O site oficial do U2 resolveu prorrogar até dia 18 a promoção U22, em que fãs da banda escolhem, de uma lista de 46 canções tocadas na turnê “360º”, as 22 melhores músicas. O resultado final será transformado em CD duplo e enviado com exclusividade aos participantes. O material não deve ser vendido comercialmente.
As cinco mais votadas até agora foram, pela ordem, “Bad”, “Where the Streets Have no Name”, “Magnificent”, “Ultraviolet (Light My Way)” e “One”. E o Brasil pode se sentir bem representado na votação, já que músicas que estiveram no set list brazuca, como “Out of Control” e “Zooropa” (esta última não era tocada ao vivo desde 1993), devem entrar na seleção final.
No entanto, estão ficando de fora clássicos como “Desire”, “Angel of Harlem”, “New Year´s Day” e “I Will Follow”, além de canções que raramente a banda toca ao vivo como “Scarlet”, “Spanish Eyes” e “Mothers of the Disappeared”.
A eleição está gerando polêmica. Fãs da banda comentam no site que os eleitores “ferraram” com a seleção final ao colocar canções que estão em todas as coletâneas e no DVD da turnê no U22. Há ainda boatos de que o material virá com mais três faixas surpresa. Seriam as três menos votadas?
Caso você queira votar e ainda não for filiado ao fã clube, basta entrar no site, pagar US$ 50 da inscrição e “ajudar” suas músicas preferidas a integrar a edição final. A inscrição ainda dá um bônus de 25% em outros produtos da banda.
Fonte: UOL
Um esperado álbum com material inédito da cantora britânica Amy Winehouse será lançado nesta segunda-feira, cinco meses após sua dramática e prematura morte aos 27 anos.
O álbum “Amy Winehouse Lioness: Hidden Treasures” contém 12 músicas, entre as quais estão algumas não editadas anteriormente, versões pessoais de clássicos de outros artistas e novas composições da considerada “diva do soul”.
A morte da artista de voz grave em julho, após um histórico marcado por álcool e drogas, comoveu o mundo da música, que ainda hoje lamenta sua ausência.
Com a intérprete de “Rehab” – seu grande sucesso – e “You Know I’m No Good” elevada ao olimpo póstumo do rock, os encarregados de recopilar o material desse novo álbum foram seus produtores, Salaam Remi e Mark Ronson.
Ambos trabalharam com a cantora e, após sua morte, viram um filão nas gravações que Amy realizou antes, durante e após o lançamento de seus dois únicos discos, “Frank” e “Back to Black”.
Após sua morte, Remi e Ronson perceberam que Amy deixou “uma coleção de temas que mereciam ser escutados” e que era um “verdadeiro legado” da cantora, explicou a Fundação Amy Winehouse, criada por sua família.
Entre as músicas resgatadas nesse trabalho está “A Song For You”, que a artista gravou quando estava sob o efeito das drogas em 2009.
A nova seleção traz também “Body and Soul”, que Amy gravou com o cantor americano Tony Bennett para o álbum que o veterano artista lançou em setembro.
O álbum inclui temas inéditos como “Between The Cheats” e “Best Friends”, além de “Garota de Ipanema”, a primeira música que Amy cantou aos 18 anos quando foi a Miami pela primeira vez para gravar com o produtor Salaam Remi.
No álbum figuram ainda “Wake up Alone”, a primeira música gravada para as sessões de “Back to Black”, “Valerie” e “Halftime”.
O lucro obtido com as vendas desse disco será destinado à Fundação Amy Winehouse, que surgiu para ajudar jovens que enfrentam problemas com álcool e drogas.
A carreira de Amy sempre foi marcada pelo sucesso comercial. Em 2003, seu álbum de estreia “Frank”, que vendeu 1,5 milhão de cópias, a fez concorrer aos prêmios Mercury Music, e Ivor Novello em 2004 por seu single “Stronger Than Me”.
O auge de sua carreira veio com “Back To Black”, lançado em outubro de 2006 e que não demorou a colher os frutos de um extraordinário sucesso comercial com 15 milhões de cópias vendidas.
Esse trabalho foi eleito o melhor disco do ano em 2007 e em fevereiro de 2008 fez Amy se tornar a primeira intérprete britânica a ganhar cinco Grammys.
Sua dramática morte em 27 de julho em sua casa do bairro de Candem Town, ao norte de Londres, causou um lamento coletivo na indústria musical.
Após despontar em sua breve, mas intensa carreira, na qual se tornou habitual a internação em várias clínicas de reabilitação, Amy Winehouse foi encontrada morta depois de ter ingerido uma elevada quantidade de álcool.
O fato de que a artista londrina de origem judaica estivesse em processo de desintoxicação tornou ainda mais triste a notícia.
A constante perseguição dos tabloides britânicos, que vigiavam sua vida incessantemente, e as problemáticas relações sentimentais eram constantes em sua rotina.
Seu cabelo comprido negro, sua magreza quase dolorosa, marcada por uma relação complicada com a comida, as contínuas e famosas brigas com seu namorado e seus conflitos com a Polícia apareciam com frequência nas manchetes dos jornais britânicos.
Fonte: UOL
O sucesso de Marisa Monte não é fruto do acaso. Se aos 26 anos ela fazia turnês com 250 shows, aos 44 e com dois filhos, esta premiada artista brasileira persiste na busca do aperfeiçoamento com seu oitavo disco de estúdio. “Se uma pessoa tem sucesso é porque trabalho para isso”, ressalta ela.
Passaram-se cinco anos desde o lançamento de seus dois últimos álbuns com músicas inéditas, “Universo ao meu redor” e “Infinito Particular”, período dedicado para seu novo trabalho, “O que você quer saber de verdade”. Ela fez ainda uma turnê de dois anos e meio, foi coprodutora de um documentário, e dedicou-se a maternidade, o que mudou totalmente suas “prioridades”.
“Precisei ficar um tempo em casa cuidando da família”, conta a cantora em entrevista à Agência Efe, que avalia como fundamental o papel da mãe no lar e declara que aproveitou essa pausa para ouvir a si mesma.
Dessa maneira, ela chegou ao denominador comum deste disco, de corte “existencialista”: “a busca do prazer, da felicidade, a liberdade para aproveitar a vida”, revela.
Todo esse pensamento salpicou suas novas canções, algumas escritas desde sua última turnê e foram crescendo com o passar dos meses, por isso que a gravação de “O que você quer saber de verdade” foi “tão lenta”.
Em seu afã de experimentar, Marisa colaborou com artistas novos, como o multi-instrumentista e ganhador de um Oscar, o argentino Gustavo Santaolalla, e o guitarrista brasileiro do Los Hermanos e da Orquestra Imperial, Rodrigo Amarante.
Apesar da parceria com os novos talentos, seus colaboradores frequentes não ficaram de fora, “companheiros de muito tempo” como seu coprodutor, Dadi, assim como Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes, com os quais começou a trabalhar em 2002 no disco “Tribalistas”.
“Tenho companheiros muito estáveis, mas sigo buscando renovação e novas sensações através de novos colaboradores”, diz a artista, que divulgou este disco entre Rio de Janeiro, São Paulo, Buenos Aires, Los Angeles e Nova York.
Sua última turnê, com o disco “Infinito ao meu redor” (2008), incluiu 140 concertos por 50 cidades, 15 países e quatro continentes.
Diante de sua nova “perspectiva de vida”, ela adianta que aqueles tours titânicos ficaram no passado, pelo menos até seus filhos crescerem. “Agora prefiro equilibrar as coisas, embora toda mãe trabalhadora enfrente o problema de como fazê-lo”, confessa Marisa.
“Este ano quero fazer 60 shows, mas acho que no final serão 80″, ri resignada diante de suas múltiplas exigências de cantora, considerada pela edição brasileira da revista “Rolling Stone” como “a artista viva mais importante” do país.
Ela conta que se cuida muito para não acreditar nesse rótulo, “porque é uma questão de gosto”. “Gosto de estar entre os melhores, mas não de me sentir como a melhor, porque isso me limitaria, não poderia crescer mais”, afirma ao respeito.
“Gosto do que eu faço, trabalho muito e sempre tento dar o máximo. O talento tem andar junto com o trabalho, sempre soube disso”, ensina a cantora, que arranca aplausos do público e o, mais difícil ainda, dá crítica.
Os 9 milhões de discos vendidos e três prêmios Grammy Latino provam as expectativas criadas em torno dela, cuja ascensão parece caminhar paralelo a de seu país, que viveu grandes mudanças sob os Governos de Luiz Inácio Lula da Silva e, agora, com Dilma Rousseff, outra mulher trabalhadora.
“Dilma está fazendo um bom trabalho. Ela tomou as rédeas da herança de Lula, com o qual o Brasil começou a viver bons tempos”, celebra a artista, quem admite que seria uma honra participar da cerimônia de abertura dos próximos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro. EFE
Fonte: UOL
Gal Costa e Caetano Veloso realizaram uma coletiva de imprensa nesta quarta-feira (30) para falar sobre o novo álbum da baiana, “Recanto”. O álbum produzido por Veloso e o filho Moreno tem algumas referências eletrônicas.
Durante a conversa, Gal falou que não volta para o Twitter. “Não volto nem para me aproximar do público. Sinto aquela obrigação de contar tudo o que estou fazendo. E algumas pessoas são grosseiras”. Em contraponto, a cantora diz adorar os jogos do Facebook. “Já me cansei de ‘Farmville’, agora só jogo ‘Café World’ e ‘CityVille’”. Ao lado da cantora, Caetano sorri. “Não sei do que ela está falando”, diz.
Em julho deste ano, Gal e Caetano foram capa da revista “Rolling Stone”, onde falaram mais sobre o projeto, que na época ainda estava em processo de criação. “O Caetano para mim é muito importante por tudo que a gente viveu e conviveu. Ele é o compositor que melhor escreve para mim, para a minha voz, para mim mesmo. A gente tem uma identificação musical. Neste momento, Caetano fazer este trabalho comigo é maravilhoso. É muito importante historicamente e emocionalmente”.
A cantora também adiantou o que os fãs podem esperar do álbum. “Não vai ter nada a ver com nenhum disco que eu já fiz na vida, nem com nenhum disco que ele já fez na vida. Vai ser uma coisa nova, repertório novo, tudo novo, mas é claro que tem a ver com passado porque a nossa história está impregnada na gente”.
Fonte: UOL
“Se eu digo que vou cantar uma música do Michael Jackson igualzinho ele fez, vão dizer: ‘Esta Sandy é uma pretensiosa!’. Se disser que vou criar uma versão completamente diferente da dele, dizem: ‘Esta Sandy é uma pretensiosa!’. Não importa o que eu faça, vão reclamar.”
Lançando “Manuscrito”, primeiro DVD sem o irmão Junior, Sandy é estreante no mundo das cantoras solo. Mas é veteraníssima nas contradições do showbiz e sabe lidar com elas como poucas.
Michael Jackson não é um exemplo jogado ao acaso.
Sandy foi convidada a participar de um projeto dirigido por Monique Gardenberg (o show chega a São Paulo no dia 21, no Via Funchal) e cantar seu compositor favorito. Escolheu ele, o rei do pop.
Segundo diz, vai fazer “versões modestas” do repertório dele. Mas sabe que, faça o que fizer, a paulada vem.
Ela diz que acompanha a carnificina no Twitter.
“É impossível ficar insensível. Conversei muito sobre isso na análise. Concluí que, para o mundo não ficar pesado demais, preciso trabalhar para quem quer me ver, não para quem não gosta [dela].”
Aprendeu também que qualquer informação a respeito de sua vida importa mais do que a música que faz.
“Manuscrito”, o álbum de estúdio que deu origem a este DVD, vendeu, segundo sua gravadora, 60 mil cópias.
É disco de ouro. Mas não fez barulho que se comparasse à repercussão de uma frase sua publicada na “Playboy”, em agosto: “Acho que é possível ter prazer anal”.
Sofreu um bocado com a polêmica, mas já conhecia o antídoto. “É ficar resignada e esperar que passa.”
Passou. O episódio, ela diz, valeu para que o Brasil percebesse que ela cresceu.
“Foi uma consequência bem-vinda. Tenho 28 anos, e só com essa história as pessoas se deram conta disso.”
Sandy é estreante, mas não faz parte da chamada “nova geração” da música nacional.
Conversando sobre sua música, nota que não tem as mesmas referências que as colegas de primeiro disco solo. Nem as mesmas ansiedades artísticas.
“Já passei por tudo isso. Agora, quero dar vazão ao que está na minha cabeça, ao que já sou, e não ficar procurando novos caminhos.”
Já se sabe o que esperar de Sandy, a veterana novata.
Agora, é só reclamar.
Rihanna lançou nesta quinta-feira (10) na internet teasers das músicas de seu novo álbum “Talk That Talk”, que subiu para o 12º lugar no ranking do iTunes antes de seu lançamento, em 21 de novembro.
Os trechos de todas as 11 músicas do álbum foram divulgados depois que a cantora postou uma foto em sua página oficial no Facebook na semana passada, revelando a lista de faixas.
Fãs recorreram ao Twitter e ao Facebook para comentar os teasers, e consideraram o álbum o melhor da cantora até o momento. As encomendas de pré-venda fizeram o álbum subir no iTunes.
O álbum inclui uma parceria com o rapper Jay-Z no single “Talk That Talk”, além de faixas de hip-hop e electro-pop, como “Where Have You Been” e “Roc Me Out”, e baladas como “We All Want Love” e “Drunk Of Love”.
“Talk That Talk” será o sexto álbum de estúdio da cantora de Barbados, de 23 anos, que atualmente está no topo da parada de singles Billboard Hot 100 com “We Found Love”.
A cantora também revelou que o próximo single do álbum será uma música para pistas de dança chamada “You Da One”, que será oficialmente desbloqueado e ficará disponível para download na página de Rihanna no Facebook hoje (11).
Rihanna, que está atualmente na parte europeia de sua turnê “Loud”, foi recentemente forçada a cancelar uma apresentação em Malmo, na Suécia, depois de ser levada ao hospital com uma forte gripe. Ela está programada para realizar uma apresentação em Antuérpia, na Bélgica, na sexta-feira.
Fonte: Último Segundo
Criolo é mesmo o homem do ano. Depois de ter lançado um dos melhores álbuns de música brasileira (“Nó na Orelha”) e ter feito o show-celebração mais comovente de 2011 no Sesc Vila Mariana, dominar a premiação do VMB e ser cortejado por Caetano Veloso, agora o cantor/compositor/rapper é honrado por Chico Buarque, que foi reverenciado pelo paulistano na versão atualizada de “Cálice” (Chico/Gilberto Gil). A retribuição de Buarque, cantando trecho da letra de Criolo em ritmo de rap na estreia da turnê do novo álbum, anteontem no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, foi o ponto alto de um show redondo com boas surpresas.
No entanto, não é primeira vez que Chico se aproxima do rap – já o tinha feito na embolada “Ode aos Ratos” em 2006 e num dueto com Eugénia Melo e Castro em “Olê Olá”, em 2005, nunca lançado. Mesclando todas as dez canções do novo álbum, “Chico”, com clássicos que há muito tempo não se canta, como “Baioque”, “Desalento” (Chico/ Vinicius de Moraes), “Ana de Amsterdã” (dele e Ruy Guerra), “A Violeira” (Chico/ Tom Jobim), “Choro Bandido” (parceria com Edu Lobo) e “Bastidores”, o roteiro é irretocável. Falando pouco, o que se vê em cena é um Chico mais estimulante, leve e solto do que o de seis anos atrás, quando lançou “Carioca”.
Ao contrário do anterior, em que a plateia se inquietava com as novas canções, neste show os fãs entre eufóricos e discretos cantam junto todas as novidades, reconhecidas e aplaudidas aos primeiros acordes. Talvez seja o poder de propagação da internet ou o interesse do público mineiro (mais atento e respeitoso do que as plateias de seus vizinhos do Sudeste), talvez seja a força oculta das próprias canções, como “Rubato” (parceria com Jorge Helder), “Tipo Baião” e o sensacional afro-lamento “Sinhá” (dele e João Bosco) que crescem ao vivo, em ambiente sonoro mais arejado do que na gravação do CD.
O eixo do show são as canções femininas situadas no abstrato “tempo da delicadeza”, algumas consagradas por cantoras como Bethânia, Zizi, Fafá, Elba, Elizeth. Cantando lindezas e safadezas como “Terezinha”, “Valsa Brasileira” (Chico/Edu Lobo), “Anos Dourados” (dele e Jobim), “Todo o Sentimento” (Chico/ Cristóvão Bastos), “O Meu Amor”, “Sob Medida”, além das várias personagens das novas canções (Aurora, Amora, Teodora, Nina, Glorinha, Anabela, Maristela, Soraia, Barbarella e as anônimas), Chico faz o mulherio se derreter mais do que o habitual. “Se Eu Soubesse”, que ele canta com a atual namorada Thaís Gulin no CD, fez até uma delas sussurrar “uh, que ciúme”. Enfim, é bala doce certeira daquele que é conhecido como o compositor que melhor “entende a alma feminina”.
Outras canções de tempos recentes, como “De Volta ao Samba”, “Futuros Amantes” (ambas de 1993) e “Injuriado” (1998), junto aos clássicos dos anos 1970 e 80, e já no bis uma lá dos primórdios, “Sonho de Um Carnaval” (1965), fundida com “A Felicidade” (Tom Jobim/Vinicius de Moraes), compõem um belo, conciso e alternativo painel de mais de 30 títulos entre joias raras do vasto cancioneiro buarquiano, rejuvenescido por novos caminhos harmônicos e vocais.
“Velho Francisco” (1987) abre o show como um recado de que ele se faz mais cativo pelo conteúdo do que pelo impacto. A cenografia de Hélio Eichbauer, a banda de velhos amigos – Luiz Claudio Ramos, Bia Paes Leme, Chico Batera, Jorge Helder, João Rebouças, Marcelo Bernardes e o mestre Wilson das Neves, ovacionado várias vezes -, o figurino todo preto de Cao Hamburger, a iluminação sóbria de Maneco Quinderé – tudo é disposto para seu conforto, a serviço da música. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (AE)
Fonte: Cruzeiro do Sul
O Queen anunciou que vai lançar um novo álbum com demos antigas gravadas pelo vocalista Freddie Mercury, morto em 1991. O guitarrista Brian May disse ao Daily Star que está pesquisando o material da banda junto com o baterista Roger Taylor para selecionar faixas inéditas para um próximo lançamento.
Brian May também anunciou que o Queen está preparando um musical. “Queremos fazer um novo musical, ‘We Will Rock You’. As músicas estão lá, é só uma questão de achar tempo para fazer a produção certa”, disse.
No começo do mês, May havia comentado sobre a possibilidade de colocar Lady Gaga como vocalista da banda em alguns shows. “Sempre conversamos sobre sair em turnê, mas ainda temos o problema da falta de vocalista. Trabalhei com Lady Gaga e ela é muito criativa, e é uma pessoa com a qual estamos conversando para se tornar a vocalista, para estar à frente da banda. Ela não é apenas uma cantora, ela escreve seu próprio material”, disse ao Daily Express.
Fonte: UOL
Enquanto não chega às lojas o primeiro álbum do Agridoce, projeto formado por Pitty e pelo guitarrista de sua banda, Martin Mendonça, a dupla adianta o primeiro single inédito e a capa do disco. A música “Dançando” será lançada oficialmente nesta terça-feira (18).
O álbum foi gravado durante 22 dias de agosto numa casa na Serra da Cantareira, próximo a Mairiporã, região metropolitana de São Paulo. Em entrevista exclusiva ao UOL, Pitty resumiu a temporada –inspirada no documentário “Funky Monks”, do Red Hot Chili Peppers– como um universo paralelo. “Essa coisa de ‘o tempo é relativo’ nunca foi tão verdade. A gente se perdeu no tempo/espaço”, contou.
As cores que fizeram parte do início da banda Restart, estão em segundo plano no novo álbum da banda “Geração Z”.
Em foto de divulgação, o quarteto paulistano aparece com roupas mais sofisticadas e no lugar nas camisetas coloridas, jaquetas e casacos.
O Restart apresenta o novo álbum no dia 23 de outubro, no Happy Rock Sunday, que acontece no HSBC Brasil, em São Paulo.
Na internet, o segundo álbum de estúdio será divulgado no dia 21. De acordo com a banda, o álbum está mais pesado e abrange mais influências dos integrantes.
Fonte: UOL
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