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	<title>Antena 1 &#187; Destaque</title>
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	<description>Certeza sempre da melhor música</description>
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		<title>Bom Prato tem café da manhã a partir de R$ 0,50</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 10:31:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antena1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[sorocaba]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre às 7h e 9h quem quiser tomar um bom café pode passar na unidade, que fica perto do Hospital Regional]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que cafezinho, que nada! Para começar bem o dia nada como um bom café da manhã que em Sorocaba pode ser encontrado a partir de R$ 0,50, no Bom Prato</p>
<p>Para quem está habituado a pular a primeira refeição do dia, vale lembrar a dica dos especialistas: tomar café da manhã renova as energias após um longo período em jejum e também emagrece.</p>
<p>A nutricionista Helen Rose Camargo Pereira, especialista em nutrição em cardiologia e doutoranda em ciências pela Unicamp (Universidade de Campinas), explica que a primeira refeição tem como função despertar o organismo para as atividades do dia. “Ao acordarmos estamos em longo período de jejum, mais ou menos após 8h de sono. Sem o café da manhã, não começamos o dia com o 100% de  potência.”</p>
<p>Em Sorocaba não faltam opções para quem está disposto a  começar o dia com tudo em cima. As ofertas são as mais variadas, repletas de opções e, o que é melhor, todas acessíveis ao bolso do consumidor. É possível, por exemplo, tomar café  por R$ 0, 50 no mais recente serviço oferecido pelo restaurante Bom Prato.</p>
<p>O cardápio muda todo dia, explica a nutricionista Luciana Leite, responsável pela supervisão do serviço, sobretudo no recheio do pão francês que pode ser com margarina, ou muçarela, ou requeijão, ou mortadela.  Entre as bebidas quentes, as opções são leite com chocolate, café com leite, ou chá.</p>
<p>O complemento fica por conta de uma fruta que pode ser banana, laranja, mamão ou melancia. “Esta composição totaliza 400 calorias e vai oferecer o aporte calórico necessário para começar o dia”, explica.</p>
<p><strong>Desconhecido/</strong>O café da manhã do Bom Prato ainda é um serviço desconhecido  e, por enquanto, o número de pessoas atendidas, de segunda a sexta-feira,  é muito inferior à cota dos 300 cafés que podem ser servidos diariamente. “É importante destacar que não vale só para quem vem a Sorocaba para ser atendido no Hospital Regional. Ele é aberto a todos   por 50  centavos”, diz.</p>
<p>Entre 7h e 9h, horário em que é servido o café, a movimentação é muito inferior ao que ocorre na hora do almoço por R$ 1.</p>
<p>Nesta quinta-feira (9), o fotógrafo Antonio Carlos Diniz, 58 anos, gastou R$ 0,50 e aprovou. “Por este valor, está ótimo. Moro a 220 quilômetros daqui, em Apiaí. Tinha comido só uma fatia de pizza em uma parada do ônibus e paguei R$ 2,50”, compara.</p>
<p>Como vem rotineiramente a Sorocaba devido a um tratamento de saúde, ele conta que já era cliente do almoço do restaurante popular e a partir de agora também será do café da manhã.</p>
<p>Antes de chegar ao trabalho, o  auxiliar de produção César Venâncio Alves, 29, foi até o local “Já conhecia e vale muito a pena”, diz. Esta também foi a opção do almoxarife Douglas Rodrigues Branco, 45, para iniciar o dia bem alimentado. Ao lado do filho Lucas, 16, ele lembra que já conhecia o almoço. “Se não tivesse vindo aqui provavelmente iria comer coxinha em algum bar e ainda pagar mais caro”, revela.</p>
<p><strong>Para todos/</strong> No balcão do bar de Yoshio Abe, o pingado e o pão com manteiga, a R$ 3, fazem sucesso no café da manhã, sobretudo durante o inverno. “Quando está mais frio tem muito mais saída”, conta o comerciante que jamais dispensa o café da manhã antes de sair de casa. “Tem que tomar. É bom para espertar e faz bem.”</p>
<p>Na padaria do comerciante Eduardo Martins, a movimentação em busca do dejejum começa cedo e se estende até por volta das 10h30. De segunda  a sexta-feira, a procura é pela refeição básica, composta de café com leite e pão com manteiga, frio ou na chapa. “Nos fins de semana as pessoas acabam incrementando mais, pedindo croissant ou salada de frutas.”</p>
<p>Já os mais jovens costumam dispensar o tradicional pão francês e começar o dia consumindo salgados. “Eu não dispenso um bom café preto e pão com manteiga”, avisa.</p>
<p><strong>Bom prato<br />
</strong>Em Sorocaba, o projeto é desenvolvido pelo Governo do Estado em parceria com o Centro Social São Camilo. Neste ano, ele completa seis anos de existência.</p>
<p><strong>1.200<br />
</strong>é o número de refeições servidas pelo Bom Prato em Sorocaba</p>
<p><strong>Boa dica<br />
</strong>Para os apressados, ou para quem não gosta de comer  de manhã, a dica é ingerir um copo de suco natural, como o de laranja, que é o mais popular.</p>
<p>O suco fornecerá  uma boa dose de energia e nutrientes até que seja possível complementar o café.</p>
<p>Fonte: Carla de Campos/Bom Dia Sorocaba</p>
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		<title>Caixa anuncia entrega de 800 casas na zona norte</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 10:31:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antena1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[casa]]></category>
		<category><![CDATA[entrega]]></category>

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		<description><![CDATA[Número é apontado como suficiente pelo prefeito Vitor Lippi para zerar o défcit habitacional em Sorocaba]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O céu escurece e cerca de 800 famílias que ainda moram em áreas de risco se desesperam, pois isso é sinal de que vem enchente ou deslizamento pela frente.</p>
<p>Nesta quarta-feira (8), a Caixa Econômica Federal anunciou que a partir de março essas famílias estarão, enfim, salvas. Os empreendimentos do Programa Minha Casa, Minha Vida, nomeados Altos do Ipanema e Parque das Árvores, na zona norte, serão entregues neste mês.</p>
<p>Após receber a boa notícia, a moradora do Jardim Santo André 2, Larissa Alves da Silva, 15 anos, começou a encaixotar a mudança. “Todo início de ano é a mesma coisa. Sofremos com enchentes”, desabafa. “Na última vez, em janeiro, a água estava na cintura. Não há como viver assim.”</p>
<p>Ela mora com a mãe, o irmão, a cunhada e a sobrinha de apenas cinco meses em uma casa humilde de três cômodos. “O apartamento tem quatro cômodos. Teremos mais espaço e poderemos deixar tudo arrumadinho”, diz. “Aqui não adianta mexer na casa, porque a água leva tudo embora.”</p>
<p><strong>Meta zero/ </strong>A Prefeitura de Sorocaba admitiu, no fim do ano passado, que existem cerca de 800 famílias que ainda vivem em áreas de risco. Ao todo,  são 88 locais que sofrem alagamentos, inundações ou deslizamentos.</p>
<p>Com a conclusão dos dois conjuntos habitacionais restaram ainda quase 200 famílias. Elas serão encaminhadas para outro programa habitacional.</p>
<p>O prefeito Vitor Lippi, por sua vez,  afirmou que está perto de zerar o número de moradores em áreas de risco.</p>
<p><strong>Investimentos/</strong>A Caixa Econômica Federal revela que está analisando a construção de mais cinco mil unidades na região de Sorocaba até 2013.</p>
<p>As famílias contempladas pelo programa pagam uma mensalidade de 10% da renda mensal por dez anos. O valor mínimo é de R$ 50.</p>
<p><strong>Lucro/</strong>A Caixa atingiu lucro de R$ 5,2 bilhões em 2011, em âmbito nacional, com avanço de 37,7% em relação a 2010. No último trimestre, o lucro foi de R$ 1,6 bilhão, 20% a mais do que no mesmo período do ano passado. No programa Minha Casa, Minha Vida 2, a instituição realizou 500 milhões de contratos na região de Sorocaba, atendendo 4.200 famílias.</p>
<p>A carteira imobiliária apresentou saldo de R$ 152,9 bilhões em 2011, aumento de 41,1% em relação ao ano anterior. As operações com recursos da poupança somaram R$ 79,3 bilhões, igual 39,3%.</p>
<p>Nas linhas que utilizam os recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), alcançou R$ 73,4 bilhões, crescimento de 43,5%.</p>
<p>Foram liberados R$ 80,1 bilhões para habitação, valor 5,5% superior ao contratado em 2010. Os financiamentos tiveram crescimento de 15,7%.</p>
<p><strong>Investimento no setor resulta em empregos<br />
</strong>Construtoras apostam pesado em Sorocaba, principalmente em empreendimentos comerciais</p>
<p><strong>Crédito imobiliário 1<br />
</strong>Os recursos do SBPE avançaram R$ 340 milhões na região de Sorocaba.</p>
<p><strong>Crédito imobiliário 2<br />
</strong>O FGTS e outros recursos somaram R$ 562.105 milhões.</p>
<p><strong>15.460<br />
</strong>imóveis foram fornecidos em 2011</p>
<p><strong>MCMV 1<br />
</strong>Em 2009, foram contratados 15 mil unidades, igual a R$ 1,6 milhões.</p>
<p><strong>MCMV 2<br />
</strong>Em 2011, já foram financiadas 5 mil unidades, no valor total de R$ 520 milhões.</p>
<p>O bom momento da construção civil em Sorocaba vai além dos números frios passados ontem pela Caixa Econômica Federal.</p>
<p>As construtoras, daqui ou de São Paulo, continuam investindo pesado em empreendimentos na região, principalmente nos de cunho comercial.</p>
<p>A empresa La Rioja, por exemplo, é uma das que vem apostando forte no setor. Tanto que, somente para 2012, ela já anunciou o aporte total de R$ 222 milhões.</p>
<p>Deste valor, R$ 98 milhões serão destinados aos negócios da empresa na construção de prédios em Sorocaba.<br />
No primeiro semestre serão gerados 2.400 empregos diretos e indiretos na região.</p>
<p><strong>Avenidas ganham prédios comerciais<br />
</strong><em>As principais avenidas do Campolim foram tomadas por prédios comerciais, alavancando a economia da região. La Rioja Hall será inaugurado nesta quinta-feira (9)</em></p>
<p>Um dos mais novos negócios do Campolim, o La Rioja Hall, será inaugurado nesta quinta-feira (9), na avenida Izoraida Marques Peres. Em 400 m² de área construída que abriga salão de eventos com estrutura de bar e cozinha, sala de reuniões e área externa.</p>
<p>Fonte: Tatiane Patron/Bom Dia Sorocaba</p>
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		<title>Sorocaba teve ontem o dia mais quente do ano</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 10:19:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antena1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[dia]]></category>
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		<category><![CDATA[quente]]></category>

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		<description><![CDATA[Vendas de água, sorvete, ventiladores e aparelhos de ar-condi cionado dispararam nos últimos dias em razão das altas temperaturas Previsão é de que altas temperaturas continuem até amanhã. Para sexta-feira é prevista chegada de frente fria]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com os termômetros na casa dos 34,8 graus, apontados pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Sorocaba registrou ontem o dia mais quente do ano até agora. A madrugada desta terça-feira foi também a mais abafada de 2012 para os sorocabanos, alcançando a temperatura de 20,8 graus, segundo o Climatempo. As altas temperaturas devem permanecer no dia de hoje, que deverá oscilar entre 20 e 34 graus.</p>
<p>Antes disso, a maior temperatura registrada havia sido na segunda-feira, quando os termômetros marcaram 32,9 graus. Em janeiro, os termômetros não passaram dos 30 graus. De acordo com o meteorologista do Climatempo, André Madeira, o calor vai continuar excessivo por mais dois dias. A temperatura vai baixar só na sexta-feira, quando uma frente fria deve chegar forte à região, trazendo muita chuva e ar polar.</p>
<p>A capital paulista já foi atingida por forte chuva ontem no final da tarde. Às 17h25, o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) decretou estado de atenção nas zonas oeste, sudeste, no centro e nas Marginais do Pinheiros e Tietê.</p>
<p><strong>Comportamento<br />
</strong><br />
Vestidos, saias, regatas e shorts. As roupas leves tomaram conta de vez das vitrines do Centro de Sorocaba. Apesar disso, o movimento está um pouco tímido. O calor, que aumenta as vendas desses produtos, é também o vilão, por afugentar os clientes nos dias de muito sol. &#8220;Apesar de até colocarmos peças leves em promoção para atrair clientes, as pessoas preferem ir aos shoppings para fugir do calor&#8221;, afirma João Batista, gerente de uma loja na Braguinha.</p>
<p>Ingerir muito líquido está entre as principais recomendações de especialistas para refrescar e hidratar o corpo no verão. O aumento do consumo de água aumenta bastante nessa época do ano. De acordo com a proprietária de uma distribuidora de água, Valéria Haddad, as vendas aumentaram cerca de 40% em relação a janeiro. &#8220;A procura de água por causa do calor compensou todo o mês de janeiro, que foi fraco por causa das chuvas&#8221;, disse.</p>
<p>Se a temperatura continuar elevada, a distribuidora deverá entregar mais de 10 mil garrafões no mês &#8211; cerca de 200 mil litros de água. &#8220;É a quantidade normal para o período de verão&#8221;, calcula. Entre as regiões que mais consomem água, o Centro se destaca por causa da concentração de comércio. &#8220;Apesar disso, temos bastante dificuldade na entrega. Não há espaço para carga e descarga e acaba prejudicando o nosso trabalho e o sorocabano&#8221;, comenta.</p>
<p>Ventilador e ar-condicionado são itens disputadíssimos para enfrentar o calor. Segundo Renato Ferrari de Carvalho, proprietário de uma empresa especializada nesse tipo de produto, nos últimos 15 dias houve um aumento de quase 70% das vendas dos dois produtos. &#8220;Como este ano o calor demorou pra chegar, quando veio, parece ter dado uma sensação térmica maior ainda que nos verões anteriores. As pessoas estão com mais calor&#8221;, observa.</p>
<p>Para atender a grande quantidade de clientes, ele aumentou o quadro de funcionários em 28%. O ar-condicionado é o queridinho da estação. Apesar da venda de ventiladores ser maior por causa do preço, Carvalho conta que a procura por aparelhos de ar-condicionado tem aumentado a cada dia. &#8220;Às vezes as pessoas chegam na loja procurando ventilador e acabam comprando o ar-condicionado&#8221;, destaca.</p>
<p>A venda de sorvetes também aumenta cerca de 50% nos períodos mais quentes. Há 25 anos, o movimento de verão na sorveteria Beijo Frio, na rua Comendador Hermelino Matarazo, é o mesmo: raros os minutos sem clientes entrando e saindo da loja. São mais de 30 mil picolés por mês no período de calor, além dos sorvetes de massa, vendidos em casquinha ou no pote. &#8220;Com esse calor, a gente é praticamente obrigado a chupar sorvete, para refrescar&#8221;, comenta o proprietário José Valter Gabriel.</p>
<p>Fonte: Samira Galli/Cruzeiro do Sul</p>
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		</item>
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		<title>Sorocaba registra 33 graus com sensação de 44</title>
		<link>http://www.radiosorocabanoticia.com.br/noticias/destaque/sorocaba-registra-33-graus-com-sensacao-de-44/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 10:30:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antena1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[alta]]></category>
		<category><![CDATA[sorvete]]></category>
		<category><![CDATA[temperatura]]></category>

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		<description><![CDATA[População sofre com falta d’água; quem precisou sair ao sol foi de sombrinha e se refrescou com sorvete]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com os termômetros acima dos 33 graus desde a sexta-feira, sobram reclamações provocadas pela onda de calor que vai durar até esta quarta-feira (7), pelo menos.</p>
<p>A maior temperatura do ano até agora em Sorocaba foi registrada na  sexta-feira, dia 3, quando os termômetros registraram 33,6 graus. E ela continuou em alta durante todo fim de semana, quando o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) registrou 33,3 graus no sábado e 33 graus neste domingo (5).</p>
<p>Apesar do desconforto provocado por uma sensação térmica de 44 graus no fim de semana, as temperaturas  ficaram abaixo do maior registro de 2011, quando Sorocaba atingiu 35,8 graus em 1º de outubro.</p>
<p>Se por um lado o calor naturalmente incomoda quem precisa andar debaixo do sol, por outro ele é um verdadeiro castigo para quem está sem água, como os moradores da Vila Lemos, em Votorantim.</p>
<p>Há três dias quem reside na avenida Adolfo Massaglia enfrenta as altas temperaturas sem poder se dar ao luxo de um bom banho frio ou mesmo de ter condições de executar as mais simples tarefas  domésticas. “Todas as torneiras estão secas. Há dez anos moro neste bairro e sempre foi assim”, diz a dona de casa Élica Martins Modesto Pereira, 34 anos.</p>
<p>Cansada da situação, ela resolveu juntar a vizinhança para reclamar. “Só não tem água deste lado da avenida, que pertence à Votorantim.   Do outro lado, onde é Sorocaba, tem”, aponta, mostrando as garrafas pet e o tambor que servem para armazenar água fornecida pelo sogro. Banho, segundo ela, só com caneca.</p>
<p>A vizinha Helena Camilo mora há 18 anos no bairro e também está revoltada. “Minhas filhas chegam cansadas do trabalho e não tem água para tomar banho com esse calor.  Uma delas sai às 22h e chega tarde. O jeito é ir até a casa da minha mãe, que fica bem longe daqui”, conta.</p>
<p>Em cima do telhado, Maria Lúcia Proença, mostra o reservatório vazio, o que limita as ações dentro de casa.  A roupa da família, por exemplo, já se acumula em cima do tanque.  “Esse calor está muito forte. Quando tem água, eu tomo banho de manhã, na hora do almoço, à tarde e um antes de dormir. Agora, só se for na casa da minha mãe”, relata.</p>
<p>Uma das piores situações no bairro é da dona de casa Célia Regina de Goes Luz. Grávida de nove meses, ela espera a qualquer momento pela chegada de César Henrique que pode encontrar sua futura casa sem uma gota de água.</p>
<p>Sem reservatório, a família vive precariamente na residência que abriga dez pessoas, oito delas crianças, todas filhas de Célia. “Não sei o que vamos fazer. Por enquanto, pegamos água em baldes, galão, enchemos tudo o que dá”, diz.</p>
<p><strong>Desperdício/</strong> O Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) de Votorantim informa que a falta de água registrada na Vila Lemos foi motivada  pelo forte calor e alto consumo dos moradores. O mesmo problema afeta o  Jardim Santa Márcia, Jardim Tatiana, Primavera, Novo Mundo, Green Valley e parte do Parque Bela Vista, atingindo cerca de 900 moradores.</p>
<p>Segundo o Saae, naquela região  não há registro de rede estourada, falta de energia, queima de motores ou bombas em nenhum reservatório, e que a Estação de Tratamento de Água funciona plenamente.</p>
<p>Para solucionar o problema a autarquia promete aumentar o volume dos reservatórios nos bairros afetados, assim como a vazão de chegada de água. Também há estudos para ampliar o sistema.</p>
<p><strong>Desfile de água, sorvete e muitas sombrinhas</strong></p>
<p>Para começar  semana já com altas  temperaturas, o jeito foi tentar se refrescar com água, sorvete ou  fugir do sol. Quem não teve opção armou-se de sombrinha para tentar  bloquear o calor, promovendo um verdadeiro desfile de cores pela cidade.“Não dá para ficar tomando este sol na cabeça. Sempre saio com a minha”, diz a dona de casa Juraci Guedes, 49 anos, que precisou sair para ir ao banco.</p>
<p>O comerciante Jorge Thibes Pizzol não notou em sua loja o aumento nas vendas de sombrinhas, mas costuma vender de 10 a 15 unidades por semana.  “Acho que as pessoas ainda tem vergonha de sair com sombrinha no sol. Quando chove eu vendo mais do que o dobro”, afirma.</p>
<p>O casal Flávio Angelino, 22, e a namorada Maiara Dona, 20, preferiram a água para tentar se refrescar enquanto caminhavam pelo Centro. “É o melhor jeito”, diz Flávio.</p>
<p>Quem teve a oportunidade de começar bem a semana curtindo  a piscina, não pensou duas vezes. Foi o caso de Solange Latorre Soares Pereira, 40, que levou o filho Iago, 6, para o clube. “Viemos para aproveitar o dia”, diz a mãe.</p>
<p><strong>Atenção</strong></p>
<p>Nesta terça-feira (7) a nebulosidade começa a aumentar em Sorocaba e região.<br />
A partir de amanhã, pode chover sobretudo no período da tarde.</p>
<p>Fonte: Carla de Campos/Bom Dia Sorocaba</p>
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		</item>
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		<title>Se o trânsito está ruim, vai ficar ainda pior</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 10:33:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antena1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[piora]]></category>
		<category><![CDATA[ruim]]></category>
		<category><![CDATA[trânsito]]></category>

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		<description><![CDATA[Motoristas precisam de paciência, pois ruas de Sorocaba recebem 25% a mais de carros com volta às aulas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se dirigir por Sorocaba já é normalmente um belo teste de paciência, a partir desta segunda-feira a situação deve piorar ainda mais com a volta às aulas dos 47 mil alunos da rede municipal de ensino. O retorno às escolas  particulares e estaduais ocorreu na última quarta-feira, sem grandes impactos no trânsito devido à adesão parcial: ao todo são 65.630 alunos no Estado, espalhados em 81 escolas.</p>
<p>A volta às aulas representa no trânsito sorocabano um aumento no fluxo de veículos entre 25%  e 30%. Além do congestionamento, abusos e falta de vagas para parada e estacionamento, sobretudo na área central, o trânsito implica em prejuízo para quem depende dele.<br />
Há seis anos, Cleber Bertulino e sua esposa Ana Paula, trabalham com transporte escolar e, para eles, a complicação no trânsito representa a perda de clientela.</p>
<p>“Ontem já perdemos quatro crianças porque os pais acham que é muito cedo para pegá-las às 6h15. Mas se não sairmos nesse horário, não damos conta de todo o trajeto”, aponta Ana Paula.</p>
<p>Segundo Cleber, devido ao  trânsito, o trajeto da van escolar, que passa por bairros da região do Barcelona e escola Visconde de Porto Seguro, no Centro, leva o dobro de tempo, chegando a 40 minutos.</p>
<p><strong>Fuga /</strong>A motorista de van escolar, Maria José  Santana dos Anjos,  lembra que há 16 anos, quando começou na atividade, o trânsito era outro. “Agora mudou muito, ficou  complicado demais. A partir de segunda-feira [hoje], já sabemos que a situação ficará terrível”, afirma. “Se estiver chovendo, então, trava tudo”, completa.</p>
<p>Para fugir do congestionamento e atender pais e alunos no horário, ela diz que é preciso  estar atenta. “Na hora  a gente tem que  improvisar, fazer rotas alternativas”, diz, avisando que partirá 20 minutos mais cedo para não perder a hora.</p>
<p>O motorista Denis Oliveira é outro refém do trânsito sorocabano. Ele lembra que sua passagem pelos bairros é muito tranquila se comparada com a região central da cidade. Desde 1997 atuando como condutor de veículo escolar ele acabou testemunhando a complicação do trânsito.<br />
Segundo Oliveira, a presença da fiscalização é importante e inibe alguns abusos, mas ainda falta respeito. Outra queixa comum dos motoristas é a falta de vagas para estacionar em frente às escolas, o que prejudica ainda mais o trânsito nas proximidades.</p>
<p><strong>Tudo novo /</strong> Para quem foi fiel à data de reinício das aulas, como Gabriela, 12 anos, a recompensa foi encontrar uma situação diferenciada. “Estamos fazendo textos nestes dias. A partir de segunda [hoje], é que começa tudo”, conta. Sua avó, Aparecida Barros, que lhe acompanha até a escola no centro de Sorocaba, também já se preocupada com o trânsito. “A partir de agora vamos ter que pegar o ônibus mais cedo, senão vamos nos atrasar”, diz.</p>
<p>Fonte: Bom Dia Sorocaba</p>
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		<title>Cesta básica teve queda de 6,50% em fevereiro</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 10:41:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antena1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[básica]]></category>
		<category><![CDATA[cesta]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>

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		<description><![CDATA[Para que o consumidor aproveite essa trégua, hipermercados usam atrativos como descontos de até 35%]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Cesta Básica BOM DIA teve queda em fevereiro e atingiu 6,50%. Para que o consumidor aproveite bem essa trégua nos preços dos alimentos, os hipermercados oferecem promoções durante a semana, como o dia da feira e do produto de limpeza, por exemplo. O desconto é de até 35%.</p>
<p>O economista da Esamc, Antonio Carlos da Silva, afirma que o consumidor tem de aproveitar as oportunidades. “O baixo preço e as ofertas casam perfeitamente. Por isso é essencial ir aos mercados para pesquisar.”</p>
<p>A dona de casa Renata Alessandra Rodrigues, 35 anos, por exemplo, fica de olho nos panfletos dos supermercados instalados próximos de onde mora. “Os estabelecimentos escolhem a quarta-feira para promover ofertas na feira. Para o consumidor é bom, pois temos mais opções”, diz.</p>
<p>O alho está mais barato comparando com o mês anterior. O preço do tempero estava R$ 8,62, em média, hoje pode ser encontrado por<br />
R$ 4,84, o quilo.</p>
<p>Já no setor de produtos de limpeza, o que houve queda foi papel higiênico, -4,07%. E higiene, o sabonete ficou -10,86 mais em conta.</p>
<p><strong>Aproveite/</strong> Entre os 30 itens da cesta básica, 19 estão mais baratos como, por exemplo, açucar, café e farinha de trigo (confira na página ao lado).</p>
<p>O economista diz que este é um bom momento para que o consumidor aproveite as oportunidades que o varejo oferece. Porém, ele avisa que o melhor ainda é ser ponderado. “Não adianta comprar comida e deixar estocado só porque está barato. Se sobrar algo que reservou para as compras, pague as dívidas”, orienta.</p>
<p><strong>Pesado no bolso/</strong> Por outro lado, o produto mais caro está no setor dos frios. O preço da salsicha aumentou mais de 12%. A professora Eliane Barbosa, 47, reparou quando passou a compra no caixa para pagar. “Os itens da cesta básica estão mais baratos. Em compensação os perecíveis e congelados estão mais caros”, comenta. A costureira Célia dos Santos, 63, concorda. “Deixei de levar a salsicha.”</p>
<p>O prato brasileiro também teve oscilação e pode sair em média R$ 15. O arroz ficou 4,35% mais caro e o feijão, 14,15%.</p>
<p><strong>Confira as promoções</strong></p>
<p><strong>Coop<br />
</strong>Às terças, quartas-feiras e domingos ocorre o Dia de Feirinha. Legumes, verduras e frutas são vendidos com até 30% de desconto.</p>
<p><strong>Suínos<br />
</strong>A carne de porco fica em promoção toda quinta-feira. O supermercado oferece até 20% de desconto.</p>
<p><strong>Bovinos<br />
</strong>Os cortes de carne de primeira e segunda estão mais baratos até 15% às sextas-feiras.</p>
<p><strong>Paulistão<br />
</strong>Dia de promoção na feira ocorre de quarta-feira a sábado.</p>
<p><strong>Açougue<br />
</strong>Carnes brancas e vermelhas recebem desconto no fim de semana.</p>
<p><strong>Walmart<br />
</strong>Durante 60 dias, os setores de alimentação e eletrônicos terão 10% de desconto.</p>
<p><strong>Extra<br />
</strong>Toda quarta-feira, o hipermercado promove o dia da feira.</p>
<p><strong>Casa<br />
</strong>Os produtos saem até 20% mais baratos durante este mês.</p>
<p><strong>Limpeza<br />
</strong>Sabão em pó, amaciante e detergente são vendidos com 35% de desconto.</p>
<p><strong>Carrefour<br />
</strong>O setor alimentício conta com promoções que um calendário promocional sem data prévia.</p>
<p><strong>Veja o ranking de preço mínimo e máximo da Cesta BOM DIA de Bauru, Jundiaí, Rio Preto e Sorocaba</strong><br />
<strong>Bauru</strong></p>
<p>Mínimo: R$ 148,01<br />
Máximo: R$ 182</p>
<p><strong>Jundiaí</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong>Máximo: R$ 140,11<br />
Mínimo: R$ 198,14</p>
<p><strong>Rio Preto<br />
</strong><br />
Mínimo: R$ 127,69<br />
Máximo: R$ 174,13</p>
<p><strong>Sorocaba</strong></p>
<p>Mínimo: R$ 133,54<br />
Máximo: R$ 180,35</p>
<p><strong>Variações das cestas básicas</strong></p>
<p><strong>Mais barata</strong></p>
<p><strong>Em janeiro<br />
</strong><br />
R$ 142,23</p>
<p><strong>Em fevereiro</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong>R$ 133,54</p>
<p>Queda de<br />
6,50%</p>
<p><strong>Mais cara</strong></p>
<p><strong>Em janeiro<br />
</strong>R$ 219,32</p>
<p><strong>Em fevereiro<br />
</strong>R$ 180,35</p>
<p>Queda de<br />
21,60%</p>
<p><strong>Os vilões de fevereiro</strong></p>
<p><strong>Feijão</strong></p>
<p>14,15%<br />
de aumento</p>
<p><strong>Cebola<br />
</strong><br />
19,26%<br />
de aumento</p>
<p><strong>Alho</strong></p>
<p>-78,09%<br />
de queda</p>
<p><strong>Frango</strong></p>
<p>-22,67%<br />
de queda</p>
<p><strong>Os mocinhos de fevereiro</strong></p>
<p><strong>Feijão</strong></p>
<p>14,15%<br />
de aumento</p>
<p><strong>Cebola<br />
</strong>19,26%<br />
de aumento</p>
<p><strong>Alho</strong></p>
<p>-78,09%<br />
de queda</p>
<p><strong>Frango</strong></p>
<p>-22,67%<br />
de queda</p>
<p>Fonte: Bom Dia Sorocaba</p>
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		<title>Sorocabano faz dívidas com novo salário mínimo</title>
		<link>http://www.radiosorocabanoticia.com.br/noticias/destaque/sorocabano-faz-dividas-com-novo-salario-minimo/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 12:12:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antena1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[dividas]]></category>
		<category><![CDATA[Salário]]></category>
		<category><![CDATA[sorocabano]]></category>

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		<description><![CDATA[Com aumento de 14,13%, muitos se endividam antes da hora; pesquisa diz o que dá para fazer com o dinheiro]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O aumento de 14,13% do salário mínimo está aguçando o poder de compra dos trabalhadores sorocabanos. O valor de R$ 622 deve ser pago até um mês após a vigência.  De acordo com o Ministério do Trabalho, os empregadores devem pagar os trabalhadores até 7 de fevereiro. A atendente Taís Correia, 19 anos, por exemplo,  pretende renovar o guarda-roupas. “Além de ir às compras, preciso pagar muitas dívidas”, admite.</p>
<p>O professor de economia da Esamc, João Silva Moura Neto, fez um estudo com o novo salário e revela: quanto pode-se comprar com apenas um salário mínimo. O aumento real é de 7,16%, considerado crescimento bastante positivo. O economista avisa: “Os trabalhadores devem aproveitar a inflação do início do ano, pois depois os juros subirão”.</p>
<p>Com a melhor condição dos trabalhadores, as empresas terão de produzir e contratar mais, então o custo aumentará, o que será repassado ao preço final. “A meta de inflação é de 4,5%, mas o ano deverá ser fechado em 6%”, detalha João.</p>
<p>Pensando nisso, a empregada doméstica Ester Artur Camargo, 58, recebeu o pagamento e foi ao açougue. “Aproveitei o aumento para fazer churrasco e sarapatel em casa. Minha prioridade é a alimentação”, relata.</p>
<p><strong>Necessidade/</strong> Os setores básicos são os que recebem maior demanda em períodos de lucro da população. “Alimentação, construção civil e lazer estão entre os mais procurados”, relata João. “Não há mais preocupação em sobreviver, pois a sociedade não vive mais esse risco, como antigamente que se discutia a desnutrição. As pessoas estão dispostas a ter mais momentos alegres”, diz o professor sobre o atual perfil do consumidor.</p>
<p>As amigas Eliane Camilo, 37, e Elaine Prado, 32, admitem que quando vão ao supermercado compram algumas guloseimas. “Hoje em dia podemos desfrutar um pouco mais das coisas boas da vida”, opina Elaine. A vendedora Eliane revela que com o aumento salarial fará viagem à praia.</p>
<p>O economista orienta que com a diferença salarial, os trabalhadores devem quitar as dívidas e atender necessidades. “Quem tem uma reforma para fazer em casa, essa é a hora.”</p>
<p><strong>Poder de compra cresce na alimentação e na construção</strong></p>
<p>O novo salário mínimo brasileiro motivou o professor de economia da Esamc, João Silva Moura Neto, a realizar uma pesquisa para comparar o que dá para comprar com o dinheiro. O reajuste é 9,6 vezes maior que em 1994, no início do Plano Real.</p>
<p>Com o aumento do valor do salário, o professor João afirma que as viagens internacionais e as importações tendem a crescer. A construção civil também oferece vantagens. Uma comparação entre 2012 e 1995, percebe-se que o poder de compra cresceu 100,6%.<br />
O consumo de combustível está 7,34% mais vantajoso, em relação ao ano passado, baseado em cotações da ANP (Agência Nacional do Petróleo).</p>
<p>A alimentação está altamente favorecida. Os grãos mais consumidos pelos brasileiros são o arroz e o feijão. O arroz pode ser comprado até 193% a mais do que em 1994. Já o feijão, 203,11%.</p>
<p>Um filminho no fim de semana não faz mal a ninguém. O professor João também analisou qual é o poder de compra na área do lazer e constatou que diminuiu. Desde 2000, esse setor teve queda de 4%.</p>
<p>O especialista em economia explica que o Brasil adota uma regra simples para  calcular o valor a ser estabelecido ao salário mínimo. “Por meio da soma da inflação do ano anterior, neste caso 2011, com o PIB [Produto Interno Bruto] de dois anos anteriores [2010], chegamos ao valor final”, afirma.</p>
<p>Ele explica, ainda, que, em 2010, o PIB cresceu 7,5% e a inflação foi alta, jogando os valores para cima. “É preciso destacar que este aumento deverá ser menor nos próximos anos, uma vez que a tendência é que o PIB seja reduzido e a inflação esteja controlada”, revela as expectativas para o futuro.</p>
<p><strong>Reajuste<br />
</strong>O aumento do salário mínimo federal ocorreu em 1° de janeiro. Os trabalhadores devem receber até o 5° dia útil de fevereiro.</p>
<p><strong>Estadual<br />
</strong>As categorias que não têm piso definido por lei federal recebem pela legislação do Estado e não podem ganhar menos.</p>
<p><strong>15%</strong><br />
é o reajuste para o estado em 1° de março</p>
<p><strong>Primeira faixa<br />
</strong>O salário de R$ 600 passará ser R$ 690.</p>
<p><strong>Segundo faixa<br />
</strong>De R$ 610 para R$ 700.</p>
<p><strong>Terceira faixa<br />
</strong>De R$ 620 para R$ 710.</p>
<p>Fonte: Tatiane Patron &#8211; Jornal Bom Dia Sorocaba</p>
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		<item>
		<title>Secretário anuncia construção de viaduto no bairro Além-Linha</title>
		<link>http://www.radiosorocabanoticia.com.br/noticias/destaque/secretario-anuncia-construcao-de-viaduto-no-bairro-alem-linha/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 10:41:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antena1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[novo]]></category>
		<category><![CDATA[sorocaba]]></category>
		<category><![CDATA[viaduto]]></category>

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		<description><![CDATA[Início da obra, orçada em R$ 17 milhões, está previsto entre 45 e 60 dias]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sorocaba ganhará um novo viaduto com sentidos de direção em curva, que ligará a rua J.J. Lacerda à avenida Ipanema, no Além-Linha, uma das regiões mais movimentadas da cidade. O anúncio foi feito ontem pelo engenheiro civil Valmir de Jesus Rodrigues Almenara, o novo titular da Secretaria de Planejamento e Gestão (SPG) nomeado ontem pelo prefeito Vitor Lippi (PSDB). Segundo Almenara, em 45 a 60 dias as obras já estarão em andamento, concentradas principalmente no canteiro central da avenida Ipanema, e vão durar seis meses. Com duas faixas de rolamento em cada sentido de direção, o viaduto faz parte de um trecho do conjunto de obras do programa &#8220;Sorocaba Total&#8221; que começa na J.J. Lacerda e vai até a avenida Adão Pereira de Camargo, o prolongamento da avenida General Osório.</p>
<p>Os fluxos de trânsito do viaduto terão conexão também com as ruas Maciel Baião e Castanho Taques, as quais se ligam à Ipanema. As atuais ligações viárias da avenida Ipanema com as ruas Hermelino Matarazzo e Comendador Oeterer serão mantidas. As obras serão conduzidas por consórcio formado pelas empresas Ellenco e Tardelli e em todo o trecho da J.J. Lacerda até o prolongamento da General Osório (inclui o viaduto) custarão R$ 17 milhões.</p>
<p>Almenara disse que durante o andamento das obras a fluidez atual do trânsito será preservada. &#8220;Obra moderna, rápida, as vigas serão transportadas e moldadas por guindaste&#8221;, descreveu. O viaduto e o programa &#8220;Sorocaba Total&#8221; como um todo foram citados por Almenara como exemplos de como o planejamento urbano deve atender às necessidades geradas pelo desenvolvimento de Sorocaba. Na sua análise, o foco do &#8220;Sorocaba Total &#8220;está concentrado nesse mote, que envolve o centro da cidade: a ideia é fugir do centro, que ganha muito com obras alternativas.&#8221;</p>
<p>O programa &#8220;Sorocaba Total&#8221; abrange três grandes eixos de ligações viárias: o &#8220;Ulysses Guimarães&#8221;, que liga a Castelinho à Cruz de Ferro; o Mário Covas, que conecta as avenidas General Osório e General Carneiro; o Franco Montoro, que aproxima a rodovia Raposo Tavares da Zona Industrial com conexões pelo Parque das Águas e avenidas Camilo Júlio e Fernando Stecca. Todo esse conjunto de obras soma investimento de US$ 85,5 milhões (equivalente a R$ 149 milhões), sendo metade (US$ 42,790 milhões ou R$ 74 milhões) proveniente de financiamento internacional e a outra metade a contrapartida da Prefeitura.</p>
<p><strong>Médio e longo prazo<br />
</strong><br />
Almenara disse que o trabalho da Secretaria de Planejamento e Gestão é &#8220;excelente&#8221; e a sua proposta é dar continuidade a ele. &#8220;Todas as nossas ações visam não só o momento presente, mas principalmente o médio e longo prazos&#8221;, disse. Como exemplo, ele citou o programa &#8220;Sorocaba Total&#8221;. &#8220;O município passa por um estirão, um grande momento, um surto de desenvolvimento positivo&#8221;, ele comparou. Como destaques, citou a vinda da multinacional Toyota. Além da Embraer, uma das maiores empresas aeroespaciais do mundo.</p>
<p>Segundo ele, o planejamento é a &#8220;ferramenta&#8221; para antecipar as demandas que acompanham o crescimento: &#8220;Sorocaba chega num momento em que tem que pensar algo diferente, que não são só ligações viárias em nível: pensar em mais viadutos, passagens subterrâneas, em ligações eficientes entre as ruas, para a cidade não chegar a uma situação de estrangulamento e caminhar com a grandeza que ela precisa&#8221;.</p>
<p>Aos 52 anos, Almenara substitui o vice-prefeito José Ailton na SPG. Ailton assumirá a Secretaria de Governo e Relações Institucionais na vaga do vereador Paulo Mendes, que retornou à Câmara. Almenara está na Prefeitura desde janeiro de 2007 e entre suas atribuições estavam a coordenação do programa &#8220;Sorocaba Total&#8221; e convênios junto a instituições financeiras e governamentais. Desde novembro de 2011, Almenara chefiava a Controladoria Municipal, responsável por acompanhar a execução do orçamento do município e a aplicação dos recursos pela Prefeitura.</p>
<p>Fonte: Cruzeiro do Sul</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Região de Sorocaba teve 86 mortes por afogamento</title>
		<link>http://www.radiosorocabanoticia.com.br/noticias/destaque/regiao-de-sorocaba-teve-86-mortes-por-afogamento/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 10:58:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antena1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[afogamento]]></category>
		<category><![CDATA[Região]]></category>
		<category><![CDATA[sorocaba]]></category>

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		<description><![CDATA[Número de casos foi quase o dobro do registrado na Baixada Santista no mesmo período, aponta estatística]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2010, a região de Sorocaba teve 86 mortes por afogamento &#8212; quase o dobro de toda Baixada Santista, que registrou 47 óbitos. A região é a terceira do Estado em maior número de mortes desse tipo. Ficou atrás apenas do Litoral Norte e Vale do Paraíba, que juntos contabilizaram 91 afogamentos, e da capital e região metropolitana, que teve 360. Os dados, levantados pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, apontam que, por mês, 77 pessoas morrem afogadas no Estado. Em 2010 (último dado consolidado disponível), foram 931 óbitos &#8212; nove a mais que em 2009. Já a média de internações por afogamento foi de apenas sete por mês em todo o Estado, alcançando um total de 91 pacientes no ano de 2010, o que indica alto índice de vítimas fatais nessas ocorrências.</p>
<p>Embora a região de Sorocaba reúna 48 municípios, as 86 mortes foram registradas apenas em três: 13 em Itapetininga; 22 em Itapeva; e 51 em Sorocaba. Na cidade e nos municípios mais próximos, os pontos principais de afogamentos, segundo o Corpo de Bombeiros, são a lagoa no Parque Vitória Régia, em Sorocaba; as cachoeiras de Votorantim (da Fumaça, da Penha e principalmente a da Chave); a pedreira desativada de Salto de Pirapora; e a represa de Itupararanga.</p>
<p>Em 2011, somente os casos noticiados pelo jornal Cruzeiro do Sul somavam quase 20 pessoas mortas por afogamentos na região. As idades variam de 5 a 47 anos, mas a maioria é jovem e tem entre 16 e 19 anos de idade. A mais recente vítima foi um menino de 5 anos, que se afogou em uma piscina, na noite de domingo em Sorocaba. Apesar de contar com vários locais de risco, o principal motivo das mortes na região é a imprudência, de acordo com o o tenente Marcos Novaes, do 15º Grupamento de Bombeiros de Sorocaba e região. &#8220;Os piores problemas acontecem com as pessoas que acham que sabem nadar e vão além da própria capacidade&#8221;, afirma o tenente.</p>
<p>Entre as principais instruções do tenente Novaes, não nadar sozinho e não ingerir bebidas alcóolicas ou quaisquer outras drogas antes de nadar são imprescindíveis. &#8220;Além de não deixar crianças nadarem desacompanhadas, não mergulhar de cabeça em hipótese alguma e não nadar em local que não conhece&#8221;, ressalta. O médico gerente operacional do Grupo de Resgate e Atendimento a Urgências (Grau), da Secretaria Estadual, Jorge Michel Ribera, chama a atenção para os afogamentos específicos de crianças. Segundo ele, é um tipo de acidente comum especialmente em churrascos à beira de piscina.</p>
<p>Para o médico, os pais costumam relaxar acreditando que todos ao redor estão observando as crianças e não se atentam ao fato de que as festas trazem naturalmente muita distração. &#8220;Quando fazemos o atendimento de crianças que se afogam, percebemos que é sempre algo muito doloroso para os pais e amigos, pois é um acidente que poderia ser evitado apenas com um pouco mais de atenção e observação&#8221;, diz. &#8220;A piscina normalmente traz uma falsa impressão de segurança&#8221;, alerta Ribera.</p>
<p>Já para os adultos, o maior perigo está na combinação de excesso de confiança e consumo de bebidas alcoólicas. &#8220;O óbito por afogamento é extremamente evitável. É uma questão de conscientização&#8221;, afirma o médico.</p>
<p><strong>Algumas dicas para segurança<br />
</strong><br />
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo alerta para os cuidados que banhistas devem ter no mar, piscinas, rios, lagos e cachoeiras. Veja abaixo algumas dicas para evitar afogamentos:<br />
- Não entre na água caso esteja alcoolizado. A bebida alcoólica faz com que o banhista perca seu senso crítico relação ao mergulho.<br />
- Procure evitar mergulhos solitários. Sempre tenha uma companhia, que possa ajudá-lo no caso de imprevistos.<br />
- Não mergulhe de cabeça em depósitos naturais de água, pois o fundo está em constantes transformações. O choque com o fundo pode causar de desmaios a sérios danos à coluna vertebral, expondo à vítima ao agravante de afogamentos.<br />
- Caso se sinta em perigo, evite gritar e não nade contra a correnteza para poupar o fôlego e evitar o cansaço físico. Sinalize pedido de ajuda com os braços e procure boiar.<br />
- No mar, em rios e outros locais com correnteza, o ideal é que o nível da água não ultrapasse a cintura do banhista para que ele não seja surpreendido por depressões no solo ou ondas e correntes inesperadas.<br />
- No caso de perder o controle do corpo em rio, nade no mesmo sentido da correnteza e procure avançar lentamente pelas laterais até alcançar as margens.<br />
- Em locais de correnteza, jamais desobedeça a sinalização do Corpo de Bombeiros.<br />
- Designe uma pessoa específica para tomar conta de crianças. Essa pessoa deve, por exemplo, reduzir o consumo bebida alcoólica e se concentrar exclusivamente nas crianças.<br />
- Não confie na falsa impressão de segurança que comumente os pais têm com o uso de boias e com a presença de outros banhistas conhecidos em torno da piscina.<br />
- Se for para o fundo usando uma boia, jamais a abandone, mesmo que perca o controle da situação.<br />
- Socorro: Tão importante quanto saber evitar o afogamento, é saber como prestar socorro. O ideal é que pessoas sem treinamento apropriado não tentem fazer salvamentos sozinhas com o próprio corpo, colocando a própria vida em risco. O mais adequado é fornecer para a vítima objetos que flutuem ou que sirvam como uma corda.</p>
<p>* Fonte: Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo</p>
<p>Fonte: Cruzeiro do Sul</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Comunidade denuncia existência de &#8216;cracolândia&#8217; na rua Padre Madureira, em Sorocaba</title>
		<link>http://www.radiosorocabanoticia.com.br/noticias/destaque/comunidade-denuncia-existencia-de-cracolandia-na-rua-padre-madureira-em-sorocaba/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 10:42:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>antena1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[além-ponte]]></category>
		<category><![CDATA[drogas]]></category>
		<category><![CDATA[sorocaba]]></category>

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		<description><![CDATA[Moradores e comerciantes querem chamar a atenção das autoridades para o problema]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estranhos e sobretudo usuários de drogas transformaram uma área comercial da rua Padre Madureira, no Além-Ponte, na &#8220;cracolândia&#8221; de Sorocaba. A afirmação é dos comerciantes e moradores daquela região, que com medo de terem seus nomes identificados por conta de represálias dos marginais, preferiram recorrer ao Cruzeiro do Sul por meio de uma carta assinada pela Sociedade Civil, representando toda comunidade da rua Padre Madureira, Vila Arruda, Árvore Grande, Vila Haro, Além-Ponte, e Jardim Pelegrino. Entretanto, de um modo bastante consciente, os reclamantes têm como objetivo chamar a atenção das autoridades competentes visando o encaminhamento dessas pessoas para tratamentos e reinserção social.</p>
<p>A área citada fica no numeral 68, e sua última função comercial foi a de estacionamento de uma igreja evangélica cujo acesso dos fiéis se dá pela rua Cruz e Souza. Mas desde que o contrato de aluguel foi encerrado, o espaço passou a ser ocupado por dependentes químicos e prostitutas, e segundo comerciantes, até mesmo crianças recém-nascidas já teriam sido vistas no local, demonstrando assim a necessidade de uma intervenção também no âmbito social. A comunidade representada na carta enviada à redação, cita que &#8220;no quadrilátero que envolve o referido imóvel localizam-se duas grandes concessionárias de veículos, três bancos, três lojas de pneus, um supermercado, uma cooperativa de consumo, três lojas de roupas, e vários outros comércios, além de moradias residenciais&#8221;.</p>
<p>Outras informações, tais como que a situação é de conhecimento das autoridades policiais, foram confirmadas por alguns dos comerciantes que aceitaram conversar com a reportagem, mas desde que suas fisionomias e seus nomes não fossem revelados. Segundo eles, o problema iniciado há menos de um ano, há dez meses aproximadamente, já resultou em ação policial no local. Porém, nada adiantou, pois em menos de quinze dias depois outras pessoas voltaram a habitar a área. Mas eles atentam que o problema não se limita à esfera policial, mas sim à social, entendendo que se tratam de pessoas miseráveis e doentes.</p>
<p>De acordo com um comerciante, viciados e prostitutas dividem o mesmo espaço. &#8220;As garotas são vistas conversando com supostos clientes entre a rua Padre Madureira e a avenida São Paulo, e em seguida entram no imóvel. O problema é que, normalmente todos são dependentes químicos, só que ao contrário das mulheres que vendem o corpo para conseguir dinheiro e manter o vício, os homens partem mais para o furto&#8221;, relatou esse comerciante. Comentários sobre furtos não são raros, sejam em bares, residências, sendo que nem mesmo a igreja evangélica teria escapado da ação dos &#8220;nóias&#8221; (gíria utilizada para se referir aos usuários de entorpecentes).</p>
<p>Outro comerciante e um morador ouvidos pela reportagem, disseram que a &#8220;cracolandiazinha&#8221; (no diminutivo por não se comparar com a de São Paulo), é ocupada por todo tipo de gente, independente de sexo e idade, mas que o movimento aumenta sempre ao cair da tarde e principalmente a noite, já em torno das 22h.</p>
<p>Em aproximadamente uma hora que ficou na rua Padre Madureira na quarta-feira ouvindo os relatos de alguns comerciantes e moradores, a reportagem constatou a existência de uma família, constituída por um casal e um menino, morando no local. Viu também quando um rapaz, citado como &#8220;nóia&#8221;, veio da rua João Ferreira da Silva e entrou no referido endereço que tem sido motivo de grande preocupação. Ainda segundo as pessoas que moram ou trabalham naquela região, no começo deste ano até fogo foi colocado no lugar, precisando chamar o Corpo de Bombeiros. Segundo consta, a polícia teria feito uma revista no local e retirado os invasores, e alguns destes, por bronca, teriam ateado fogo em alguns objetos nos fundos do terreno. O fogo foi pequeno, mas caso se alastrasse levaria risco aos imóveis vizinhos, que são antigos.</p>
<p>A empresa proprietária da área informou ontem que o imóvel já foi alugado, devendo em breve receber algum tipo de melhorias pelo locatário, não citando porém enquanto tempo isso deverá ocorrer.</p>
<p><strong>Fotos comprovam invasão<br />
</strong><br />
As fotos feitas quinta-feira à noite comprovam que o imóvel é ocupado por diversas pessoas, havendo ao menos uma criança em torno de 12 anos de idade. Com base nas fotos pudemos conferir a existência de cinco pessoas no local, sendo uma mulher morena que vestia blusa rosa, outra morena com roupa preta de alças, um menino, um homem de cabelos grisalhos e outro que usava um boné branco.</p>
<p>Ainda segundo as fotos, pode-se afirmar que as pessoas estão morando no lugar, tendo em vista a existência de vassouras &#8211; numa das fotos a mulher de rosa aparece varrendo a frente de uma das edículas -, e roupas no varal. A porta aberta de uma edícula que fica mais para os fundos do terreno também é indicativo de pessoas ocupando aquele espaço. Além disso, um enfeite natalino mantido até agora no portão frontal do imóvel, confirma também a presença de pessoas.</p>
<p><strong>Polícia alega que faz blitze</strong></p>
<p>O capitão Ubiratã Marques da Silva, comandante da 4ª Companhia da Polícia Militar (unidade responsável pelo policiamento nos bairros da região da rua Padre Madureira), lembrou que já são feitas operações de abordagem no local que gerou as reclamações de moradores e comerciantes. Na noite da última sexta-feira, ao tomar conhecimento pela reportagem da carta dos moradores e comerciantes, ele também determinou a realização de operação de abordagem policial na região da rua Padre Madureira.</p>
<p>Ubiratã acrescentou, no entanto, que este não é só um problema de polícia: &#8220;É um problema social que deve ser visto por várias outras situações.&#8221; Explicou que a polícia faz a abordagem, verifica se não há prática de ordem criminal e, na quando não encontra problema, mesmo assim as dificuldades relatadas pelos moradores e comerciantes continuam e por isso existe a necessidade da presença de outros setores competentes para atendimento ao caso.</p>
<p>Ele disse ter ficado surpreso com a atitude de pessoas que primeiramente procuram a imprensa quando, no seu entender, deveriam ir até às autoridades competentes para pedir solução para tais problemas. &#8220;A população deveria ter um contato com a gente (Polícia Militar)&#8221;, disse.</p>
<p>Fonte: Cruzeiro do Sul</p>
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