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Metallica está trabalhando em um filme 3D

Os músicos do Metallica confirmaram em um comunicado oficial no site da banda, que os rumores que diziam que eles estavam envolvidos na produção de um filme, são verdadeiros e trata-se de uma produção 3D.

“Estamos aqui para dizer que sim, há de fato um projeto 3D, nos estágios iniciais de produção” declararam sobre o filme que deve ficar pronto em meados de 2013.

Sem maiores detalhes sobre a nova produção, as lendas do metal sintetizaram “O que podemos dizer é que estamos planejando em estar em um cinema perto de você em algum momento de 2013”.

Enquanto o filme não sai, a banda continua em turnê na Europa com seu quinto álbum “The Black Album”.

Fonte: UOL

9 de janeiro de 2012 por antena1

Conan, cowboys e alliens invadem as telonas de Sorocaba

“Conan, o Bárbaro” e “Cowboys & Alliens” são as duas estreias do roteiro cinematográfico desta semana em Sorocaba. O primeiro consiste no remake da produção que, nos anos 80, ajudou a alavancar a carreira de Arnold Schwazenegger. Criado por Robert E. Howard, o atroz Conan, do continente fictício da Hibórea, nasceu na literatura pulp depois migrou para os quadrinhos, cinema, televisão e games.

Agora, o personagem se aventura no continente de Hibórea em busca de vingança pelo assassinato de seu pai e a destruição de sua vila. Não há muito de novidade no longa que é dirigido por Marcus Nispel (de “Sexta-Feira 13″) e que reúne no elenco Jason Momoa (como o herói protagonista), Rachel Nichols (Tamara), Stephen Lang (Khalar Singh), Rose McGowan (Marique), Bob Sapp (Ukafa), Ron Perlman (Corin) e Leo Howard (Conan jovem).

A versão rodada no ano passado trabalha o mote dos efeitos especiais e dos recursos tecnológicos que a deixam visualmente melhor e mais apurada. De resto, o longa explora as mesmas situações que retratam batalhas sangrentas e violência sem muita justificativa. É o tal do entretenimento sem compromisso que aguarda o público no cinema.

“Cowboys & Aliens” já é chamado de a união de James Bond e Indiana Jones numa trama que leva do nada ao lugar nenhum. Isso porque os papeis principais foram confiados a Daniel Craig (que interpretou o agente secreto criado por Ian Fleming) e Harrison Ford (o arqueólogo que na franquia criada por George Lucas e Steven Spielberg chegou perto do Santo Graal, batalhou contra povos nômades e caveiras). Jon Favreau dirigiu o filme que custou US$ 163 milhões. “Cowboys…” é, na avaliação de quem já assistiu, a prova inconteste de que “Hollywood pirou”.

Só isso, talvez, explique o fato de o filme contar a história de um estranho desmemoriado (Craig) que, em 1873, vai parar em Absolution, cidade inóspita para visitantes, dominada pelo medo e comandada pelo pulso forte do Coronel Woodrow Dollarhyde (Harrison Ford). Mistura absurda de faroeste e ficção científica (só que ambientada no passado), o longa mostra a invasão ao local por alienígenas. Ford, Craig e os ETs gosmentos, obviamente, não foram reunidos nesse enredo por acaso. A ideia de Favreau foi fazer um coquetel de referências pop, num estilo de filmes que hoje é chamado de “mashup”. O problema é que a confusão do enredo acaba comprometendo e faz a produção descambar para o ridículo.

Fonte: Cruzeiro do Sul

9 de setembro de 2011 por antena1

Fãs comentam histórias do personagem Capitão América

“O Capitão América é um herói que nasceu na década de 40 já com uma revista própria”, explica o professor de história Mariovaldo Marques Alves Elias, 35 anos, que escreveu sua monografia de conclusão de curso da faculdade analisando histórias em quadrinhos.

Comprados pelo pais “Homem Aranha” e “Hulck” foram os primeiros gibis que Mariovolado leu, na adolescêncica, e como sempre gostou de desenhar a paixão pelos heróis só aumentou.

Ele afirma que além de seu pai, outra essoa o incentivou diretamente na leitura e produção dos quadrinhos. “Eu frequentava diariamente a biblioteca infantil porque o José Rubens (Incao), sempre promovia exposições com artistas sorocabanos que se destacaram na área, como Hermes Tadeu”, conta.

O estudante do curso de Letras, Thiago Zanotti Marangoni, 25, considera o desenhista e quadrinista Hermes Tadeu como um mestre.
“Ele foi colorista da Marvel Comics”, ressalta Thiago. De acordo com Mariovaldo, que foi amigo de Hermes, o desenhista fez a capa do herói e vingador Hulk, do qual tornou-se colorista exclusivo.

O líder do grupo/ “Eu já curti mais o Capitão América. Quando moleque eu achava ele bem diferente dos demais.  Primeiro, a roupa esdrúxula, depois por ele não ser tão fantástico assim, é só um humano ideal, o líder dos Vingadores”, afirma Thiago, que também desenha.

Apesar de gostar do personagem ele diz que vai esperar o fime sair em DVD para assistir, da mesma forma que fez com “O Homem de Ferro 2”.
Ele destaca que há uma grande mudança visual do desenho para o cinema e a linguagem é diferente. “O filme tem que se adequar ao público de Hollywood, tem que ser mais geral do que nos quadrinhos, tem que ter um romance, uma racionalidade forçada, dar umas explicações para aproximar o Capitão América com a realidade”, justifica.

Já Mariovaldo sinaliza a vontade de assisti no cinema e sua expectativa é de que o longa-metragem deve agradar às legiões de fãs, que foram acompanhando a trajetória do herói.

Herói combate em diferentes contextos históricos

O professor de história Mariovaldo Marques, que já teve os quadrinhos como objeto de pesquisa conta que o surgimento do  Capitão América, tinha como contexto histórico a Segunda Guerra Mundial e o herói nasceu combatendo o nazismo. “O líder dos Vingadores só chegou ao Brasil em 1979, pela editora Abril, que mantinha os direitos autorais”, explica.

Entre os vingadores estão outros heróis como Hulk, O Homem de Ferro e Thor. Liderados pelo Capitão América, eles defendem liberdade, igualdade e outros valores da sociedade norte-americana como o ideal de nação e “eles podem ser classificados como classe A do universo Marvel, são os heróis símbolo”. “Como se fosse a seleção brasileira dos heróis Marvel”, exemplifica.

Fonte: Bom Dia Sorocaba

29 de julho de 2011 por antena1

Depois de esperar mais de mês, sorocabanos podem prestigiar “Meia-Noite em Paris”

Com mais de um mês de atraso, entra em cartaz na cidade “Meia-Noite em Paris”, longa dirigido por Woody Allen. Antes tarde do que nunca, o filme serve como alternativa a quem busca mais do que simplesmente se divertir. Na história, o ator Owen Wilson (conhecido por papéis com uma característica bastante diferente, como “Uma Noite no Museu” e os “Penetras”) interpreta Gil, roteirista de Hollywood que está passando férias em Paris com a família da noiva, Inez (Rachel McAdams).

Gil adora voltar à Cidade Luz. É lá que se reconecta com a “grande arte”, longe do dia a dia de enlatados encomendados de Los Angeles. Seu sonho era viver nos anos 1920, quando F. Scott Fiztgerald, Ernest Hemingway e Pablo Picasso circulavam por ateliês e cafés da cidade. Certa noite, ele misteriosamente realiza esse sonho. Allen adere ao realismo fantástico para discutir uma imagem de Paris que, amargamente, os americanos engoliram ao longo do século 20: é a cidade que prestigia os mestres, um lugar onde artistas sem crédito nos Estados Unidos podem se refugiar para ter seu valor reconhecido.

O personagem está neste século por acidente. Seu tempo perfeito é a década de 20. Deslocado, porém, precisa encontrar sua turma. E consegue.

Além de ter alcançado o objetivo de produzir uma boa história, Woody Allen também foi bem sucedido nas bilheterias. Quando estreou, nos Estados Unidos, “Meia-noite em Paris”, no primeiro final de semana, foi o filme com maior arrecadação da carreira do diretor, superando “Hannah e suas Irmãs”, de 1986. Há quem considere que o sucesso da produção consista num caso clássico de propaganda boca-a-boca. Além dos deslumbrantes cenários parisienses, o longa traz, também, uma coleção de personagens marcantes, que vão surgindo conforme o personagem de Owen Wilson delira com uma Paris alternativa.

Em seu próximo filme, Allen continuará na Europa. Agora, ele termina, em Roma, de rodar “Bop Decameron”, com Ellen Page, Jesse Eisenberg e Penélope Cruz, com quem já trabalhou em “Vicky Cristina Barcelona”.

Fonte: Cruzeiro do Sul

22 de julho de 2011 por antena1

Caetano Veloso lança música-tema de “Reis e Ratos” em Paulínia

Nesta sexta-feira (8), Caetano Veloso lança a música-tema do filme “Reis e Ratos” no Festival de Cinema de Paulínia, no interior de São Paulo. A apresentação terá participação da cantora Thalma de Freitas e do violonista César Mendes.

A canção foi composta especialmente para o filme, e tem trechos em português e inglês.

“Reis e Ratos” chega aos cinemas em 10 de fevereiro de 2012. O filme é dirigido por Mauro Lima (“Meu Nome Não é Johnny”) e tem produção de Paula Lavigne. No elenco estão Selton Mello, Seu Jorge, Cauã Reymond e Rodrigo Santoro.

Fonte: UOL

8 de julho de 2011 por antena1

Lemmy | Documentário sobre vocalista do Motörhead será exibido no Brasil

Lemmy Kilmister, vocalista e baixista do Motörhead, ganhou um documentário, lançado no ano passado. Lemmy: 49% Motherf**ker, 51% Son Of A Bitch vai ganhar exibição no Brasil, como atração do In-Edit, terceira edição do Festival Internacional do Documentário Musical.

O festival acontece em São Paulo, de 28 de abril a 8 de maio, e Rio de Janeiro, de 6 a 12 de maio. O In-Edit 2011 ainda não divulgou sua programação mas, em comunicado à imprensa, a EMI divulgou que Lemmy: 49% Motherf**ker, 51% Son Of A Bitch terá duas exibições em São Paulo. A primeira acontece em 30 de abril, às 23h, no Cinesesc. A segunda acontece em 7 de maio, às 19 h, no Cine Olido, com presença do diretor Wer Orshoski.

O documentário, dirigido por Orshoski e Greg Olliver, mostra o cultuado músico em situações nem sempre simpaticas (como já adianta o título). Lemmy: 49% Motherf**ker, 51% Son Of A Bitch estreou no festival South By Southwest em 2010 e foi lançado lá fora em DVD e Blu-ray, em fevereiro.

No momento, o Motörhead está em turnê pelo Brasil. Depois de se apresentar em São Paulo e Curitiba neste final de semana, a banda segue para Florianópolis, para um show em 20 de abril, no Floripa Music Hall, e para Brasília, em 22 de abril, no Ginásio Nilson Nelson. A banda retorna ao Brasil em setembro para tocar no Rock in Rio 2011.

Fonte: Omelete

19 de abril de 2011 por antena1

Tom Hanks estrela filme polêmico sobre Tríplice Fronteira

O veterano de Hollywood Tom Hanks vai estrelar o novo filme da diretora vencedora do Oscar, Kathryn Bigelow, que já provoca fúria na América Latina, revelou nesta quarta-feira (1º) do produtor do trabalho. Argentina e Paraguai se recusam a colaborar na produção do filme “Triple Frontier” (Tríplice Fronteira), que fala sobre a região de fronteira entre os dois países e o Brasil, que seria um centro para o financiamento do terror.

“Tom Hanks está estrelando o filme”, afirmou ao site ComingSoon.net o produtor Charles Roven. “Nós ainda estamos buscando atores para os outros papéis. Esperamos começar a rodar em algum momento em meados de março”. Não houve resposta imediata de assessores de imprensa de Hanks, famoso por papéis em “Sintonia de Amor”, “Forrest Gump”, “O Resgate do Soldado Ryan” e “Náufrago”.

Bigelow, cujo “Guerra ao Terror” ganhou vários Oscars neste ano, incluindo melhor filme, quer examinar a região onde Argentina, Paraguai e Brasil se encontram. Mas o foco sobre a região irritou ministros do turismo de Argentina e Paraguai, que temem que o filme prejudique a reputação de seus países com turistas estrangeiros. A região de fronteira tem sido associada com o comércio de produtos contrabandeados, e documentos do governo dos EUA divulgados pelo site WikiLeaks na última terça-feira afirmam que o local é um potencial foco de terroristas.

Um documento de 1º de agosto de 2008 destaca a preocupação dos EUA com a possibilidade de que grupos terroristas aproveitem a falta de vigilância na zona de fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina para arrecadar fundos e organizar a logística de atentados. O relatório da embaixada em Brasília aponta que na Tríplice Fronteira há um “fraco controle fronteiriço, contrabando, tráfico de drogas, fácil acesso a documentos falsos e a armas, circulação de produtos falsificados e fluxos de dinheiro sem qualquer controle”, o que é um atrativo para grupos terroristas.

fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

2 de dezembro de 2010 por antena1

Meryl Streep poderá interpretar Margaret Thatcher no cinema

A atriz americana Meryl Streep, duas vezes ganhadora do Oscar, está em conversações para interpretar a “Dama de Ferro” Margaret Thatcher em biografia sobre a ex-primeira-ministra britânica, noticiou nesta quinta-feira o The Hollywood Reporter. Streep, de 61 anos, negocia para voltar a trabalhar sob a batuta da diretora do musical “Mamma Mia!”, Phylidda Lloyd, no filme “Thatcher”, que será dedicado ao período anterior ao da guerra das Malvinas, em 1982.

Se Streep for confirmada para o papel, ela representará o personagem mais importante dos últimos anos, quando apareceu na telona demonstrando sua versatilidade na pele da empresária de moda Miranda Priestly em “O Diabo Veste Prada” (2006); na da ‘hippie’ Donna Sheridan em “Mamma Mia!” (2008) e no da carismática cozinheira Julia Child em “Julia e Julie” (2009). Segundo a Hollywood Reporter, a biografia de Thatcher para o cinema será dedicada aos 17 dias que antecederam a Guerra das Malvinas e em como a “Dama de Ferro” lutou para salvar sua carreira.

A Argentina renovou a reivindicação sobre as Malvinas em um clima de tensão, exacerbado entre Buenos Aires e Londres desde o início deste ano, à raíz da exploração petrolífera britânica na bacia norte do arquipélago, em poder dos britânicos desde 1833. A empresa Rockhopper anunciou em maio uma primeira descoberta de petróleo. A Argentina reivindica pela via diplomática a soberania das Malvinas, disputada entre o país sul-americano e a Grã-Bretanha, que terminou com a vitória das tropas britânicas.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

2 de julho de 2010 por antena1

Robin Hood vem com recorte original, heroíco mas humano

Robin Hood, o “bom ladrão”, é um mito. E, como mito, comporta variações. Daí a inutilidade de cobrar veracidade histórica às suas inúmeras versões. Para ser verossimilhante, o mito tem apenas de ser crível. E assim é com a interpretação de Ridley Scott, que escolhe um recorte original, mostrando o personagem antes de se tornar Robin Hood, isto é, antes de todas essas aventuras que povoaram nossa infância em livros, seriados e filmes. Robin é um personagem universal, comum a nós todos. É, mesmo que pairem dúvidas sobre sua existência real, um signo – o do “bandido social”, segundo definição do historiador Eric Hobsbawm, categoria que abrange de Lampião a Salvatore Giuliano.

 O filme abre com uma espécie de petição de princípio: numa época de injustiça, as leis têm de ser transgredidas para que nova lei, mais justa, possa surgir. Sobre esse tema, vemos Robin lutar nas Cruzadas, testemunhar a morte do rei Ricardo Coração de Leão e voltar a um reino marcado pelo desgoverno: final do século 12, com o país vivendo à beira do caos, fome e impostos extorsivos. Com a morte de Ricardo, assume John, cobiçoso e despreparado. Ele e Robin serão oponentes.

 Nesse ambiente histórico, vemos nascer um Robin (Russell Crowe) heroico porém humano. Político e sereno, não se mostra, porém, indiferente aos encantos de Marian (Cate Blanchett), o que se compreende. Scott filma muitas batalhas e duelos. Imprime um visual denso, envolvente. Mas não perde de vista a linha histórica adotada. O seu Robin Hood é um agente social, que visa a moderação do poder real, então dito de direito divino. É um preâmbulo ao que de fato aconteceria na Inglaterra, como fato notável para a humanidade: a assinatura da Magna Carta em 1215. Através dela, o poder real deixa de ser absoluto.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

13 de maio de 2010 por antena1

‘Guerra ao Terror’ se sagra o grande vencedor do Oscar 2010

O filme independente “Guerra ao Terror” sagrou-se o grande vencedor da edição 2010 do Oscar. A produção de guerra superou a superprodução multimilionária “Avatar” e levou seis estatuetas, das nove a que concorria.

“Guerra ao Terror” também entra para a história da premiação por meio da diretora Kathryn Bigelow, a primeira mulher a vencer o Oscar de melhor diretora. Ela inclusive derrotou o ex-marido, James Cameron. O filme também os prêmios de melhor roteiro original, edição, edição de som, mixagem de som.

A cerimônia foi marcada por algumas cartas marcadas. Nas categorias de atuação, nenhuma surpresa. Os quatro atores indicados pela crítica saíram vitoriosos da festa. Sandra Bullock (de “Um Sonho Possível”) e Jeff Bridges (de “Coração Louco”) levaram os troféus nas categorias principais, enquanto Mo’Nique (de “Preciosa”) e Christoph Waltz (de “Bastardos Inglórios”) saíram com os prêmios de coadjuvantes. Todos recebem os primeiros Oscars de suas carreiras.

A animação “Up – Altas Aventuras”, que concorria em cinco categorias, saiu da festa com duas estatuetas – melhor trilha sonora (para Michael Giacchino) e melhor animação.

A grande surpresa da noite foi reservada para a categoria de filme estrangeiro. O franco favorito, “A Fita Branca”, que também concorria ao prêmio de melhor fotografia, acabou superado pelo argentino “O Segredo dos Seus Olhos”. É o segundo prêmio dos hermanos na categoria.

“Avatar”, um dos favoritos ao prêmio de melhor filme e que concorria a nove prêmios, teve que se contentar com apenas três, todos técnicos: direção de arte, fotografia e efeitos visuais.

Os apresentadores Steve Martin e Alec Baldwin, com um roteiro inspirado, conseguiram manter a premiação – que durou quase quatro horas – divertida e leve, com piadas bem colocadas e que contaram com a cooperação dos astros de Hollywood, vítimas de comentários ácidos dos anfitriões. Outro ponto cômico da noite foi a aparição do comediante Ben Stiller, que se caracterizou como um Na’vi (os alienígenas azuis de “Avatar”) para apresentar o Oscar de melhor maquiagem, entregue para “Star Trek”.

Confira abaixo a lista completa de vencedores:

Melhor filme
“Guerra ao Terror”

Melhor diretor

Kathryn Bigelow por “Guerra ao Terror”

Melhor atriz
Sandra Bullock por “Um Sonho Possível”

Melhor ator
Jeff Bridges por “Coração Louco”

Melhor Ator Coadjuvante
Christoph Waltz por “Bastardos Inglórios”

Melhor Atriz Coadjuvante
Mo’Nique por “Preciosa”

Melhor Roteiro Original
Mark Boal por “Guerra ao Terror”

Melhor Roteiro Adaptado
Geoffrey Fletcher por “Preciosa”

Melhor Filme Estrangeiro
“O Segredo dos Seus Olhos” de Argentina

Melhor Animação
“Up – Altas Aventuras” de Pete Docter e Bob Peterson

Melhor Curta de Animação
“Logorama” de Nicolas Schmerkin

Melhor Documentário
“The Cove” de Louie Psihoyos and Fisher Stevens

Melhor Documentário Curta-Metragem
“Music by Prudence” de Roger Ross Williams e Elinor Burkett

Melhor Trilha Sonora Original
Michael Giacchino por “Up – Altas Aventuras”

Melhor Canção Original
“The Weary Kind”, de “Louco Amor”; música e letra de Ryan Bingham e T-Bone Burnett

Melhor Direção de Arte
Rick Carter, Robert Stromberg, Kim Sinclair de “Avatar”

Melhor Fotografia
Mauro Fiore de “Avatar”

Melhor Edição
Bob Murawski e Chris Innis de “Guerra ao Terror”

Melhor Mixagem de Som
Paul N.J. Ottosson e Ray Beckett de “Guerra ao Terror”

Melhor Edição de Som
Paul N.J. Ottosson de “Guerra ao Terror”

Melhores Efeitos Visuais
Joe Letteri, Stephen Rosenbaum, Richard Baneham e Andrew R. Jones de “Avatar”

Melhor Maquiagem
Barney Burman, Mindy Hall e Joel Harlow de “Star Trek”

Melhor Figurino

Sandy Powell de “The Young Victoria”

Melhor Curta-Metragem
“The New Tenants” de Joachim Back e Tivi Magnusson

Fonte: agência Bom Dia

8 de março de 2010 por antena1
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