O Brasil começou com o pé direito a luta pelo 17º título do Sul-Americano de vôlei, nesta quarta-feira. Em Lima (PER), a equipe derrotou o Paraguai por 3 sets a 0 (25/7, 25/9 e 25/8).
Maior pontuadora do confronto, a ponteira Sassá se destacou com 14 pontos. Mostrando a fragilidade do rival, Patrícia Caballero foi a maior pontuadora do Paraguai, com quatro pontos.
“O resultado foi o esperado. O Paraguai está começando no vôlei e a diferença técnica entre os dois times é muito grande”, resumiu o técnico José Roberto Guimarães.
A Seleção Brasileira volta à quadra nesta quinta-feira, às 18h (de Brasília), quando enfrentrará o Chile.
Fonte: Bom Dia Sorocaba
A chatice ficou só para a Argentina. O Brasil jogou como Brasil e derrotou os hermanos no segundo jogo do Superclássico das Américas, nesta quarta-feira, em Belém. O placar de 2 a 0, gols de Lucas e Neymar, não deu espaço para contestações e o Brasil levantou a taça por ter empatado em 0 a 0 no primeiro jogo. Não foi o troco da derrota por 1 a 0 no amistoso em 17 de novembro de 2010, mas serviu para aliviar a barra de Mano Menezes.
Pelo cantar da torcida no Hino Nacional, já parecia que não seria uma noite qualquer. A camisa amarela foi a mesma do primeiro jogo, mas a disposição, quanta diferença! Um Brasil leve, que começou pressionando a Argentina, principalmente pelos lados do canto, com Lucas e Neymar, que tinham o apoio dos laterais Danilo e Cortês. E foi no embalo dos novatos que a seleção quase abriu o placar aos 12 minutos, com a Joia do Santos finalizando de fora da área. Orion apareceu bem.
A escalação da Argentina já mostrava que os hermanos viriam dispostos a se defender. Em um 3-6-1 que às vezes virava 3-5-2, com a aproximação de Montillo ao atacante Viatri, o time de Sabella ficou encolhido por boa parte do primeiro tempo, dando espaço para o Brasil atacar ao marcar da linha do meio-campo para trás.
Aos poucos, a tática defensiva passou a ser mais eficiente e a seleção não conseguiu passar pela barreira rival. A partida enfeiou. Os vizinhos passaram a bater mais – com o “aval” do árbitro Jorge Larrionda – e, com a ajuda do gramado cheio de areia, seguraram o Brasil. Lucas foi uma das vítimas, ao receber uma cotovelada de Papa no rosto e passar o primeiro tempo inteiro sangrando.
Explorando os lados do campo, Neymar chegou a ter lampejos da genialidade, distribuindo dribles da vaca nos argentinos. Mas nem isso resolveu. Ronaldinho Gaúcho só apareceu em cobranças de falta. Na primeira, isolou. Na segunda, arrancou o grito de “Uh!” do Mangueirão.
Mas o lamento ecoou de forma mais intensa aos 38 minutos, quando Lucas fez linda jogada, acionou Borges na direita, que rolou para o meio, em direção a Neymar. Mas, mesmo de cara e na pequena área, o camisa 11 simplesmente furou! Nem parecia o Neymar.
No segundo tempo, a primeira chance clara foi da Argentina, aos sete minutos. Pelo menos o espaço dado a Fernandez serviu para Jefferson trabalhar e acordar de vez o Brasil. Logo no minuto seguinte, Lucas foi lançado em altíssima velocidade por Borges. E ele correu, não tomou conhecimento do zagueiro, correu mais um pouco, e só parou para comemorar, depois de dar um toque no canto de Orión. Foi a resposta de quem vinha sendo preterido por Mano. Êxtase no Mangueirão.
Depois disso o Brasil passou a desfilar. Principalmente pela passarela que foi montada no lado esquerdo do ataque. Pelo menos o futebol do Cortês foi bonito. Nem o gol sofrido mudou a postura da Argentina. Tanto que a primeira substituição foi sacar Canteros e colocar Bolatti.
Mas a seleção não ficou só no malabarismo e ampliou o placar. Aos 30 minutos, Cortês iniciou a jogada, Diego Souza, que havia entrado no lugar de Lucas, cruzou rasteiro para Neymar. Mesmo trombando com Papa e o goleiro Orion, desta vez ele não perdeu e mandou a bola para o fundo das redes.
Foi a coroação de festa e o ápice da satisfação para os mais de 40 mil torcedores que estiveram no Mangueirão. Valeu até o grito de “É campeão!”
FICHA TÉCNICA:
BRASIL 2 X 0 ARGENTINA
Local: Mangueirão, Belém (PA)
Data/Hora: 28/9/2011, às 21h50
Árbitro: Jorge Larrionda (URU)
Assistentes: Maurício Espinosa (URU) e Pablo Fandiño (URU)
Renda e público: R$. 2.579.160,00/43.038 pagantes
Cartões amarelos: Desábato (ARG)
Gols: Lucas, 8′/2ºT (1-0); Neymar, 30′/2º (2-0)
BRASIL: Jefferson, Danilo, Dedé, Réver e Cortês (Kleber, 40′/2ºT); Ralf, Rômulo e Ronaldinho; Lucas (Diego Souza, 24′/2ºT), Neymar e Borges (Fred, 28′/2ºT). Técnico: Mano Menezes.
ARGENTINA: Orion; Cellay, Domínguez e Desabato; Pillud (Mouche, 32′/2ºT), Augusto Fernández, Canteros (Bolatti, 14′/2ºT), Guiñazú e Papa; Montillo e Viatri. Técnico: Alejandro Sabella.
Fonte: Bom Dia Sorocaba
Um clima de histeria da torcida está cercando a seleção brasileira em Belém, onde acontece o jogo contra a Argentina, na noite desta quarta-feira (28), pelo Superclássico das Américas. Na tentativa de chegar perto dos jogadores, principalmente do atacante Neymar, centenas de torcedores têm ficado plantados na porta do Hotel Crowne Plaza, onde a delegação do Brasil está concentrada.
Na tarde de segunda-feira (26), no único treino da seleção que foi aberto do público em Belém, cerca de 25 mil pessoas estiveram no Mangueirão, trocando um quilo de alimento não perecível por um ingresso, para ver o trabalho dos comandados do técnico Mano Menezes. Nesta terça, como não terão acesso ao treinamento no estádio, os torcedores optaram por ficar na frente do hotel.
Assim, cerca de 600 pessoas se concentraram na porta do hotel da delegação, na tarde desta terça-feira, na expectativa de ver de perto os jogadores ou ter algum tipo de contato com eles. A maior parte delas é claramente fã de Neymar, como provam os gritinhos histéricos das meninas e os diversos presentes e cartazes para o jovem astro da seleção brasileira e do Santos.
Mas, apesar de todo o carinho do público, os jogadores não saíram do hotel para qualquer contato com os torcedores. Deixaram o local apenas para o treino que acontece na tarde desta terça-feira. Essa postura de distanciamento, inclusive, provocou críticas do Major Pereira, responsável pelo policiamento do local. “Os jogadores poderiam ter uma postura mais humilde. Tem gente que está aqui desde a madrugada para ter algum contato com eles”, afirmou o policial militar. (AE)
Fonte: Cruzeiro do Sul
A taxa de desemprego apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nas seis principais regiões metropolitanas do País ficou estável em 6,0% em agosto, no mesmo nível registrado em julho. O resultado ficou dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pela Agência Estado, que iam de 5,9% a 6,2%, e ligeiramente abaixo da mediana, de 6,1%.
O rendimento médio real dos trabalhadores registrou variação positiva de 0,5% em agosto ante julho e aumento de 3,2% na comparação com agosto do ano passado.
O rendimento médio real habitual dos trabalhadores ocupados no País foi de R$ 1.629,40 em agosto, uma alta de 0,5% em comparação a julho, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego, divulgada pelo IBGE. Na comparação com agosto do ano passado, o poder de compra dos ocupados cresceu 3,2%.
A massa de rendimento médio real habitual dos ocupados foi de R$ 37,2 bilhões, em agosto, 1,4% acima da registrada em julho e 5 6% maior em relação a agosto de 2010. A massa de rendimento real efetivo dos ocupados ficou em R$ 36,9 bilhões em julho de 2011, um aumento de 1,4% ante o mês anterior e de 5,7% na comparação com o mesmo período de 2010. (AE)
Fonte: Cruzeiro do Sul
De Superclássico das Américas o confronto entre Argentina e Brasil desta quarta-feira só teve o nome. Em um jogo que deu sono, as duas seleções não passaram de um 0 a 0, no estádio Mario Alberto Kempes, em Córdoba. As equipes, mais nacionais do que nunca – já que só jogadores que atuam nos dois países entraram em campo -, deixaram muito a desejar. As vaias foram uma consequência natural.
O reencontro entre as equipes já tem data, lugar e hora: dia 28 de setembro, no Mangueirão, em Belém (PA), às 21h50. Quem vencer levanta a taça. Um novo empate, independente do número de gols, resultará em disputa de pênaltis.
PRIMEIRO TEMPO
Com mais peças no meio campo (cinco contra três) a Argentina começou a partida com maior domínio de posse de bola e facilidade para trocar passes no setor.
A primeira jogada efetiva de ataque nasceu pelo lado esquerdo hermano, aos 6 minutos, quando Zapata ganhou de Danilo e mandou para a área. O centroavante Boselli pegou forte de canhota, mas, para sorte do Brasil, o tiro ganhou os ares de Córdoba.
O mesmo camisa 9 ainda perderia outras duas chances importantes nos primeiros 15 minutos de jogo.
Nesse meio tempo, aos 12, o Brasil saiu da toca e quase chegou ao gol na base do talento. A habilidade de Neymar deixou sentado o zagueiro Desábato e a Joia rolou para Leandro Damião. Só que o artilheiro do Brasil teve um momento de perna-de-pau e, na pequena área, acertou a trave de Orión. O jogo esfriou.
Com os articuladores rubro-negros Renato e Ronaldinho Gaúcho apagados, o Brasil – errando muitos passes – passou a ter mais dificuldades em achar os espaços na frente. A Argentina, por sua vez, perdeu seu homem mais perigoso ainda aos 24 minutos. Boselli sentiu uma lesão na coxa direita e deu lugar a Gigliotti, muito menos técnico que o titular.
No entanto, a ausência não significou a perda de domínio argentino, que invertia com facilidade as jogadas, utilizando bem o apoio dos alas Pillud e Papa. Os hermanos assustaram mais uma vez com Martínez, aos 33 minutos. O camisa 7 achou um espaço na intermediária e mandou uma paulada de fora da área, tirando tinta da trave esquerda de Jefferson, que pulou só para sair na foto.
Aí os times se desligaram de vez da tomada. O Brasil, com Damião bem marcado, sem conseguir usar os dois laterais para atacar e com o meio-campo lento, não exerceu mais perigo a Orión e seus três mosqueteiros (Desábado, Cellay e Sebá Dominguez). Os argentinos ficaram no “toco y me voy” na intermediária e não passaram disso até o intervalo. As vaias da torcida para as duas seleções foram a consequência.
SEGUNDO TEMPO
Na segunda etapa, a Argentina repetiu a receita do início do primeiro tempo. Girando a bola, com mais paciência que o Brasil, mas desta vez sem ser tão ameaçadora. Para piorar ainda mais o espetáculo, Sabella perdeu o outro atacante que, ainda que pouco, importunou o Brasil no primeiro tempo: Martinez.
A Seleção Brasileira continuou pouco inspirada. Para se ter uma noção de quão ridícula vinha sendo a atuação, o time de Mano Menezes só conseguiu a segunda finalização aos 21 minutos do segundo tempo, em uma cobrança de falta de fácil defesa para Orión.
A primeira havia sido aquela de Damião. Lembram? Cinco minutos antes, Mano já havia sacado o inoperante Renato Abreu, que aos 33 anos estreou na Seleção. Melhor seria se nem tivesse entrado em campo. A chance foi dada ao garoto Oscar. Mas ele também não teve um dia inspirado. Nem de longe lembrou aquele que decidiu o Mundial Sub-20 para o Brasil. O show de horrores continuou. De repente. Uma luz.
Aos 31 minutos, Leandro Damião recebeu pela direita. Na sua frente, Papa. Na tentativa de dar uma alegria ao jogo, o atacante deu uma linda lambreta (ou carretilha) no marcador e chutou (ou cruzou?).
A bola na trave do goleiro Orión foi a terceira finalização brasileira e quase o placar foi aberto. Quatro minutos depois Ronaldinho cobrou outra falta, desta vez mais perigosa, só que o goleiro argentino mandou para escanteio. Bela defesa, que mandou para fora o último e um dos raros lances de emoção do clássico, que não teve nada de super.
Fonte: Bom Dia Sorocaba
Depois de um treino leve na segunda-feira, o técnico Mano Menezes começou a esboçar nesta terça-feira, véspera da partida contra a Argentina, válida pelo Superclássico das Américas, o time que irá a campo.
A equipe que começou o treinamento foi escalada com um trio bastante ofensivo: Ronaldinho Gaúcho, Neymar e Leandro Damião. Os 11 escolhidos foram: Jefferson, Mário Fernandes, Réver, Dedé e Kleber; Danilo, Ralf e Renato; Ronaldinho, Neymar e Leandro Damião.
O time reserva teve: Victor, Paulinho, Rodolfo, Henrique e Cortês; Rômulo, Casemiro, Thiago Neves e Oscar; Lucas. O treinador parou muitas vezes o treinamento para aperfeiçoar a bola área, tanto defensiva, quanto ofensivamente.
Mais cedo, o atacante Fred, com uma lesão na coxa direita, foi cortado. A confirmação foi feita pelo médico da Seleção, Rodrigo Lasmar. A comissão técnica brasileira optou por não chamar nenhum substituto para o atacante do Fluminense.
No decorrer da atividade, porém, Mano Menezes fez uma troca. Mário Fernandes deu lugar a Paulinho e Danilo foi deslocado para a lateral direita, sua posição de origem.
O coletivo durou cerca de 25 minutos. Depois os jogadores treinaram jogadas pelas laterais com cruzamento para a área. Ronaldinho e Neymar, por sua vez, aperfeiçoaram as cobranças de falta. Victor ficou no gol.
Fonte: Bom Dia Sorocaba
O cantor e compositor californiano Ben Harper se apresentará em seis cidades brasileiras em dezembro: Porto Alegre (3), Florianópolis (4), Belo Horizonte (6), Brasília (7), São Paulo (9) e Rio de Janeiro (10). Esta é a segunda vez que a turnê de Harper – que fez parceria com a cantora Vanessa da Mata no single “Boa Sorte/Good Luck” – vem ao país. No começo do ano, ele se apresentou gratuitamente em Florianópolis, na praia do Campeche, área de preservação ambiental.
Florianópolis (Stage Music Park), Brasília (Tenda da UnB), São Paulo (Via Funchal) e Rio e Janeiro (HSBC Arena) abrem vendas de ingressos em 16 de setembro. No Rio, haverá pré-venda para clientes HSBC nos dias 14 e 15. Em Porto Alegre (Pepsi OnStage) as vendas já estão abertas, e em Belo Horizonte (Chevrolet Hall), começam no dia 20 de setembro.
Os shows no Brasil encerram a turnê de 2011, que já passou pela América do Norte, Europa, Austrália, África e pelo Chile, durante o festival Lollapalooza, em abril.
Com 17 anos de carreira e dois Grammys, o cantor apresentará as músicas do recém-lançado “Give Till it`s Gone”, que conta com a participação do ex-Beatle Ringo Starr em duas faixas.
Fonte: UOL
O Brasil avançou cinco posições e alcançou o 53º lugar em pesquisa global anual do Fórum Econômico Mundial que classifica 142 países de acordo com as condições de competitividade.
O novo ranking mostrou que o Brasil superou a Índia e ficou em segundo lugar, atrás da China, entre os países do BRIC na pesquisa, que combina dados estatísticos e sondagem junto a executivos. O bloco também é formado pela Rússia.
Para a Fundação Dom Cabral, responsável pela realização do estudo no Brasil, o fator mais determinante para essa melhora foi o crescimento econômico com inclusão social, que turbinou a atratividade do mercado doméstico. O Brasil cresceu 7,5% em 2010.
Também contribuiu para o avanço, o clima geral de otimismo com a economia doméstica, que teria influenciado as avaliações sobre o país e a atuação do governo feitas por executivos na sondagem, realizada entre março e maio deste ano.
“Houve uma melhora generalizada da percepção da comunidade empresarial sobre as ações públicas”, afirmou o responsável pela pesquisa na escola de negócios Fundação Dom Cabral, Carlos Arruda.
Entre os 12 pilares da pesquisa, o Brasil teve o progresso mais expressivo em “instituições”, que avalia a questões como o quadro legal para negócios, burocracia, corrupção, atitude do governo em relação à iniciativa privada e gerenciamento das finanças públicas.
Nessa categoria, em que dois terços das variáveis são opinativas, o Brasil passou da 93ª colocação para a 77ª. Na variável “confiança nos políticos”, incluída no patamar instituições, o país curiosamente saltou 22 posições. Ainda assim, permaneceu mal posicionado, no 105º lugar.
O Brasil também melhorou de forma significativa no pilar “eficiência do mercado de trabalho” –em que caiu da 96ª para a 83ª posição. Segundo Arruda, pesaram para a melhora questões como a percepção da cooperação entre empregado e empregador e da qualidade de gestão.
ATRÁS DO PANAMÁ
Apesar do avanço, o Brasil continua sendo considerado um país menos competitivo do que economias menos expressivas, como Panamá, Omã, Tunísia, Chipre e Malta. Também ficou entre os últimos colocados em variáveis como qualidade da educação (115a) e rigidez de regras trabalhistas (118o).
Para Arruda, a classificação geral do Brasil retrata as disparidades de um país que tem de um lado um grande mercado e uma sofisticação empresarial e financeira elevada, mas onde indicadores básicos de educação e saúde ainda são bastante ruins, e uma infraestutura falha e o marco regulatório também emperram os negócios.
O país teria avançado mais em competitividade nos anos recentes caso houvesse promovido reformas em áreas como a trabalhista e a tributária, e investido de forma mais expressiva em infraestrutura e saúde, afirmou Arruda, que é coordenador do Núcleo de Inovação e Competitividade da Fundação Dom Cabral.
“O Brasil avançou, mas fica no mesmo lugar”, afirmou, acrescentando que, apesar do grande mercado, o país ainda é um “lugar difícil” para as empresas.
Outro ranking de competitividade preparado pela Fundação Dom Cabral no primeiro semestre deste ano, em parceria com o International Institute for Management Development, mostrou uma queda da classificação do Brasil.
As duas sondagens têm diferenças de metodologias e, na primeira pesquisa, pesou contra o Brasil uma queda da produtividade no trabalho –resultante do fato de o emprego ter crescido mais do que o Produto Interno Bruto (PIB) no período analisado. Essa variável não é levada em conta no ranking do Fórum Econômico Mundial.
Na pesquisa divulgada esta semana, o Brasil teve a piora mais expressiva na variável “estabilidade macroeconômica”, que passou da 111a para a 115a posição. Nesse caso, o fator determinante foi uma mudança de metodologia, porque a pesquisa passou a considerar nas estatísticas fiscais do país o endividamento dos Estados e municípios, o que não ocorria até então.
Também pesa contra o Brasil o spread bancário –diferença entre o custo de captação dos bancos e a taxa efetivamente cobrada nos empréstimos aos consumidores–, variável em que ficou na 136a posição, mesma colocação do nível anterior.
Fonte: Bom Dia Sorocaba
Pouco depois da vitória no amistoso contra Gana, por 1 a 0, em Londres, na Inglaterra, o técnico Mano Menezes anunciou nesta segunda-feira (5) mais uma convocação da seleção brasileira. E chamou um grupo cheio de novidades para enfrentar a Argentina no dia 14 de setembro, em Córdoba, pelo Superclássico da Américas – antiga Copa Rocca -, que ainda terá um jogo de volta, duas semanas depois, em Belém.
No Superclássico das Américas, Brasil e Argentina não poderão contar com jogadores que atuam fora do país. Assim, Mano Menezes aproveitou a convocação desta segunda-feira, feita apenas para o primeiro jogo contra a Argentina, para fazer vários testes na seleção, ao formar uma lista com vários novatos, como Rafael (Santos), Cortês (Botafogo), Rômulo (Vasco), Paulinho (Corinthians) e Renato Abreu (Flamengo), entre outros que ganham a primeira chance no grupo do treinador.
Mano Menezes, no entanto, teve um desfalque de última hora no grupo que pretendia convocar para enfrentar a Argentina. O meia Paulo Henrique Ganso sentiu dores na coxa esquerda logo no começo do amistoso desta segunda-feira, contra Gana, quando foi substituído por Elias, e teve que ser cortado da lista do treinador para o jogo do dia 14 de setembro – ainda não foi divulgada a gravidade da lesão.
Aprovado no seu retorno à seleção brasileira, após a boa atuação na vitória sobre Gana, Ronaldinho Gaúcho foi chamado também para enfrentar a Argentina em Córdoba, mostrando que voltou realmente para ficar – até então, ele não defendia o Brasil desde novembro do ano passado. Além dele, jogadores como Fábio, Dedé, Ralf, Lucas, Leandro Damião e Neymar foram mantidos no grupo de 24 convocados.
Confira a lista de convocados:
* Goleiros – Fábio (Cruzeiro), Jefferson (Botafogo) e Rafael (Santos)
* Laterais – Cortês (Botafogo), Danilo (Santos), Kleber (Inter) e Mário Fernandes (Grêmio)
* Zagueiros – Dedé (Vasco), Henrique (Palmeiras), Réver (Atlético-MG) e Rhodolfo (São Paulo)
* Volantes – Casemiro (São Paulo), Paulinho (Corinthians), Ralf (Corinthians) e Rômulo (Vasco)
* Meias – Cícero (São Paulo), Lucas (São Paulo), Oscar (Inter), Renato Abreu (Flamengo) e Thiago Neves (Flamengo)
* Atacantes – Leandro Damião (Inter), Fred (Fluminense), Neymar (Santos) e Ronaldinho Gaúcho (Flamengo).
Fonte: Cruzeiro do Sul