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Mulher perde o controle da direção e bate em poste

Uma mulher que dirigia um Fiat Uno se acidentou na manhã desta segunda-feira, por volta das 7h20, na avenida Fernando Stecca, após perder o controle da direção e atingir um poste. Segundo pessoas que dirigiam atrás da motorista, ela saiu da pista e invadiu o canteiro central da avenida, sem atingir nenhum outro veículo. O carro ficou totalmente destruído, porém a vítima teve apenas ferimentos leves e foi encaminhada ao Hospital Regional de Sorocaba. O trânsito na avenida Fernando Stecca flui normalmente.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

14 de julho de 2014 por admin

Acidente mata um na Gen. Carneiro

O analista de infraestrutura Victor Murilo Nunes, 30 anos de idade, morreu ontem pela manhã após colidir seu carro contra uma árvore no canteiro central da avenida General Carneiro, no Cerrado. Ele estaria acompanhado de um amigo, que por sofrer lesões corporais sem gravidade, optou por não ser atendido e não foi identificado no registro policial. O velocímetro do carro ficou travado em 120 km/h.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado no Plantão Sul, o acidente aconteceu às 5h55, na pista de sentido bairro-centro, em frente ao numeral 2.243, nas proximidades da garagem da Viação Cometa. Victor perdeu o controle do seu carro, um Honda Fit, e tamanho o impacto contra a árvore que o motorista foi lançado para fora do veículo. Sua morte foi constatada ainda no local do acidente, pelo médico Rossano Gomes, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O Samu também confirmou a presença de um passageiro no Honda Fit e sua identificação seria repassada hoje para a polícia pela central do serviço médico. O delegado Pedro Dalboni, no plantão sul, admitiu a velocidade marcada no velocímetro do carro, mas frisou que somente o resultado da perícia feita pela Polícia Científica no automóvel é que constatará se era essa a velocidade do carro no momento do choque, ou se com a força do impacto o aparelho sofreu alteração.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

por admin

Acidente com ônibus da dupla Marcos e Belutti mata integrante da banda

Belutti fala sobre acidente com integrantes da banda, numa rodovia de Mato GrossoBelutti fala sobre acidente com integrantes da banda, numa rodovia de Mato Grosso

Um acidente com ônibus da dupla Marcos e Belutti, ocorrido no KM 694 da Serra do Mangaval, em Mato Grosso, na madrugada deste domingo (15), matou o baixista da banda. Rafael Sales, de 31 anos e que acabara de se casar, morreu no local. A banda havia feito um show na Feira Internacional de Pesca Esportiva (FIPe 2014), em Cáceres (MT). Marcos, Belutti e outro integrante, retornariam de avião, e o restante da banda iria de ônibus para São Paulo. Segundo informações, o ônibus da banda deslizou e saiu da pista por volta das 5h da manhã. Nove pessoas ficaram feridas e todas foram encaminhadas para o Hospital Regional de Cáceres.

“Tinha óleo na pista e um caminhão na frente”, resumiu Belutti. “Rafa era um irmão da gente. Estamos em choque ainda e nós vamos tomar todas as medidas para ajudar a todos que estão envolvidos neste acidente”, acrescentou o cantor, em entrevista ao “Domingo Show”, da Record. Emocionado, Belutti prosseguiu. “Está todo mundo um pouco machucado, mas liberado. Infelizmente, não somos Deus para poupar a vida de alguém”, finalizou. Em nota, organizadores da FIPe2014 lamentaram o acidente e o falecimento de Sales. “Ficamos em preces pela recuperação de todos os envolvidos no acidente”, disse o comunicado.

Fonte: Uol Músicas

16 de junho de 2014 por admin

Filho de Erasmo tem morte cerebral, diz banda; assessoria do cantor nega

O músico Alexandre Pessoal, de 40 anos, filho de Erasmo Carlos, teve morte cerebral nesta terça-feira (13), de acordo com informações fornecidas ao UOL pelos integrantes do bloco de pagode Fica Comigo, do qual ele era vocalista. Já a assessoria de imprensa do músico nega a informação e diz apenas que o estado de Alexandre é muito grave. Por volta da 1h30 desta quarta-feira (14), o produtor musical DiAndré Henrique, amigo de Alexandre, informou a reportagem que ouviu dos médicos que “há um fio de esperança”. Alexandre, também conhecido como Gugu, estava em coma induzido no hospital Barra D’Or, no Rio de Janeiro, desde quarta (7), dia do acidente.

Na página oficial da banda no Facebook, os integrantes do Fica Comigo informaram por volta das 18h30 desta terça que já aguardavam por más notícias. “Infelizmente, estamos aguardando o pior. Se ele tiver que ir, pelo menos, sabemos que ele irá em paz. Desculpem não dar mais detalhes, mas também não sabemos. Estamos a caminho do hospital e de lá daremos maiores informações”, dizia o texto. No entanto, segundo um boletim médico emitido pelo hospital nesta terça, sem horário, o quadro do músico é “gravíssimo” e os sinais vitais são mantidos “à base de aminas vasoativas”, que são medicamentos usados para regular a frequência cardíaca e o volume sistólico. Ainda de acordo com o informativo, esta manhã houve aumento da pressão intracraniana, seguida de alterações nas pupilas. Uma tomografia revelou hemorragia cerebral difusa, obstrução do quarto ventrículo e hidrocefalia. Alexandre foi submetido a procedimentos para drenagem de líquidos do crânio. Alexandre foi internado no dia 7 com traumatismo cranioencefálico grave e torácico secundário. Ele chegou sob efeito de sedativos, intubado, respirando por aparelhos e com dreno no tórax.

Nesta segunda-feira, Gugu apresentou melhoras, de acordo com boletim médico divulgado pela assessoria de Erasmo Carlos. Nas redes sociais, o cantor comemorou a recuperação do filho. “‘Fé na vida , fé no homem, fé no que virá’, já dizia Gonzaguinha. Pequenos sinais de melhora no quadro geral do meu filho Alexandre!”, escreveu no Twitter. No sábado, Erasmo Carlos já havia avisado os fãs sobre o acidente. “Meu filho Alexandre Pessoal sofreu um grave acidente de moto. Está em coma induzido e seu estado é estável. Pensamento positivo sempre. Força meu filho, seu pai estará sempre com você”, escreveu ele no Twitter. Erasmo Carlos tem show agendado para o próximo sábado (17) no HSBC Brasil, em São Paulo, para lançar o álbum “Gigante Gentil”. A casa ainda não sabe se a apresentação será mantida.

Fonte: Uol Músicas

14 de maio de 2014 por admin

Justiça decreta a liberdade provisória de Fábio Hattori

A Justiça de Sorocaba desqualificou de dolosa para culposa a conduta do comerciante Fábio Hiroshi Hattori, que no último dia 6 atropelou na rodovia Raposo Tavares doze pessoas, provocando a morte de seis delas e decretou ontem sua liberdade provisória. Hattori deixaria ontem à noite a prisão de Tremembé, no Vale do Paraíba. A ordem de soltura foi transmitida por e-mail. Com isso, o réu que antes poderia ser condenado à pena que varia de 6 a 20 anos, poderá até cumprir eventual condenação em liberdade, já que o limite para a modalidade culposa vai de 1 a 4 anos. Como não tem antecedentes, esse seria o desfecho mais provável. O caso de Hattori também não será mais julgado pela vara do Tribunal do Júri, cuja titular, Adriana Tayano Fanton Furukawa, acolheu manifestação do promotor Eduardo Francisco dos Santos Júnior. Será, agora, redistribuído a uma das quatro varas criminais da Comarca. A magistrada arbitrou fiança de 40 salários mínimos (pouco mais de R$ 30 mil) como condição para que Hattori fosse solto e determinou o recolhimento de sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Pela manhã, durante contato com a imprensa, Santos divulgou seu parecer e disse ter “pensado muito” durante o feriado da Semana Santa para decidir. “Passei uma Páscoa atormentado para ter discernimento”, declarou. Ele interpretou que, “apesar da conduta demonstrar falta de cautela e até mesmo insensatez, e ainda que o resultado acidente fatal fosse previsível e efetivamente tenha sido previsto pelo agente”, não teria ele agido com dolo, mas com “culpa consciente”, esta demonstrada pela imprudência.
Para o promotor o “terrível acidente” aconteceu porque Fábio dormiu na direção e não porque tivesse ingerido bebida alcoólica. O exame realizado pela Polícia Rodoviária comprovou que o comerciante apresentava dosagem alcoólica de 0,63 ml por litro de sangue, taxa considerada alta. O advogado Hugo Leonardo Barbosa disse que o posicionamento do MP contraria a orientação do Judiciário que tem combatido com rigor a prática da direção perigosa. “É no mínimo estranho que em meio a tantas notícias de tragédias no trânsito provocadas pelos mesmos motivos essa mudança tenha ocorrido. Somente neste final de semana prolongado tivemos notícias de quase 20 mortes provocadas porque o motorista bebeu e dirigiu”.

Na conversa com os jornalistas, o promotor destacou várias vezes que não está indiferente ao drama vivido pelas famílias das vítimas, mas que é preciso observar o rigor da lei. Ele pediu para que a qualificação fosse alterada com base nos elementos colhidos durante o inquérito (que concluiu que o comerciante agiu com dolo), principalmente no depoimento do representante comercial Cleiton Rodrigo Bonenti, o primeiro a chegar ao local do atropelamento. Conforme a testemunha, Fábio teria entrado em desespero ao se dar conta do que aconteceu. “Não estou propondo a impunidade. Atribuo a causa do acidente ao sono. O que deflagrou foi o sono. Estou bem seguro de que não houve dolo”. O promotor explicou que o dolo eventual exige que o responsável preveja e não se importe com o resultado.
Para o advogado do acusado, Mário Del Cistia Filho, a tese da Promotoria mostrou-se correta. “Ele (Fábio) não agiu de modo inconsequente, nem assumiu risco algum. Foi uma fatalidade provocada pelo cansaço e demonstraremos isso no processo. Estamos confiantes”.

O caso

O acidente que provocou a morte de seis jovens e deixou outros seis feridos em estado grave (três deles ainda se recuperam no Conjunto Hospitalar de Sorocaba) ocorreu no último dia 6. O comerciante Fábio Hiroshi Hattori conduzia a Saveiro Cross pela Rodovia Raposo Tavares quando, nas imediações do km 108, sentido Capital, perdeu o controle do veículo e atropelou doze pessoas. Morreram Leo Wagner Ribeiro das Neves; Giovanni Cartezano Inocêncio; Guilherme dos Santos Modesto; Amanda Oliveira Alquati; Lucas Alexandre Vieira e Evelin Fernandes. Ficaram feridos Iven Matheus Silva; Jonatas Carvalho dos Santos; Alan Resende Oliveira; Thais Marins Ferreira; Nicolas Willian de Souza e Felipe Gustap Monteiro Trindade. Fábio, que voltava de Itapetininga, dirigia sob o efeito de álcool e estava cansado. As vítimas participam de uma festa realizada na Chácara São Rafael. Os organizadores do evento, denominado Neon Paint Party terão a eventual responsabilidade apurada pela Vara da Infância e Juventude.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

23 de abril de 2014 por admin

Pontos de ônibus nas marginais e na pista expressa da Raposo têm situações distintas

O atropelamento de 12 jovens que estavam em um ponto de ônibus na rodovia Raposo Tavares, no domingo, levantou a discussão sobre as condições de segurança dos usuários do transporte coletivo que embarcam e desembarcam nas rodovias da cidade. Os órgãos responsáveis não preveem adequações e melhorias para essas paradas de ônibus. Segundo a Urbes – Trânsito e Transportes, nos limites do município há 172 pontos de ônibus nas pistas expressas e 19 nas pistas marginais. Em trechos percorridos pela reportagem na rodovia Raposo Tavares, foram encontradas condições variadas de segurança.

Nas pistas marginais, a maioria das paradas de ônibus conta com recuos de pista, abrigos e, em alguns casos, defensas metálicas para evitar que veículos invadam a calçada, como o encontrado próximo ao km 96, logo após uma passarela. Porém, nas pistas expressas da rodovia, várias paradas avistadas pela reportagem não possuem abrigos, nem recuos, a área está cercada de mato e em algumas não há defensa metálica, como a que fica no km 94,5, na região do bairro Caputera.

Os jovens atropelados no domingo estavam em um ponto da pista expressa da Raposo Tavares, no km 107,9, onde há defensa metálica e acostamento, porém, não há recuo, nem abrigo. No entorno há mato, não há calçada ou espaço pavimentado para espera. Há apenas uma escada estreita de concreto. Conforme noticiado em fevereiro, já foram apontados diversos problemas em relação aos pontos de ônibus em Sorocaba. A afirmação é da proposta do Plano Diretor de Transportes e Mobilidade Urbana, com estudos elaborados pela Logit Engenharia Consultiva Ltda. No plano de melhoria sugerido constam a priorização das paradas de maior interesse público, entre elas as localizadas nas rodovias. A orientação do estudo também é para rever localizações de pontos existentes e também o desenho de parada para oferecer boas condições de segurança.

Urbes, CCR e Artesp

A Urbes informa que “as intervenções recomendadas pelo Plano serão avaliadas e aplicadas onde couber”. A adequação de recuo ou deslocamento dos pontos nas rodovias, porém, dependem de avaliação técnica da concessionária que administra o trecho. O órgão municipal acrescenta que os pontos em rodovias atendem a especificações de segurança como visibilidade do ponto, acostamento para acomodação de ônibus e defensas metálicas para proteção dos usuários.

A concessionária CCR ViaOeste, que administra o sistema Castelo-Raposo no trecho de Sorocaba, não respondeu aos questionamentos da reportagem sobre a segurança nos pontos de ônibus das rodovias, apenas mencionou o atropelamento ocorrido no domingo. A ViaOeste ressalta que a parada de ônibus é protegida por defensa metálica e que, no caso do atropelamento, as evidências são de que os pedestres estavam no acostamento, em local inadequado para permanência. Argumenta ainda que o dispositivo “cumpriu seu papel ao não permitir a transposição do veículo atropelante ao local de espera do transporte público”.

A concessionária afirma, que de janeiro de 2012 a março de 2014, não houve registro de atropelamento nas imediações do km 107,8 da rodovia, porém, não mencionou números sobre outros pontos de ônibus. Questionada sobre a situação das paradas de ônibus e possíveis melhorias de segurança a serem implementadas, a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) também não respondeu às perguntas da reportagem. Limitou-se a referir-se sobre o atropelamento, repetiu os argumentos da ViaOeste e acrescentou que a responsabilidade quanto ao ponto é do município, por estar localizado entre a rodovia e uma via municipal.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

8 de abril de 2014 por admin

Festa rave não tinha alvará da Prefeitura

A festa onde estavam os jovens que foram vítimas de atropelamento na manhã de domingo, nas margens da rodovia Raposo Tavares, antes do acidente, não tinha alvará da Prefeitura para realização. O evento, conhecido como rave e que se estende por toda a madrugada, aconteceu em uma chácara localizada na altura do km 108 da rodovia, alugada pelos organizadores. De acordo com o responsável pelo imóvel, que não quis ter o nome identificado, o espaço havia sido alugado para a realização de um aniversário, que teria a participação de 100 a 150 pessoas, e não para o referido evento, que chegou a receber 1,5 mil pessoas. O Cruzeiro do Sul tentou entrar em contato por telefone com a pessoa que teria assinado o contrato para a locação da chácara onde foi realizada a festa, mas não foi atendido até o fechamento desta matéria.

O secretário da Fazenda, Aurílio Caiado, informou ontem que o setor de Fiscalização da Prefeitura não tinha qualquer informação a respeito do evento ocorrido no final de semana e que levou grande quantidade de jovens a um local às margens da rodovia Raposo Tavares. Segundo ele, não houve nenhum tipo de denúncia e tampouco solicitação de licença para realização, o que caracteriza a clandestinidade da festa. Denominado de Neon Paint Party, o evento tem uma página na internet anunciando toda a programação, o local da festa e o preço dos convites.

O responsável pela chácara garantiu ao Cruzeiro que o espaço não é alugado para raves justamente porque ele sabe dos riscos desse tipo de festa e também da necessidade de um alvará específico. “Nós fomos enganados, pois num espaço que seria para receber até 150 pessoas para uma festa de aniversário, compareceram cerca de 1,6 mil. Não sabíamos da venda de convites e nem que a festa seria divulgada na internet”, relatou. O responsável informou que tem um contrato de locação que comprova que o uso do espaço ocorreu de forma diferente do que foi acordado.

Cumprimento da lei

Com base na lei municipal nº 9.125, de 12 de maio de 2010, de autoria do vereador Marinho Marte (PPS), que regulamenta a realização de eventos e festas de longa duração tais como raves, micaretas, shows, festivais e similares, os organizadores devem obter junto aos órgãos competentes alvará de licença, com o preenchimento de uma série de requisitos em relação à segurança e infraestrutura do espaço. Entre as exigências está a apresentação de auto de vistoria do Corpo de Bombeiros, laudo atestando que o local do evento atende a capacidade de público e cópia de ofício encaminhado à Polícia Civil, Militar e Vara da Criança e Juventude informando o local, data e horário da realização do evento. A multa pelo descumprimento das normas é de R$ 150 mil.Caiado informou que a Área de Fiscalização da Prefeitura tem trabalhado em parceria com a Polícia Militar (por meio da Operação Delegada) e a Guarda Civil Municipal no sentido de se fazer cumprir as Leis Municipais 9.022/2009 e 9.125/2010, que estabelecem, respectivamente, regras específicas para exercício de atividades eventuais e realização de festas e eventos de longa duração em locais abertos ou fechados. Ele citou que em 2013, por intermédio de denúncias, a fiscalização interditou oito eventos do gênero por falta de licença e, em 2014, os fiscais já interditaram dois estabelecimentos também por descumprimento das exigências legais. “O setor de Fiscalização continuará vistoriando os estabelecimentos que cumprem a lei e solicitam da Prefeitura a licença para realização de eventos, bem como atuando mediante denúncias para coibir qualquer tipo de irregularidade”, citou.

Concessionária e Rodoviária

A concessionária CCR ViaOeste informou ontem, por meio de nota oficial, que a realização da festa rave em local próximo ao trecho rodoviário, sem avaliação ou planejamento prévio, foi um dos fatores que contribuíram para o acidente que resultou no atropelamento de doze jovens, com a morte de seis deles. A concessionária destacou que a Polícia Militar Rodoviária e a CCR ViaOeste não tinham conhecimento quanto a realização da festa e, de acordo com o Artigo 95 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), “nenhuma obra ou evento que possa perturbar ou interromper a livre circulação de veículos e pedestres, ou colocar em risco sua segurança, será iniciada sem permissão prévia do órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via”, relatou.

Moradores reclamam

Moradores de um condomínio residencial próximo à Araçoiaba da Serra informaram ao Cruzeiro do Sul que as festas raves são comuns naquela região. Segundo uma moradora que preferiu ter o nome preservado, praticamente todos os finais de semana eles convivem com o barulho de músicas altas durante toda a noite. Ela disse que já chegou a acionar a Polícia Militar para reclamar, mas a informação que recebeu foi que sem o endereço do local não seria possível atender a ocorrência. “Ninguém sabe exatamente onde é que eles se reúnem, mas são em chácaras. Infelizmente precisou acontecer essa tragédia para que o problema viesse à tona.”

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

por admin

Simulação de acidente causa lentidão no trânsito em rodovia

Uma operação de simulação de acidente com múltiplas vítimas e vazamento de produto perigoso na pista, realizado na manhã desta quinta no quilômetro 1,5 da rodovia Celso Charuri, que liga as rodovias Castello Branco e Raposo Tavares, provocou lentidão no trânsito. A ação, realizada em conjunto pela concessioária CCR Viaoeste, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Polícia Militar Rodoviária e Hospital Israelita Albert Einstein, durou aproximadamente duas horas e chamou a atenção dos motoristas que transitavam pela via.
A simulação de resgate reproduziu um acidente envolvendo um ônibus, um veículo de passeio e uma motocicleta. Um caminhão, que estaria carregado com produtos nocivos à saúde, teria derrubado três barris na pista. Um motociclista que vinha em seguida teria colidido com um dos barris, causando o vazamento do produto. Logo atrás, um veículo de passeio teria realizado uma frenagem brusca para evitar outra colisão, mas fora atingido por um ônibus que viria logo atrás. Na reprodução os dois veículos teriam caído em uma ribanceira.

Uma das vítimas resgatadas no acidente era representada por um robô, cedido pelo hospital. Controlada por um sistema sem fios, a máquina, além de ser revestida por um material que simula a pele humana, também realizava movimentos similares ao piscar de olhos e respiração com pulso cardíaco, o que possibilitou a realização de manobras de salvamento simples, como catéter, ou procedimentos mais complexos, como entubação. Uma equipe técnica do Albert Einstein participou do resgate, operando a máquina.
Cerca de 50 pessoas envolveram-se na cena. As ações de resgate começaram às 10h30, com a chegada da primeira viatura, a princípio, da Viaoeste, para reconhecimento do acidente e sinalização da via. Às 10h37, uma viatura do resgate da concessionária chegou, e às 10h44, a primeira viatura do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) se aproximava. A vítima robô estava no carro e teria ficado preso nas ferragens. Já o motociclista era representado por um homem. A ação reproduziu um acidente com 21 vítimas no total, sendo consideradas sete leves, seis moderadas, quatro graves e quatro óbitos.
Com a chegada de mais viaturas de apoio da Viaoeste, quatro lonas foram estendidas na pista, onde ficariam as vítimas resgatadas. As cores das lonas – verde, amarela, vermelha e preta – indicam o risco de morte da pessoa resgatada, sendo a cor verde para vítimas leves, amarela para as moderadas, vermelha para as graves e preta para as vítimas em óbito. Viaturas do Corpo de Bombeiros de Sorocaba e da Polícia Militar Rodoviária estiveram no local: a primeira para ajudar no transporte das vítimas e no socorro do motociclista, e a segunda para sinalização viária.

Na ação de resgate do motociclista, uma equipe dos Bombeiros treinada para agir em áreas contaminadas foi solicitada, chegando ao local por volta das 11h. A vítima foi retirada da área, classificada pelos socorristas como “zona quente”, por causa do produto perigoso, às 11h17. O homem foi levado ao centro de atendimento montado na pista e depois levado ao hospital. Já para socorrer o robô, que estaria preso nas ferragens, o helicóptero Águia, da PM, foi utilizado. Na ação, foi necessária a amputação de uma das pernas da máquina. Durante o resgate, porém, a vítima que estava sendo representada sofreu uma parada cardíaca e morreu no local do acidente.
A simulação foi considerada encerrada por volta das 12h10. Para a realização da operação, uma das faixas foi interditada. O chefe da Defesa Civil de Sorocaba, coronel Roberto Montgomery Soares acompanhou toda a ação e aprovou o trabalho. “A Prefeitura está aqui para dar suporte em todo o trabalho, como no caso de necessidade de um veículo de guincho, por exemplo. Para evitar e lentidão no trânsito, o fluxo poderia ter sido desviado para dentro da cidade”, ressalta. Segundo a coordenação da simulação do acidente, em uma situação real, a pista seria totalmente bloqueada. 
Para a Coordenadora do Centro de Simulação Realística do Hospital Israelita Albert Einstein, Regina Mayumi, a ação foi importante para integrar o trabalho da Viaoeste, Bombeiros e as Polícias, além do próprio hospital. “Estamos contribuindo mas também aprendendo. É uma sinergia muito importante”, salienta.
 
Caso real

O acidente simulado na manhã desta quinta é muito parecido com um caso, ocorrido na terça-feira da semana passada, quando um caminhão bateu na traseira de uma carreta que transportava ácido clorídrico, no quilômetro 35 da Castello Branco, sentido capital, em Itapevi. Na ocasião, as duas pistas foram interditadas e o trânsito ficou parado durante toda amanhã. De acordo com a Viaoeste, a simulação de ontem não tem relação com o acidente da semana passada, embora os casos sejam parecidos, mas tem como objetivo alinhar o trabalho conjunto da concessionária, Bombeiros e Polícias, preparando as equipes para o período de Carnaval, época em que o fluxo de veículos e o risco de acidentes é maior.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

28 de fevereiro de 2014 por admin

Acidente na SP-264 deixa três feridos

Uma colisão frontal entre dois automóveis na rodovia João Leme dos Santos (SP-264), que liga Sorocaba a Salto de Pirapora, na noite deste domingo (23), deixou três pessoas feridas levemente, segundo informações do Corpo de Bombeiros de Votorantim. O acidente aconteceu no km 104, em frente a um restaurante, onde há uma curva, local em que a Polícia Militar Rodoviária já registrou muitos acidentes fatais. As vítimas foram socorridas pela Unidade de Resgate e por uma ambulância do Samu no Pronto-Atendimento de Votorantim. 

O trânsito ficou lento até a chegada de policiais rodoviários. O acidente, que aconteceu por volta das 21h, envolveu um Fiat Palio e um Ford Versailles. De acordo com os soldados Maurício e Silveira, a motorista do Palio vinha sentido Salto de Pirapora e contou que teve a visão ofuscada por faróis de outros carros, perdeu o controle e invadiu a outra pista, atingindo frontalmente o Versailles. Sônia Penteriche dirigia o Palio, e Sérgio Pereira de Paula, o Versailles, tendo ao lado João Batista Pereira.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

24 de fevereiro de 2014 por admin

Carro capota após colisão em cruzamento

Um capotamento complicou o trânsito na avenida General Carneiro, na tarde de ontem. O acidente foi entre um Fiat Uno e um Kia Soul. A motorista do Uno, Maria Solange Rodrigues, 57, seguia pela via sentido bairro e, na altura do número 149, teria atravessado o farol vermelho. A empresária Vanessa Cristina Antunes, 28, subia pela rua Amazonas em direção ao bairro Mangual e não conseguiu parar. A frente do Soul bateu na lateral do outro carro, que foi empurrado para a guia e capotou logo em seguida. De acordo com as primeiras informações dos Bombeiros, que atenderam a ocorrência, Maria Solange, sofreu uma fratura no braço esquerdo. 

Grávida de quatro meses, Vanessa não teve ferimentos mas passaria por atendimento médico para avaliar se não houve nenhum dano com o bebê. “Ainda bem que ela não me acertou na porta. Eu estaria morta agora. Ela vinha muito rápido”, comentou a empresária. A alta velocidade da condutora do Uno também foi citada por populares que estavam no local e viram o acidente. Os primeiros atendimentos no local foram realizados pela Polícia Militar, em conjunto com os Bombeiros (os primeiros chegaram de moto), além disso, agentes da Urbes -Trânsito e Transportes auxiliam na orientação do trânsito, que só está liberado em uma das três faixas da avenida. Um caminhão auto-bomba dos Bombeiros, que comporta grande quantidade de água, também esteve no local, para prevenir um possível vazamento de combustível no veículo capotado, que poderia resultar em um incêndio.

Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul

24 de janeiro de 2014 por admin
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