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IBGE: desemprego segue estável em 6%

A taxa de desemprego apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nas seis principais regiões metropolitanas do País ficou estável em 6,0% em agosto, no mesmo nível registrado em julho. O resultado ficou dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pela Agência Estado, que iam de 5,9% a 6,2%, e ligeiramente abaixo da mediana, de 6,1%.

O rendimento médio real dos trabalhadores registrou variação positiva de 0,5% em agosto ante julho e aumento de 3,2% na comparação com agosto do ano passado.

O rendimento médio real habitual dos trabalhadores ocupados no País foi de R$ 1.629,40 em agosto, uma alta de 0,5% em comparação a julho, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego, divulgada pelo IBGE. Na comparação com agosto do ano passado, o poder de compra dos ocupados cresceu 3,2%.

A massa de rendimento médio real habitual dos ocupados foi de R$ 37,2 bilhões, em agosto, 1,4% acima da registrada em julho e 5 6% maior em relação a agosto de 2010. A massa de rendimento real efetivo dos ocupados ficou em R$ 36,9 bilhões em julho de 2011, um aumento de 1,4% ante o mês anterior e de 5,7% na comparação com o mesmo período de 2010. (AE)

Fonte: Cruzeiro do Sul

22 de setembro de 2011 por antena1

Desemprego fecha julho em 6%, a menor taxa para o mês desde 2002

A taxa de desemprego em julho nas seis principais regiões metropolitanas do país ficou em 6%, atingindo o menor resultado para o mês desde o início da série da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), em março de 2002. Em relação a junho (6,2%), o indicador ficou praticamente estável e, na comparação com o mesmo período de 2010 (6,9%), houve queda de 0,9 ponto percentual.

De acordo com dados divulgados hoje (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o contingente de trabalhadores desocupados totalizou 1,4 milhão de pessoas e ficou estável na passagem de um mês para o outro. Na comparação com julho do ano passado, no entanto, houve queda de 12,1%, o que significa que havia, em julho de 2011, 200 mil pessoas a menos a procura de trabalho. A população ocupada, que somou 22,5 milhões de trabalhadores, não variou em relação a junho e aumentou 2,1% ante o mesmo período do ano passado, representando um adicional de 456 mil ocupados.

O número de trabalhadores com Carteira de Trabalho assinada (10,9 milhões) registrou alta de 1,2% na comparação com junho e de 7,1% em relação a julho de 2010, com um adicional de 726 mil postos de trabalho formais.

Já o rendimento médio dos trabalhadores fechou julho com alta de 2,2% em relação a junho e atingiu R$ 1.612,90, o valor mais alto para o mês desde 2002. Na comparação com julho de 2010, houve acréscimo de 4,0%.

A PME avalia a situação do mercado de trabalho nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, de São Paulo, de Belo Horizonte, de Salvador, de Recife e de Porto Alegre.

Fonte: Bom Dia Sorocaba

26 de agosto de 2011 por antena1

Taxa de desemprego é a menor para meses de abril desde 2002

A taxa de desemprego fechou abril em 6,4%, informou hoje (26) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é o menor para um mês de abril desde o início da série de coleta de dados da Pesquisa Mensal de Emprego, em 2002.

A taxa de abril é considerada estável em relação à registrada um mês antes, que foi 6,5%. Na comparação com abril de 2010, quando o indicador ficou em 7,3%, houve diminuição de 0,9 ponto percentual.

De acordo com o levantamento, a população desocupada no país foi estimada em 1,5 milhão de pessoas e não aumentou em relação a março. Na comparação com o mesmo período de 2010, esse contingente teve queda de 10,1%, o que indica que em abril deste ano havia 173 mil pessoas a menos em busca de emprego.

A população ocupada também ficou estável na passagem de um mês para outro, totalizando 22,3 milhões de trabalhadores, e aumentou 2,3% em relação a abril de 2010. Com isso, em abril deste ano havia 492 mil pessoas a mais ocupando postos de trabalho.

O documento do IBGE aponta ainda que o rendimento médio dos trabalhadores ocupados ficou em R$ 1.540 em abril, tendo apresentado queda de 1,8% em relação a março e aumento de 1,8% na comparação com abril de 2010.

A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) avalia a situação do mercado de trabalho em seis regiões metropolitanas – Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre.

Fonte: Bom Dia Sorocaba

26 de maio de 2011 por antena1

Seguro-desemprego com trava antifraude

A ordem de reduzir despesas com gastos públicos vinda diretamente da mesa da presidente Dilma Rousseff para todos os órgãos do governo federal fez com que o Ministério do Trabalho e Emprego aumentasse o ritmo da implantação de mudanças no modelo de concessão do seguro-desemprego, que beneficia cerca de 7,4 milhões de trabalhadores demitidos sem justa causa no país.

O objetivo é combater fraudes e impedir o pagamento indevido do benefício. Suspeita-se que o seguro-desemprego, como é concedido hoje, é um alvo fácil para golpistas.

No último trimestre do ano passado, o volume de requerimentos de seguro-desemprego subiu 10,4%, na comparação com o mesmo período de 2009. No estado de São Paulo, este aumento foi maior, de 13,1%.

A preocupação do governo com as fraudes no seguro-desemprego é cada vez maior. No ano passado, a despesa com o benefício foi de R$ 18 bilhões.

O governo paga de três a cinco parcelas do seguro para quem preenche os requisitos de concessão (veja ao lado), porém, a lei prevê o corte do benefício se houver retorno ao mercado de trabalho. Na prática, no entanto, não há controle se o trabalhador está ou não empregado.

Para evitar essa distorção, o governo está implantado um portal na internet, que fará o cadastramento e a gestão do seguro-desemprego. Por meio de um cruzamento de informações com outros bancos de dados do governo, será possível a identificação e o cancelamento de pagamento irregulares.


Até o fim do ano, o cadastramento do seguro-desemprego será feito pela internet

Três chances /O Ministério do Trabalho e Emprego também prepara uma fusão do Sine (programa de oferta de vagas)  com o controle de pagamento do seguro-desemprego.

O Sine é o banco de dados que alimenta os postos de intermediação de mão de obra, como o CAT (Centro de Apoio ao Trabalhador) em São Paulo, com vagas de emprego.
O beneficiário do seguro-desemprego terá um cadastro e será informado sobre as ofertas de vagas compatíveis com o perfil dele. O desempregado terá de ir até o posto de intermediação de mão de obra para retirar o encaminhamento e concorrer à vaga.

O beneficiário do seguro-desemprego que não responder a três indicações de vagas, sem uma justificativa plausível, terá o benefício cancelado.

Segundo o Ministério do Trabalho, a vinculação do pagamento do seguro-desemprego  com a busca de uma nova colocação está prevista em lei e é adotada em outros países, como Espanha e França.

“O seguro-desemprego é um benefício de caráter alimentar e não pode ser cancelado arbitrariamente. Além disso, o Sine não é a única maneira que existe para procurar emprego”, reclama Sérgio Luiz Leite,  dirigente da Força Sindical.

Para Rodolfo Torelly, diretor de Emprego e Salário do Ministério do Trabalho, a integração do sistema vai atuar no desencontro entre oferta e procura de vagas.

14 de março de 2011 por antena1

Desemprego no Brasil sobe a 6,1% em janeiro

O desemprego brasileiro subiu para 6,1 por cento em janeiro, ante 5,3 por cento em dezembro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira. Foi o mesmo patamar registrado em outubro de 2010.

Economistas consultados pela Reuters projetavam uma taxa de 6,0 por cento.

Apesar do aumento ligeiramente maior que o esperado, foi a menor taxa para um mês de janeiro desde 2003.

A população desocupada cresceu 13,7 por cento em relação a dezembro, para 1,423 milhão de pessoas, e caiu 15,6 por cento em relação a janeiro do ano passado.

A população ocupada recuou 1,6 por cento em relação a dezembro, para 22,08 milhões de pessoas, e cresceu 2,2 por cento em relação a janeiro de 2010.

O rendimento médio real dos trabalhadores subiu 0,5 por cento no mês e 5,3 por cento no ano, a 1.538,30 reais.

Fonte: Bom Dia Sorocaba

24 de fevereiro de 2011 por antena1

Ipea lança comunicado sobre desemprego e desigualdade

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lança hoje (10) em Brasília o comunicado Desemprego e Desigualdade no Brasil Metropolitano. Será às 14h, na sede do instituto, no Edifício BNDES, Setor Bancário Sul.

O estudo aborda o tema da desigualdade no desemprego, revelando como as taxas evoluíram desde 2005 nas seis principais regiões metropolitanas do país (Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Recife), de acordo com o nível de renda dos moradores. O comunicado trata ainda da queda do desemprego e impacto no rendimento dos ocupados; da desigualdade do desemprego segundo a distribuição pessoal dos rendimentos; e da desigualdade do desemprego segundo a condição do trabalhador pobre e não pobre.

Os dados analisados são da Pesquisa Mensal de Emprego, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A apresentação será feita pelo presidente do Ipea, Marcio Pochmann.

Fonte: Bom Dia Sorocaba

10 de fevereiro de 2011 por antena1

Desemprego no Brasil fica no nível da Noruega

No embalo da forte demanda interna, que puxa a economia, regiões mais prósperas estão alcançando os níveis de desemprego mais baixos já registrados no País. A taxa de desemprego na região metropolitana de Porto Alegre em outubro caiu para 3,7%, comparável com padrões noruegueses, um dos mais baixos do mundo. Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo também se destacam pelos índices reduzidos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os indicadores excepcionais levantam questionamentos sobre a sustentação do desempenho e não escondem que o Brasil precisa avançar muito para se aproximar da realidade de países mais desenvolvidos. A queda do número de desocupados, embora positiva para o País, traz um problema: a falta de mão de obra disponível no mercado de trabalho.

Em Belo Horizonte e Porto Alegre, já há redução de pessoas ocupadas em trabalhos domésticos, atraídas para outros setores que remuneram melhor ou dão mais status social. “Quando cai a taxa de desemprego, há menos trabalhadores livres e dispostos a assumirem esses postos”, afirma Eduardo Schneider, economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudo Socioeconômico (Dieese). “Uma hipótese é que o setor comercial esteja absorvendo muita mão de obra proveniente do serviço doméstico”, diz.

Na outra ponta, muitas empresas sofrem para preencher vagas que exigem alto grau de qualificação. A dificuldade é chamada de “problema bom”, por Ladimir Carvalho, diretor executivo da Alterdata Software, que desenvolve sistemas de computador. “Há regiões em que avisamos: parem de vender, porque não temos como atender”, afirma o diretor executivo sobre a dificuldade de encontrar profissionais qualificados e disponíveis no mercado.

Menor nível

Em outubro deste ano, a taxa de desemprego apurada pelo IBGE nas seis principais regiões metropolitanas do País caiu para 6,1% (era de 6,2% em setembro), o menor nível mensal da série histórica. Para se ter uma ideia, em outubro do ano passado, a taxa havia sido de 7,5%. Em consequência, o rendimento médio real dos trabalhadores registrou variação positiva de 0,3% em outubro em relação a setembro e alta de 6,5% na comparação com outubro do ano passado, o que representou a maior variação na renda apurada pelo instituto, ante igual mês do ano anterior, desde junho de 2006.

Na média de janeiro a outubro de 2010, o rendimento médio real ficou em R$ 1.461,92, acima do mesmo período do ano passado (R$ 1.414,77). É também o maior rendimento médio real, desde o início da série da pesquisa, para esse período.

O número de ocupados nas seis principais regiões metropolitanas do País somou 22,345 milhões de pessoas em outubro de 2010, com variação positiva de 0,3% ante setembro e aumento de 3,9% ante outubro do ano passado. Já o número de desocupados (sem trabalho e procurando emprego) chegou a 1,444 milhão, com queda de 2,4% ante setembro e recuo de 17,6% comparativamente a outubro de 2009.

fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

6 de dezembro de 2010 por antena1

Desemprego de 6,2% é o menor da série histórica

O desemprego apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em setembro, de 6,2%, representou a menor taxa mensal da série histórica da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), iniciada em março de 2002. A informação foi destacada hoje pelo gerente da pesquisa, Cimar Azeredo. Segundo ele, o levantamento registrou outro recorde: em setembro, pela primeira vez na série histórica, o número de desocupados nas seis regiões ficou abaixo de 1,5 milhão de pessoas, somando 1,48 milhão.

O número de ocupados nas seis principais regiões metropolitanas do País somou 22,28 milhões de pessoas em setembro, com aumento de 0,7% ante agosto e alta de 3,5% na comparação com setembro de 2009. Já o número de desocupados, de 1,48 milhão em setembro, indicou uma queda de 7,5% ante agosto e um recuo de 17,7% em relação a setembro de 2009.

Rendimento habitual

A massa de rendimento médio real (descontada a inflação) habitual dos trabalhadores nas seis principais regiões metropolitanas do País chegou a R$ 33,8 bilhões em setembro, informou o IBGE. O resultado representa uma alta de 2,1% em relação a agosto e um aumento de 10,1% na comparação com setembro de 2009.

Já a massa de rendimento médio real efetivo somou R$ 33,5 bilhões em agosto, com alta de 2,6% em relação a julho e um aumento de 10,5% ante agosto do ano passado. A renda real efetiva sempre se refere ao mês anterior ao da taxa de desemprego.

fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

21 de outubro de 2010 por antena1

Taxa de desemprego medida pelo IBGE cai para 6,9% em julho

A taxa de desemprego em julho foi de 6,9%, a menor para este mês desde março de 2002, segundo os dados da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgados nesta quinta-feira.

Em relação a junho, quando a taxa foi de 7%, o índice de julho ficou praticamente estável, e na comparação com o mês de julho de 2009, a queda foi de 1,1 ponto percentual.

De acordo com a pesquisa do IBGE, a população desocupada, calculada em 1,6 milhão de pessoas, ficou estável em julho e recuou 11,3% na comparação anual. Já a população ocupada, estimada em 22 milhões, manteve-se estável no mês e cresceu 3,2% em relação a julho de 2009.

Os dados de julho também apontam estabilidade no número de trabalhadores com carteira de trabalho assinada (10,2 milhões), que registrou um crescimento de 5,9% em relação a julho do ano passado. O rendimento médio real dos trabalhadores em julho cresceu 2,2%, ficando em R$ 1.452,50.

Na análise das seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Porto Alegre), a variação mais significativa na taxa de desocupação foi registrada na capital pernambucana (8,6% em junho para 10% em julho).

fonte:www.redebomdia.com.br

26 de agosto de 2010 por antena1

Desemprego em junho é o menor do ano, segundo IBGE

O desemprego brasileiro diminuiu mais que o esperado em junho, registrando a menor leitura desde dezembro, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira.

A taxa caiu para 7% em junho, ante 7,5% em maio e 8,1% em junho de 2009. Economistas consultados pela Reuters projetavam uma taxa de 7,3%, de acordo com a mediana de 10 respostas que variaram de 7,1 a 7,5%.

A população ocupada somou 21,878 milhões em junho, número estável na comparação com maio e apresentando alta de 3,5% sobre igual mês de 2009.

O número de trabalhadores desocupados totalizou 1,647 milhão, queda de 6,6% mês a mês e recuo de 11,8% ano a ano.

O rendimento do trabalhador somou R$ 1,423 mil em junho, elevação de 0,5% ante maio e de 3,4% na comparação com o ano passado.

Fonte:www.redebomdia.com.br

22 de julho de 2010 por antena1
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