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Governo Chávez assume 20% das ações da Globovisión

O governo de Hugo Chávez assumiu o controle de 20% das ações do canal de notícias Globovisión, a única emissora que faz oposição ao presidente. A tomada das ações ocorreu após a liquidação de uma empresa que detinha essa participação, mas a emissora afirmou hoje que esse volume de papéis não dá ao Estado poder para influenciar na administração da Globovisión.

A posse das ações pelo governo foi informada na noite de ontem pela estatal Agência Venezuelana de Notícias (AVN) logo após a liquidação da empresa Sindicato Avila, que era parte do grupo financeiro do Banco Federal, que sofreu intervenção em junho. A Sindicato Ávila tinha uma participação de 20% na Corpomedios GV Inversiones, a corporação que administra a Globovisión. Após a liquidação da Sindicato Avila, o Fundo de Garantia de Depósitos e Proteção Bancária (Fogade) “assume o controle administrativo”, informou a AVN, acrescentando que “o Estado, através do Fogade, terá o papel de acionista para receber dividendos e se apresentar na assembleia de acionistas”.

No entanto, o governo não poderá ter uma representante na direção do canal televisivo, como havia assegurado o presidente Chávez, em julho. Como explicou a AVN, os estatutos da Corpomedios GV Inversiones estabelecem que o conselho administrativo do canal é designado “pela assembleia de acionistas que é controlada por Guillermo Zuloaga (presidente da emissora) e Alberto Federico Ravell (ex-diretor do canal)”. Zuloaga tem participação majoritária de 45% das ações, Ravell tem 10% e a filha e herdeira do falecido diretor Luis Núñez controla outros 20%. As informações são da Associated Press.

fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

8 de dezembro de 2010 por antena1

Chávez declara-se novamente candidato a presidente

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, declarou-se novamente candidato para as eleições presidenciais de 2012, garantindo que “não há marcha ré” no processo que lidera há quase doze anos e reiterando que não fará nenhum pacto com opositores.

“As eleições de dezembro de 2012 estão logo ali e pode-se dizer que a campanha já começou. Vocês sabem que se Deus me der vida e saúde, serei candidato presidencial”, afirmou Chávez diante de centenas de estudantes reunidos neste domingo em um evento oficial.

“E vocês decidirão se este soldado seguirá à frente da revolução ou permitirão que a burguesia entre para arruinar com os sonhos de um povo”, continuou o presidente, no poder desde 1999.

“Eu conto com vocês e estou certo de que faremos uma grande batalha e teremos uma grande vitória nas eleições de 2012″, insistiu, advertindo que a “burguesia seguirá acariciando a ideia de desestabilizar o país”.

fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

22 de novembro de 2010 por antena1

Chávez tenta impor silêncio e medo, denuncia a SIP

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, tenta controlar as ideias e impor o silêncio na Venezuela, usando estratégias que remetem aos regimes comunistas do leste europeu e de Cuba, denunciou neste domingo (7) a Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) durante assembleia no México. “Chávez pretende controlar as ideias e impor o silêncio”, disse David Natera, presidente do Bloco de Imprensa Venezuelano, ao apresentar o relatório preliminar da SIP sobre o país na cidade mexicana de Mérida (leste).

Segundo o documento, no último ano foram registradas 113 agressões contra jornalistas na Venezuela. Natera afirmou que Chávez tem fechado e assediado os meios de comunicação, bem como expropriado várias empresas de todos os setotes, como uma “estratégia de controle social” na qual “o povo dependa exclusivamente do Estado para onter emprego e alimentos”.

“Para tentar cumprir este objetivo perverso, Chávez necessita de silêncio, silêncio da mídia e dos jornalistas. O silêncio e o medo que caracterizaram os tristes e oprimidos da Europa do Leste, da União Soviética na era comunista e atualmente na Cuba de Castro”, acrescentou. Entre as 113 agressões documentadas pela SIP, mencionou a detenção, o processo judicial e finalmente, o exílio do dono do canal de notícias Globovisión, Guillermo Zuloaga, e as sentenças de 2 anos de prisão contra pelo menos dois jornalistas, acusados de difundir “calúnias e injúrias”.

A SIP celebra sua Assembleia Geral em Mérida (leste) com a participação de diretores, editores, jornalistas, autoridades, especialistas e dos presidentes de México, Felipe Calderón; Colômbia, Juan Manuel Santos, e de Honduras, Porfirio Lobo. Neste domingo foram ouvidos os informes sobre a situação da liberdade de expressão nos países do hemisfério. Os trabalhos se encerram na terça-feira, com a leitura das conclusões e aprovação destes documentos.

fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

8 de novembro de 2010 por antena1

Chávez chega a Portugal em giro pelo exterior

 presidente da Venezuela, Hugo Chávez, desembarcou neste domingo em Portugal para a última escala de um extenso giro pelo exterior. Em Portugal, o líder venezuelano pretende assinar acordos com o governo e com empresas do país europeu.

Os convênios vão desde o investimento em fontes limpas de energia ao fornecimento de casas pré-fabricadas e navios de carga, além de 1,5 milhão de computadores portáteis de baixo custo. “Estivemos buscando oportunidade e encontrando amigos como (o primeiro-ministro de Portugal) José Sócrates”, declarou Chávez a jornalistas ao desembarcar em Lisboa.

“Ele é meu amigo e é um bom homem. Portugal passa por um momento difícil. O mundo está passando por momentos difíceis. Viemos dar nossas mãos, nosso coração a Portugal, pois não nos resta nada além de nos unirmos para enfrentar os desafios do mundo neste século que se inicia”, disse o líder venezuelano.

Em meio a críticas ao capitalismo “perverso”, Chávez afirmou que seu país continuará enviando petróleo a Portugal e que aumentará os embarques. Segundo ele, os dois países estão empenhados em “levantar o intercâmbio” comercial bilateral.

“Mais petróleo vem para Portugal, porque somos livres. Antes era só Estados Unidos, Estados Unidos, Estados Unidos. Agora é para o mundo inteiro, para nossos amigos, para os povos aliados.”

Portugal é a última escala de um giro internacional que levou Chávez a Irã, Síria, Líbia, Rússia, Bielo-Rússia e Ucrânia. As informações são da Associated Press.

fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

25 de outubro de 2010 por antena1

Espanha quer que Chávez afaste suposto agente do ETA

O governo espanhol exigiu ontem que o presidente venezuelano, Hugo Chávez, afaste Arturo Cubillas de suas funções no Ministério da Agricultura da Venezuela. Cubillas é suspeito de ligações com a organização separatista basca ETA e de atuar como uma espécie de “embaixador” do grupo na Venezuela. Uma de suas atividades seria o treinamento de terroristas, segundo as investigações feitas pela Justiça na Espanha.

O governo espanhol já disse que não acredita que o governo venezuelano dê cobertura ao grupo terrorista. Mas, para Madri, parte de aliados de Chávez seria mais radical que o próprio presidente e, portanto, poderiam ter ligações com a ETA. Segundo o jornal de Madri El País, o pedido dos espanhóis é para que Cubillas – que tem nacionalidade venezuelana e espanhola – deixe de ser o chefe de segurança do Instituto Nacional de Terras, entidade responsável pelas expropriações de fazendas na Venezuela.

A principal acusação contra Cubillas é a de ter auxiliado no que ficou conhecido como “Vacaciones borroka”. Trata-se de períodos no ano em que vários membros do ETA teriam viajado para a Venezuela para participar de cursos e treinamentos de guerrilha, ao lado de membros da Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). As informações foram passadas à Justiça por supostos terroristas presos na Espanha. Pelas investigações, Cubillas teria usado suas relações com a polícia venezuelana para garantir que seus “convidados” pudessem viajar pelo país com liberdade.

Já o governo venezuelano prometeu que investigaria Cubillas. Mas não deu nenhuma indicação de que isso significaria seu afastamento. A garantia foi dada em uma conversa telefônica mantida na quarta-feira entre o chanceler espanhol, Miguel Ángel Moratinos, e o ministro de Relações Exteriores da Venezuela, Nicolás Maduro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

8 de outubro de 2010 por antena1

Chávez promulga lei que modifica mercado de valores na Venezuela

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, promulgou nesta terça-feira (17) uma nova lei para o mercado financeiro, que proíbe as Bolsas de comercializarem títulos da dívida pública.

Essa atividade, além de operações de renda fixa e variável, será assumida pela nova Bolsa Pública de Valores, a ser lançada nas próximas semanas, segundo Chávez. O presidente disse a uma TV estatal que a nova lei irá contribuir para livrar o país da “podridão do capitalismo”.

Analistas ouvidos pela Reuters disseram no mês passado que a regra restringiria as Bolsas e corretoras ao quase inexistente mercado da dívida privada, o que pode levar ao “fechamento técnico” das quase 90 corretoras de valores venezuelanas.

Até agora, as Bolsas e corretoras podiam operar a compra e venda dos títulos da dívida pública, com os quais investidores podem obter dólares de maneira legal, em meio ao rígido controle cambial vigente desde 2003.

O governo diz que empresas privadas que enriqueceram com as enormes emissões de dívida pública dos últimos anos incorreram em crimes de lavagem de dinheiro e conspiraram para desestabilizar a “revolução socialista” de Chávez.

Cerca de 30 Bolsas e corretoras sofreram intervenções e dezenas de executivos foram presos durante o governo de Chávez.

A nova lei se soma a várias outras restrições prévias, como a que vetava a participação de intermediários num novo mecanismo do Banco Central que usa cotações dos títulos soberanos e dos papéis da estatal petroleira PDVSA para gerar um terceiro tipo de câmbio oficial.

fonte:www.redebomdia.com.br

19 de agosto de 2010 por antena1

Uribe pede a Chávez pelo Twitter que pare de insultá-lo

O ex-presidente colombiano Álvaro Uribe pediu ao seu colega venezuelano Hugo Chávez que “deixe de ser covarde lançando insultos à distância”, em uma mensagem divulgado em sua conta no Twitter. “Notifico o presidente Hugo Chávez para que deixe de ser covarde lançando insultos à distância”, declarou Álvaro Uribe em uma mensagem divulgada em sua conta no Twitter domingo à noite.

No sábado, logo depois de Uribe ter deixado a Presidência, o governante venezuelano o chamou de “lacaio do império ianque” e assegurou que, em seus oito anos de gestão, colocou a Colômbia em caminhos de “sangue” e de “guerra”. A Venezuela rompeu relações diplomáticas com a Colômbia no dia 22 de julho, depois que o governo Uribe denunciara que guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e do Exército de Libertação Nacional (ELN) encontram refúgio nesse país.

Segundo Chávez, durante seu governo, Uribe “destroçou as relações internacionais, destroçou o Direito Internacional, o respeito entre os povos, o respeito à soberania”.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

10 de agosto de 2010 por antena1

Chávez assume o controle do canal Globovisión

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, informou nesta terça-feira (20) que seu governo assumirá 45,8% das ações da emissora privada Globovisión, muito crítica ao Executivo, já que passará a deter, por diferentes meios, os títulos que estavam nas mãos de dois diretores do canal. Além disso, o presidente ameaçou revogar a concessão da emissora Vale TV, que foi entregue à Igreja venezuelana antes de sua chegada ao poder e que deve, segundo Chávez, “retornar ao povo”.

Em um ato público transmitido pela televisão, Chávez explicou que Nelson Mezerhane, presidente do Banco Federal, que em junho sofreu intervenção do governo, possui, via essa instituição, “em torno de 20% das ações da Globovisión” e, via outra empresa, outros 5,8%. “Nos próximos dias, a junta interventora do Banco Federal está obrigada a designar um representante na direção da Globovisión”, afirmou Chávez, citando alguns nomes, entre eles os diretores de dois dos programas mais importantes da TV estatal.

Além disso, “há outros 20% das ações da Globovisión que estão no ar” pertencentes a Luis Teófilo Núñez, um dos fundadores do canal, que morreu em 2007, permitindo que agora “isso passe ao Estado”. Então, “25,8% mais 20% dá 45,8%, companheiro”, comemorou o presidente entre risadas e aplausos. O restante das ações da Globovisión estão divididas entre acionistas minoritários. “Ninguém vai dizer que estamos expropriando. Não, nos estamos nos incorporando ao negócio”, completou Chávez.

Nos últimos dias, Chávez insinuou que seu governo poderá “recuperar” também as ações de Guillermo Zuloaga, presidente da Globovisión, sobre quem pesa uma ordem de prisão por crime de “usura” e se encontra fora do país. A Globovisión responde a vários processos e foi ameaçada de fechamento em diversas ocasiões pelo governo Chávez, que qualifica certos meios de comunicação de “terroristas midiáticos”. Chávez garante que tais ações não têm a ver com a linha editorial do canal crítico ao governo. Em seu discurso, o presidente venezuelano voltou a criticar a Igreja venezuelana, especialmente o arcebispo de Caracas, cardeal Jorge Urosa Savino, que lamentou recentemente o rumo que o governo está tomando.

Segundo Chávez, o ex-chefe de Estado venezuelano Rafael Caldera “violando um conjunto de procedimentos, entregou à hierarquia eclesiástica um canal de televisão”. “E agora eu digo que revisemos isto e coloquemos esse canal sob a ordem do povo, das comunidades. Que seja do povo e não do cardeal”. Em 2007, o governo venezuelano revogou a concessão da rede RCTV, uma das mais populares do país, cujos diretores foram acusados de golpistas.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

21 de julho de 2010 por antena1

Chávez põe Igreja Católica na mira após críticas ao seu governo

A Igreja Católica virou alvo de fortes ataques do presidente venezuelano, Hugo Chávez, que pediu para revisar os privilégios do Vaticano no país, tachando de “retrógrada” uma parte da entidade eclesiástica, depois que um cardeal criticou o rumo de seu governo.

 Na quarta-feira, Chávez instou seu ministro das Relações Exteriores, Nicolás Maduro, a estudar o convênio entre a Venezuela, país de maioria católica, e a Santa Sé para assegurar que a Igreja de Roma não tem “privilégios” com relação a outras igrejas, o que violaria a Constituição, segundo o presidente.

 ”Vamos estudar qual é o convênio” assinado há décadas, anunciou Chávez, pedindo para verificar se este acordo “dá à Igreja católica um privilégio sobre outras igrejas” porque “a Venezuela é um Estado secular”.

 A queda-de-braço verbal entre a Igreja e o chefe de Estado se intensificou pelas recentes declarações do cardeal venezuelano, Jorge Urosa Savino, atual arcebispo de Caracas, para quem o presidente “passa por cima da Constituição” e quer levar o país “pelo caminho do socialismo marxista, que é totalitário, e conduz a uma ditadura”.

 Suas afirmações fizeram com que Chávez o qualificasse de “troglodita” e pró-golpista e o desafiasse a demonstrar, perante um tribunal, que seu governo viola a Carta Magna.

 ”Te chamei de troglodita e volto a te chamar de troglodita”, reiterou o presidente venezuelano na quarta-feira.

 Depois, dirigindo-se também a um certo setor da Igreja, Chávez disparou: “caso não tenham entendido, são uns retrógrados (…) Deveria exortá-los a tirar a batina atrás da qual se escondem covardemente”.

 Em um comunicado, a Conferência Episcopal venezuelana mostrou interesse em “virar a página” e “depor a atitude de confronto”, ao mesmo tempo em que pediu ao governo “um entendimento apesar das diferenças de ideias”.

 Esta subida de tom entre a Igreja e o presidente venezuelano ocorre a dois meses e meio de importantes eleições legislativas, nas quais o governo quer manter a maioria na Assembleia Nacional (Parlamento unicameral).

 Chávez, que se diz católico convicto e considera Jesus Cristo o “primeiro socialista” da História, defende uma Igreja encarnada no povo e assegurou, na quarta-feira, que não considera o Papa “nenhum embaixador de Cristo na Terra”.

 ”Se, em todo caso, tivesse Cristo um embaixador, não é outro senão o povo”, desconversou.

 As declarações do presidente contra a Igreja católica venezuelana provocaram uma reação em cadeia e muitos ministros, deputados e representantes de outras instituições públicas saíram em defesa do chefe de Estado.

 Para a presidente da Assembleia Nacional, Cilia Flores, os representantes da Igreja Católica venezuelana “têm tentado ussar a fé de tantos milhões de fiéis, manipulando-os com a mentira”.

 ”Na Venezuela temos uma Igreja arrastada que não está ao lado do povo, que se opõe à revolução social, que só quer semear medo e ódio na sociedade venezuelana falando de um falso comunismo”, declarou, por sua vez, o deputado Carlos Escarrá, antes que os representantes aprovassem um documento de repúdio às declarações do cardeal Urosa.

 Para Baltasar Porras, arcebispo de Mérida (oeste) e um dos representantes da Conferência Episcopal Venezuelana, a Igreja Católica sofre, na Venezuela, uma campanha de “descrédito”.

 ”Não pode ser que declarem uma política de extermínio, de levar todo mundo pela frente em uma espécie de enxurrada na qual não restem senão ruínas para, a partir daí, edificar o projeto político que se quer com base na miséria e na incapacidade dos que ficarem vivos”, lamentou o arcebispo.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

16 de julho de 2010 por antena1

Chávez lamenta inundação e oferece ajuda ao Brasil

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, manifestou suas condolências pelas vítimas das inundações no nordeste do Brasil, que já deixaram 41 mortos e centenas de desaparecidos, e ofereceu ajuda ao governo brasileiro nesta terça-feira (22). “O presidente Hugo Chávez manifesta suas mais sentidas condolências aos familiares e amigos das milhares de vítimas, e destaca seu profundo pesar pelos elevados danos materiais causados pelo fenômeno”, informa uma nota da Chancelaria venezuelana.

 Chávez “deseja expressar sua solidariedade (…) especialmente com os habitantes dos Estados de Pernambuco e Alagoas, que foram afetados nos últimos dias por fortes chuvas e inundações. O governo bolivariano coloca a disposição (do Brasil) os recursos humanos e materiais que modestamente possam contribuir para salvar vidas e aliviar as dificuldades provocadas por esta catástrofe”, diz o texto, sem especificar o tipo de ajuda.

 As fortes chuvas que caem desde o sábado passado em Alagoas e Pernambuco já deixaram 41 mortos e centenas de desaparecidos, devastando dezenas de cidades na região.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

23 de junho de 2010 por antena1
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