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	<title>Antena 1 &#187; Política</title>
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		<title>Embaixador da Itália no Brasil prestará esclarecimentos em Roma sobre caso Battisti</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 13:48:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antena1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Battisti]]></category>
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		<description><![CDATA[O embaixador da Itália no Brasil, Gherardo La Francesca, deve se reunir nesta segunda-feira em Roma,  com o ministro das Relações Exteriores do país, Franco Frattini. Na  última sexta-feira (10), o diplomata foi convocado pelas autoridades  italianas a deixar o Brasil para prestar consultas ao Ministério de  Assuntos Exteriores.  Em comunicado, o governo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O embaixador da Itália no Brasil, Gherardo La Francesca, deve se reunir nesta segunda-feira em Roma,  com o ministro das Relações Exteriores do país, Franco Frattini. Na  última sexta-feira (10), o diplomata foi convocado pelas autoridades  italianas a deixar o Brasil para prestar consultas ao Ministério de  Assuntos Exteriores.  Em comunicado, o governo disse que ele deve  prestar esclarecimentos sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal  (STF) de rejeitar a extradição e autorizar a libertação do ex-ativista  político Cesare Battisti, de 56 anos.</p>
<p>Até sexta-feira à noite, o Ministério das Relações Exteriores do  Brasil não havia sido informado oficialmente sobre a convocação do  embaixador. Porém, diplomatas que acompanham o processo afirmaram que a  convocação, apesar de motivada pela libertação de Battisti, tem o  objetivo de esclarecimentos técnicos e jurídicos sobre o caso.</p>
<p>O  governo da Itália indicou que pretende recorrer à Corte de Haia por  discordar da decisão e considerar que houve um desrespeito ao tratado de  extradição em vigor com o Brasil. A data para ingressar com a ação  ainda não foi definida.</p>
<p>A convocação do embaixador italiano foi informada publicamente em  comunicado do Ministério de Assuntos Exteriores. A decisão tem caráter  temporário e foi assinada por Frattini.  “[O ministro das Relações  Exteriores] Franco Frattini decidiu temporariamente convocar a Roma o  embaixador em Brasília, Gherardo La Francesca, para consultas”, diz o  texto.</p>
<p>“[A convocação do embaixador tem o objetivo de] aprofundar,  conjuntamente com as autoridades competentes, os aspectos técnicos e  jurídicos relacionados com a aplicação de acordos bilaterais existentes,  visando a iniciativas e recursos ante as instâncias judiciais internacionais”, acrescenta o comunicado.</p>
<p>Em 1988, Battisti foi condenado na Itália, à revelia, por  participação em quatro assassinatos cometidos nos anos 70. Para as  autoridades italianas, ele é um criminoso comum. Porém, no Brasil,  recebe o tratamento de perseguido político. Nos últimos quatro anos,  Battisti ficou preso na Penitenciária da Papuda, em Brasília. Ele foi  libertado no último dia 9 de madrugada. Os advogados informaram que ele  pretende morar no Brasil e seguir a carreira de escritor.</p>
<p>Fonte: Bom Dia Sorocaba</p>
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		<title>Câmara discute a LDO do último ano de Lippi</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 12:56:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antena1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[LDO]]></category>
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		<description><![CDATA[A lei de diretrizes orçamentárias  (LDO) será votada hoje, em 1ª. discussão, na Câmara de Vereadores de  Sorocaba. Para o próximo ano, a previsão de arrecadação é de R$ 1,517  bilhão, um crescimento de 15,27% em relação ao estipulado este ano, que  tem previsão de R$ 1,316 bilhão. A construção do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A lei de diretrizes orçamentárias  (LDO) será votada hoje, em 1ª. discussão, na Câmara de Vereadores de  Sorocaba. Para o próximo ano, a previsão de arrecadação é de R$ 1,517  bilhão, um crescimento de 15,27% em relação ao estipulado este ano, que  tem previsão de R$ 1,316 bilhão. A construção do hospital público  municipal é uma das três emendas que foram apresentadas e também serão  apreciadas em plenário. A emenda aditiva do vereador Izídio de Brito  (PT) solicita que a implantação do hospital público municipal seja  inclusa no orçamento do ano que vem.</p>
<p>De acordo com ele, diante da clara explosão populacional de Sorocaba e o  aumento dos atendimentos nas unidades de saúde, a implantação do  hospital público é uma das alternativas à disposição do município para  melhorar o atendimento dos usuários do SUS. O petista citou como  exemplos, as cidades de Campinas, Londrina e São Bernardo do Campo,  beneficiadas com incentivos do Governo Federal para essa construção e  implantação. A medida, inclusive, foi o principal anseio apresentado por  usuários do SUS, funcionários do município e gestores da saúde durante à  6ª Conferência Municipal de Saúde, realizada neste final de semana.</p>
<p>Entretanto, a emenda de Izídio de Brito, recebeu parecer de rejeição da  comissão de Economia, Finanças, Orçamento e Parcerias do Legislativo, já  que a medida vai causar desequilíbrio de despesas sobre as receitas  orçamentárias, por não estar prevista no Plano Plurianual, aprovado no  último ano do primeiro governo Lippi. Por isso, para prosperar, a  rejeição precisa ser derrubada em plenário. A outra emenda modificativa  do vereador Izídio de Brito &#8211; que recebeu parecer favorável da comissão &#8211;  solicita a criação de um Centro de Atenção Psicossocial 3 (Caps) &#8211;  unidade que disponibiliza atendimento 24 horas aos portadores de  transtorno psiquiátrico.</p>
<p>Já a emenda aditiva do vereador Benedito Oleriano (PMN), também com voto  favorável da comissão, pede a inclusão na LDO a construção de uma  unidade básica de saúde na Vila Carvalho. As prioridades da LDO para o  ano que vem estão concentradas principalmente nas áreas da educação,  saúde, obras e infraestrutura urbana. A elaboração e apresentação da  proposta das diretrizes orçamentárias, por parte das prefeituras, é uma  exigência da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), visando o equilíbrio e  controle financeiro-administrativo dos municípios brasileiros para  evitar desperdício do dinheiro público. A lei de diretrizes  orçamentárias é uma base para elaboração do orçamento, que precisa ser  enviado ao Legislativo até dia 30 de setembro.</p>
<p>Segundo a LDO, os órgãos da administração direta vão movimentar R$ 1,188  bilhão. Já o Saae terá receita de 163 milhões de reais, enquanto a  Funserv terá 132 milhões (Previdência). A Secretaria da Educação vai  receber a maior parcela do orçamento, R$ 360,3 milhões. A Saúde ficará  com a segunda maior fatia do bolo, com R$ 302,3 milhões.</p>
<p>Fonte: Cruzeiro do Sul</p>
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		<title>Câmara aprova serviço que combate crimes ambientais</title>
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		<pubDate>Fri, 27 May 2011 12:51:45 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[câmara]]></category>
		<category><![CDATA[crimes ambientais]]></category>

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Dois  projetos foram aprovados na manhã desta quinta-feira (26), na Câmara  Municipal, em segunda discussão. Um deles é o do vereador Geraldo Reis  (PV), instituindo o Disk-Verde em Sorocaba.
A linha telefônica funcionará na Secretaria de Meio Ambiente e será  destinada a receber denúncias de crimes contra o meio ambiente, como  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="materiatexto">
<div>
<p>Dois  projetos foram aprovados na manhã desta quinta-feira (26), na Câmara  Municipal, em segunda discussão. Um deles é o do vereador Geraldo Reis  (PV), instituindo o Disk-Verde em Sorocaba.</p>
<p>A linha telefônica funcionará na Secretaria de Meio Ambiente e será  destinada a receber denúncias de crimes contra o meio ambiente, como  queimadas, desmatamentos, poluição e outras atividades irregulares. O  serviço deverá ainda fornecer informações quanto à legislação ambiental  vigente.</p>
<p>Além de um canal de denúncia, o Disque-Verde deverá fornecer  informações quanto à legislação ambiental vigente. O projeto visa  contribuir com a preservação do meio ambiente, promovendo meios de  fiscalizar atividades que possam degradar a natureza.</p>
<p>Já o de autoria do prefeito Vitor Lippi, o outro projeto aprovado  destina auxílio financeiro de R$ 50 mil para o Banco de Olhos de  Sorocaba (BOS), verba de emenda parlamentar do vereador José Francisco  Martinez (PSDB). Segundo o prefeito, como o ônibus acabou sendo  adquirido via desapropriação, o recurso está sendo realocado para o  Banco de Olhos de Sorocaba.</p>
<p><strong>Em primeira discussão</strong></p>
<p>Os vereadores aprovaram, em primeira discussão, o projeto lei de  Anselmo Neto (PP) que obriga as entidades responsáveis pela realização  de vestibulares, concursos públicos, seleções e eventos similares a  disponibilizar equipe médica e ambulância nos locais de realização das  provas.</p>
<p>Aprovado também o projeto do vereador Helio Godoy (PTB) prevê a  oficialização da Prova Cruzeiro do Sul Corrida e Caminhada Solidária de  Sorocaba a ser realizada anualmente no mês de junho, que é promovida  pelo <strong>jornal Cruzeiro do Sul e mantido pela Fundação Ubaldino do Amaral (FUA).</strong></p>
<p>Fonte: Cruzeiro do Sul<strong><br />
</strong></p>
</div>
</div>
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		<title>Câmara vota hoje IPTU progressivo</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 14:20:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antena1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[câmara]]></category>
		<category><![CDATA[IPTU]]></category>

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		<description><![CDATA[O objetivo do projeto é obrigar proprietários de grandes áreas a dar destinação produtiva aos terrenos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara de Sorocaba discute e vota  hoje, em primeira discussão, projeto de lei que pretende implementar no  município o Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) progressivo como  forma de pressionar os proprietários de grandes terrenos urbanos a darem  uma destinação produtiva para os imóveis e evitar a especulação  imobiliária. A proposta, de autoria do vereador Caldini Crespo (DEM) já  está prevista no Plano Diretor, mas não está regulamentada por meio de  decreto municipal e permite à administração aumentar, progressivamente, o  valor da alíquota desse tributo caso o dono do terreno não lhe dê a  utilização prevista na legislação e, até mesmo desapropriar o imóvel no  caso de não cumprimento da lei passados cinco anos. A proposta recebeu  parecer de legalidade por parte da Secretaria Jurídica e da Comissão de  Justiça da Casa. Este é o terceiro projeto que trata de questões ligadas  ao IPTU em Sorocaba. Na última terça-feira, os vereadores aprovaram em  definitivo projeto que institui o IPTU Ecológico, com desconto de 10%  para donos de moradias consideradas sustentáveis, além de outro, desta  vez autorizativo, que prevê descontos de juros e multas de até 100%  sobre a dívida ativa a proprietários com mais de 65 anos.</p>
<p>De acordo com o projeto, que possui 12 artigos e uma série de incisos,  os proprietários de imóveis que não derem destinação produtiva após um  ano da compra do imóvel estarão passíveis de ser notificados e, a partir  daí, terão mais um ano para comunicar a Prefeitura sobre o início da  utilização do terreno, bem como protocolar alvará de aprovação de  projeto de parcelamento de solo e ainda de aprovação e execução de  edificação. Pela proposta do vereador do Democratas, as obras de  parcelamento do solo ou da edificação do imóvel deverão iniciar-se no  prazo máximo de dois anos a partir do alvará de aprovação e execução de  edificação e limita em cinco anos o tempo previsto para a conclusão das  obras, ou da primeira etapa no caso de empreendimentos de grande porte.  Neste caso, o projeto não especifica as dimensões do que considera de  &#8220;grande porte&#8221;.</p>
<p><strong>Majoração e desapropriação </strong></p>
<p>Em caso de o proprietário descumprir as condições e prazos estabelecidos  para o parcelamento do solo ou edificação, a lei, caso o projeto seja  aprovado e em seguida sancionado pelo prefeito Vitor Lippi (PSDB), será  aplicado sobre os imóveis notificados o IPTU progressivo, cujo valor da  alíquota a ser aplicada a cada ano será igual ao dobro do aplicado ano  anterior, até o máximo de 15% do valor venal do imóvel, de acordo com o  texto da proposta.</p>
<p>Se o proprietário, após cinco anos de cobrança do IPTU progressivo,  continuar se recusando a cumprir a obrigação de parcelamento, edificação  ou utilização de seu imóvel, a Prefeitura pode desapropriá-lo, mediante  o pagamento com títulos da dívida pública, calculando-se como parâmetro  para a desapropriação o valor venal.</p>
<p>O vereador Caldini Crespo justifica sua proposta ao argumentar que o  objetivo do IPTU progressivo é motivar os proprietários de imóveis a  construírem e darem finalidade social às suas propriedades urbanas, sob  pena de terem a tributação incidente aumentada e até a possibilidade de  desapropriação em condições vantajosas para a municipalidade.  &#8220;Infelizmente, ainda existem proprietários, muitos deles nem residentes  na localidade, que mantém seus imóveis inativos, com a única finalidade  de especulação financeira. E para nem serem encontrados pela eventual  fiscalização, sequer atualizam seus endereços ou forma de serem  encontrados a fim de notificações, carnês ou multas&#8221;, explicou o  vereador em manifestação anexa ao projeto.</p>
<p>O secretário de Governo e Relações Institucionais, Paulo Mendes,  informou, por meio de nota da Secretaria de Comunicação, que em virtude  de o projeto de lei estar em discussão, e ainda sujeito a emendas,  prefere não emitir opinião, aguardando, &#8220;de forma isenta&#8221;, os  posicionamentos no plenário do Legislativo. O secretário não comentou o  fato desse formato de tributação ainda aguardar regulamentação pelo  prefeito, por meio de decreto, já que consta no Plano Diretor.</p>
<p>Fonte: Cruzeiro do Sul</p>
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		<title>Caminho fica livre para mais cinco vereadores</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 13:56:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antena1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[câmara]]></category>
		<category><![CDATA[vereadores]]></category>

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		<description><![CDATA[Conforme o BOM DIA adiantou com exclusividade no sábado, Câmara ventila a possibilidade de votar a ampliação do número de parlamentares; prazo vence em outubro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os vereadores não negam que estão com a intenção de aumentar o número  de cadeiras na Câmara, como o BOM DIA publicou com exclusividade na  coluna Bastidores de sábado.</p>
<p>Em nota oficial divulgada nesta segunda, eles alegam que têm até outubro para decidir se aumentam ou não o número de vagas e que não serão necessariamente mais cinco vereadores, mas até cinco vagas.</p>
<p>Nos bastidores, o que se ouve é a articulação dos vereadores de  Sorocaba para votar, até julho, o aumento do número de cadeiras na  Câmara e que, inicialmente, o Legislativo deve passar dos atuais 20 para  25 parlamentares.</p>
<p>Na edição deste domingo, em editorial, o BOM DIA se posicionou  totalmente contrário a essa medida e justifica dizendo que mais  vereadores não significam mais representatividade.</p>
<p>O editorial dá como exemplo o Congresso Nacional (com 513 deputados e  81 senadores) e a Assembleia Legislativa de São Paulo, com 94  parlamentares, para concluir que “mais” não é sinônimo de “melhor”.</p>
<p>O BOM DIA apurou que o presidente da Câmara, Marinho Marte  (PPS), quer definir a questão ainda neste semestre e evitar críticas por  parte da população. Outra decisão é a de que o assunto só será levado  adiante pelo presidente se ele tiver o apoio dos 19 colegas para apresentar o projeto de resolução, conforme permite a lei.<br />
<strong>Nota oficial<br />
</strong>Em nota oficial enviada ao BOM  DIA pela secretaria de Comunicação da Câmara, os vereadores “esclarecem  que o referido assunto ainda não está na pauta de discussão entre os  vereadores. De acordo com a Constituição Federal, pelo número de  habitantes, Sorocaba poderá ter ‘até’ 25 vereadores a partir de 2013. A  lei estabelece ainda que a prerrogativa é dos vereadores da atual  legislatura, que possuem prazo até outubro deste ano para tomar a  decisão”.<br />
<strong>Como é definido o número de vereadores<br />
</strong>O  número de parlamentares é definido pela Constituição Federal. Em cidades  com mais de 450 mil e até 600 mil habitantes, o limite é de até 25  vereadores. Sorocaba tem 587 mil, pelo Censo realizado em 2010.</p>
<p><strong>20<br />
</strong>vereadores é o que a Câmara de Sorocaba tem desde 2004.</p>
<p>Fonte: Cruzeiro do Sul</p>
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		<title>E foi muito barulho por (quase) nada</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 13:29:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antena1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[arquivamento]]></category>
		<category><![CDATA[CPI]]></category>
		<category><![CDATA[ministério público]]></category>

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		<description><![CDATA[Como adiantou o BOM DIA no domingo, vereadores oficializarão arquivamento da CPI do Empréstimo na próxima segunda.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O dramaturgo William Shakespeare é autor de “Muito Barulho Por Nada”, uma drama cômico onde os protagonistas (um homem e uma mulher)  travam “verdadeiros combates” como se fossem “esgrimistas das palavras”  para, no final, terem um final feliz. Ou seja, brigaram, gritaram, para  nada, afinal tudo acabou bem.</p>
<p>Esse mesmo enredo foi vivenciado pela Câmara de Vereadores de Sorocaba em torno da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Empréstimo. Depois de embates e horas de discussão patrocinadas pelo dinheiro público entre o prefeito Vitor Lippi e os vereadores, sem a mesma  maestria de Shakespeare, chegaram à conclusão de que era hora de acabar  com a CPI, que os oposicionistas Crespo (DEM) e França (PT) instalaram  após recorrerem à Justiça com o objetivo de achar alguma irregularidade.  Saem da CPI com algumas horas a mais de exposição na mídia.</p>
<p>A decisão foi oficializada nesta segunda-feira (18), mas o BOM DIA já  havia adiantado no domingo (17) que isso iria acontecer. Na próxima  segunda-feira (25), o relator da CPI do empréstimo, vereador Hélio Godoy  (PTB), vai entregar o relatório final que sacramentará o arquivamento  da apuração movida pelo Legislativo sorocabano.</p>
<p>Ao final das oitivas realizadas nesta segunda, os vereadores deixaram  claro que a comissão tornou-se sem sentido, uma vez que o Ministério  Público arquivou em abril a apuração a respeito da possível  irregularidade do prefeito Vitor Lippi.</p>
<p>O vereador Irineu Toledo (PRB) foi o primeiro a externar seu desejo  pelo arquivamento. Segundo ele, com o encerramento da investigação que  era movida pelo Ministério Público, a CPI da Câmara “sepultou-se”.  “Manter a CPI a essa altura seria apenas usar a Câmara como palanque  político”.</p>
<p>Hélio Godoy prontificou-se a concluir o relatório e os vereadores  Anselmo Neto (PP), Ditão Oleriano (PMN), Rozendo Oliveira (PV), além do  presidente da CPI, vereador José Francisco Martinez, concordaram em  oficializar o arquivamento na segunda-feira.</p>
<p>Se ausentaram da sessão desta segunda os vereadores José Caldini  Crespo (DEM), que teria ficado preso em um congestionamento causado por  um acidente de trânsito na rodovia Castello Branco; Francisco França  (PT), que estava em uma reunião em São Paulo; e Cláudio do Sorocaba 1  (PR), que não havia justificado a ausência até o final das oitivas.</p>
<p>O Ministério Público foi o primeiro a abrir investigação ao tomar  conhecimento, em 2007, de que o prefeito Vitor Lippi utilizou dinheiro  público para pagar empréstimos consignados da ordem de R$ 851 mil  contraídos por servidores públicos. Segundo o prefeito, o valor foi pago  com verba extraorçamentária. O prefeito tomou a decisão para reduzir os  juros pagos pelos servidores, que quitando suas dívidas diretamente  junto à Prefeitura, pagavam taxas bem menores que os 5,5% cobrados pela  instituição financeira.</p>
<p>No começo deste mês, o Ministério Público optou pelo arquivamento ao  receber do governo municipal a informação de que 98% dos 1,2 mil  servidores que fizeram empréstimo já haviam pago suas dívidas junto à  Prefeitura e somente 2% que ficaram inadimplentes estão na Dívida Ativa.</p>
<p>Segundo o promotor Orlando Bastos Filho, uma vez que o dinheiro gasto  para o pagamento da dívida voltou aos cofres públicos, não fica  caracterizada qualquer irregularidade.</p>
<p>Fonte: Bom Dia Sorocaba</p>
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		<item>
		<title>Cai a lei que exige aval da Câmara para concessão de incentivos fiscais</title>
		<link>http://www.radiosorocabanoticia.com.br/noticias/politica/cai-a-lei-que-exige-aval-da-camara-para-concessao-de-incentivos-fiscais/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 13:06:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antena1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[câmara]]></category>
		<category><![CDATA[incentivos fiscais]]></category>

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		<description><![CDATA[Decreto foi criado após escândalo envolvendo o ex-secretário de Desenvolvimento Econômico, Daniel de Jesus Leite.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="materiatexto">
<div>
<p>A  Prefeitura de Sorocaba conseguiu na Justiça derrubar a lei que obrigava  o Poder Público Municipal submeter à aprovação dos vereadores a  concessão de benefícios fiscais às empresas que venham a se instalar ou  em atividade na cidade. A decisão partiu do Tribunal de Justiça do  Estado de São Paulo (TJ-SP), que acatou Ação Direta de  Inconstitucionalidade (Adin), movida pela Prefeitura, e mandou suspender  os efeitos e a vigência da lei municipal n.º 9.111/10, de autoria do  vereador Caldini Crespo (DEM). A lei foi promulgada há quase um ano, por  decreto do presidente da Casa, Marinho Marte (PPS), logo após o  escândalo envolvendo o ex-secretário de Desenvolvimento, Daniel de Jesus  Leite, que teve uma empresa da família beneficiada com incentivos  fiscais. A Câmara informou que irá aguardar a publicação do acórdão no  Diário Oficial do Estado para preparar recurso junto ao Superior  Tribunal de Justiça ou ainda ao Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>A  concessão de incentivos fiscais, antes da lei, era feita por meio de  decreto assinado pelo próprio prefeito Vitor Lippi (PSDB), depois de  consulta ao Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico e Social  (CMDES), que é encarregado de receber, estudar e elaborar pareceres  sobre os pedidos. É formado por representantes ligados a vários setores,  que vão desde a prefeitura, empresários, vereadores e munícipes. Porém,  a lei n.º 6.344 estabelece que cabe ao secretário de Desenvolvimento  Econômico julgar as empresas após a deliberação e parecer exarado pelo  CMDES. Ainda segundo essa lei, para concorrer ao benefício, as empresas  deverão atender a uma série de normas, entre as quais comprovar a  geração de novos empregos, indicando a absorção de mão de obra local;  capacidade de atração de novas empresas, com indicação dos respectivos  ramos de atividade e, até mesmo a contratação de serviços e produtos  desenvolvidos no município.</p>
<p>No dia 21 de março 2009, reportagem  exclusiva do Cruzeiro do Sul, apurada pelo  jornalista Leandro Nogueira, revelou que a Prefeitura, conforme edital  publicada no jornal ‘Município de Sorocaba’ (órgão oficial do Executivo  do dia 13 de fevereiro daquele mesmo ano), beneficiou a Induskap  Indústria de Escapamentos Ltda. EPP, cujo sócio majoritário, de acordo  com a ficha cadastral da Junta Comercial do Estado de São Paulo  (Jucesp), é Fábio Leite, pai do então secretário.<br />
A decisão do  incentivo fiscal passou antes pelo crivo do próprio Daniel Leite, pois a  concessão do benefício precisava do aval do titular da secretaria, após  aprovação da Comissão Municipal de Desenvolvimento Econômico e Social  (CMDES), da qual Daniel Leite também era membro. A fábrica de  escapamentos do pai do secretário à época, que empregava na ocasião  aproximadamente 50 funcionários, estava entre as cerca de trinta que  conquistaram a isenção fiscal nos últimos dez anos. Em Sorocaba há quase  2 mil indústrias e mais de 18 mil estabelecimentos comerciais. A partir  daí houve uma sucessão de fatos e polêmicas, que resultou na exoneração  de Daniel Leite.</p>
<p><strong>Polêmica e Adin</strong></p>
<p>Na  Câmara o assunto gerou repercussão e que acabou por culminar com a  apresentação e aprovação, por unanimidade, de projeto de lei, de autoria  do vereador Caldini Crespo (DEM), que passou a estabelecer novas  diretrizes para a concessão de incentivos fiscais. O principal artigo da  lei, o 6.º, determina que a concessão dos incentivos fiscais dependerá  da aprovação da Câmara, através de projetos de lei específicos do  Executivo, instruídos pelas exigências e documentos nela mencionados.</p>
<p>Após  a aprovação a proposta foi encaminhada para sanção ou veto do prefeito  Vitor Lippi (PSDB). Mas não houve nem veto e muito menos sanção. O  prefeito não se manifestou durante os quinze dias previstos pela Lei  Orgânica do Município e, diante disso, o projeto retornou para o  legislativo e a lei foi sancionada por meio de decreto do presidente da  Casa, Marinho Marte (PPS).</p>
<p>Em consequência, a Prefeitura entrou na  Justiça com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin), qual  argumentou que a lei não é competência do Poder Legislativo. Em julho de  2010, o desembargador do Tribunal de Justiça, Barreto Fonseca, acatou  liminar e determinou a suspensão da eficácia e vigência da lei. No dia 3  de fevereiro, o mesmo Tribunal, com o voto contrário de um dos sete  magistrados &#8211; o do desembargador Laerte Sampaio &#8211; negou o agravo  regimental, que é um recurso judicial existente nos tribunais com o  intuito de provocar a revisão de suas próprias decisões.</p>
<p><strong>Acórdão</strong></p>
<p>No acórdão, o desembargador relator, Barreto Fonseca, destaca que a  lei municipal afronta o artigo 5.º da Constituição Estadual na qual  destaca que são poderes do Estado, independentes e harmônicos entre si, o  Legislativo, o Executivo e o Judiciário. Além disso, se fundamental no  artigo 144 da mesma Constituição: “Os municípios, com autonomia  política, legislativa administrativa e financeira se auto organizarão  por Lei Orgânica, atendidos os princípios estabelecidos na Constituição  Federal e nesta”.</p>
<p>Na avaliação do secretário de Negócios Jurídicos da  Prefeitura, Luís Ângelo Verrone, o Executivo entendeu a necessidade de  se mover a Adin diante do fato de que a lei, sancionada por decreto da  Câmara, fere o princípio da independência entre os Poderes. “É (a  concessão de benefícios fiscais) um ato de gestão que confere ao Poder  Executivo”, resumiu.</p>
<p>O autor da lei derrubada pelo TJ, Caldini Crespo  (DEM), informou que solicitou ao presidente da Câmara, Marinho Marte,  que o Legislativo sorocabano recorra da decisão ao Superior Tribunal de  Justiça (STJ) ou ao Supremo Tribunal Federal (STF). “O parecer jurídico  da Casa foi favorável. Não houve apontamento de inconstitucionalidade. O  dever da Câmara é fiscalizar e essa lei trata disto. É um absurdo essa  decisão do TJ. Se o prefeito não concordou porque não vetou na época”,  questionou.</p>
<p>O vereador argumentou que uma das defesas que deverão ser  apresentadas para valer a legalidade da lei é o parágrafo 6.º, do  artigo 150 da Constituição Federal, no qual ressalta que “qualquer  subsídio ou isenção, redução de base de cálculo, concessão de crédito  presumido, anistia ou remissão, relativos a impostos, taxas ou  contribuições, só poderá ser concedido mediante lei específica, federal,  estadual ou municipal, que regule exclusivamente as matérias acima  enumeradas ou o correspondente tributo ou contribuição”. “Tenho certeza  que vamos ganhar no Supremo”, afirmou. A assessoria de imprensa da  Câmara confirmou que o Legislativo irá recorrer da decisão.</p>
<p>Fonte: Cruzeiro do Sul</p>
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		<title>Futuro da Lei da Ficha Limpa é incerto</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 12:21:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antena1</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[Fragilizada no Supremo Tribunal  Federal (STF), a Lei da Ficha Limpa corre riscos reais de ser ainda mais  esvaziada. &#8220;A constitucionalidade da lei referente aos seus vários  artigos poderá vir a ser questionada futuramente antes das eleições de  2012&#8243;, admitiu o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro do  STF e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fragilizada no Supremo Tribunal  Federal (STF), a Lei da Ficha Limpa corre riscos reais de ser ainda mais  esvaziada. &#8220;A constitucionalidade da lei referente aos seus vários  artigos poderá vir a ser questionada futuramente antes das eleições de  2012&#8243;, admitiu o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro do  STF e defensor da lei, Ricardo Lewandowski. Segundo ele, nesse futuro  exame &#8220;a lei vai ser fatiada como um salame e será analisada alínea por  alínea&#8221;.</p>
<p>O STF deverá se posicionar sobre a constitucionalidade da lei se alguma  autoridade, partido político ou entidade de classe de âmbito nacional  provocar formalmente o tribunal por meio de uma ação. Na quarta-feira,  os ministros apenas decidiram que a norma, publicada em junho de 2010,  não poderia ter sido aplicada na eleição do ano passado porque a  legislação exige que mudanças desse tipo sejam aprovadas com pelo menos  12 meses de antecedência. Uma decisão anterior, do TSE, tinha  determinado a aplicação da lei às eleições de 2010.</p>
<p>Não há ainda uma lista disponível com os nomes dos políticos  fichas-sujas que poderão tomar posse em decorrência da decisão do STF.  Ontem, Lewandowski afirmou que as posses não serão imediatas. Cada caso  terá de analisado individualmente pelos ministros relatores. Confirmado  que o político teve votos suficientes para se eleger, terão de ser  realizadas as diplomações e marcadas as posses.</p>
<p>No STF, a lei deverá enfrentar resistência quando tiver a sua  constitucionalidade questionada. Pelo menos 4 dos 11 ministros do STF já  adiantaram que são contra alguns pontos da norma. O primeiro deles  estabelece a possibilidade de um político ser excluído da disputa  eleitoral por uma condenação ocorrida no passado. &#8220;Se você puder apanhar  fatos da vida passada para atribuir efeitos futuros, talvez não haja  mais limites&#8221;, comentou ontem o ministro Gilmar Mendes.</p>
<p>Outro ponto prevê a inelegibilidade antes do final do processo criminal.  Pela lei, para se tornar inelegível, basta que o político tenha sido  condenado por um tribunal colegiado. Críticos afirmam que isso contraria  o princípio da presunção da inocência, segundo o qual ninguém será  considerado culpado até o final do processo. Integrante do TSE e do STF,  o ministro Marco Aurélio Mello afirmou ontem que o tribunal eleitoral  tinha dado &#8220;uma esperança vã à sociedade&#8221; ao determinar a aplicação da  Ficha Limpa no ano passado.</p>
<p>Para o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, na análise de caso a  caso o STF construirá a jurisprudência sobre a lei, inclusive sobre o  argumento de que ela viola o princípio da presunção de inocência. Ele  destacou que os processos têm de ser equilibrados e reconheceu que &#8220;a  Ficha Limpa vai evoluir&#8221;.</p>
<p>Fonte: Cruzeiro do Sul</p>
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		<title>Se aplicar regra do STF, Câmara fica sem 29 deputados</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 11:50:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antena1</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[stf;camara;deputados]]></category>

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		<description><![CDATA[Número corresponde ao total de parlamentares eleitos que não têm suplentes da mesma legenda, conforme exigido pelo Supremo

A determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a substituição de deputados em licença tem potencial para deixar 14 Estados sub-representados na Câmara, caso prevaleça o entendimento, ainda provisório, de que a vaga do titular afastado tem de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Número corresponde ao total de parlamentares eleitos que não têm suplentes da mesma legenda, conforme exigido pelo Supremo</h3>
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<p>A determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a substituição de deputados em licença tem potencial para deixar 14 Estados sub-representados na Câmara, caso prevaleça o entendimento, ainda provisório, de que a vaga do titular afastado tem de ser preenchida por integrante do mesmo partido.</p>
<p>Neste mandato, 29 deputados eleitos não contam com suplentes em seus partidos. Caso saiam para exercer cargo em secretarias estaduais, municipais ou ministérios, não terão substitutos da mesma legenda, de acordo com a regra que vem sendo adotada pelo Supremo.</p>
<p>Desde o ano passado, a Corte e a Câmara travam uma disputa sobre os suplentes. A Câmara segue a ordem da lista de eleitos encaminhada pela Justiça Eleitoral, o que leva em conta as coligações partidárias, para preencher as vagas dos titulares afastados. Nos últimos dois meses, a Mesa da Câmara tem cumprido as liminares do Supremo e empossado suplentes do mesmo partido do titular, mesmo que eles não estejam no topo dos mais votados.</p>
<p>Além dos 29 deputados eleitos sem suplentes em seus partidos, a distorção da composição federativa pode ser maior se for levada em conta a situação em alguns Estados nos quais o afastamento de dois titulares deixaria o partido sem substituto. O levantamento foi feito pela assessoria do presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS).</p>
<p>Nos Estados. O deputado Betinho Rosado (DEM-RN) assumiu uma secretaria de seu Estado e o DEM não tem suplente para o lugar. O deputado Armando Vergílio (PMN-GO) foi convidado a assumir uma secretaria em Goiás &#8211; ainda não se licenciou, mas também não tem suplente disponível na legenda.</p>
<p>Essa situação se repete em diferentes partidos no Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Rondônia, Sergipe e Tocantins. Em 18 Estados há casos em que o número de suplentes do partido é menor do que o de titulares.</p>
<p>O PSB do Ceará, do governador Cid Gomes, elegeu 4 deputados, mas só tem um suplente de reserva. Se o governador aproveitar dois deputados no governo, o PSB não terá como completar a bancada de 22 deputados.</p>
<p>&#8220;A Câmara ficar com cadeiras vazias já é um fato inusitado. Legislativo e Judiciário precisam encontrar uma solução para não haver constrangimentos&#8221;, disse Marco Maia. O líder do DEM, deputado ACM Neto (BA), propõe um acordo com o Supremo para acabar com as coligações nas eleições proporcionais, mas mantendo a validade das coligações das eleições de 2010.</p>
<p>A polêmica começou em dezembro passado, quando o STF, a pedido do PMDB, determinou que a Mesa da Câmara empossasse um peemedebista na vaga do deputado Natan Donadon (PMDB-RO), que havia renunciado. A Câmara já tinha empossado um suplente do PSC, mas foi obrigado a fazer a troca.</p>
<p>A Mesa da Câmara está de posse de três decisões liminares do Supremo. O suplente Humberto Souto (PPS-MG) quer a vaga do titular licenciado Alexandre Silveira (PPS-MG), que foi ocupada por Jairo Ataíde (DEM-MG). O suplente Severino de Souza Silva (PSB-PE) tentará afastar Paulo Rubem Santiago (PDT-PE) da vaga de Danilo Cabral (PSB-PE). E a terceira liminar determina que seja de Carlos Mendes (PSB-RJ) a vaga de Alexandre Cardoso, na qual se instalou Doutor Carlos Alberto (PMN/RJ).</p>
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<p>A determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a substituição de deputados em licença tem potencial para deixar 14 Estados sub-representados na Câmara, caso prevaleça o entendimento, ainda provisório, de que a vaga do titular afastado tem de ser preenchida por integrante do mesmo partido.</p>
<p>Neste mandato, 29 deputados eleitos não contam com suplentes em seus partidos. Caso saiam para exercer cargo em secretarias estaduais, municipais ou ministérios, não terão substitutos da mesma legenda, de acordo com a regra que vem sendo adotada pelo Supremo.</p>
<p>Desde o ano passado, a Corte e a Câmara travam uma disputa sobre os suplentes. A Câmara segue a ordem da lista de eleitos encaminhada pela Justiça Eleitoral, o que leva em conta as coligações partidárias, para preencher as vagas dos titulares afastados. Nos últimos dois meses, a Mesa da Câmara tem cumprido as liminares do Supremo e empossado suplentes do mesmo partido do titular, mesmo que eles não estejam no topo dos mais votados.</p>
<p>Além dos 29 deputados eleitos sem suplentes em seus partidos, a distorção da composição federativa pode ser maior se for levada em conta a situação em alguns Estados nos quais o afastamento de dois titulares deixaria o partido sem substituto. O levantamento foi feito pela assessoria do presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS).</p>
<p>Nos Estados. O deputado Betinho Rosado (DEM-RN) assumiu uma secretaria de seu Estado e o DEM não tem suplente para o lugar. O deputado Armando Vergílio (PMN-GO) foi convidado a assumir uma secretaria em Goiás &#8211; ainda não se licenciou, mas também não tem suplente disponível na legenda.</p>
<p>Essa situação se repete em diferentes partidos no Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Rondônia, Sergipe e Tocantins. Em 18 Estados há casos em que o número de suplentes do partido é menor do que o de titulares.</p>
<p>O PSB do Ceará, do governador Cid Gomes, elegeu 4 deputados, mas só tem um suplente de reserva. Se o governador aproveitar dois deputados no governo, o PSB não terá como completar a bancada de 22 deputados.</p>
<p>&#8220;A Câmara ficar com cadeiras vazias já é um fato inusitado. Legislativo e Judiciário precisam encontrar uma solução para não haver constrangimentos&#8221;, disse Marco Maia. O líder do DEM, deputado ACM Neto (BA), propõe um acordo com o Supremo para acabar com as coligações nas eleições proporcionais, mas mantendo a validade das coligações das eleições de 2010.</p>
<p>A polêmica começou em dezembro passado, quando o STF, a pedido do PMDB, determinou que a Mesa da Câmara empossasse um peemedebista na vaga do deputado Natan Donadon (PMDB-RO), que havia renunciado. A Câmara já tinha empossado um suplente do PSC, mas foi obrigado a fazer a troca.</p>
<p>A Mesa da Câmara está de posse de três decisões liminares do Supremo. O suplente Humberto Souto (PPS-MG) quer a vaga do titular licenciado Alexandre Silveira (PPS-MG), que foi ocupada por Jairo Ataíde (DEM-MG). O suplente Severino de Souza Silva (PSB-PE) tentará afastar Paulo Rubem Santiago (PDT-PE) da vaga de Danilo Cabral (PSB-PE). E a terceira liminar determina que seja de Carlos Mendes (PSB-RJ) a vaga de Alexandre Cardoso, na qual se instalou Doutor Carlos Alberto (PMN/RJ).</p>
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<p>﻿Fonte: O Estado de São Paulo</p>
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		<title>CNT/Sensus: aprovação de Lula é recorde mundial</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Dec 2010 11:26:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antena1</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[lula;governo]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conclui seus oito anos de mandato como o chefe de Estado mais bem avaliado do mundo, segundo levantamento feito pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) em parceria com o Instituto Sensus. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conclui seus oito anos de mandato como o chefe de Estado mais bem avaliado do mundo, segundo levantamento feito pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) em parceria com o Instituto Sensus. A pesquisa divulgada nesta tarde apontou que o índice de aprovação pessoal de Lula atinge 87% entre os entrevistados.</p>
<p>&#8220;Lula deixa o governo no próximo dia 31 com recorde mundial de popularidade&#8221;, comentou o presidente da CNT, Clésio Andrade. De acordo com a lista, apenas a ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet; o ex-presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez; e o ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela, tiveram índices de popularidade tão bons em final de governo. Ainda assim, as médias dos outros líderes ficaram abaixo do índice obtido por Lula.</p>
<p>Segundo informa a pesquisa CNT/Sensus, Bachelet atingiu 84% de aprovação pessoal ao deixar o poder e Vázquez, 80%. Ambos deixaram seus governos este ano. Mandela, responsável pelo fim do regime do apartheid na África do Sul, deixou a presidência com 82% de aprovação popular em 1999.</p>
<p>A lista aponta ainda Néstor Kirchner, da Argentina (55%), os ex-primeiros-ministros britânicos Tony Blair (44%) e Margaret Thatcher (52%) e o ex-presidente norte-americano Franklin Roosevelt (66%). A CNT não informou qual foi a fonte de informação para formar a lista. O presidente da CNT esclareceu, apenas, que o Sensus pesquisou fontes credenciadas, que indicassem os índices de aprovação pessoal de presidentes em fim de mandato.</p>
<p>O mesmo levantamento lembra que Fernando Henrique Cardoso tinha apenas 26% de aprovação popular ao concluir os oito anos de governo em 2001. A CNT observa que os ex-presidentes brasileiros Juscelino Kubitschek e Getúlio Vargas já foram citados como os melhores presidentes do Brasil, mas pondera que não há pesquisa de popularidade realizada enquanto estiveram no governo. (AE)</p>
<p>Fonte: Cruzeiro do Sul</p>
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