Site oficial Antena 1 Sorocaba:
Rádio Online, Notícias de Sorocaba e muito mais.

Anatel publica edital de Banda H e de sobras de SMP

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) publicou hoje o edital de licitação da Banda H – última faixa de frequência para a tecnologia 3G – e de sobras do Serviço Móvel Pessoal (SMP), para uso da tecnologia GSM e Edge. O edital está disponível no site da agência (www.anatel.gov.br). Conforme as regras do edital, a entrega de propostas ocorrerá no dia 9 de dezembro de 2010. A primeira sessão de abertura, análise e julgamento das propostas de preço está marcada para 14 de dezembro.

Na aprovação do edital da Banda H, no mês passado, o Conselho Diretor da agência determinou que a participação no leilão inicialmente estará restrita aos novos entrantes, ou seja, empresas que ainda não possuem nenhuma faixa para uso da tecnologia 3G. A participação das operadoras que já atuam com essa tecnologia só será possível caso não apareça um concorrente novo. A previsão da agência é que, se vendidas todas as faixas da Banda H, serão arrecadados, no mínimo, R$ 1,1 bilhão. Esse é o preço mínimo dos lotes que serão leiloados, mas os valores podem subir à medida que haja mais de um concorrente. Ao todo, serão oferecidas 15 áreas em todo o Brasil. A expectativa da Anatel é de que o leilão ocorra ainda neste ano, por volta do dia 7 de dezembro.

O novo concorrente que vier a comprar algum dos lotes da Banda H terá que levar cobertura 3G a todas as cidades com mais de 100 mil habitantes no prazo máximo de 60 meses. Para municípios entre 30 mil e 100 mil habitantes, a obrigação é de levar cobertura para 50% em até 60 meses também. Para municípios com menos de 30 mil habitantes, a cobertura deverá atingir 15% até 72 meses.

Já para as sobras de frequência do SMP, o preço estimado pela agência é de R$ 700 milhões. Quem arrematar os lotes de sobras de frequência deverá levar cobertura para 100% dos municípios com mais de 100 mil habitantes em até 60 meses. Para os municípios população menor do que 100 mil, a Anatel ainda divulgará uma lista com o porcentual de municípios a serem atendidos. Ao todo, a Anatel leiloará 165 lotes de frequência, incluindo a Banda H.

fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

27 de outubro de 2010 por antena1

Plano de banda larga terá início em dezembro

A Telebrás vai começar a atender as primeiras 100 cidades do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) em dezembro. Segundo a estatal, todos os equipamentos e serviços necessários para a operação da rede nacional de telecomunicações e início da conexão das primeiras cidades dos anéis Sudeste e Nordeste contempladas pelo programa constam nos termos de referência e no edital de infraestrutura que será publicado até o início da próxima semana no Diário Oficial da União.

A estatal divulgou nesta 5ª feira (30) as especificações técnicas dos equipamentos, softwares e serviços que farão o roteamento das demandas de tráfego na rede, a chamada rede IP, para consulta pública no site da empresa. Entre amanhã e sábado, vai divulgar também uma consulta pública para a contratação de enlaces de rádios digitais e o edital para a contratação da infraestrutura para os 241 Pontos de Presença (POPs) da rede que serão instalados no País até 2012.

Segundo a empresa, essa é a infraestrutura que abrigará todos os equipamentos para o funcionamento da rede nacional de telecomunicações e garantirá o fornecimento de energia elétrica, climatização, segurança física, controle de acesso e sistema de aterramento. As licitações devem ocorrer em outubro e novembro.

fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

1 de outubro de 2010 por antena1

Telebrás dá início ao Plano Nacional de Banda Larga

A Telebrás deu nesta sexta-feira o pontapé inicial para colocar em operação o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), programa do governo que tem o objetivo de levar internet rápida para todos os municípios brasileiros por um preço acessível. A estatal publicou no Diário Oficial da União aviso de início de consulta pública da proposta dos termos de referência dos editais para contratação de equipamentos baseados na tecnologia DWDM (Dense Wavelength Division Multiplexing), que serão usados para expandir a rede de fibra ótica do governo federal para levar banda larga por um preço acessível para todos os municípios brasileiros.

O documento estará disponível para consulta até 1º de outubro. Após o recebimento das contribuições, as propostas de alteração serão analisadas e será lançado o edital. As contribuições e sugestões fundamentadas e devidamente identificadas devem ser encaminhadas por meio do formulário eletrônico disponível no endereço eletrônico da Telebrás (www.telebras.com.br). Serão também consideradas as manifestações encaminhadas por carta, fax ou correio eletrônico recebidas até as 17h para a sede da Telebrás, em Brasília.

Os equipamentos, segundo a empresa, comporão a rede de telecomunicações do governo federal (backbone) que levará banda larga de alta velocidade e baixo custo a 4.283 municípios brasileiros até 2014. Até o fim do ano, a meta é atender 100 cidades do País. Em 2011, serão mais 1.063 municípios beneficiados.

Além dos equipamentos, serão contratados ainda serviços de instalação, treinamento e operação inicial, incluindo garantia e assistência técnica, entre outros. A modalidade de contratação será o pregão eletrônico por meio do Sistema de Registro de Preços. Segundo a Telebrás, os editais deverão ser publicados ainda em outubro.

fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

20 de setembro de 2010 por antena1

Sai a lista das 100 cidades do plano de banda larga

O governo anunciou hoje a lista das 100 primeiras cidades que serão cobertas pelo Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) além das 16 capitais já divulgadas anteriormente. Segundo o presidente da Telebrás, Rogério Santanna, a relação contempla municípios da Região Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste.

Segundo o executivo, mesmo em cidades de maior porte, a exemplo de Campinas e Guarulhos, em São Paulo, a rede será expandida para a periferia, de modo a promover a universalização do acesso à internet em banda larga. Santanna afirmou que mais de 50% das cidades eleitas têm índice de penetração inferior a 0,19% no acesso.

Num primeiro momento, Santanna afirmou que a Telebrás não vai operar diretamente no fornecimento do serviço ao consumidor final. Os agentes desse processo serão pequenos provedores locais, que terão de ofertar internet com velocidade mínima de 512 kbps ao preço máximo de R$ 35 por mês. Em 2011, 1.063 outras cidades serão cobertas e, segundo o presidente da Telebrás, até 2014 todo o País terá conexão pelo PNBL.

fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

27 de agosto de 2010 por antena1

GVT contesta pesquisa do Idec sobre banda larga

A GVT está contestando os dados de uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), que apontou a operadora como a mais cara do País. Segundo a empresa, na época da apuração realizada pela entidade, o valor da banda larga da GVT para Goiânia, Porto Alegre e Rio Branco era diferente do vigente atualmente.

A pesquisa mostra que, enquanto em Belo Horizonte, Goiânia e Porto Alegre os usuários pagam R$ 49,90 por mês para usar um pacote com velocidade de 1 Mbp da NET, em Goiânia, Porto Alegre e Rio Branco pagariam R$ 204,50 no plano oferecido pela GVT. A assessoria da empresa, porém, informa que os dados utilizados estão defasados, porque desde 1º de junho de 2010 a contratação avulsa do serviço de banda larga de 3 Mbps passou a ser de R$ 129,90 mensais.

A operadora afirma ainda que a comparação com os preços da NET não é válida, já que o pacote da NET é de 1 Mbps. Por essas razões, a empresa enfatizou que a “GVT não pode ser classificada como a mais cara do Brasil”.

A pesquisa divulgada no início desta semana pelo Idec conclui que o brasileiro paga caro para ter acesso à internet e não recebe as informações corretas sobre o serviço que lhe é ofertado. O levantamento comparou o preço e a qualidade da banda larga em seis capitais brasileiras e mostrou que a diferença de preços dos pacotes de banda larga varia muito conforme a cidade onde o serviço é prestado.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

20 de julho de 2010 por antena1

Para Idec, banda larga no Brasil é cara e lenta

O brasileiro paga caro pela internet e não recebe as informações corretas sobre o serviço que é oferecido. Essa é a conclusão de uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), que comparou o preço e a qualidade da banda larga em seis capitais brasileiras. “A internet no Brasil é cara, lenta e restrita”, ressaltou Estela Guerrini, advogada do Idec, responsável pela pesquisa. Na visão do instituto, a concorrência “quase inexistente” é a principal vilã para os preços da banda larga no mercado brasileiro.

Para ter internet rápida em casa, o brasileiro paga em média US$ 28 por mês, valor que chega a 4,58% da renda per capita no País, segundo o Idec. Nos EUA, o valor é de apenas 0,5% da renda per capita dos americanos e, na França, é de 1,02%. Além disso, apesar de pagar caro, o consumidor brasileiro não recebe um bom serviço. Segundo levantamento recente realizado pela empresa americana Akamai, a velocidade de tráfego da internet brasileira é uma das mais lentas do mundo.

A pesquisa mostra que a velocidade média é de pouco mais de um megabit por segundo (Mbps), 93% menor que a velocidade média da Coreia do Sul, líder do ranking. Além disso, 20% das conexões no País têm velocidade inferior a 256 quilobits por segundo (Kbps), o que passa ao largo da velocidade mínima estabelecida pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), entre 1,5 e 2 Mbps.

O Idec aponta ainda diversas deficiências de qualidade na prestação do serviço aos clientes. A principal queixa do órgão de defesa do consumidor é em relação à variação da velocidade, pois a maioria das empresas só se compromete a entregar um porcentual mínimo de conexão. Segundo o Idec, o site e o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da Ajato, por exemplo, nada falam sobre o problema. E o contrato prevê que a operadora não se responsabiliza pelas diferenças de velocidade em decorrência de fatores externos.

Na Net, o site e o SAC nada falam sobre variação de velocidade. Mas o contrato prevê que a velocidade máxima ofertada em cada uma das faixas é de até 10% da indicada. No caso da Telefonica, o site não fala sobre variação de velocidade e o SAC informa que a velocidade pode variar. O contrato, por outro lado, prevê que as velocidades estão sujeitas a variações.

O site da GVT não informa sobre variação de velocidade. O SAC informa que há pouca variação de velocidade e o contrato prevê que algumas velocidades máximas são garantidas apenas para o acesso à rede da GVT. A Oi, segundo o Idec, também não dá informações sobre variação de velocidade no site da empresa. Seu SAC informa que a velocidade é sempre a mesma, em qualquer horário, e o contrato, por outro lado, prevê que as faixas de velocidade não são garantidas.

Outro lado

Procurada, a GVT informou que sua proposta de valor é oferecer “o melhor custo-benefício do mercado”. A Telefônica informou que “tem compromisso com a garantia da qualidade na oferta e prestação do serviço de banda larga, seja com a marca Speedy, seja com a marca Ajato”. A Oi informou que “os custos incorridos na prestação do Oi Velox (…) são diferenciados por localidade”. Já a Net disse que “garante em contrato o mínimo de 10% da velocidade contratada, e não apenas 10%”.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

14 de julho de 2010 por antena1

Banda larga atrai mais usuários à internet

O número de usuários ativos na internet – pessoas que acessaram a rede ao menos uma vez em 30 dias – chegou a 37,3 milhões em maio, no País. O número representa um crescimento de 1,8% ante abril e de 8% ante maio de 2009, segundo dados divulgados nesta 6ª feira (18) pelo Ibope Nielsen Online. Segundo José Calazans, analista de mídia da organização, o avanço do número de brasileiros que se conectaram à internet pode ser explicado pela expansão dos serviços de banda larga (internet rápida), que atraiu mais crianças e idosos para a frente do computador.

 ”Com mais opções no mercado, cresceu a procura por internet de maior velocidade”, avaliou Calazans. Segundo ele, essa melhora na qualidade da conexão atraiu grupos de usuários que normalmente mostram menor afinidade e interesse pelo computador. O número de acesso entre usuários de 2 a 11 anos de idade cresceu 27% entre maio de 2009 e maio de 2010, enquanto entre pessoas maiores de 50 anos, a evolução foi de 30%. “Quando a conexão é mais rápida, as pessoas têm mais paciência e gostam mais de navegar.”

 Entre abril e maio deste ano, a categoria que mais ganhou acesso foi a de Ocasiões Especiais, que engloba sites relacionados a temas específicos da época. É o caso de sites de mensagens e cartões virtuais, que atraem mais acessos em datas como o Dia das Mães. Já na comparação com maio de 2009, a categoria Viagens liderou os índices de crescimento, com avanço de 36,9% e 19,9 milhões de usuários. A evolução foi puxada pela subcategoria Mapas, que registrou o maior aumento anual em números absolutos, ao ganhar mais de 6 milhões de usuários únicos e chegar a 17,3 milhões em maio de 2010.

 “Nos últimos três meses, cresceu no Brasil o fluxo de audiência de microblogs para serviços de mapas e localização”, disse Calazans. Segundo o Ibope Nielsen, 87% dos brasileiros que acessaram a internet passaram por redes sociais, blogs, bate-papos, fóruns e outros sites de relacionamento em maio de 2010. O índice coloca o Brasil na liderança entre os países acompanhados com a mesma metodologia. Em segundo lugar aparecem empatadas Itália e Espanha, com abrangência de 77%, e, em terceiro, o Japão, com 76%.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

21 de junho de 2010 por antena1

Eike Batista quer entrar no setor de banda larga

O empresário Eike Batista, conhecido por seus investimentos nas áreas de mineração e energia via holding EBX, tem interesse em entrar no setor de banda larga por meio de uma eventual parceria com o governo. Segundo o executivo, que participa hoje do Fórum Exame, em São Paulo, seriam necessários investimentos de US$ 10 bilhões para levar a banda larga de 10 mega por R$ 40 a R$ 50 para todos os brasileiros. Batista afirmou que o setor de banda larga é interessante porque os custos unitários caíram muito nos últimos anos. “Não seria tão custoso oferecer internet a R$ 40 para todos. O Brasil merece e necessita”, disse.

 De acordo com ele, ainda não existem estudos concretos e nenhuma proposta foi apresentada ao governo. Segundo ele, o governo teria de contribuir para que o projeto seja eficiente e isso poderia ser feito por meio de uma Parceria Público-Privada. Na visão do empresário, o setor de telecomunicações está relacionado aos negócios da EBX por tratar-se de infraestrutura. “Acredito que existe um grande potencial para o uso da internet para educação à distância no Brasil”, afirmou.

 Questionado sobre os planos da EBX de abrir capital, como fez com suas subsidiárias, Batista afirmou que não há necessidade porque a companhia está “mega capitalizada”. Na visão do executivo, a crise na Europa não deve comprometer o crescimento do País porque apenas 10% do seu Produto Interno Bruto (PIB) é oriundo de exportações. “O mercado interno vai muito bem, obrigado”, afirmou. No caso das exportações, ele acredita que a demanda deve se sustentar porque o Brasil exporta itens que o resto do mundo não tem.

 O setor de minério de ferro, em que o grupo atua por meio da MMX tem um cenário positivo devido à forte demanda chinesa, segundo ele. “Os chineses têm falta de matéria-prima”, disse. No momento a subsidiária OSX está construindo um estaleiro em Santa Catarina para atender à demanda da OGX, produtora de petróleo, com aportes de US$ 1,7 bilhão e conclusão prevista para 2012.

 Batista defendeu que o governo escolha dois a três estaleiros para concentrar a demanda do País, permitindo a obtenção de escala. “Assim seria possível concorrer com qualquer estaleiro da Coreia”, disse, durante o evento. Segundo ele, o plano atual de pulverizar a produção em vários estaleiros reduz a eficiência. “Hoje estes estaleiros só produzem equipamentos em partes, o que fica 40% mais caro”, disse.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

1 de junho de 2010 por antena1

Anatel testa qualidade da banda larga fixa no País

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) está fazendo testes para medir a qualidade da banda larga fixa no Brasil. A agência quer saber, por exemplo, se a velocidade da conexão corresponde àquela prometida pelas operadoras. Os testes começaram em março e estão sendo feitos em 160 residências nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Fortaleza, Salvador e Brasília.

 Segundo a Anatel, participam dos testes as prestadoras Telefônica, Oi, GVT e NET, selecionadas com base na participação de mercado na oferta da banda larga fixa. A agência informou, em nota divulgada hoje, que até o fim do ano emitirá um relatório sobre o resultado dos testes, que estão sendo feitos em parceria com o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) e o Comitê Gestor da Internet (CGI.Br).

 O objetivo da agência é melhorar a qualidade do serviço, que recebe várias reclamações sobre velocidade, demora para estabelecer conexão, queda frequente dos serviços e perda de pacotes de dados. Estes itens também serão avaliados nos testes, que estão sendo feitos por meio de equipamentos instalados na casa dos participantes voluntários da amostragem.

 A banda larga fixa tem no Brasil, segundo dados das empresas de telecomunicações, cerca de 12 milhões de assinantes. O número é o mesmo na banda larga móvel, que também tem 12 milhões de clientes, que recebem os serviços pelas redes da telefonia celular. A Anatel vem preparando uma atualização do regulamento da banda larga fixa, que deverá estabelecer inclusive um limite mínimo de variação entre a velocidade contratada e a efetivamente entregue, além de uma relação de direitos dos usuários dos serviços. Ainda não há previsão de quando este regulamento entrará em vigor.

Fonte:www.cruzeirodosul.inf.br

12 de maio de 2010 por antena1

Plano de banda larga forçará operadoras a melhorar serviços, dizem especialistas

Mais do que promover a inclusão digital dos brasileiros, o Plano Nacional de Banda Larga irá impulsionar o crescimento de pequenos e médios provedores de internet no país. Com o aumento da concorrência, grandes operadoras serão forçadas a melhorar a qualidade dos serviços, expandir a oferta e até mesmo baixar preços, afirmam especialistas do setor de telecomunicações consultados pelo UOL Tecnologia. Apesar do entusiasmo, eles alertam para a falta de um projeto executivo e de prazos para cumprimento das metas do plano nacional.

“Finalmente o governo está desempenhando seu papel, o de fomentar a inclusão digital e com a participação das pequenas e médias empresas, que são as que mais contratam nesse país”, destaca Horário Belfort, presidente da Abusar (Associação Brasileira dos Usuários de Acesso Rápido à Internet).

O Plano de Banda Larga disporá da rede – administrada pela Telebrás – da extinta Eletronet, “uma grande avenida que precisará ser completamente ramificada”, segundo o especialista. Essa tarefa que ficará a cargo, principalmente, das pequenas e médias empresas de telecomunicações. “As grandes operadoras no Brasil cobram caro por um serviço de internet péssimo porque não têm concorrentes. Com a reativação da Telebrás, esse cenário mudará”, prevê.

Rui Bottesi, presidente da AET (Associação dos Engenheiros de Telecomunicações), considera que uma nova fase do setor de telecomunicações no país está sendo iniciada. “O governo tomou uma decisão arrojada. Apesar das correntes de resistência do mercado, o Plano de Banda Larga saiu do papel. E o lado positivo é a operacionalização de uma rede, a da Eletronet, que não estava sendo utilizada”, afirma.

Bottesi lembra que a Telebrás tem um nome forte e que as grandes operadoras terão de repensar o mercado. “Esse é um passo inteligente do governo, inclusive para fomentar novas tecnologias, e as grandes empresas terão de ir atrás delas”.

Empecilhos

Apesar do anúncio da desoneração de R$ 11,36 milhões pelo Fust (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações) para pequenas e médias prestadoras, Belfort chama a atenção para a cobrança de licenças SCM (Serviço Comunicação Multimídia) da Anatel, não comentada nesta quarta.

São licenças que encarecem a implantação da infraestrutura de rede e demoram até um ano para serem concedidas. “Seria interessante que o governo desse essas licenças gratuitamente ou a um valor baixo. É incongruente cobrar uma taxa como esta, proibitiva aos pequenos e médios provedores”, aponta.

Outro problema segundo o presidente da Abusar é a falta de apresentação de um projeto executivo. “Não falaram de orçamentos nem prazos de execução. É importante saber o que será efetivamente feito, até quando e, principalmente, quais municípios receberão primeiro a banda larga”.

Já Bottesi faz outro alerta, agora sobre a escolha do comitê que irá gerir a Telebrás. “Há um histórico do país usar estatais como um ‘cabide de emprego’. É hora de fazer uma blindagem em relação a possíveis interferências políticas e escolher pessoas com competência técnica para levar à frente o plano de banda larga”, ressalva o presidente da AET.

Fonte:www.uol.com.br

6 de maio de 2010 por antena1
Av Eugênio Bernardi, 534 • Parque Bela Vista • Votorantim - SP
15 3243.3540
Simdigital Criação de Sites