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Índice de Preços ao Consumidor sobe 0,93% até 22 de janeiro

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) desacelerou na terceira quadrissemana do ano. É o que informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV), ao anunciar avanço de 0,93% para o indicador de até 22 de janeiro, abaixo do IPC-S imediatamente anterior, de até 15 de janeiro (0,97%). Três das sete classes de despesa componentes do índice apresentaram decréscimos em suas taxas de variação de preços, entre a segunda e a terceira quadrissemana de janeiro. (AE)

Fonte: Cruzeiro do Sul

23 de janeiro de 2012 por antena1

IPC avança a 0,39% em outubro, de 0,25% em setembro

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), apurado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), apresentou variação de 0,39% em outubro, ante 0,25% em setembro. Houve ainda aceleração em relação à terceira prévia de outubro, que foi de 0,34%. O indicador, que mede a inflação da cidade de São Paulo, ficou dentro das estimativas dos analistas consultados pelo AE Projeções, que iam de 0,34% a 0,41%, com valor igual à da mediana projetada de 0,39%.

Os preços do grupo Habitação mostraram elevação no comparativo entre os meses: de 0,17% em setembro para 0,66% em outubro. O fechamento do mês também ficou acima dos 0,58% da terceira prévia – na variação ponderada, foi o item que mais contribuiu para a inflação em outubro. No grupo Alimentação, os preços também mostraram alta, passando de 0,37% em setembro para 0,53% em outubro – na terceira quadrissemana, havia apresentado elevação de 0,47%.

Já o grupo Transportes teve novo recuo, com deflação de 0,12% em outubro, ante deflação de 0,09% no levantamento anterior e inflação de 0,06% em setembro. No grupo Despesas Pessoais, os preços continuaram em alta. Passaram de 0,68% na terceira prévia de outubro para 0,80% no fechamento do mês – em setembro, o item teve alta de apenas 0,15%.

O grupo Saúde apresentou ligeira alta: saiu de 0,27% na terceira prévia para 0,30% em outubro, mas com forte desaceleração na comparação com setembro, quando teve inflação de 0,61%. Em Vestuário, a deflação dos preços aumentou para 0,72%, ante deflação de 0,60% na terceira quadrissemana e inflação de 0,64% em setembro – foi o item que, na variação ponderada, menos contribuiu para o IPC.

Finalmente, em Educação, os preços ficaram estáveis: saíram de uma deflação de 0,01% na terceira leitura de outubro para uma deflação de 0,02% em outubro, ante inflação de 0,05% em setembro. (AE)

Fonte: Cruzeiro do Sul

3 de novembro de 2011 por antena1

Conversões de motores para GNV cresce 307%

Diante das altas sucessivas do etanol – fato que impacta também no preço da gasolina – as conversões de veículos para o uso do gás natural veicular (GNV) cresceram mais de 300% em um ano. De acordo com a concessionária que abastece a região, a Gas Natural Fenosa, em setembro do ano passado a região registrou 26 conversões, número que saltou para 106 em setembro deste ano. A concessionária atende 12 cidades e informa que, dentro deste mesmo período, o volume do combustível demandado passou de 42 mil para 44 mil metros cúbicos por dia.

Esse cenário tem relação direta com o preço das outras opções de combustíveis, diz o economista e professor da Faculdade de Engenharia de Sorocaba (Facens), Geraldo Almeida. Ele destaca que segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), o custo com o transporte consome, em média, cerca de 11% do orçamento de uma família. “As pessoas acabam sempre procurando uma melhor alternativa para reduzir ou otimizar os gastos”, diz ele.

Em Sorocaba, a adaptação de veículos para o uso do GNV vai de R$ 1.300 a R$ 2.800, dependendo do modelo do carro e da capacidade do cilindro instalado. Esse investimento, comenta Almeida, deve ser levado em consideração na hora da escolha pela adaptação. “Não pode ser uma decisão impensada levando em conta apenas o preço do álcool e da gasolina. Tem que se levar em conta o famoso custo benefício da opção”, pondera o professor. Assim, segundo ele, o motorista deve calcular o quanto o carro é usado pela família, o custo do quilômetro rodado com cada um dos combustíveis e o investimento da adaptação.

Segundo o último levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP), em Sorocaba, o litro da gasolina tem preço médio de R$ 2,622 e o do etanol R$ 1,819. O metro cúbico do GNV, por sua vez, sai por R$ 1,599. Esse último combustível, em Sorocaba e outras 11 cidades da região, é fornecido pela concessionária Gas Natural Fenosa que trabalha em uma campanha publicitária para combater os mitos envolvendo a instalação e o uso do produto.

Para o diretor geral da concessionária em São Paulo, Armando Lautório, uma outra explicação para a procura pelo gás natural veicular está no rendimento médio do combustível. Segundo ele, enquanto com R$ 50 é possível rodar em média 438 km com GNV, com álcool o mesmo valor rende aproximadamente 198 km, desempenho que fica em 188 km com a gasolina. “A relação é de 14 quilômetros rodados por metro cúbico, o que é equivalente ao litro, de GNV, contra 10 quilômetros rodados por litro de gasolina e 7 quilômetros rodados por litro de álcool”, diz ele.

Outubro, melhor mês do ano

No Centro Automotivo Gasmania a melhora do mercado para o GNV também foi sentida. Para o proprietário da oficina, Sebastião Pereira Leite, outubro foi o melhor mês do ano com dez conversões contabilizadas. Para ele, o aumento não chega a ser tão expressivo quanto aponta a concessionária. “Está bem melhor, mas não chega a ser toda aquela potência que já tivemos”, comentou. O bom momento, para ele, deve melhorar nos próximos meses já que a previsão é que o etanol não retome patamares anteriores que o deixaram mais competitivo que o GNV.

“Na semana passada tivemos trinta orçamentos”, comemora. O empresário também conta casos de clientes que haviam retirado os cilindros dos veículos e voltaram para refazer a adaptação veicular. “É só o álcool aumentar (de preço) que temos uma repercussão no GNV”, confirma. O baixo movimento na oficina de João Lopes dos Santos Filho durante o ano passado levou a direção da empresa pensar em fechar as portas. Hoje, com a volta do movimento, a empresa que chegou a pensar em fechar as portas, teve de fazer uma nova contratação.

Fonte: Cruzeiro do Sul

por antena1

Em Votorantim, seis novos cargos e gratificações aumentarão em 21,7% os gastos com pessoal

A criação de seis cargos – cinco efetivos e um de confiança – e de inúmeras gratificações a servidores públicos da Câmara de Vereadores de Votorantim, propostas em projetos de lei da Mesa Diretora, lidos em plenário e que devem ser votados em breve, vão elevar o gasto com pessoal no Legislativo em 21,7%, um acréscimo estimado em R$ 490 mil a partir do ano que vem. O custo da readequação estaria amparado no orçamento previsto para o Legislativo em 2012, valor de R$ 4,457 milhões, portanto R$ 1,065 milhão maior que os repasses recebidos nos últimos dois anos consecutivos, ano passado e o atual exercício.

Um dos cargos criados, o coordenador de serviços de transporte e manutenção, pode ser ocupado por funcionário de confiança e a remuneração será de R$ 2.669,74. Os requisitos para preenchimento desta vaga são: ensino médio completo, conhecimento de informática e possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Outra mudança será na transformação da nomenclatura de dez cargos de assessores parlamentares para assessores de gabinete, situação que vai ocasionar um aumento salarial de R$ 1.916,08 para R$ 2.529,21. O acréscimo vai gerar um impacto mensal de R$ 613,13 para cada assessor, e de R$ 79.706,90 anual para os dez cargos. As dez funções de assessores parlamentares serão extintas.

Vale ressaltar que antigamente existiam 22 assessores parlamentares, dois para cada um dos onze vereadores e agora cada um terá um assessor parlamentar e um assessor de gabinete, já que os outros onze cargos de assessor parlamentar continuam existindo.

A outra função criada, a de assessor de controle interno, poderá ser ocupada apenas por funcionário efetivo, já também engloba outra novidade do projeto, a criação de uma gratificação para função de confiança.

A gratificação de quem ocupar este cargo será de 20%, como diz o projeto de lei, mais os 40% da gratificação por possuir o nível universitário. Exemplo, se o contador concursado ocupar este cargo, seu salário será os R$ 3.824,51( resultado dos R$ 2.390,32 fixo, com mais 20% da gratificação do cargo ocupado e 40% do nível universitário). Os requisitos para ocupação do cargo de assessor de controle interno são: ensino superior completo nas áreas de direito, economia, administração ou ciências contábeis.

A função de confiança será exercida exclusivamente por servidores ocupantes de cargo efetivo destinados as atribuições de chefia, direção e assessoramento.

Outra mudança será nas coordenadorias de serviços gerais que passam a ter outras denominações: coordenadoria de Serviços de Secretaria, Expediente, Protocolo e Arquivo; coordenadoria de Serviços Compras, Patrimônio e Almoxarifado; coordenadoria de Serviços de Informática; coordenadoria de Serviços de Administração de Pessoal e coordenadoria de Serviços Jurídicos. Os três últimos cargos exigirão nível universitário, e portanto, seus ocupantes terão direito a 40%. Os salários, nestes casos, vão passar de R$ 2.669,74 para R$ 3.737,63.

Os cargos de coordenadores são de confiança e atualmente são ocupados por dois funcionários comissionados e por dois funcionários efetivos, conforme informações prestadas pela assessoria de imprensa da Câmara de Vereadores de Sorocaba.

No caso dos procuradores jurídicos, a nova legislação vai prever que haja o cumprimento de uma jornada diferenciada, passando de 20 horas semanais para 30 horas semanais, com acréscimo de 50% do vencimento, de R$ 2.390,32 para R$ 3.585,48.

Atualmente, o Legislativo de Votorantim possui 30 cargos comissionados e apenas 18 funcionários efetivos. Serão criados quatro vagas efetivas: contador, procurador jurídico e dois assistentes legislativos.

Adicionais

Além dos adicionais por nível universitário e gratificação por função de confiança, haverá ainda o adicionais por especialização, incorporação e designação, eficiência, por ser membro da comissão de licitação, por ser pregoeiro e equipe de apoio e de motorista e complementação da jornada.

O adicional de nível universitário, de 40%, será concedido aos comissionados e efetivos, cujo requisito mínimo seja nível superior. Já o adicional de especialização será destinado aos concursados: 0,5% curso de qualificação profissional, 5% curso superior, 9% pós-graduação, 12% mestrado e 15% doutorado.

Foram criados ainda as gratificações para os funcionários que participarem das comissões de licitações, 20% para o presidente e 10% para o membro. Já no caso do pregão, será de 20% ao pregoeiro e 10% à equipe de apoio.

Readequações

As readequações nos cargos e os vencimentos, propostos pelos projetos, já foram criticados pela líder da oposição no Legislativo.
A líder da bancada tucana, a vereadora Fabíola Alves da Silva (PSDB) disse que ficará difícil de explicar ao funcionalismo público municipal, que o aumento de 5% pago neste ano em duas parcelas foi justo, em virtude principalmente do reajuste de R$ 600, proposto pelo projeto, na transformação dos cargos de assessores parlamentares para assessores de gabinete.

Ela frisou ainda que os índices propostos, no caso dos adicionais de especialização dos funcionários efetivos, é infinitamente menor que o adicional proposto ao novo cargo criado, de assessor de controle interno (20% do cargo e mais 40% do nível universitário). “Uma pessoa que faz doutorado tem 15% e uma pessoa que tem o nível universitário tem 40% de acréscimo no salário por ocupar um cargo de confiança. Qual estímulo você dá para quem quer estudar?”, criticou.

Fonte: Cruzeiro do Sul

17 de outubro de 2011 por antena1

Preço médio da cesta básica sobe 0,99% em setembro

O preço médio da cesta básica avançou 0,99% em setembro, para R$ 287,17, na comparação com o mês anterior, na cidade de São Paulo segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Em agosto, o valor médio do conjunto de itens foi de R$ 284,36.

Entre janeiro e setembro, a cesta acumulou uma elevação de 3,69% que foi inferior à alta acumulada registrada pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do período, de 4,14% até setembro. Nos últimos 12 meses encerrados em setembro, a variação positiva da cesta foi de 10,25% ante alta bem menor, de 6,54% do indicador de inflação paulistano.

O levantamento da cesta básica da Fipe verifica os preços de 51 itens, número bem mais reduzido que o de 468 itens do IPC, que, em setembro, apresentou taxa de inflação de 0,25%, ante taxa de 0,39% de agosto. O conjunto observado na cesta é formado por 41 preços do grupo Alimentação, sete de Higiene Pessoal e três de Limpeza. A instituição divide a cidade em seis regiões, conforme o poder aquisitivo e localização. A zona sul e a zona leste, por exemplo, estão divididas em dois grupos cada.

Em setembro, a zona sul 1, formada por bairros como Vila Mariana Itaim Bibi e Santo Amaro, manteve a posição já tradicional e teve a cesta mais cara do município. No mês passado, o preço médio nesta região subiu 1,49% e atingiu R$ 300,79.

O segundo valor mais significativo de agosto ficou por conta da cesta da zona oeste, região formada por Lapa, Perdizes, Butantã e Pinheiros, entre outros bairros. No mês passado, o conjunto de itens mostrou avanço de 1,52% passou a custar R$ 294,45.

Na zona norte, formada por bairros como Santana, Casa Verde, Limão e Freguesia do Ó, a cesta teve variação de 0,80% e alcançou R$ 288,68; na zona leste 1 (Mooca, Belém, Tatuapé e Vila Prudente, entre outros), houve alta de 0,37%, o que fez a cesta chegar ao valor de R$ 282,97; e, na zona leste 2 (Itaquera São Mateus, Aricanduva e São Miguel), a cesta apresentou avanço de 0,93%, para R$ 277,84.

Na zona sul 2 (Jardim Ângela, Capão Redondo, Grajaú e Socorro), o preço médio do conjunto de itens subiu 0,81%. A cesta desta região chegou ao final de setembro em R$ 278,32. (AE)

Fonte: Cruzeiro do Sul

5 de outubro de 2011 por antena1

Em 8 meses, Sorocaba ganhou 14.170 veículos novos

Entre automóveis e comerciais leves, em oito meses as ruas de Sorocaba ganharam 14.170 veículos novos. A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) divulgou, nesta semana, dados sobre a venda de veículos na cidade e mostrou que no acumulado do ano (janeiro a agosto) as concessionárias tiveram alta de 18,8%. Durante o mesmo período de 2010, a venda de carros novos em Sorocaba somava 11.920 novas unidades.

O acompanhamento mensal do mercado automotivo é feito pela entidade por meio dos emplacamentos realizados na cidade. O desempeno do mercado local está acima da média nacional. Segundo a entidade, nos oito primeiros meses de 2011, no Brasil, foram vendidas 2,370 milhões de unidades (entre automóveis e comerciais leves), fato que significa alta de 8,02% ante o mesmo período do ano passado.

Estoques em alta

O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), o sorocabano Sérgio Reze, afirmou no início do mês, que os estoques de veículos nas concessionárias, que em agosto representavam 40 dias de venda, já começam a preocupar. “Em 40 dias a situação é complicada”, disse, afirmando que, depois desse limite, a saúde financeira da concessionária pode ser afetada devido ao custo elevado de se manter os estoques.

Em julho, segundo ele, os estoques na rede estavam em 35 dias. Segundo Reze é considerado normal para as concessionárias um estoque de 21 a 22 dias. O presidente da entidade explicou que esse aumento dos estoques ocorre como um reflexo do movimento das montadoras em tentarem abocanhar uma fatia maior do crescimento do mercado e, dessa forma, aumentam suas produções. “Hoje as concessionárias estão conseguindo recusar estoques”, disse.

O presidente da Fenabrave afirmou que as montadoras, para não perderam participação no mercado, também estão dando “grandes descontos”, principalmente para os clientes dos modelos de motorização de até 1.0, como os frotistas. A média de estoques considerada normal para analistas é de 25 dias para a venda. “A maioria das empresas já se ajustou e a expectativa é que em setembro ocorra uma normalização”, disse o presidente da Anfavea, Cledorvino Belini.

Mais de 2 mil unidades em agosto

Apenas no mês de agosto as concessionárias sorocabanas venderam 2.119 unidades entre veículos e comerciais leves. Assim, este segmento do setor automotivo registrou aumento de 12,83% no desempenho em comparação com o mesmo período do ano passado. Os automóveis somaram 1.704 unidades vendidas durante o mês passado. Os comerciais leves – que possuem Peso Bruto Total (PBT) de até 3,5 toneladas – foram responsáveis por 415 vendas realizadas em Sorocaba. Os comerciais leves também merecem destaque na comparação entre agosto deste ano com o do ano passado.

Segundo a Fenabrave, de um período para o outro a venda desses automóveis teve alta de 33,44%, passando de 311 unidades em agosto passado para as atuais 415 unidades. Este mercado, porém está em movimento crescente. Em julho foram 375 vendas, assim, a alta de um mês para o outro foi de 10,67%.

Todos os segmentos: alta de 18,2%

Além de automóveis e comerciais leves, a Fenabrave acompanha também a venda de caminhões, ônibus e motos. Levando todos os segmentos em consideração as ruas de Sorocaba, desde o início do ano, ganharam quase 19 mil novos veículos. A entidade informa que foram exatamente 18.979 unidades vendidas durante oito meses.

Com esse desempenho, o acumulado do ano registra alta de 18,26% em comparação com o mesmo período de 2010. Naquela época as concessionárias somaram 16.048 vendas. Entre os segmentos acompanhados, a comercialização de motos também merece destaque. No acumulado do ano foram 4.384 unidades vendidas em Sorocaba. Frente às 3.757 vendas registradas durante o mesmo período do ano passado, o aumento foi de 16,69%.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

9 de setembro de 2011 por antena1

Vereadores de Sorocaba querem garantir 20% de aumento aos assessores

Após aprovar o sexto cargo de assessor para cada gabinete, os vereadores de Sorocaba agora pedem pelo aumento de 20% no salário deles, passando de R$ 3.318,39 para R$ 3.982,06. O projeto de lei  será votado nesta segunda em primeira discussão.

O valor será concedido como gratificação sobre o vencimento base do servidor, de acordo com o nível de escolaridade. O motivo da alteração da lei se deve à perda de 10% dos ganhos pelos assessores, devido a determinação, onde todos os cargos tenham que ser ocupados por quem tenha ensino médio completo.

Antigos/Nos cargos antigos, que foram extintos na quinta-feira passada – assistente parlamentar 1 e assistente parlamentar – o nível de escolaridade exigido é de ensino fundamental incompleto (até a 4ª série) e fundamental completo, respectivamente. Pela lei antiga, com o curso de ensino médio eles teriam 10% de gratificação nos seus salários.

Como agora todos as vagas devem ser ocupada por quem tem ensino médio houve uma chiadeira entre os assessores que possuem  curso superior.

Nos cargos antigos, eles acumulavam 10% por terem o ensino médio, mais 10% por terem o ensino superior.
Após muita reclamação com os vereadores, conseguiram que fosse feita a modificação.

Esse aumento, no entanto, pode ser ainda maior que os 20%. A lei determina que, após o curso superior, quem tiver mais graduações somará mais 10% para cada uma, não podendo exceder  40%.

Pela proposta antiga, o limite de gratificação era de 30%. São considerados acima do nível superior a pós-graduação latosensu, mestrado e doutorado.

Na justificativa que acompanha o projeto, os vereadores que compõe a Mesa Diretora  da Câmara afirmam que a gratificação “ trouxe  um incentivo ao servidores melhorando sensivelmente o seu nível de escolaridade”.

A gratificação não será voltada apenas aos funcionários, mas também para os trabalhadores concursados da Câmara.

Por ter recebido uma emenda, o projeto de lei que criou o sexto cargo terá sua redação final votada nesta segunda. Depois disso a proposta segue para sanção do prefeito Vitor Lippi (PSDB).

Por ser tratar de uma proposta dos vereadores é comum o prefeito respeitar e não manifestar qualquer veto.

Fonte: Bom Dia Sorocaba

4 de julho de 2011 por antena1

Câmara aprova criação de cargos e aumento de salários para GCMs

Outros quatro projetos de lei, de autoria do prefeito Vitor Lippi (PSDB), foram aprovados, na manhã de ontem, em sessões extraordinárias. Um deles confirmou o reajuste salarial de até 41,2% para a Guarda Civil Municipal (GCM) e outro criou 662 cargos na Prefeitura de Sorocaba e no Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae). Parte desta ampliação de vagas surgiu após acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT) e Ministério Público Estadual (MPE).

O projeto da GCM, que além dos 8% do aumento recebido pelos funcionários públicos municipais no início do ano, vai proporcionar mais 30% com a readequação salarial e ainda possibilidade de acréscimo de 3% (prêmio de assiduidade), foi aprovado com duas emendas do vereador Geraldo Reis (PV). O menor salário da corporação passa a ser R$ 879,46, com efeito retroativo a 1º de abril último. Já em 1º de novembro, o valor inicial será R$ 979,46. Os valores ainda ganham 100% de acréscimo, com o Regime Especial de Trabalho Policial (RETP).

Também foi aprovado, com quatro emendas, projeto de lei do Executivo que cria e amplia cargos do quadro permanente da administração direta e autárquica. Neste projeto, serão criados 562 cargos na Prefeitura de Sorocaba e no Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae). As emendas aprovadas são dos vereadores Marinho Marte (PPS), Anselmo Neto (PP) e José Francisco Martinez (PSDB), autor de duas delas. Uma das emendas igualou o salário de todos os motoristas, que passam a ganhar R$ 1.193,18, tendo em vista que, sem a emenda, a maioria dos motoristas (carros leves) receberia R$ 1.094,00. “Isso é um universo de 250 motoristas que tiveram aumento salarial”, apontou o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, Sérgio Ponciano.

Com emendas, foi aprovado o projeto de lei que altera o Estatuto dos Servidores Públicos Municipais (Lei 3.800, de 2 de dezembro de 1991) e que regulamenta a concessão da licença-prêmio. Inicialmente, sem a proposta do líder do Governo, José Francisco Martinez, a iniciativa previa que o servidor só poderia ser beneficiado com a licença se o seu número total de faltas (justificadas, injustificadas ou para tratamento de saúde) não ultrapassasse 30 dias.

A bancada do Partido dos Trabalhadores pediu a retirada do projeto. Entretanto, o líder do governo, vereador José Francisco Martinez, apresentou emenda aumentando de 30 para 90 dias a previsão de faltas para a concessão de licença-prêmio. A proposta foi aprovada, com votos contrários apenas pela bancada petista, Francisco França e Izídio de Brito. Outras cem vagas serão criadas com aprovação dos projetos que ampliam o número de cargos de agente comunitário de saúde, regidos pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

Vinte e seis agentes comunitários, dos 84 atuais, se enquadram na nova lei e não vão precisar fazer o processo seletivo. Os demais, diante da Lei Federal, terão obrigatoriedade de passar pela seleção. O vereador Anselmo Neto (PP) tinha intenção de apresentar emenda ao projeto, para estender a data-limite para que os atuais agentes pudessem ser aproveitados sem precisar passar por seleção. Porém, a Emenda Constitucional nº 51 estabelece que só podem ser aproveitados sem seleção os agentes comunitários que já estavam atuando em 14 de fevereiro de 2006.

Diante disso, o vereador anunciou que, juntamente com o sindicato dos servidores, vai acompanhar o processo de contratação dos agentes comunitários, reunião marcada para o próximo dia 25. Foi aprovado ainda o projeto de lei do prefeito que revoga a Lei nº 9.023, de 22 de dezembro de 2009, que cria incentivo para a instalação de empresas industriais ou comerciais no município.

Fonte: Cruzeiro do Sul

17 de maio de 2011 por antena1

A revolta do consumidor

A união de consumidores, espontânea ou não, promove transformações jamais obtidas por uma ou outra voz solitária em meio à multidão.

É com base nessa teoria que, de forma consciente ou inconsciente, o sorocabano fez o preço da carne – produto que subiu quase 80% nos últimos meses – cair mais de 2% na cesta básica de março.

Os dados, divulgados nesta segunda-feira pela Uniso (Universidade de Sorocaba), apontam queda de R$ 0,30 por quilo. Uma diferença que pode não parecer grande aos nossos olhos, mas que mostra uma nova cultura, um novo conceito de fazer compras do sorocabano.

Segundo o professor da Uniso que coordena a pequisa mensal, Manuel Payés, o preço do quilo da carne de primeira só caiu devido ao aumento de estoque. “E esse armazenamento só aumentou por causa da migração dos consumidores a favor das carnes de frango ou suína”, explica. O professor lembra ainda que a melhoria das condições dos pastos também ajudou na queda.

Com olhos muito mais clínicos do que antes, a funcionária pública Kátia Dias percorre os corredores de um hipermercado de Sorocaba tentando comprar produtos de qualidade, mas que não sejam tão caros. “Antigamente eu vinha ao mercado e comprava o que considerava como ‘melhor marca’. Hoje, eu faço uma média entre o melhor preço, com a marca mais conhecida. Não dá mais para comprar qualquer um”, justifica.

O mercado também passou a fazer parte da rotina de Kátia. Antes, ela fazia uma compra grande por mês. Hoje, vai ao mercado uma vez por semana. “Os produtos não eram tão caros como hoje. Podíamos encher o carrinho e ir embora para casa, sem precisar voltar em 30 dias”, comenta.

A consumidora também precisou adaptar os hábitos. Se antes ela levava cerveja e vinho para casa, atualmente dá um jeito de maneirar. “Agora só levo de vez em quando. O duro é quando entramos em períodos sazonais, como a Páscoa, onde o gasto aumenta ainda mais”.
Vida de mercado
A dona de casa Elizabete Peres Caldana garante que consegue fazer as compras do mês com “apenas” R$ 600. O motivo da economia é que ela pouco compra os produtos da cesta básica e dois de seus quatro filhos estão estudando ou moram fora de casa. “Eu venho uma vez por semana ao mercado, mas mais para comprar produtos de segunda necessidade que os básicos”, diz.

Ela também garante que substituiu alguns alimentos na mesa devido ao preço abusivo. “A carne foi um dos produtos que passei a comprar apenas de vez em quando”, explica.

Sempre pesquisando os preços, a professora Maria Lúcia Puccinelli Lopes afirmou que já faz da sua ida ao mercado uma rotina. Tanto que para ela é comum ir até quatro vezes por semana ao local.

O motivo, além da pequisa de preços, é também a variação de preços de acordo com o dia da semana. “As quartas-feiras, por exemplo, sei que os produtos de feira, como frutas, legumes e vegetais estarão com o preço menor do que no restante da semana.”
‘Ideal é procurar pelos dias de promoções’
Parcelar nunca. No crédito, jamais. Essa é a filosofia que o consumidor sorocabano deve levar para dentro do hipermercado na visão do economista Geraldo Almeida. Segundo ele, é preciso ter jogo de cintura para não comprar caro pensando que está pagando barato.

O principal conselho de Geraldo é que o consumidor abandone as compras mensais. “Às vezes você compra seis latas de óleo por mês e usa apenas duas. Ou seja, você compra mias produtos que o necessário. O ideal é fazer compras semanais e programar o seu roteiro”, ensina.

Geraldo ainda lembra que há dias da semana em que os hipermercados fazem promoções. “O consumidor precisa estar atento para esses dias. Quem acha que não há diferença, basta fazer uma compra na quarta-feira e, depois, refazer a mesma compra em um sábado. A diferença é absurda”.

O economista também garante que o consumidor, apesar de mais liberal, ainda é resistente em aceitar algumas marcas. “As marcas próprias, por exemplo, que são do mercado e mais baratas que as convencionais. Não é porque o preço é menor que a qualidade do produto também é. Basta ver na embalagem para perceber que o produto é feito pela mesma fábrica de um item que é vendido como ‘melhor marca’”.
Cesta básica tem alta de 7,32% em março
Na comparação com o ano passado, a cesta básica de Sorocaba passou de R$ 347,33 para R$ 372,55. Na comparação com fevereiro a alta foi de 0,53%.
30%
Representa a queda das vendas de carne bovina nos açougues de Sorocaba. A picanha, uma das mais caras, pouco é procurada pelos clientes.

Fonte: Bom Dia Sorocaba

12 de abril de 2011 por antena1

Senado aprova mínimo de R$ 545

Em apenas três semanas o governo conseguiu vencer seu primeiro grande desafio no Congresso Nacional exercendo sua ampla maioria na Câmara e no Senado e aprovou o valor de R$ 545,00 para o salário mínimo.

Na votação de uma emenda que elevava o valor do mínimo para R$ 560,00, o governo conseguiu 54 votos dentre os 81 senadores e derrubou a proposta. A sanção deve ocorrer nos próximos dias para o novo salário passar a valer a partir de março.

Se na Câmara o PMDB ganhou o teste de fidelidade dando todos os seus votos à proposta da presidente Dilma Rousseff, no Senado o PT enquadrou o gaúcho Paulo Paim e entregou todos os seus 15 votos ao governo.

No PMDB do Senado, somente Jarbas Vasconcelos (PE) e Roberto Requião (PR) votaram contra o governo entre os 19 senadores da bancada. Jarbas é dissidente histórico e Requião, apesar de votar contra o Palácio, subiu à tribuna para dizer que é governista. Os peemedebistas Luiz Henrique (SC), Casildo Maldaner (SC) e Pedro Simon (RS) se abstiveram.

Além dos R$ 560,00, propostos pelo DEM, foram realizadas mais duas votações nominais na sessão, todas vencidas com tranquilidade pelo governo. Na de R$ 600,00 o placar foi de 55 a 17 contra o valor, com cinco abstenções.

Numa emenda que tentava retirar do texto a permissão de reajustes por decreto até 2015 o placar foi de 54 a 20 a favor do texto desejado pelo governo.

Fonte: Cruzeiro do Sul
24 de fevereiro de 2011 por antena1
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