta quarta-feira o “Google Instant”, versão melhorada de seu motor de buscas, que permite obter resultados à medida que o usuário escreve a consulta, sem que seja necessário clicar no comando “buscar”. A função, disponível nos quatro principais navegadores nos Estados Unidos (Internet Explorer 8, Safari, Firefox, Google Chrome), permite poupar de 2 a 5 segundos por busca, declarou Marissa Mayer, do Google, durante coletiva celebrada em San Francisco, Califórnia (oeste).
A economia de tempo equivale a um total de 11 horas de consulta no mundo por segundo. “O Google Instant compreende suas perguntas e propõe respostas enquanto você escreve”, explicou Mayer, que é vice-presidente da divisão de produtos de buscas e experiência do usuário. “De fato, prevemos a consulta que (o usuário) está, provavelmente, digitando e entregamos o resultado. Há um elemento psíquico nisto”, acrescentou. O Google Instant será lançado na semana que vem em outros sete países.
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O serviço de buscas americano na internet Google, que mais cedo havia informado o bloqueio quase total de suas operações na China, admitiu na noite de quinta-feira (29) que cometeu um erro de avaliação, e que os usuários chineses “acessam normalmente” o sistema.
“Devido à forma com que medimos a acessibilidade na China, é possível que nossas máquinas tenham superestimado o nível de bloqueio(…). Parece que, no momento, os usuários na China acessam normalmente o nosso serviço”, disse uma porta-voz da Google.
No começo do mês, o Google anunciou que as autoridades chinesas renovaram sua licença comercial para operar em todo o país.
Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
O Google anunciou hoje a renovação da licença para continuar usando o endereço de seu site na China, que é fiscalizado pelas autoridades locais. Segundo comunicado publicado no seu blog, a empresa afirmou que espera “continuar a prover buscas na web e produtos locais as usuários no país”. O anúncio ocorre após algumas mudanças no acesso ao site, e depois de o governo chinês ameaçar não renovar a licença, caso o Google continuasse evitando a censura. A empresa fazia o redirecionamento automático dos usuários chineses ao endereço eletrônico de Hong Kong, onde o serviço não é censurado.
A pressão do governo chinês vinha ocorrendo desde que a empresa decidiu, no início do ano, parar de cooperar com exigências de censura. Segundo o comunicado do blog, autoridades afirmaram que o redirecionamento automático dos usuários para Hong Kong era inaceitável. No comunicado, após a ameaça do governo chinês, o Google anunciou que iria mudar a forma como os usuários da China acessam seu serviço de buscas. Em vez de fazer o redirecionamento, o Google criou uma nova página para o endereço da China, com uma mensagem pedindo ao usuário para memorizar seu novo endereço, o www.google.com.hk, de Hong Kong, ou para clicar em um ícone chinês que o redireciona. Uma porta-voz do Google afirmou que a renovação da licença pelo governo significa que estas mudanças feitas no site da empresa na China foram consideradas satisfatórias.
Usuários e anunciantes do Google na China temiam que o site pudesse ficar inacessível, desde que a companhia anunciou, em janeiro, que não desejava mais cumprir as regras de autocensura impostas pelo governo chinês. A licença de conteúdo era uma preocupação importante, porque o Google precisa dela para usar seu endereço chinês, fiscalizado por autoridades. Se os direitos de usar o endereço forem suspensos, os usuários podem acessar diretamente o site do Google em Hong Kong (www.google.com.hk) ou outro site internacional do Google, mas as autoridades podem limitar o acesso a estes outros endereços.
O Google precisa renovar sua licença anualmente, embora tecnicamente a permissão expire em 2012. E a renovação não significa o fim das incertezas sobre o futuro do Google na China. Nos últimos meses, desde que a companhia anunciou que não colaboraria com a censura, alguns parceiros como o Tom Group e a Motorola retiraram sua cooperação com a companhia ou fizeram parcerias com concorrentes. As informações são da Dow Jones
Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br
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