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Zona sul de Sorocaba tem boom imobiliário com mais de 110 prédios

Mais de 110 edifícios  em uma área aproximada de dez quarteirões. Essa é a selva de pedra e a consolidação de uma verticalização residencial no bairro Campolim, zona sul de Sorocaba.

Segundo os profissionais do setor, o boom imobiliário e econômico fez com que a região se tornasse a mais nobre e valorizada da cidade.

Em um levantamento feito pela reportagem do BOM DIA, partindo do cruzamento entre as avenidas Washington Luiz e Barão de Tatuí, foram contabilizados 115 prédios.

Desse total, 88 prédios são residenciais, outros 19 estão em construção e 8 são voltados ao comércio. Uma média de 20 mil pessoas e 4,5 mil famílias.

A contagem não levou em consideração, ainda, a quantidade de condomínios residenciais horizontais e casas “tradicionais” que existem nos bairros da zona sul.

Big Bang dos anos 90
A consolidação do desenvolvimento da zona sul de Sorocaba teve início com a inauguração do complexo que engloba o Shopping Esplanada e o hipermercado Carrefour, em setembro de 1990.

Pouco tempo depois, a construção do viaduto que atravessa a rodovia Raposo Tavares fez com que a economia daquela região tivesse a estrutura necessária para o crescimento.

Hoje, o local conta com o Parque Campolim, dezenas de restaurantes, boates, três hipermercados, um supermercado, dois shoppings e agências bancárias que ditam e mantêm o mercado aquecido.

A verticalização de 2000
Com o crescimento comercial também veio o residencial, no início de 2000. Segundo o presidente regional do Secovi (Sindicato da Habitação), Flávio Amary, a região do Campolim tornou-se referência e marcada pela verticalização.

“É muito mais fácil e barato para a construtora erguer edifícios nas várias áreas livres que tinham no local.”

Com isso, a concentração de pessoas que já tinham por base o Campolim como o principal centro comercial de Sorocaba, aumentou ainda mais. “A zona sul é mais valorizada da cidade hoje em dia. Pelo seu desenvolvimento econômico, possibilidades e localização”, diz.

Amary lembra que a região é cortada pela rodovia Raposo Tavares que, por sua vez, faz ligação com a rodovia Castello Branco. Um motivo a mais para quem trabalha fora de Sorocaba ou vem para a cidade trabalhar.

Mesmo com as áreas livres já em fase de “extinção”, Flávio Amary acredita que a valorização da zona sul tenderá a crescer ainda mais. “Os imóveis construídos nessa região terão uma valorização muito alta nos próximos anos, baseada nos condomínios de alto padrão que já existem e que estão sendo construídos”, finaliza o presidente do Secovi.

Moradores aprovam a região
Os moradores da zona sul estão satisfeitos com o desenvolvimento da região e com a valorização de imóveis.

Para o vendedor Róbson Nucci, o Campolim, principalmente, ganhou status após a criação do Parque Campolim, ressaltando a pista de caminhada.

“O local tornou-se uma espécie de centro de lazer e, ao mesmo tempo, uma área de confraternização entre as pessoas que moram na região.”

Outras ainda exemplificaram a comodidade de morar próximas a hipermercados como o Walmart ou padarias, como a Real Conveniência. “A região tornou-se ponto de referência para quem chega de fora”, diz Nucci.

Fonte:www.redebomdia.com.br

26 de julho de 2010 por antena1
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