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Sorocaba cria menos empregos no semestre

O ritmo da criação de empregos formais na cidade de Sorocaba foi 25% menor durante o primeiro semestre em comparação com o mesmo período do ano passado. O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostra que nos seis primeiros meses do ano a cidade viu surgir 4.691 novas vagas de emprego com carteira assinada. No ano passado, o primeiro semestre somou 6.269 novos postos de serviço. O cenário indica que o crescimento do mercado formal de trabalho sorocabano perdeu fôlego de um ano para o outro.

O Caged é calculado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) com base nas contratações e dispensas feitas em carteira de trabalho. No acumulado do ano (janeiro a junho) Sorocaba teve um total de 55.903 admissões contra 51.212 demissões. A construção civil foi a grande vilã na desaceleração nas contratações formais. Para o economista e professor da Faculdade de Engenharia de Sorocaba (Facens), Geraldo Almeida, a diminuição no ritmo de abertura de vagas é fato esperado sendo reflexo de medidas governamentais tomadas desde o início do ano.

“Com o aumento dos juros básicos, por exemplo, o governo mostrou que quer frear a velocidade do consumo e isto, depois de um tempo, se reflete no mercado de trabalho”, pondera o professor. Apesar dos sinais do governo e a criação de um número menor de vagas, o professor, não considera a situação preocupante. “Não é nada extraordinário. Não estamos em uma redução do número de empregos, apenas tivemos a abertura de uma quantidade menor de vagas”, diz ele.

Construção civil

Apesar do grande número de obras espalhadas pela cidade, o setor de construção civil foi responsável pelo desaparecimento de 2.039 postos de serviços. Em seis meses foram 4.824 contratações contra 6.863 demissões. Já no primeiro semestre de 2010, a construção civil registrou 5.280 admissões e 5.180 demissões. O saldo final do período ficou, então, positivo em 100 vagas criadas. “Acredito que isto esteja relacionado ao grande volume de lançamentos que estão acontecendo atualmente”, afirma Almeida. Ele explica que muitas obras estão sendo concluídas e, com isto, a mão de obra, até então empregada, é dispensada.

A falta de profissionais qualificados é outra possibilidade levantada pelo professor. Assim, continua ele, trabalhadores da construção civil de outras cidades podem estar sendo recrutados para obras sorocabanas. “Isto é comum em casos de empreiteiras de outros lugares que estão prestando serviços por aqui”, diz. Além da construção civil, no semestre, a agropecuária, com o fechamento de 12 vagas, foi o outro setor que apresentou resultados negativos. Foram 113 admissões e 125 desligamentos. No ranking estadual, considerando apenas o desempenho dos municípios durante o mês de junho, a cidade de Sorocaba ocupa a 43ª colocação.

Serviços e indústria lideram

Entre os resultados positivos, o destaque no semestre fica por conta do setor de prestação de serviços. Na liderança do ranking de abertura de vagas, a prestação de serviços fechou o semestre com 23.532 contratações e 20.510 desligamentos. No final do período o segmento somou 3.022 novas vagas. Na indústria de transformação foram criadas 2.794 postos de trabalho. Saldo que é resultado de 13.419 admissões e 10.625 demissões.

Almeida destaca a chegada de diversas indústrias na cidade o que, para ele, justifica este cenário. O economista lembra que a terceirização é uma realidade dentro das indústrias e, por isto, acredita que os dois resultados – tanto do setor de serviços como da indústria de transformação – estão intimamente ligados. Para os próximos meses, a expectativa do professor é que o quadro da geração de empregos continue tendo desempenho semelhante na cidade.

Fonte: Cruzeiro do Sul

20 de julho de 2011 por antena1

PAT oferece 79 vagas de emprego

O Posto de Atendimento ao Trabalhador de Porto Feliz está nesta semana com oferta de 79 vagas de emprego em 24 funções. PAT de Porto Feliz oferece 79 vagas de emprego

As vagas são para Analista de Laboratório (1 vaga / técnico em química / trabalhar em Rafard), Eletricista (1 vaga / experiência / manutenção em geral / trabalhar na usina em Rafard), Soldador (1 vaga / com experiência / trabalhar na usina em Rafard), Mecânico de Manutenção Automotiva (1 vaga / experiência / trabalhar na usina em Rafard), Operador de Máquinas Pesadas (1 vaga / com experiência com trator / retroescavadeira / trabalhar na usina em Rafard), Eletricista de ônibus (1 vaga / com experiência), Funileiro (1 vaga / com experiência), Instalador de Esquadrias de Alumínio (4 vagas / com experiência), Servente (4 vagas / com experiência), Representante Comercial (1 vaga / com condução própria / vendas na região / área de alimentos), Auxiliar de Loja (1 vaga / habilitação “B”, 2º grau completo), Vendedora (or) (1 vaga / acima de 18 anos / 2º grau completo / informática), Motorista Carreteiro (3 vagas / habilitação “E”), Auxiliar de Produção (Elmas Chips / 15 vagas / feminino / ensino fundamental completo), Telemarketing (15 vagas / ensino médio completo / informática), Ajudante Geral Frango Oeste (10 vagas / trabalhar empresa em Tietê / masculino), Pedreiro (5 vagas / com experiência), Cozinheira (2 vagas / experiência), Jardineiro (1 vaga / experiência), Empregada Doméstica (2 vagas / com experiência e referência), Cuidar de Idoso (1 vaga / disponibilidade de morar em sítio), Líder de Produção (1 vaga / experiência em confecção), Costureira (2 vagas / experiência com overloque reta), Ajudante Geral (4 vagas / masculino / com experiência).

Ao comparecer ao PAT leve sempre carteira de trabalho, RG e CPF. O posto fica no Paço Municipal, na Rua Ademar de Barros, 340, Centro. Mais informações pelo telefone 3262-1206.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

8 de julho de 2011 por antena1

Profissionais qualificados reclamam de falta de emprego formal

Se, por um lado, o mercado está em expansão e as empresas reclamam de um “apagão de mão de obra”, por outro, há muita gente qualificada reclamando que não encontra emprego formal. Segundo pesquisas, as empresas estão investindo e aumentando a sua capacidade de produção, no entanto, no momento em que vão ao mercado para suprir a necessidade de pessoal encontram grande dificuldade. Essa falta de mão-de-obra é observada em todos os níveis de atuação, desde cargos mais altos até os técnicos.  Em Sorocaba, nos últimos meses, foram anunciados milhares de reais em investimentos e criação de vagas de emprego com a vinda de novas empresas. O bom momento também é refletido pelos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que constatou que o índice de desemprego na cidade é de apenas de 5%, enquanto que nas regiões metropolitanas do país o número é de 6,4%.

Mas as boas notícias ainda não chegaram, por exemplo, até Rafael Aparecido Pires, que se formou em engenharia mecatrônica há quase dois anos e ainda continua em busca de um lugar ao sol. “As empresas de RH vivem dizendo que falta engenheiro na região, mas isso não é verdade. Há pessoas formadas sim e o que falta são oportunidades”, comenta Rafael, que também reclama do fato de as empresas não oferecerem oportunidades para quem ainda não possui experiência. “Não tem como ter experiência na função sem a primeira oportunidade. Outro problema é que não há tantas vagas como estão anunciando. Entrei em vários sites de empresas de RH e não encontrei oportunidades para engenheiros da minha área”, aponta.

Apesar das negativas, Rafael segue na busca por uma colocação no mercado de trabalho. “Estou cadastrados em vários sites de RH, mas até agora só recebi uma proposta de emprego que não é na minha área de formação. Também participei de um concurso de uma vaga para trainee e consegui chegar até a quarta fase das cinco exigidas para ser selecionado. Faço curso de inglês em nível avançado e sigo sonhando com a primeira vaga. Já pleiteei vagas em mais de dez empresas da região e não tive retorno algum. Acho que as empresas deveriam analisar o currículo do recém-formado, levando em consideração o que ele fez antes de se formar”, sugere.

Formada desde 2006 em Publicidade e Propaganda com ênfase em Marketing, em uma renomada instituição de ensino superior da cidade, Sandra Nunes da Silva nunca conseguiu trabalhar na sua área. Ela conta que participou de várias entrevistas e nunca foi chamada. Por essa razão, decidiu buscar emprego no setor administrativo de uma grande empresa local. Trabalhou por 4 anos e no meio do ano passado desligou-se da empresa. Desde então, não consegue colocação nem na área de marketing e publicidade e nem na administrativa. “Está muito complicado. E não sou apenas eu que estou encontrando dificuldade. Vários amigos de faculdade estão na mesma situação”, comenta Sandra.
Por conta das dificuldades, a publicitária já definiu como recomeçar a vida profissional. “Eu me arrependo de ter feito a opção que fiz e também culpo a faculdade por não ter nos preparado para o mercado. Agora, foi reiniciar com um curso técnico na área de saúde. Vou fazer enfermagem”, declarou Sandra, que está com 28 anos e há 10 meses desempregada.

Mudança de área

Cansada de insistir na profissão que escolheu, a odontologia, Lia Cremonini Guimarães optou por ser bancária. Antes disso, ela trabalhou por 13 anos como dentista, mas não conseguiu obter a segurança financeira que almejava. “Trabalhando no consultório eu não sabia o quanto iria ganhar e também enfrentava muita concorrência desleal. Tentei vários concursos em prefeituras, mas também é muito difícil conquistar uma vaga. Foi então que decidi virar bancária e recomeçar minha vida profissional”, relata Lia, que já trabalha há uma década na Caixa Econômica Federal. Atualmente, está em agência em Mairinque. “Inicialmente foi muito difícil deixar minha profissão, mas não tive alternativa. Hoje sou muito feliz com meu trabalho e me sinto recompensado por isso”, conclui.

Fonte: Cruzeiro do Sul

4 de julho de 2011 por antena1

Cidades da região puxam alta das contratações no mês de maio

O relatório do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontou que nas 17 cidades da área de circulação do jornal Cruzeiro do Sul houve crescimento de 14,5% na geração de empregos formais no mês de maio. A variação em relação ao mês anterior representa um acréscimo de aproximadamente 2.648 postos de trabalho. Nos primeiros meses de 2011, os dados do Caged apresentam um acumulado de 11%, que equivale a 10.783 novas vagas. Nos últimos 12 meses, o registro é de 11,5%, que corresponde a 23.977 empregos formais gerados.

No mês de maio, o município que mais se destacou foi Itapetininga, que somou 2.673 trabalhadores admitidos e 1.515 demitidos, gerando um saldo positivo de 1.158 empregos. A agropecuaria foi o setor que mais empregou em maio em Itapetiniga. O aumento de empregos formais neste setor foi de 13,97% com saldo positivo de 1.027 novos postos de trabalho. O aumento do número de empregos no município também foi influenciado pelo comércio e construção civil. Nestes dois segmentos o aumento foi de 3,08%.

Boituva também contribuiu para o crescimento do número de empregos na região em maio. Enquanto 1.233 foram contratados, 695 perderam seus empregos, totalizando a criação de 538 novos empregos formais. Como ocorreu em Itapetininga, a agropecuária alavancou o crescimento com 376 contratações e 33 desligamentos, resultando em 343 vagas geradas.

Maiores baixas

Em maio, o relatório do Caged indica que Tatuí, Salto de Pirapora e São Roque demitiram mais do que contrataram. Em Tatuí, o saldo negativo foi de 0,61% com 1.172 contratações e 1.336 demissões. O vilões foram os setores de prestação de serviços e indústria de transformação. Juntos, os dois segmentos demitiram 858 pessoas e contrataram apenas 644.

Em São Roque, foram admitidos 803 trabalhadores e desligados 847 — a variação negativa foi de 0,26%. Já em Salto de Pirapora, a retração foi de 0,63% por conta de 176 contratações e 204 demissões.

Fonte: Cruzeiro do Sul

27 de junho de 2011 por antena1

Geração de emprego desacelera no mês de maio, em Sorocaba

criação de empregos em Sorocaba, durante o mês de maio e em comparação com o mesmo período do ano passado, sofreu queda de 65,35%. Dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) mostram que a cidade, em maio, viu surgir 519 novos postos de trabalho. No mesmo período de 2010, foram criadas 4.198 vagas na cidade. O comportamento no acumulado do ano (janeiro a maio) também sofreu retração quando comparado com os primeiros cinco meses de 2010. O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do ministério mostra que o desempenho caiu de 6.024 para 4.198 oportunidades criadas em cinco meses.

Este cenário, para o economista e professor da Faculdade de Engenharia de Sorocaba (Facens), Geraldo Almeida, indica uma desaceleração na criação de empregos formais, ou seja, com carteira assinada. Almeida lembra que em 2010 o mercado se recuperava da última crise na economia que causou solavancos no mundo inteiro durante os anos de 2008 e 2009. “Além dos empregos perdidos em 2009 houve também um crescimento normal, por isto, os números foram tão expressivos no ano passado”, pondera o especialistas. Almeida define o momento como de acomodação natural do mercado.

A Sazonalidade do mercado, independentemente do cenário econômico, para o economista e professor da Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação (Esamc), Alexander Itria, também teve um peso relevante no resultado final. Itria lembra que de dezembro a março o mercado consumidor como um todo enfrenta um aquecimento que reflete no índice de contratações. Passadas as festas de final de ano e datas comerciais como Dia das Mães e Dia dos Namorados, as empresas começam a fazer um ajuste natural, o que provoca uma natural desaceleração na criação de empregos.

Serviço, indústria e construção civil

No mês de maio o destaque na abertura de vagas ficou para os setores de prestação de serviços e a indústria de transformação. “Essas são áreas muito ligadas”, justifica Almeida. O Caged – que leva em consideração os empregos com carteira assinada – mostra que a prestação de serviços, em Sorocaba registrou 3.996 contratações, contra 3.544 demissões, resultando na criação de 452 novos postos de serviços. Com relação às indústrias, o saldo positivo foi de 450 novas vagas, sendo 2.369 admissões e 1.919 desligamentos. “Um setor puxa o outro. Na indústria temos muitas áreas, como portaria, segurança e transporte, que funcionam perfeitamente com a terceirização”, pondera o professor da Facens.

A construção civil – que em abril fechou 1.581 empregos e puxou Sorocaba para última colocação no ranking estadual de criação de vagas – em maio, fechou mais 592 postos de trabalho. Foram 668 contratações e 1.260 demissões. Os números da construção civil causam estranhamento pois Sorocaba atravessa um momento de grandes construções como da fábrica de automóveis Toyota e o próprio Parque Tecnológico, que é uma obra pública. Por conta deste perfil de grandes obras, Itria arrisca que este cenário na construção seja resultado de terceirizações e contratações em outros municípios.

“Sorocaba está com um mercado aquecido. Sabemos de pessoas que não conseguem pedreiros por conta da demanda”, pondera ele. Além disto, a cidade conta com fiscalização razoável no setor. “O empresário então vai procurar uma cidade em que esta mão-de-obra não esteja tão valorizada e seja mais barata a contratação”, diz ele.

Medidas governamentais

O governo brasileiro há vários meses vem sinalizando o desejo de provocar um desaquecimento econômico. A alta na taxa Selic de 0,25% elevando-a para 12,25% ao ano é um dos indicadores que mostram esta pretensão. Além disto, a menor oferta de crédito e a oscilação cambial, contribuem para a retração no ritmo de criação de empregos formais. Almeida comenta que o Brasil não tem grande capacidade de crescimento sem que se tenha a inflação como efeito colateral. “As medidas do governo para segurar o consumo e, consequentemente, a inflação, refletem no nível de criação de empregos”, pondera ele.

Argumento semelhante é usado por Alexander Itria, economista da Esamc para justificar a queda de mais de 65% no índice de abertura de novas vagas em Sorocaba. O professor cita ainda a variação cambial no mercado nacional. “Não é necessariamente a desvalorização do dólar e sim a oscilação da moeda que junto com a alta nos juros provoca insegurança entre os empresários”, diz Itria. Com o cenário atual, completa ele, a tendência é que diminuam os investimentos produtivos, o que reflete diretamente no número de novos empregos criados.

Fonte: Cruzeiro do Sul

21 de junho de 2011 por antena1

Sorocaba é o paraíso do emprego

“Arrumar emprego em Sorocaba hoje é facinho, facinho. Só está sem fazer nada quem quer.”

É com essa frase que o líder de logística Wolney do Carmo Paiva, 28 anos, define o quanto é bom morar e trabalhar no município.

Ele garante que três meses foi o máximo de tempo que ele ficou desempregado em Sorocaba. “Eu trabalhei três anos em uma empresa e fui dispensado. Porém, é só vir até alguma agência de recursos humanos do Centro que consigo me recolocar rapidamente no mercado”, aponta.

O único ponto falho, segundo o líder de logística, é a rotatividade do setor. “Existem empresas sérias que assinam contrato longos com os funcionários, assim como existem as que te mandam embora após um mês de trabalho.”

Ele, no entanto, ressalta que o sorocabano não tem porque reclamar de falta de emprego. “Pode ver no mural de vagas . Eles aceitam desde quem cursa o primeiro grau, até quem já se formou no curso superior”, exemplifica.

No primeiro dia / O metalúrgico Lucas de Camargo, 19, chegou sexta-feira no início da manhã a uma agência de RH de Sorocaba e, até a hora do almoço, tinha não somente entregado o currículo  como também sido submetido a uma entrevista de emprego.

Lucas não se surpreendeu com a rapidez, já que, segundo ele próprio, o trabalho em Sorocaba é abundante, principalmente no setor industrial. “Nessa área você não fica desempregado, você fica ‘livre’. As indústrias precisam de pessoas experientes na função, o que faz com que a contratação seja a mais rápida possível.”

Ele, porém, ao invés de se acostumar com a rotatividade, garante que está fazendo pelo menos dois cursos de especialização para se manter e crescer dentro da empresa. “Temos que aproveitar o bom momento pelo qual município passa.”

Seguro desemprego / A operadora de caixa Michele de Fátima dos Santos, 24, ficou parada durante seis meses após a sua demissão.

O motivo, porém, não foi a falta de emprego no mercado, mas sim o tempo em que ela pode ficar em casa recebendo o seguro desemprego. “Agora estou atrás de uma vaga e tenho certeza que a encontrarei logo”, afirma.

A operadora afirma que o tempo parado serviu de descanso e reflexão sobre qual profissão poderia seguir daqui para frente. O intervalo dentro de casa, porém, já foi maior, chegando a 10 meses. “Hoje, quem mora em Sorocaba tem a certeza de que conseguirá um bom trabalho rápido. Talvez por isso as pessoas às vezes se acomodem”, explica.

Prazo de 2 meses/ A gerente de recursos humanos da empresa Global, Aline Fernandes, garante que a média para uma pessoa que já estava no mercado voltar a trabalhar é de apenas dois meses. “Às vezes conseguimos a recolocação muito antes. Depende muito da situação do candidato.”

De acordo com a gerente, a situação fica um pouco mais difícil quando a pessoa está afastada há muito tempo. “São casos em que o candidato fica desempregado e opta pela informalidade. Um tempo depois ele quer se recolocar na antiga função, mas está defasado em relação à concorrência.”

Mesmo em casos extremos como esse, segundo Aline, a recolocação no mercado é questão de tempo.

“O mercado de trabalho em Sorocaba está mais do que aquecido hoje. A rotatividade que temos registrada na empresa é um bom exemplo disso”, finaliza.

Janeiro é o mês de maior procura
Segundo as agências de recursos humanos,  o mês de janeiro é o de maior procura por pessoas atrás de um emprego. A média é de 16 mil candidatos.

Agências somam até 60 mil currículos
Algumas agências chegam a somar 60 mil currículos em seu banco de dados. Muitas pessoas deixam currículos mesmo estando empregadas, buscando uma recolocação profissional.

Melhor  que a Europa
Sorocaba tem 5% da população economicamente ativa desempregada. Menos que a média nacional e inferior ao obtido por países europeus  como a Espanha, que tem 20%

Os números divulgados pelo Ciesp (Centro da Indústria do Estado de São Paulo) e pelo Ministério do Trabalho ratificam a percepção popular de que Sorocaba é hoje uma terra de oportunidades.
Nos últimos 12 meses o município gerou, somente nos setores de comércio, indústria e serviços, 14.233 novas vagas. O equivalente a 1.186 vagas por mês ou, ainda, cerca de 40 vagas por dia.

Esse bom momento faz com que o município registre 5% de desemprego, ficando abaixo da média nacional, que é de 6,4%, como também da média de países da Europa, onde o índice oscila em cerca de 20%.

A maré empregadora parece estar longe de ter fim. Na última semana o prefeito Vitor Lippi anunciou a chegada do programa “Via Rápida para o Emprego” a Sorocaba.

Realizado em parceria com o Centro de Paula Souza, o programa promoverá cursos rápidos, de 80 horas a 300 horas, para qualificar e disponibilizar mão de obra para o mercado.

As aulas serão ministradas no histórico prédio que fazia parte da Estrada de Ferro Sorocabana, cedido à prefeitura pelo Governo Federal.

De acordo com a diretora superintendente do Centro de Paula Souza, Laura Laganá, em um primeiro momento os cursos serão destinados para as áreas da construção civil, automobilística e hospitalar.

Já o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Paulo Alexandre Barbosa, afirma que o participante do programa que comprovar que está desempregado, receberá, além do treinamento que é gratuito, uma bolsa de aproximadamente R$ 330 para frequentar o curso.

O Via Rápida deve começar a operar na cidade no segundo semestre, com 300 vagas para qualificação. O programa contará com o apoio futuro do Sistema S (Senai e Sesi). As aulas, se antecipadas, poderão ter início em salas do próprio Senai, no bairro de Santa Rosália.

Parque tecnológico / Para o segundo vice-diretor do Ciesp, Erly Syllos, o programa atenderá principalmente à constante demanda por mão de obra da indústria, um dos setores mais carentes. “Hoje temos pessoas desempregadas que, se bem orientadas, conseguem uma vaga em qualquer indústria. O Via Rápida combate a informalidade.”

O diretor ainda lembra que não só a Toyota, Parque de Fornecedores e Parque Tecnológico precisam de mão de obra especializada. “Temos o desenvolvimento e expansão de empresas que já estão em Sorocaba e contratando, como o Tecsis, a Metso e a ZF.”

COMÉRCIO / Para o relações-públicas da Associação Comercial de Sorocaba, Hudson Pessini, o Via Rápida servirá para quebrar uma etapa na contratação de funcionários. “Teremos mão de obra especializada, pronta para o trabalho. O que faz queimarmos fases de treinamento do funcionário dentro da loja”, diz.

Fonte: Cruzeiro do Sul

13 de junho de 2011 por antena1

Sobram 12, 8 mil vagas no estado para inexperientes

Uma das maiores reclamações de quem está procurando emprego, principalmente dos jovens, é a exigência excessiva de experiência.  Mas há uma boa notícia atualmente: sobram vagas para pessoas sem experiência no estado de São Paulo.

Um levantamento da Sert (Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho) mostrou que há,  em todo estado, 12.812 vagas de trabalho, em diversos setores, para pessoas sem experiência.

Os interessados podem se inscrever no Emprega São Paulo, sistema online e gratuito de intermediação de mão de obra. As maiores ofertas são para operador de caixa, repositor de mercadorias, conferente de serviços bancários, operador de telemarketing, comerciante varejista e auxiliar nos serviços de alimentação.

Preparação /Quem está procurando emprego sem possuir experiência tem duas opções gratuitas  principais para se preparar no estado de São Paulo.

Segundo a assessoria de imprensa da Sert, o programa Time do Emprego é direcionado para maiores de 16 anos  ou jovens em busca do primeiro emprego. Os candidatos recebem orientações como a elaboração de currículo e a preparação para entrevistas de emprego.

O outro é o PEQ (Programa Estadual de Qualificação Profissional) que oferece qualificação profissional em áreas como comércio, indústria, construção civil, turismo, administração, atendimento e informática. Para entrar nos dois programas o interessado deve comparecer a um PAT (Posto de Atendimento ao Trabalhador).

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Neste ano, o salário médio de admitidos no estado é de R$ 1.013

No Interior, São José dos Campos (R$ 951) e Campinas (R$ 950) têm a maior média

Candidato deve ser o mais direto possível
O primeiro passo para conseguir um emprego costuma ser o currículo. O gerente sênior da divisão de recrutamento temporário da empresa  multinacional de recrutamento Robert Half, Sócrates Melo, orienta que o candidato deve ser o “mais direto possível, e não colocar informações desnecessárias e exageradas”. Hoje também as redes sociais já são avaliadas em uma seleção, portanto o candidato deve “manter uma postura profissional também na internet, sem divergências com o currículo”.  Numa entrevista, vista-se adequadamente, seja calmo e confiante.

Sobram 12, 8 mil vagas no estado para inexperientes

10 de junho de 2011 por antena1

Projeto de Lippi cria 662 vagas na Prefeitura

O prefeito Vitor Lippi (PSDB) vai criar 662 vagas no quadro do funcionalismo público municipal de Sorocaba, todas para provimento por meio de concurso público. Muitas das vagas serão preenchidas por pessoas já aprovadas em concurso realizado anteriormente. Para alguns cargos, novo concurso será agendado. Dessas novas vagas, 562 serão destinadas ao quadro permanente da Prefeitura de Sorocaba e do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae). As outras 100 vagas serão de agentes comunitários de saúde, empregos públicos criados para atuação no programa Saúde da Família, sem estabilidade e que terão como uma de suas atribuições à prevenção e o controle da dengue. As sessões extraordinárias para aprovação destes dois projetos de lei, de autoria do Executivo, acontecem segunda-feira, às 10h, na Câmara de Vereadores de Sorocaba.

Na mesma sessão, agendada pelo presidente do Legislativo, Marinho Marte (PPS), será votado ainda o reajuste anual de 41,2% a Guarda Civil Municipal de Sorocaba, que faz parte do projeto de lei de readequação dos cargos, da classe de vencimentos e da gratificação da categoria. Outras três matérias, todas de autoria do Executivo, vão entrar na pauta de discussão das extraordinárias. São elas: a alteração no Estatuto do Servidores Públicos Municipais, revogação de uma lei sobre a criação de incentivos para instalação de empresas industriais ou comerciais na cidade e convênio entre o município e a Associação de Formação e Reeducação Lua Nova.

O projeto de lei 203/2011 cria e amplia cargos do Quadro Permanente da Administração Direta e Autárquica. No quadro permanente da Prefeitura de Sorocaba serão criados 349 novos cargos, são eles: 3 agentes de fiscalização, 15 agentes sanitários, 10 agentes sociais, 9 arquitetos, 100 auxiliar de administração, 4 biólogos, 2 biomédicos, 1 engenheiro agrônomo, 15 engenheiros civis, 3 engenheiros eletricistas, 8 operadores de máquinas, 5 supervisores de ensino, 7 técnicos agrícolas, 100 técnicos de controle administrativos, 50 técnicos de enfermagem, 8 técnicos de esporte, 4 técnicos de laboratório de análise clínicas e 5 terapeutas ocupacionais.

Na mensagem do projeto, o prefeito Vitor Lippi explicou que o projeto visa a ampliação de cargos em suas quantidades, devido o crescimento da demanda em cada área. “Tais providências decorrem não só das necessidades do presente, como também daquelas que certamente estarão presentes em um futuro próximo, decorrentes do grande crescimento populacional do município, ainda valorizando os servidores de carreira que ingressaram através de concurso público”, enfatizou Lippi.

Já no quadro permanente do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) serão criados 213 novos empregos. Entre eles, estão as seguintes funções: 133 ajudante de serviços, 1 analista de sistemas, 6 eletricista, 55 encanador, 2 engenheiro de saneamento, 5 pedreiro, 3 técnico eletrotécnica, 3 técnico mecânica, 1 médico e 4 técnico de segurança do trabalho. Recentemente, o diretor geral do Saae, Geraldo Caiuby, reclamou publicamente da quantidade insuficiente de funcionários na autarquia, diante do crescimento da demanda de trabalho na cidade. Havia inúmeras reclamações, inclusive algumas publicadas no Cruzeiro do Sul, sobre atraso para atendimento de manutenção de vazamentos nas redes de água e esgoto.

O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Sorocaba, Sérgio Ponciano, disse que esse projeto de lei faz parte de um processo, de substituição do trabalho terceirizado pela contratação de servidores públicos municipais efetivos, que ocorre desde de 2005. Ele disse ainda que essas vagas não serão preenchidas de imediato e serão ocupadas nos próximos 3 a 4 anos, informações obtidas em reuniões com a secretária de Gestão de Pessoas, Silvana Maria Siniscalco Duarte Chinelatto.

Ponciano afirmou também que essas vagas foram criadas agora, diante do empecilho do artigo 73 da lei eleitoral 9504, proibindo o agentes públicos de contratar funcionários nos três últimos meses que antecedem à eleição. “O Lippi criou agora porque não pode contratar ninguém no ano que vem, por causa da eleição.” O presidente do sindicato enfatizou ainda que o projeto vai dar um reajuste salarial aos 150 ajudantes gerais (operacional) da Prefeitura de Sorocaba, o mesmo dado no ano passado os trabalhadores, que exercem a mesma função, no Saae. Segundo Ponciano, esses funcionários públicos ganhavam R$ 748,8 e irão receber R$ 907,05, aumento de 21,1%.

Em nota, a Secretaria de Gestão de Pessoas (Segep) informou que parte destes cargos já há lista de concurso em vigência, mas as nomeações vão ocorrer quando existir necessidade em cada secretaria. Quanto as demais funções, os concursos serão realizados na medida de necessidade. Segundo a nota, por se tratar de programação a longo prazo, as novas funções não vão gerar impacto em folha para este exercício.

Agentes comunitários

Numa das sessões extraordinárias ainda será votado o projeto 206/2011, que vai criar 100 empregos públicos de agente comunitário de saúde. De acordo com o artigo 4º da lei, o exercício da atividade e as regras para rescisão contratual do agente comunitário de saúde são previstos pela Lei Federal nº. 11.350/2006.  O artigo 6º deste lei diz o seguinte: o agente comunitário de saúde deve residir na área da comunidade em que atuar e ter concluído o ensino fundamental.

O salário será de R$ 872 para carga horária de 40 horas semanais. Dentro de suas funções, aponta descrição contida no projeto de lei, estão o desenvolvimento de ações que busquem a integração entre a equipe de saúde e a população adstrita a Unidade Básica de Saúde do bairro. Outra atuação será em relação à prevenção e ao controle da dengue e malária.

Na sua justificativa, o prefeito Vitor Lippi indicou que o município irá ganhar com o trabalho do agente comunitário de saúde, já que ganhará um relacionamento mais íntimo com a população local e um atendimento mais humanizado. Apesar de ser criado por intermédio de concurso público, o cargo não tem estabilidade, já que poderá romper o contrato nas seguintes situações: prática de falta grave; acumulação ilegal de cargos, empregos ou funções públicas; necessidade de redução de quadro de pessoal, por excesso de despesa e insuficiência de desempenho.

Vale destacar que Sorocaba está em alerta diante o surto de dengue, 1241 casos até sexta-feira passada. Segundo o Ministério da Saúde, Sorocaba entrará no estágio de epidemia quando atingir 1740 casos. Uma menina de 17 anos morreu na cidade em decorrência da doença.

Fonte: Cruzeiro do Sul

13 de maio de 2011 por antena1

Região de Sorocaba cria cerca de 50 postos de trabalho na indústria em fevereiro

O nível de emprego industrial na região de Sorocaba – composta por 47 municípios – apresentou resultado praticamente estável em fevereiro de 2011. A variação ficou em 0,06%, o que significou um pequeno acréscimo de aproximadamente 50 postos de trabalho. Os dados foram apresentados pelo Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) nesta terça-feira.

Em 2011, o nível de emprego tem um acumulado de 0,74%, representando um acréscimo de aproximadamente 750 postos de trabalho. Nos últimos 12 meses, foram criados aproximadamente 6,5 mil postos de trabalho, um aumento de 6,55%.

O índice do nível de emprego industrial na região foi influenciado pelas variações positivas dos setores de Máquinas e Equipamentos (2,67%) e Metalurgia (0,65%), que são setores que mais influenciam o cálculo do índice total na região. O resultado só não foi melhor devido as variações negativas dos setores de Veículos Automotores e Autopeças (-0,14%), Produtos Alimentícios (-0,11%) e Produtos de Borracha e de Material Plástico (-0,05%), que também influenciam o cálculo do índice.

Quando comparados os meses de fevereiro dos anos de 2010 e 2011, temos um cenário melhor, pois em fevereiro de 2010 o resultado foi negativo em -0,41%.

Fonte: Bom Dia

16 de março de 2011 por antena1

70 mil pessoas devem conseguir vaga temporária

A produção e venda de ovos de Páscoa e outras guloseimas de chocolate deve empregar 70 mil trabalhadores temporários em todo o país. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem) a indústria será responsável por criar 60% do total de vagas temporárias do período. Os outros 40%, afirma a entidade, serão oportunidade criadas pelo comércio. Em Sorocaba a maior parte das contratações é feita por meio de agências de empregos.

A diretora comercial da RH Brasil, Daniele Rodrigues, comenta que entre fevereiro e março são contratados funcionários para a fabricação dos ovos e outros produtos para a Páscoa. Em um segundo momento a demanda por temporários se concentra no comércio e há procura por vendedores e promotores de venda. Para este ano o setor espera alta de mais de 10% nas vendas. Daniele comenta que os interessados em conseguir um trabalho temporário ainda para esta Páscoa, agora, devem focar-se no comércio.

O diretor de Relações Públicas da Associação Comercial de Sorocaba (Acso), Hudson Pessini, afirma que a Páscoa é a primeira data comercial do ano. “A contratação em si não é muito significativa pois é um comércio setorizado e quem contrata mais são as lojas especializadas”, diz Pessini. De forma indireta, a data beneficia o comércio pois leva mais consumidores às ruas. “É nesta hora que o consumidor vai tentar seduzir o comprador. Podemos dizer que o ano começou agora para o comércio”, brinca o diretor. O início da movimentação comercial é também um preparativo para datas mais expressivas em volume de vendas como o Dia das Mães e Dia dos Namorados. “Acredito que o comércio local deve empregar cerca de 100 pessoas em caráter temporário”, comenta Pessini. Além do ramo de chocolates, pessoas com experiência em embalagens são demandados no setor de vendas.

Entre R$ 600 e R$ 1,5 mil

Um levantamento publicado pela Asserttem mostra que a Páscoa cria oportunidades para auxiliar de produção, auxiliar de expedição, motorista, entregador, auxiliar de cozinha, promotor de venda, estoquista e operador de empilhadeira. Têm mais chances os candidatos acima de 18 anos, com ensino médio completo e facilidade para trabalhar em grupo. Experiência anterior pode ser um diferencial, mas não é garantia de emprego. Homens deverão representar 55% dos contratos. A remuneração ficará entre R$ 600 e R$ 1,5 mil.

No comércio, as vagas que devem surgir são para balconista, vendedor, degustador, demonstrador e repositor. A entidade aponta que serão mais requisitadas as pessoas na faixa etária entre 18 e 30 anos, com ensino médio completo, criatividade, organização e bom relacionamento com o público. Ao contrário da expectativa da indústria, no comércio, mulheres devem ficar com 55% das vagas. Experiência anterior não é pré-requisito. A remuneração deverá variar entre R$ 600 e R$ 900.

Na fábrica, aumento de 10%

Em São Roque, a fábrica dos chocolates de marca Hershey”s espera aumento de 12% nas vendas desta Páscoa. Para atender a demanda, o produção também foi aumentada em 12%, informa a gerente de marketing da fábrica, Renata Vieira. Ela explica que a empresa Pandurata é responsável pelas marcas Bauducco, Visconti e Hershey”s e, em todo país, contratou mil temporários. Esses funcionários, segundo ela, foram contratados para trabalhar em todas as áreas da produção e na operação em pontos de venda durante o período da Páscoa.

Renata afirma que a empresa registrou aumento de 10% nas contratações em relação ao mesmo período em 2010, sendo este fato atribuído ao desenvolvimento natural do mercado e do volume comercializado pela empresa nos últimos anos, especialmente com a entrada de novos consumidores das classes C e D.

Para acompanhar o pique da produção de páscoa, os funcionários temporários passam por um intenso treinamento antes de entrar na linha de produção. Durante todo o tempo, os temporários são supervisionados e as chances de contratação existem. “O desempenho dos temporários é sempre avaliado e existe a possibilidade de contratação de acordo com a necessidade das unidades em suas linhas de produção”, afirma Renata. A produção de chocolate em São Roque é distribuída para todo o Brasil e exportada para alguns países da América Latina.

5 mil ovos por dia

Instalada em um terreno de 26 mil metros quadrados em Porto Feliz, a Valle Nevado está produzindo 5 mil unidades de ovos de páscoa por dia. A produção anual é de aproximadamente 2.040 toneladas de chocolates e coberturas. O diretor geral da empresa, Moacir de Oliveira, sem falar em valores, adianta que a fábrica receberá investimentos para aumentar o volume da produção. A Valle Nevado, normalmente conta com 69 funcionários e recebeu mais dez pessoas como reforço. Além das dez contratações para a linha de produção a Valle Nevado trabalha no processo seletivo de outras 15 pessoas que trabalharão como promotores de vendas em lojas de doces, supermercados, varejo e atacadista.

Em 15 de março acontece o Salão de Páscoa, tradicional evento organizado pela Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab). O evento tem como objetivo apresentar as principais novidades dos fabricantes, produzidas especialmente para a ocasião.

Fonte: Cruzeiro do Sul

10 de março de 2011 por antena1
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